terça-feira, 19 de maio de 2026

Financiamento de carros atinge maior nível em quase 20 anos

 


Região Sul concentrou 20,8% dos financiamentos em abril
Os modelos zero quilômetro tiveram alta de 21,9% nos financiamentos

 

 

O financiamento de veículos no Brasil somou 634.587 mil unidades em abril, entre novos e usados, incluindo automóveis leves, motocicletas e pesados. O volume representa alta de 11,8% na comparação anual e marca o melhor resultado para o mês desde 2008, quando foram registrados 705.927 financiamentos. Entre os automóveis leves, o crescimento foi de 13,3% na comparação anual. O destaque ficou com os modelos zero quilômetro, que tiveram alta de 21,9% nos financiamentos. Já os usados também cresceram e atingiram 10,9%.

O financiamento de motocicletas segue em expansão, com alta de 9,8% em abril. Assim como nos carros, os modelos novos puxaram o resultado, com aumento de 12% nas vendas financiadas. As motos usadas avançaram 9,1%. No segmento de veículos pesados, o crescimento foi de 3,9%. O desempenho foi sustentado pelos modelos novos, que avançaram 10,9%. Já os usados recuaram 4,6%, indicando uma demanda mais concentrada em renovação de frota.

O Sudeste segue como o principal polo de financiamento de veículos no país, concentrando 42,2% das operações. Na sequência aparecem as regiões Sul (20,8%), Nordeste (19,7%), Centro-Oeste (10,7%) e Norte (7,3%). No acumulado de janeiro a abril, o número de veículos financiados chegou a 2,5 milhões de unidades. As motocicletas lideram o ritmo de expansão no ano, com crescimento de 16%, seguidas pelos automóveis (12,7%) e pelos veículos pesados (3,9%).

"Os dados indicam um cenário de crédito mais disponível, contribuindo para a manutenção do ritmo positivo do mercado automotivo, mesmo em um contexto de juros elevados. Na prática, o avanço do financiamento mostra que o consumidor tem acessado crédito para aquisição de veículos", afirma Thiago Gaspar, superintendente de relacionamento com clientes e relações institucionais na Trillia, unidade de negócios da B3 focada em inteligência aplicada, dados, analytics e IA.

 

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Quatro em cada 10 contribuintes não enviaram a declaração de IRPF

 


A 11 dias do prazo final, Receita recebeu 26,2 milhões de documentos 
 
 
Em 2026, o Fisco espera receber 44 milhões de declarações

 

 

A 11 dias do fim do prazo, 40,3% dos contribuintes ainda não acertaram as contas com o Leão. Até a noite desta segunda-feira (18), a Receita Federal recebeu 26.262.79 declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2026. O número equivale a 59,7% do total de declarações previstas para este ano. Em 2026, o Fisco espera receber 44 milhões de declarações. Tradicionalmente, o ritmo de entrega aumenta nas últimas semanas do prazo.

O prazo para entregar a declaração começou em 23 de março e termina no dia 29 de maio. Quem não enviar a declaração no prazo pagará multa de R$ 165,74 ou 1% do imposto devido, prevalecendo o maior valor. As pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584, assim como aquelas que obtiveram receita bruta da atividade rural acima de R$ 177.920, são obrigadas a declarar. As pessoas que receberam até dois salários mínimos mensais em 2025 estão dispensadas de fazer a declaração, salvo se se enquadrarem em outro critério de obrigatoriedade.

A Receita também divulgou as estatísticas da malha fina. Segundo o Fisco, do total de declarações enviadas até o fim da manhã desta segunda, 1.410.027 foram retidas em malha fiscal, o que corresponde a 5,6% do total apresentado. O percentual, informou a Receita, reforça a tendência de redução contínua nas retenções, conforme demonstrado na evolução ao longo das últimas semanas. Na primeira semana de entrega, esse percentual estava em 10,78%. Na semana passada, tinha caído para 5,93%. Conforme o Fisco, os dados confirmam que, com o avanço do processamento das informações e a regularização de inconsistências por contribuintes e fontes pagadoras, o volume proporcional de retenções vem diminuindo gradualmente.

Com ABR
 
 
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Senior Sistemas vê receita avançar no primeiro trimestre


Vendas somaram R$ 339,3 milhões entre janeiro e março 
 
 
A Senior Sistemas ocupa a 202ª posição entre as maiores empresas da região e também é a 54ª maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

 

A catarinense Senior Sistemas iniciou 2026 com resultados expressivos e evolução de seus principais indicadores financeiros. No primeiro trimestre, a companhia registrou, pela primeira vez em seus 38 anos de história, um Ebitda superior a R$ 100 milhões em um único trimestre, com alta de 36,5% e margem de 29,5%. O crescimento também se reflete na receita líquida, que alcançou R$ 339,3 milhões, um aumento de 24,8%. As vendas envolvendo Cloud teve uma alta de 26,1%, alcançando R$ 179,1 milhões, já respondendo por 58,8% da recorrência.

"Esses resultados foram alcançados mesmo com investimentos intencionais em marketing, P&D e consultoria estratégica, evidenciando nossa capacidade de alocar capital para crescimento sem comprometer a rentabilidade. Adicionalmente, realizamos a aquisição de negócios estratégicos no primeiro trimestre, reforçando nossa posição competitiva e acelerando o crescimento", afirma Carlênio Castelo Branco, CEO da Senior.

A incorporação da CIGAM Software de Gestão, iniciada após o closing da operação, realizado em fevereiro, seguiu como um dos principais movimentos estratégicos do período, ampliando a força competitiva da Senior no mercado de ERP e criando oportunidades de cross-sell, expansão de receita e novas avenidas de crescimento no longo prazo.

A Senior Sistemas ocupa a 202ª posição entre as maiores empresas da região e também é a 54ª maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital na íntegra clicando aqui).


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segunda-feira, 18 de maio de 2026

Comércio cresce 0,5% e atinge novo recorde

 


Combustíveis e lubrificantes contribuíram para o crescimento das vendas em março 
 
 
 
Houve crescimento das vendas em cinco das oito atividades pesquisadas

 

 

O volume de vendas do comércio varejista do país cresceu 0,5% em março, frente a fevereiro, na série sem influências sazonais. Com esse desempenho, o setor renova o recorde que tinha atingido no mês anterior para a série histórica, que começou no ano 2000. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (13) pelo IBGE. Este é o terceiro avanço seguido, apontando um panorama de expansão, segundo Cristiano Santos, gerente da PMC: "Numa perspectiva um pouco maior, a médio prazo, nos seis últimos meses houve apenas um resultado no campo negativo, em dezembro de 2025. E mesmo assim, o resultado foi muito próximo de zero (-0,3%). Então, pode-se dizer que desde outubro de 2025 o varejo vem crescendo na maior parte do tempo".

Houve crescimento das vendas em cinco das oito atividades pesquisadas. Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (5,7%), combustíveis e lubrificantes (2,9%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,9%), livros, jornais, revistas e papelaria (0,7%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,1%) apresentaram resultados positivos. Do lado negativo, ficaram as atividades de móveis e eletrodomésticos (-0,9%), e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,4%). A atividade de tecidos, vestuário e calçados ficou estável (0,0%) em relação a fevereiro. Na comparação entre março de 2026 e o mesmo mês do ano passado, o comércio varejista cresceu 4,0%. Todas as oito atividades pesquisadas acompanharam o crescimento.

O varejo apresentou taxas positivas em 19 unidades da Federação, com destaque para Maranhão (3,8%), Amazonas (3,7%) e Piauí (3,5%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram sete das 27 Unidades da Federação, com destaque para Bahia (-2,2%), Pernambuco (-2,0%) e São Paulo (-1,0%). A Paraíba mostrou estabilidade (0,0%). Na mesma comparação, no comércio varejista ampliado, a variação entre janeiro e fevereiro de 2026 teve resultados positivos em 17 com destaque para Amazonas (8,4%), Roraima (5,6%) e Paraná (4,0%). 

 

 

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Suzano inaugura primeiro centro de distribuição no Sul

 


Unidade na região metropolitana de Curitiba é operada pela DHL Supply Chain 
 
 
O centro de distribuição no Paraná é o sétimo em operação em diferentes regiões do Brasil

 

 

A produtora de celulose Suzano inaugurou em Campina Grande do Sul, na Região metropolitana de Curitiba, seu primeiro centro de distribuição de bens de consumo no Sul. O espaço tem capacidade de armazenamento de mais de 2 mil toneladas de produtos de higiene, entre outros itens que compõem a unidade de negócios de Bens de Consumo da companhia. O valor do investimento não foi divulgado. A chegada ao Sul reforça a estratégia da Suzano de ampliar acesso ao mercado direto e indireto do Sul. "A nossa unidade de bens de consumo tem menos de dez anos de história e hoje já lidera nas regiões Sudeste, Norte e Nordeste. Avançar no Sul, com nosso primeiro centro de distribuição dedicado à região, é um passo natural e estratégico. Sabemos que os clientes locais valorizam qualidade e nível de serviço, e estamos prontos para elevar esse padrão e ampliar a competitividade desse mercado", afirma Bruno Addesso, diretor comercial da unidade de bens de consumo da Suzano.

O empreendimento será operado em parceria com a DHL Supply Chain, líder global em armazenagem e distribuição. As instalações têm mais de 9 mil metros quadrados de área total e capacidade de expedição de 200 toneladas por dia. O novo endereço, com capacidade instalada de 340 mil toneladas anuais no setor de papel tissue, se soma aos outros seis centros de distribuição em operação em diferentes regiões do Brasil e que atendem a unidade de Bens de Consumo da Suzano. Ele será abastecido com produtos fabricados principalmente em Mogi das Cruzes (SP), além das unidades de Aracruz e Cachoeiro de Itapemirim (ES) e Mucuri (BA).

 

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Doriana: Feito para quem cuida

 


As mães são o ponto central da nova campanha da margarina Doriana, marca que soube dialogar com todos os tipos de famílias brasileiras ao longo de sua trajetória 
 
 

 

Quem não guarda na memória o pão quentinho com margarina no lanche da escola ou o bolo preparado pela mãe para um aniversário em casa? É a partir dessas lembranças, marcadas por cuidado e afeto, que a Doriana lança sua nova campanha, colocando as "Mães Corujas" como protagonistas.

A proposta reforça o papel da marca nos pequenos gestos do dia a dia, momentos simples que conectam diferentes tipos de família e rotinas. Ao trazer a figura materna como elo comum, Doriana busca dialogar com a diversidade dos lares brasileiros, mantendo sua essência afetiva.

"A mãe é um ponto de conexão entre as diferentes configurações de família, e é com ela que a marca estabelece esse diálogo", afirma Tannia Fukuda Bruno, diretora de marketing da Seara. "A marca entende que a rotina está cada vez mais acelerada, especialmente para mulheres que conciliam múltiplas responsabilidades. Por isso, investe em soluções práticas e versáteis, que facilitam o preparo sem abrir mão do sabor e do cuidado", completa.

Com mais de 50 anos de história, Doriana reforça esse posicionamento também no produto. A versão cremosa ganha nova receita, com adição de leite da fazenda e um processo de dupla batida, que eleva o padrão de cremosidade, qualidade e sabor. A embalagem também foi atualizada para destacar esses atributos no ponto de venda.

O reconhecimento pelo carinho adotado ao longo dos anos, resultou na liderança da Doriana na estreia da categoria Manteiga/Margarina no Top of Mind RS, a pesquisa de lembrança de marca pioneira no Brasil. A marca é também a mais citada pelos consumidores em todas as faixas etárias e tem uma forte presença na memória de 30% da população no interior do estado. "Seguimos aprofundando nossa relação com os momentos que constroem a vida em família. É na rotina, no café da manhã, no lanche da tarde, nas refeições do dia a dia, que nascem as memórias mais duradouras", conclui a executiva.
 
 
 
 
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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Florestas plantadas respondem por 94% da madeira para fins industriais

 


Setor contribui para atender à demanda global por madeira 
 
 
Silvicultura brasileira ocupa papel estratégico para atender a sociedade

 

 

A sociedade consome produtos provenientes de florestas todos os dias, e a presença da madeira pode ser constatada em produtos como papéis, embalagens, móveis, pisos, cápsulas de medicamentos e até na alimentação. Por isso, a demanda global por madeira, que já alcança cerca de 1,6 bilhão de metros cúbicos por ano, pode dobrar até 2050, conforme estimativas da Embrapa Florestas. Diante desse cenário, a origem da madeira faz toda a diferença e a silvicultura comercial ocupa papel estratégico para atender à sociedade e, ao mesmo tempo, reduzir a pressão sobre as florestas nativas.

Dados do Sistema Nacional de Informações Florestais (SNIF) mostram que o Brasil produziu quase 200 milhões de metros cúbicos de toras para fins industriais em 2024. Desse total, cerca de 94% vieram de florestas plantadas, que por sua vez ocupam apenas 1,4% do território nacional. "Os dados derrubam um mito persistente de que as florestas plantadas prejudicam as florestas naturais. A verdade é que, historicamente, o cultivo de pinus e eucalipto se consolidou principalmente sobre áreas anteriormente degradadas e que por condições de relevo foram preteridas por outras culturas", aponta Ailson Loper, diretor executivo da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE Florestas) e professor do departamento de economia e extensão rural da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Outro fator é que além de restringir a derrubada de mata nativa, a legislação atual exige que os produtores da Região Sul destinem, no mínimo, 20% da área da propriedade a reservas legais e áreas de preservação permanente. De acordo com a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), o país possui 10,5 milhões de hectares de árvores plantadas e cerca de 7 milhões de hectares de florestas nativas conservadas. Na prática, para cada hectare de floresta plantada, as empresas brasileiras possuem, em média, 0,7 hectare de vegetação nativa sendo cuidada.

"No Paraná, considerando a conservação de áreas realizada pelas empresas associadas à APRE, a proporção é ainda maior. Para cada hectare produtivo, há aproximadamente outro hectare destinado à conservação", afirma Loper. No Paraná, as empresas associadas possuem cerca de 564 mil hectares em áreas protegidas. O estudo setorial da APRE, atualizado a cada dois anos, mostra que a silvicultura paranaense mantém áreas de conservação equivalentes ou superiores às áreas de plantio, conciliando conservação e produção sustentável.

As florestas plantadas entregam resultados concretos. Elas não são apenas fonte de matéria-prima, mas agregam diversos benefícios, como redução da pressão sobre florestas nativas, fixação e estoque de carbono, recurso renovável com ciclo contínuo de plantio e colheita, formação de corredores ecológicos, geração de 2,6 milhões de empregos diretos e indiretos no Brasil, e desenvolvimento de comunidades locais. Segundo Loper, é preciso exigir conservação, produtividade e responsabilidade ambiental. "As florestas plantadas mostram que essas três demandas podem coexistir ao produzir em áreas manejadas, com controle técnico e compromisso ambiental. Os dados indicam que este é o caminho mais racional para o presente e para as próximas gerações", menciona.

 

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