quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

IA lidera lista de empregos em alta em SP; veja ranking

 

O LinkedIn publicou sua tradicional lista anual de profissões em alta na cidade de São Paulo, baseada em milhões de vagas ocupadas por usuários da rede social. Na onda da explosão da inteligência artificial (IA) generativa, engenheiro de IA aparece em primeiro lugar, seguido por advogado de propriedade intelectual.

A publicação ocorre semanas após a divulgação de um ranking geral do Brasil, que também destacou o avanço do segmento de IA. “São Paulo segue consolidando seu papel como polo de tecnologia e negócios complexos”, afirma a empresa.

Veja o ranking dos empregos em alta em SP

1 – Engenheiro de IA
Desenvolve e treina modelos de inteligência artificial e algoritmos para automatizar tarefas e gerar conteúdos.

 2 – Advogado de Propriedade Intelectual
Protege direitos sobre criações, como patentes e marcas, essencial no controle de conteúdos gerados por IA.

3 – Consultor de Investimentos
Analisa o mercado financeiro para orientar clientes sobre as melhores formas de alocar e rentabilizar seu patrimônio.

4 – Estrategista de Produtos
Define o direcionamento e o ciclo de vida de um produto, alinhando as necessidades dos usuários aos objetivos do negócio.

5 – Arquiteto Paisagista
Planeja e projeta espaços externos e áreas verdes, integrando estética, funcionalidade e sustentabilidade urbana.

6 – Gerente de Auditoria
Supervisiona a revisão de processos internos e registros financeiros para garantir conformidade legal e eficiência operacional.

7 – Especialista em Gestão de Contas
Gerencia o relacionamento com clientes estratégicos, garantindo a satisfação, o suporte e a renovação de contratos.

8 – Auditor de TI
Avalia a segurança, a infraestrutura e a integridade dos sistemas tecnológicos e dos dados de uma organização.

9 – Gerente de Comunicações Corporativas
Coordena a imagem e o fluxo de informações de uma empresa para o público interno e para o mercado.

10 – Engenheiro de Software
Cria, testa e mantém aplicativos e sistemas digitais que sustentam as operações de empresas e usuários.

Arrecadação federal de impostos bate recorde com alta de tributos e economia resiliente

 

A arrecadação do governo federal com impostos teve alta real de 3,65% em 2025 sobre ano anterior, somando R$ 2,887 trilhões, informou a Receita Federal nesta quinta-feira, 22, no melhor resultado anual já registrado na série histórica do governo, iniciada em 1995. O desempenho do ano foi ajudado por medidas arrecadatórias adotadas pelo governo ao longo da atual gestão e também reflete o desempenho da atividade econômica, que mostrou resiliência mesmo diante de uma política monetária restritiva implementada pelo Banco Central para controlar a inflação.

Em entrevista à imprensa, o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, disse que a arrecadação apresentou em 2025 “números bonitos”. “Um crescimento importante, considerando inclusive o patamar alto do ano anterior, considerando inclusive receitas não recorrentes do ano anterior”, afirmou.

Em 2025, os recursos administrados pela Receita, que englobam a coleta de impostos de competência da União, cresceram 4,27% em termos reais frente a 2024, a R$ 2,763 trilhões. Em relação à receita administrada por outros órgãos, que tem peso de royalties de petróleo, o dado caiu 8,40% no ano passado, a R$ 123,612 bilhões.

O desempenho total de dezembro também foi positivo e atingiu nível recorde de R$ 292,724 bilhões em arrecadação com impostos, com alta de 7,46% acima da inflação. O dado do mês passado deu impulso à arrecadação acumulada ao longo do ano. Após atingir um pico de crescimento real acumulado no ano de 4,41% em julho, o dado passou a cair, em movimento atribuído aos juros restritivos, indo a 3,73% em agosto, 3,49% em setembro e 3,20% em outubro. Depois, subiu levemente a 3,25% de novembro, avançando a 3,65% em dezembro.

O governo atuou com foco em recuperação de arrecadação ao longo da atual gestão, com medidas como elevação de alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), taxação de apostas online, reoneração da folha salarial de setores da economia, limitação de compensações tributárias e encerramento de benefícios direcionados ao setor de eventos, entre outros. O IOF aparece entre os destaques de 2025, com arrecadação recorde de R$ 86,5, nível R$ 14,7 bilhões maior do que no ano anterior, uma alta de 20,5%.

Segundo o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita, Claudemir Malaquias, o ganho com IOF ficou cerca de R$ 2 bilhões acima do esperado inicialmente pelo governo quando a elevação de alíquotas entrou em vigor. Também foram registrados ganhos nas receitas da Previdência (3,27%), Pis/Cofins (3,03%), Imposto de Importação (9,49%) e nas diversas formas de coleta de Imposto de Renda de empresas e pessoas físicas.

No recorte por setor, os maiores ganhos do ano foram observados em entidades financeiras, que contribuíram com R$ 40,5 bilhões a mais do que no ano anterior, seguidas de exploração de jogos de azar e apostas (+R$ 9,9 bilhões) e extração de petróleo e gás natural (+R$ 6,1 bilhões).

O crescimento da arrecadação é fator determinante na busca do governo pela meta fiscal de 2025, estipulada em déficit zero para o ano, e que tem 0,25% do PIB de margem de tolerância.

Na semana passada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o governo central fechou 2025 com um déficit primário estimado em 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB), patamar obtido após abatimento de despesas que não serão contabilizadas após decisão judicial, como precatórios e indenizações a aposentados. Os dados oficiais do resultado fiscal de 2025, que considera receitas e despesas, serão apresentados pelo Tesouro Nacional e pelo Banco Central no final de janeiro.

Para 2026, Barreirinhas disse que o ano marcará “definitivamente” uma mudança de postura da Receita, que atuará com visão orientadora para o bom contribuinte, não punitiva. Ele ponderou que o fisco será mais duro com devedores contumazes após o Congresso Nacional aprovar regras mais rígidas para sonegadores.

Segundo ele, o fisco estabeleceu como meta arrecadar neste ano R$ 200 bilhões por meio de negociações amigáveis para coleta de tributo sem litígio.

Dados da pasta mostram que o resultado da chamada “cobrança amigável” foi de R$177,5 bilhões em 2025.

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Bracell compra florestas de eucalipto da Duratex em São Paulo

 

A Bracell, uma das maiores produtores de celulose do mundo, controlada pelo grupo de Singapura Royal Golden Eagle, está comprando parte da produção de eucalipto da brasileira Duratex. A empresa brasileira é o braço de produção de madeira do Grupo Dexco, que atua na fabricação e comercialização de painéis de madeira destinados ao setor de construção civil e à indústria moveleira, além de uma divisão de produtos de metais e louças sanitárias.

Em tese, a Duratex fornece a matéria-prima necessária para o grupo Dexco, seu controlador. Contudo, a negociação com a Bracell vai funcionar como forma de captação de recursos para as atividades da empresa. A operação consiste na venda de madeira em pé, que ainda não foi colhida das fazendas administradas pela Duratex e será utilizada pela Bracell para fabricação de celulose, em sua unidade em Lençóis Paulistas, no interior de São Paulo.

O volume de madeira adquirido e o valor do total do negócio não foram revelados. No entanto, a responsabilidade pela colheita da floresta de eucalipto da Duratex ficará sob a responsabilidade da Bracell, bem como o transporte da madeira. As florestas estão instaladas em fazendas nas cidades de Bofete, Angatuba Buri e Itapetininga.

A compra do eucalipto pela Bracell representa uma oportunidade da empresa otimizar sua base de suprimento de madeira e demonstra o acirramento da disputa por matéria-prima com concorrentes como Suzano, Klabin e Arauco. Estimativas do mercado indicam que a Bracell já possua cerca de 275 mil hectares plantados com eucalipto em São Paulo.

A fábrica da Bracell em Lençóis Pauslitas começou a ser construída em 2019 com investimento de R$ 15 bilhões. A unidade entrou em operação em 2021 com capacidade de produção de 1,5 milhão de toneladas de celulose solúvel ou até 3 milhões de toneladas de celulose kraft por ano. Há pouco mais de um ano, a empresa voltou seus olhos para Mato Grosso do Sul, atrás de novas áreas de eucalipto para construir uma nova fábrica.

A companhia anunciou um investimento de R$ 20 bilhões para levantar uma nova planta no município de Águas Claras, com capacidade para produzir 2,8 milhões de toneladas de celulose por ano. Para abastecer a fábrica de Mato Grosso do Sul, estima-se que a Bracell já tenha aproximadamente 50 mil hectares de eucalipto plantados.

 

 https://istoedinheiro.com.br/bracell-compra-eucalipto-duratex

Brasil tem apenas uma marca entre as 500 mais valiosas do mundo

 

O Itaú Unibanco é a única empresa brasileira na lista de 500 marcas mais valiosas do mundo, de acordo com a edição deste ano da consultoria Brand Finance, divulgada nesta terça-feira, 20. O maior banco privado do País subiu 20 posições e agora ocupa a 254ª colocação no ranking global. O Banco do Brasil, que em 2025 estava em 467º lugar, deixou a lista.

Segundo o estudo, o valor de marca do Itaú cresceu 15%, a US$ 9,9 bilhões. O chamado Brand Strength Index (Índice de Força de Marca) da instituição financeira atingiu 80,3 pontos, nível que garantiu uma inédita classificação AAA-, que sugere posicionamento profundamente enraizado no público.

“O crescimento do valor da marca do Itaú em 2026 reflete, em grande parte, o forte desempenho das receitas e os ganhos de participação de mercado no Brasil, impulsionados pela expansão do crédito, pela adoção do banco digital e por campanhas publicitárias eficazes, como a ‘Feito do Futuro’, que contou com figuras de grande projeção”, explicou o diretor-gerente da Brand Finance no Brasil, Eduardo Chaves.

Mais valiosas

A Apple manteve a primeira posição do ranking, com uma marca que cresceu 6%, a US$ 607,6 bilhões. Na sequência, a da Microsoft avançou 23%, a US$ 565,2 bilhões, seguida de Google (alta de 5%, a US$ 433,1 bilhões) e Amazon (+4%, a US$ 369,9 bilhões). Um dos destaques foi a escalada da Nvidia, que disparou 110%, a US$ 184,3 bilhões, e superou nomes como TikTok, Walmart e Facebook.

O Youtube se tornou a marca mais forte do mundo, após subir oito posições e somar nota BSI de 95,30, em uma escala que vai até 100. Já a fintech britânica Revolut emergiu como a empresa que mais cresce entre as marcas mais valiosas do planeta, com salto de 239%, a US$ 6,6 bilhões.

Pela metodologia da pesquisa, o valor de marca mede o benefício líquido que o dono teria obtido se a licenciasse em mercado aberto. Já a força da marca representa o desempenho dela em atributos intangíveis, como reputação, reconhecimento e fidelidade, em comparação com concorrentes.

Anualmente, a Brand Finance avalia 6 mil marcas globais e reúne as 500 mais valiosas no relatório Global 500.

Veja o top 10 das marcas mais valiosas do mundo

#EmpresaPaís
1AppleEUA
2MicrosoftEUA
3GoogleEUA
4AmazonEUA
5NVIDIAEUA
6TikTok/DouyinChina
7WalmartEUA
8Samsung GroupCoreia do Sul
9FacebookEUA
10State Grid Corporation of ChinaChina

Acordo Mercosul-UE beneficiará agricultura familiar, diz ministro

 

O acordo comercial de livre comércio firmado entre o Mercosul e a União Europeia (UE) beneficiará a agricultura familiar brasileira, com destaque para aqueles que produzem café e frutas, disse o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira. Ele acredita que há também potencial para os produtos lácteos, em especial para os queijos de Minas Gerais.

Nas palavras de Paulo Teixeira, “a agricultura familiar vai bombar” com o acordo firmado entre os dois blocos. 

O ministro participou nesta terça-feira (20) do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

“A agricultura familiar vai ganhar muito com esse acordo”, ressaltou o ministro ao lembrar que a produção de café no país é predominantemente de agricultores familiares. “Eles, agora, poderão vender o café que tiver já processado sem taxas”, disse o ministro.

Paulo Teixeira disse que a abertura de novos mercados acabou sendo estimulada pela imposição de tarifas pelos Estados Unidos. “Isso abriu o mercado consumidor europeu, que é um mercado rico. Os europeus são ricos e poderão comprar vários produtos da agricultura familiar”.

“Além do café, tem as frutas. O açaí, por exemplo, está bombando no mundo inteiro. Temos também manga, uva, melão. Os agricultores familiares poderão vender os seus produtos na Europa sem taxas. A agricultura familiar vai bombar”, acrescentou o ministro.

Outro produto com grande potencial para conquistar o mercado europeu são os lácteos brasileiros, segundo Paulo Teixeira. “Precisaremos produzir mais lácteos para exportar. Temos um grande mercado de queijo. Inclusive de queijos mineiros, que são muito famosos no mercado interno e que poderão também ser vendidos para o mercado externo”.

“Vamos ter de comprar queijo francês, mas poderemos exportar queijo mineiro para a França. Temos de pensar grande nesse novo tempo de acordo entre Mercosul e União Europeia”, disse.

Ele lembrou que a região mineira da Serra da Canastra tem queijos que são vendidos como especiarias no Brasil, com grande potencial para ser consumido também pelos europeus.

O ministro ressaltou que os investimentos do governo federal na agricultura familiar, via Plano Safra, têm batido recordes, o que tem resultado, também, no aumento das vendas de máquinas de pequeno porte para os agricultores.

“Tenho a honra de dizer que o que puxa hoje a indústria de máquinas no Brasil são as máquinas pequenas dos agricultores familiares. O agricultor familiar está vendendo mais produtos porque melhorou a renda na sociedade brasileira. Com essa melhoria de renda, o primeiro investimento que a família faz é em alimentação”, argumentou Paulo Teixeira.

Anúncios

O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar antecipou que, em breve, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciará políticas públicas voltadas à “transferência de saberes e conhecimentos da Embrapa” para a agricultura familiar, em especial para os jovens que se mantiverem no campo para produzir alimentos para o Brasil e o mundo.

“Queremos estimular os jovens que já estão na agricultura a buscarem instituições científicas, como universidades e Embrapa, que cada dia mais disponibilizam seus conhecimentos para a agricultura familiar”, acrescentou o ministro.

Outra informação antecipada pelo ministro durante o programa é o pacote de desapropriações de terras, previsto para ser anunciado nesta sexta-feira (23) pelo presidente Lula durante encontro com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Salvador.

“Teremos uma grande entrega agora na sexta-feira, durante esse encontro. Ali, Lula deve anunciar um grande pacote de desapropriações para a reforma agrária no Brasil. O que nós estamos procurando é a paz no campo, e a reforma agrária é a maneira de se conseguir paz no campo”, adiantou.

Segundo Teixeira, esse pacote inclui, além de terras, crédito, assistência técnica, orientações e a possibilidade de organização por cooperativas. “Terá também acesso aos programas de compras públicas”.

Netflix e Warner mudam acordo para pagamento integral em dinheiro com mesmo valor de transação

 

A anunciaram nesta terça-feira, 20, que alteraram os termos do acordo de aquisição para uma estrutura “totalmente em dinheiro”, reforçando a previsibilidade de valor para os acionistas da Warner e acelerando o cronograma de aprovação da operação. Segundo o comunicado conjunto, a transação permanece avaliada em US$ 27,75 por ação da WBD, sem alterações em relação ao acordo anterior.

De acordo com as empresas, a mudança simplifica a estrutura da transação, aumenta a certeza de valor e acelera o caminho para a votação dos acionistas da WBD. A Warner informou que já protocolou junto à SEC um proxy statement preliminar, o que deve permitir que os acionistas votem sobre o negócio até abril de 2026.

O comunicado destaca que a Netflix conta com “forte geração de fluxo de caixa” para sustentar a operação em dinheiro, preservando um balanço saudável e flexibilidade para prioridades estratégicas futuras. O financiamento envolverá caixa disponível, linhas de crédito e recursos já comprometidos.

Além do pagamento em dinheiro, os acionistas da Warner também receberão o valor adicional das ações da Discovery Global, empresa que será desmembrada antes da conclusão da aquisição. A separação da Warner Bros. e da Discovery Global deve ser concluída em um prazo de seis a nove meses, antes do fechamento do negócio com a Netflix.

No comunicado, o CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, afirmou que o acordo revisado “nos aproxima ainda mais de combinar duas das maiores empresas de storytelling do mundo”. Já o co-CEO da Netflix, Ted Sarandos, disse que a estrutura em dinheiro oferece maior certeza financeira e um cronograma acelerado.

As companhias ressaltaram que a operação foi aprovada de forma unânime pelos conselhos de administração e que seguem “comprometidas em trabalhar de perto com reguladores e todas as partes interessadas para garantir uma transação tranquila e bem-sucedida”. O fechamento segue condicionado à separação da Discovery Global, às aprovações regulatórias e ao aval dos acionistas da WBD.

Turismo internacional bateu recorde em 2025, com forte impulso do Brasil

 

Desafiando as tensões geopolíticas, o turismo internacional cresceu 4% em 2025, atingindo um recorde histórico de 1,52 bilhão de viagens internacionais, informou a ONU Turismo nesta terça-feira (20).

Segundo esta agência da ONU, sediada em Madri, a receita do turismo aumentou 5%, chegando a 1,9 trilhão de dólares (10,1 trilhões de reais, na cotação atual), impulsionada pelo forte crescimento na África e na Ásia, e pelo notável crescimento no Brasil, com um aumento de 37% nas chegadas.

“A demanda por viagens permaneceu forte ao longo de 2025, apesar da alta inflação nos serviços turísticos e da incerteza decorrente das tensões geopolíticas”, explicou a secretária-geral da ONU Turismo, Shaikha Alnowais, em um comunicado à imprensa.

“Esperamos que essa tendência positiva continue em 2026, já que a economia global deve permanecer estável e os destinos que ainda estão abaixo dos níveis pré-pandemia devem se recuperar totalmente”, acrescentou.

Embora a Europa tenha permanecido o continente mais visitado, com 793 milhões de chegadas, a América do Sul registrou um aumento de 7% das chegadas internacionais, atingindo 39,2 milhões, impulsionada pelo Brasil.

A América Central também seguiu essa tendência positiva (13,5 milhões de chegadas, +5%), sustentada pelo forte desempenho de destinos como Guiana (+24%), Guatemala (+8%), Honduras e El Salvador (+7% cada).

Embora algumas regiões do Caribe tenham apresentado estagnação devido ao impacto do furacão Melissa no último trimestre, o México manteve um crescimento de 6%.

– Um setor exposto –

A Espanha, o segundo destino mais procurado do mundo depois da França, que se aproxima de 100 milhões de visitantes ano após ano, registrou um aumento de 7% nas chegadas.

O Índice de Confiança da ONU Turismo é positivo e para 2026 se espera que o turismo internacional cresça entre 3% e 4%.