quinta-feira, 21 de maio de 2026

Arauco: o futuro sustentável se constrói com madeira

 


Da recuperação de florestas no Chile ao pioneirismo em carbono neutro, a Arauco une inovação e responsabilidade para construir um futuro sustentável 
 
 
 
O case a seguir faz parte do livro "Paraná | Grandes Marcas — volume II", publicado pelo Instituto AMANHÃ.

 

A Arauco é uma companhia de base florestal cuja matéria-prima são as árvores e traz a sustentabilidade presente desde as raízes de sua fundação. Há mais de 50 anos, no Chile, nasceu com o projeto de reflorestamento em áreas degradadas pela exploração do salitre. Com a aquisição de uma pequena fábrica de celulose na cidade de Arauco, essa empresa ganhou nome e missão. Hoje, suas ramificações e presença global abrangem produtos de madeira e celulose, e seus frutos espalharam sementes de uma cultura sólida de responsabilidade por diversos países, continuando a produzir um ciclo virtuoso, que beneficia o ecossistema ao seu redor e carrega a sustentabilidade em seu DNA.

Nos anos seguintes, a Arauco diversificou seus negócios, entrando no mercado de madeira serrada, MDF e MDP, expandindo-se para Argentina, Brasil, Estados Unidos, México, Europa e África do Sul. No Brasil, sua chegada em 2002, com um escritório comercial e, em 2005, com a aquisição da Placas do Paraná, consolidou sua presença no setor de painéis. Hoje, a companhia opera em dois grandes eixos: Florestal/Celulose e Madeiras, com produtos que vão desde painéis estruturais até molduras e soluções para construção civil, incluindo todas as estruturas que integram a construção de uma casa.

Com o objetivo de consolidar-se no negócio de Celulose, a empresa aprovou em 2024 o Projeto Sucuriú, no Mato Grosso do Sul, um investimento de US$ 4.6 bilhões na maior planta de celulose do mundo construída em etapa única, e que terá capacidade de produzir 3,5 milhões de toneladas por ano. O país foi escolhido por suas condições climáticas favoráveis. "A companhia acredita que o país reúne um conjunto de características hoje muito favoráveis ao setor de celulose e as condições para liderar uma agenda de desenvolvimento estratégica, ou seja, disponibilidade de fibra, logística privilegiada, já bem estabelecida também e obviamente isso dá bastante competitividade ao produto", declara o vice-presidente de Madeiras Brasil, Mário Neto.

Vice-presidente do Negócio Madeiras Brasil da empresa, Mário José Neto

 

Sustentabilidade no DNA
"O nosso propósito é que, a partir da natureza e de fontes renováveis, a gente contribua com as pessoas e com o planeta", explica Maíra Pereira, coordenadora de ESG do negócio Madeiras. Pioneira, em 2020, a Arauco tornou-se companhia florestal certificada como carbono neutro, por meio do desenvolvimento de um protocolo que padroniza o balanço das emissões e remoções de uma organização. Em cinco anos, a empresa removeu 22 milhões de toneladas de CO₂ líquido da atmosfera por meio de suas florestas. E não parou aí: assumiu metas públicas para reduzir mais 1,5 milhão de toneladas de suas emissões industriais até 2030.

As iniciativas de descarbonização incluem uma matriz energética com 70% de biomassa renovável, somada a construção de uma usina solar piloto em Jaguariaíva. A empresa busca continuamente o ganho de eficiência em seus processos, reduzindo o consumo de combustíveis fósseis e de insumos, reforçando o compromisso de valorização de 100% dos resíduos gerados. Inaugurou uma moderna estação de tratamento de efluentes em Ponta Grossa que trata 100% dos resíduos líquidos, devolvendo a água ao meio ambiente em condições superiores às exigidas.

"Estamos atentos aos principais desafios globais do nosso planeta, desde as questões do cuidado com as pessoas, a comunidade, e as questões ambientais. Aplicamos os recursos e nossa expertise em soluções que integrem essa visão", esclarece Maíra Pereira. O meio de materializar transformações efetivas, para a companhia, é a sua matéria-prima. A madeira, recurso renovável e capaz de armazenar carbono, é a base dessa estratégia, permitindo a substituição de materiais carbono intensivos em embalagens, móveis e até na moda, com derivados da celulose. Para além da redução de emissões globais, a atuação da empresa no meio ambiente impacta positivamente também a água e a biodiversidade. "Por meio do manejo sustentável das nossas florestas comerciais, integrado com as nossas florestas nativas, a gente consegue cuidar tanto do ciclo hidrológico, quanto da fauna e da flora que estão ali na região", comenta.

Sempre atenta às partes interessadas, a sustentabilidade se dá no eixo de desenvolvimento ligado às pessoas. A Arauco prioriza o engajamento comunitário como parte fundamental de sua atuação e tomada de decisão, transformando o impacto local direto em agenda positiva e coletiva: geração de emprego e renda, relacionamento próximo com as comunidades onde está inserida e a realização de estudos técnicos para diagnóstico de necessidades locais na implementação de projetos sociais. Um exemplo é seu Programa de Formação Continuada para Professores, que visa elevar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) nas regiões onde opera. Para além da educação básica, em uma das operações industriais, a empresa disponibilizou um curso de técnico em administração para esses jovens, facilitando o acesso para o desenvolvimento e a empregabilidade na carreira futura.

 

Coordenadora de ESG do Negócio de Madeiras do Brasil, Maíra Pereira

 

Legado em construção
A criação de um vínculo essencial com as pessoas é peça-chave na construção do futuro da companhia. Lastreado pelo tempo, as ações são executadas no presente e olham para o longo prazo, cultivando uma cultura organizacional centrada em valores: segurança; bom cidadão; excelência e inovação; compromisso e trabalho em equipe. Na rotina, o time Arauco vivencia a máxima "eu me cuido, eu cuido de você e me deixo ser cuidado". Inovar também é parte do papel coletivo de valorização da equipe, como demonstra Neto: "Estamos trabalhando junto com a tecnologia, trazendo o digital como ferramenta e conceito, justamente no sentido de trazer, cada vez mais, atividades e oportunidades para as pessoas e posições de carreira na companhia, de maneira que todos possam se desenvolver".

Qualidade de vida integral
Na Arauco a qualidade também está no centro da estratégia dos produtos. Para o ambiente, o olhar voltado à "gente" está na criação com a madeira, que possui uma conexão biofílica intrínseca com a humanidade. Isso quer dizer que, ao longo dos séculos, mesmo com a evolução dos ambientes habitacionais, ela permaneceu como elemento essencial de reconexão das pessoas com suas origens. É o elemento que proporciona conforto emocional, acústico e térmico e transforma as construções em "casas". Essa relação profunda vai além da sustentabilidade, melhorando efetivamente a qualidade da vida de quem "mora" nesses espaços, mais harmoniosos e aconchegantes. "Quando falamos de contribuir com as pessoas, também estamos melhorando suas vidas com o nosso produto", enfatiza Neto.

Respeito como direcionador
No presente, a Arauco prepara seu caminho para o amanhã, respeitando o passado. Essa premissa é parte do legado de contribuição que a companhia quer deixar para o planeta. Ser lembrada como uma empresa que transformou recursos naturais em soluções para a vida, promovendo melhoria e desenvolvimento para colaboradores e comunidades. Com operações em cinco continentes e um compromisso inabalável com a sustentabilidade, trabalha para crescer preservando — porque o futuro se constrói com madeira, inovação e cuidado.

 

 https://amanha.com.br/parana-grandes-marcas-volume-2/arauco-o-futuro-sustentavel-se-constroi-com-madeira

 

Número de vinícolas cresceu 29% em Santa Catarina desde 2020

 


O percentual representa um saldo de 76 novas empresas no período 
 
 
Santa Catarina possui uma série de iniciativas inovadoras e tradicionais área vinícola

O número de vinícolas em Santa Catarina cresceu 29% nos últimos seis anos, passando de 263 fabricantes em 2020 para 339 até abril deste ano (veja gráfico abaixo). O percentual representa um saldo de 76 novas vinícolas no período. Os dados sobre a evolução do setor são da Junta Comercial do Estado de Santa Catarina (Jucesc). O maior número de vinícolas está concentrado na Capital Catarinense do Vinho, o município de Pinheiro Preto, no Meio-Oeste. A cidade tem apenas 3,5 mil habitantes, mas conta com 33 empresas fabricantes de vinho e cerca de 70% da produção estadual da bebida.

A segunda cidade com maior número de empresas é São Joaquim, na Serra, com 32 vinícolas. Em seguida aparecem Urussanga (13), Videira (11), Tubarão (10) e Nova Trento (9). A maior parte das 339 fabricantes de vinho em Santa Catarina são microempresas e empresas de pequeno porte. A apuração da Jucesc considera apenas fabricantes de vinhos e espumantes, não incluindo, por exemplo, a elaboração de suco de uva ou vinagre (confira onde estão as cidades catarinenses com maior número de vinícolas no mapa a seguir).

Santa Catarina possui uma série de iniciativas inovadoras e tradicionais área vinícola. Na Serra Catarinense, um dos destaques é a Vindima de Altitude, programação que reúne 27 vinícolas da região para celebrar a colheita da uva e o enoturismo. Municípios como São Joaquim, Urubici, Bom Retiro e Lages concentram vinícolas abertas a visitantes, oferecendo sobretudo degustações guiadas e passeios pelos vinhedos.

Já o Sul do estado conta com a Denominação de Origem da Vindima Goethe, variedade de uva que se tornou símbolo da região e da herança deixada pelos imigrantes italianos. O território é o único do Brasil para a uva Goethe e envolve cidades como Urussanga, Nova Veneza, Pedras Grandes e Cocal do Sul. Em Nova Trento, no Vale do Rio Tijucas, os produtores iniciaram há poucos anos o cultivo de uva coberto por lonas plásticas como se fosse uma estufa. Assim, a estrutura protege as parreiras de danos climáticos e mantém a umidade controlada, o que garante mais produtividade mesmo em uma região de clima não favorável ao cultivo.

 

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Tramontina diversifica atuação e mira veículos elétricos, agro e eletrodomésticos

 

Capacidade industrial é ampliada com investimentos em automação e usinagem de precisão 
 
 
Parque fabril da Tramontina fornece peças de alumínio de alta complexidade técnica

 

 

A Tramontina anuncia um movimento estratégico para consolidar sua posição como fornecedora da indústria nacional. A divisão Tecnopeças, braço da unidade de materiais elétricos da companhia, especializada na produção de peças em alumínio injetado e usinagem de precisão, está expandindo sua atuação para atender novos mercados industriais, como o agrícola, veículos elétricos e eletrodomésticos (linha branca). A entrada em novos setores acompanha uma demanda crescente. Máquinas agrícolas e eletrodomésticos de última geração exigem peças estruturais leves, com geometrias complexas e tolerâncias milimétricas. "A Tecnopeças opera sob o padrão de 'zero defeito'. As tecnologias utilizadas, como injetoras em tempo real, raio-X e escaneamento 3D, nos permitem fornecer componentes de alta engenharia para diferentes setores estratégicos, com o mesmo nível de confiabilidade exigido pelo mercado automotivo", afirma André de Lima, Diretor Comercial da Tramontina.

O movimento é sustentado pela experiência da divisão no atendimento ao setor automotivo. Desde 2000, a Tecnopeças fornece peças técnicas para sistemistas globais, com aplicações em sistemas automotivos e industriais. Um dos diferenciais da operação é a verticalização do processo. A Tramontina realiza desde a injeção do alumínio até a entrega da peça totalmente usinada, o que amplia os controles de qualidade, diminui estoques e aumenta a confiabilidade dos componentes fornecidos, um fator relevante em um cenário de instabilidade no fornecimento global de componentes.

 

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Produção de veículos cresce 2,4% em abril

 


O setor fechou o primeiro quadrimestre com a fabricação de 872,6 mil unidades 
 
 
A produção teve uma queda de 9,5% ante março deste ano

 

 

Com dois dias úteis a menos devido a feriados, a produção de veículos no Brasil no mês de abril não repetiu os bons números de março. Mesmo assim, a produção apresentou crescimento na comparação anual, o que demonstra, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) que o mercado está em recuperação contínua. Em abril, a produção registrou crescimento de 2,4% em comparação ao mesmo mês de 2025 e teve uma queda de 9,5% ante março deste ano, com a produção de 238,5 mil unidades. Com o desempenho, o setor fechou o primeiro quadrimestre com a fabricação de 872,6 mil veículos, avanço de 4,9% em relação ao mesmo período do ano passado. "Isso está acima das projeções da Anfavea. No final do ano projetávamos 3,7% de [crescimento na] produção", disse Igor Calvet, presidente da Anfavea.

Já em relação aos emplacamentos, o crescimento foi de 19% em relação a abril do ano passado, com 248,3 mil unidades comercializadas. "Esse é o melhor abril dos últimos 12 anos", comemorou o presidente da Anfavea. Ele destacou que isso dá uma média de 12,4 mil unidades emplacadas por dia, melhor marca do ano e melhor média diária para um mês de abril desde 2014. Quando se considera o acumulado do ano, o volume total de emplacamentos somou 873,5 mil veículos, com aumento significativo de 14,9% sobre os quatro primeiros meses do ano anterior.

Com ABR

 

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Curitiba terá loja temporária da SHEIN

 


Pop-up store funcionará entre 27 e 31 de maio, no Ventura Shopping 
 
 
Marca volta à capital paranaense após dois anos, com curadoria especial de Dia dos Namorados

 

 

A varejista global SHEIN prepara a abertura de sua nova loja temporária em Curitiba, que funcionará entre 27 e 31 de maio, no Ventura Shopping. A ação marca o retorno da marca à capital paranaense, após dois anos, em uma infraestrutura projetada para receber 15 mil pessoas — o dobro do público da última edição. A entrada será gratuita mediante agendamento, a partir de 21 de maio. O acesso será permitido apenas mediante agendamento prévio e gratuito pelo site Sympla, utilizando o link oficial. Os ingressos (limitados a dois por CPF) serão liberados em dois lotes: um no dia 21, às 12h, e outro no dia 22, também ao meio-dia.

Aproveitando a proximidade com uma das principais datas do varejo, a loja trará uma curadoria especial de Dia dos Namorados, com 14 mil peças de marcas próprias da SHEIN. "Curitiba é uma praça muito importante para a SHEIN e estamos animados em poder retornar à cidade. Fomos muito bem recebidos em 2024, com um movimento surpreendente e clientes que visitaram a loja mais de um dia. Nesta nova edição, teremos mais tempo de funcionamento, com cinco dias de evento, e mais peças, que foram selecionadas pensando muito no clima e no público da região. Esperamos que os curitibanos gostem do que estamos preparando", afirma Rodrigo Eimori, diretor de marketing da empresa no Brasil. O executivo lembra que na última edição, os ingressos se esgotaram em menos de uma hora, tamanho o sucesso da marca na cidade.

A nova pop-up ilustra a consolidação da estratégia de lojas físicas temporárias da SHEIN, que começou em 2022. O projeto já percorreu do Nordeste ao Sul do país, reunindo cerca de 120 mil pessoas. Ao todo, foram nove cidades e 13 edições. Essa será a 14ª edição. A ideia, segundo a empresa, é continuar expandindo o projeto, tendo inclusive outras localidades mapeadas para o segundo semestre. "As pop-ups são sempre uma oportunidade para os clientes tocarem e provarem as principais marcas e estilos da SHEIN. Para nós, é uma forma de fortalecer a conexão com os consumidores locais, permitindo uma abordagem mais próxima e pessoal. A curadoria das peças também sempre leva em conta as preferências da região, o que faz com que o cliente sinta essa proximidade e volte a comprar conosco pelo site depois que acaba o evento", reforça Eimori.

 

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BNDES aprova R$ 47,5 milhões para a C.Vale

 


Cooperativa vai investir em unidades do Paraná e de Mato Grosso 
 
 
Serão criadas duas unidades de recebimento de grãos com capacidade total para armazenar 1,6 milhão de toneladas no Paraná

 

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 47,5 milhões para a C.Vale Cooperativa Agroindustrial. Os recursos equivalem a 75% do valor total dos investimentos, no montante de R$ 63,2 milhões, e serão investidos em unidades em Paraná e em Mato Grosso. Os investimentos devem gerar uma demanda total de R$ 24,7 milhões para a indústria nacional de máquinas e equipamentos. Os recursos provêm do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) e do Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop), no Plano Safra 2025/2026.

Parte dos recursos será usado para ampliar a capacidade de armazenamento da cooperativa. Serão implantadas duas novas unidades de recebimento de grãos nos distritos de Vila Nova e de São Luiz do Oeste, ambos em Toledo, no Oeste do Paraná. Cada unidade de recebimento de grãos terá área total de 2,4 mil metros quadrados e capacidade de armazenagem inicial de 800 toneladas, com previsão de ampliação futura. Entre outros itens, elas serão compostas por prédio de classificação de grãos com coletor de amostras, base para balança rodoviária de pesagem de caminhões, escritório para atendimento dos associados e clientes, além de armazém de insumos como sementes, fertilizantes, rações e agroquímicos. Ainda no Oeste paranaense, serão renovadas as instalações do abatedouro de aves em Palotina, com a aquisição de novas esteiras transportadoras e silos de dosagem.

Já os investimentos nas unidades de Mato Grosso visam adequar as unidades a normas de saúde e segurança no trabalho. Consistem na aquisição e instalação de degraus antiderrapantes; alçapão de entrada para espaços confinados; sistemas de renovação de ar; e aterramento de máquinas e equipamentos; além da adequação de painéis, quadros de comando e sistema de proteção contra descargas atmosféricas. 

 

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quarta-feira, 20 de maio de 2026

O poder da generosidade

 


Com maior disponibilidade patrimonial, empresas e pessoas estão incrementando a "cultura de doação" em todo o Brasil 
 
 

 

 

costume de destinar parte da herança à filantropia tem aumentado entre ricos e remediados, tanto no Brasil assim como no mundo todo. Exemplos vão desde Bill Gates até Elie Horn, fundador da Cyrela, passando por pessoas comuns, como um professor da Universidade de São Paulo (USP) que doou um imóvel para a universidade. No entanto, quais as razões que explicam essa mobilização recente? Na visão de André D´Angelo, titular da coluna e do blog Sr. Consumidor no portal e revista AMANHÃ, são dois fatores somados. 

O primeiro é de natureza demográfica, pois a queda da natalidade diminui o tamanho das famílias e aumentou a disponibilidade patrimonial. O segundo, de foro social: há uma maior consciência sobre os problemas do mundo e a incapacidade de solucioná-los exclusivamente pela via convencional – isto é, por meio do Estado. Daí esse incremento na "cultura de doação". Termo corrente no terceiro setor, ele descreve a predisposição em apoiar causas e entidades sem fins lucrativos de maneira contínua, e não episódica.

Sabe-se que a caridade é relativamente comum, pois a pandemia e as recentes enchentes gaúchas (foto) mostraram que, diante de grandes hecatombes, a sociedade se mobiliza. "Difícil é fazer as famílias incorporarem o auxílio aos mais necessitados em seu orçamento mensal, inclusive o das mais ricas", escreveu D´Angelo em seu blog ao tratar do tema. 

Uma pesquisa revelou que domicílios com renda até quatro salários mínimos doam proporcionalmente mais do que aqueles mais abastados. Como incentivo, as ONGs estão em campanha para que a Receita Federal permita direcionar parte do imposto de renda devido a entidades específicas, e não a um fundo genérico, como ocorre atualmente. A medida, além de facilitar o processo, poderia ampliar significativamente o número de doadores no país.

Clique aqui e leia o caderno do Top of Mind RS na íntegra. 
 
 
 https://amanha.com.br/categoria/comportamento/o-poder-da-generosidade?utm_campaign=NEWS+DI%C3%81RIA+PORTAL+AMANH%C3%83&utm_content=O+poder+da+generosidade+-+Grupo+Amanh%C3%A3&utm_medium=email&utm_source=dinamize&utm_term=News+Amanh%C3%A3+20_05_2026