quinta-feira, 9 de julho de 2026

Governo adia retirada de subsídio da gasolina

 

O governo federal adia retirada de subsídio da gasolina nesta quinta-feira (9), após a escalada dos preços internacionais do petróleo, impulsionada pela intensificação do conflito entre Estados Unidos e Irã. A decisão foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, em meio à volatilidade do mercado global, que pressiona as cotações do barril.

Segundo o ministro Dario Durigan, a equipe econômica planejava anunciar o encerramento, total ou parcial, da subvenção ainda nesta semana. Contudo, a valorização superior a 5% do barril de petróleo, registrada na quarta-feira (8), levou o governo a postergar a decisão para reavaliar o cenário.

O que aconteceu

  • O governo federal decide adiar a retirada do subsídio da gasolina devido à alta do preço internacional do petróleo.
  • A escalada dos preços é resultado da intensificação do conflito entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio.
  • O ministro da Fazenda, Dario Durigan, confirmou que a decisão será reavaliada na próxima semana.

“Essa semana eu ia anunciar a retirada do subsídio da gasolina. Vou analisar a retirada na próxima semana, porque o preço da gasolina já está com um impacto diferente do que eu estava prevendo”, afirmou Durigan em entrevista à Rádio Gaúcha.

O ministro acrescentou que a avaliação será refeita nos próximos dias e que, caso o cenário internacional se estabilize, o governo pretende iniciar a retirada do benefício, seguindo um cronograma prudente.

“Semana que vem, a depender da situação, o que eu gostaria de fazer é retirar o subsídio da gasolina, seja parcial ou totalmente, como próximo passo”, disse o chefe da pasta da Fazenda, indicando a intenção de manter o planejamento inicial assim que possível.

Por que o subsídio à gasolina foi implementado?

A subvenção foi anunciada pelo governo em maio como parte das medidas para mitigar os efeitos da instabilidade no Oriente Médio sobre os preços dos combustíveis no Brasil. O objetivo principal era proteger o consumidor da volatilidade do mercado internacional de petróleo.

O benefício, válido tanto para a gasolina importada quanto para a produzida no país, foi fixado em R$ 0,44 por litro e tinha duração prevista de dois meses. Antes da nova escalada do conflito, a expectativa da equipe econômica era encerrar gradualmente o programa, seguindo o mesmo modelo adotado para o diesel.

Um pacote de medidas mais amplo

O subsídio à gasolina integra um pacote de auxílios maior, anunciado pelo governo em abril, para enfrentar o aumento dos custos provocado pela valorização do petróleo no mercado internacional. Essas ações visam proteger diversos setores da economia e a população em geral.

Entre as medidas já adotadas pelo governo federal, destacam-se:

  • subsídio ao diesel produzido ou importado;
  • isenção de tributos federais sobre o biodiesel;
  • subsídio ao gás de cozinha;
  • auxílio ao querosene de aviação;
  • linhas de crédito voltadas ao setor aéreo.

O incentivo ao diesel foi encerrado em 1º de julho. A expectativa era de que a gasolina seguisse o mesmo caminho nos dias seguintes, mas a mudança abrupta no cenário internacional forçou o governo a reavaliar o cronograma de desoneração.

Conflito no Oriente Médio pressiona o mercado

A cautela da equipe econômica brasileira ocorre após uma nova ofensiva militar dos Estados Unidos contra o Irã. Esse conflito geopolítico tem gerado incertezas e impactado diretamente o preço da commodity.

Na quarta-feira (8), o Comando Central das Forças Armadas americanas (Centcom) informou ter realizado ataques contra cerca de 90 alvos considerados estratégicos ao longo da costa iraniana. Segundo os militares, foram atingidos sistemas de defesa aérea, instalações de vigilância costeira, depósitos de mísseis e drones, estruturas navais e centros logísticos do país persa.

A operação deu sequência aos bombardeios iniciados na terça-feira (7), quando os Estados Unidos afirmaram ter atacado aproximadamente 80 alvos militares iranianos, incluindo embarcações ligadas à Guarda Revolucionária. A intensificação das ações militares elevou a preocupação dos mercados com possíveis impactos sobre a oferta global de petróleo, pressionando as cotações internacionais e levando o governo brasileiro a adiar qualquer mudança na política de subsídios aos combustíveis para evitar repassar essa volatilidade ao consumidor final.

Paramount adia aquisição da Warner Bros por pressão do Oregon

 

A aquisição da Warner Bros pela Paramount, avaliada em US$110 bilhões, foi adiada para depois de 22 de julho, estendendo o prazo para a conclusão do negócio por mais uma semana. A decisão é um desdobramento da intervenção do gabinete do procurador-geral do Oregon.

O gabinete do procurador-geral do Oregon, Dan Rayfield, solicitará nesta quarta-feira a um tribunal do condado de Multnomah que ordene à empresa a entrega de documentos. O objetivo é adiar a conclusão do negócio por 60 dias, para que o Estado possa realizar uma análise aprofundada dos termos da transação.

O que aconteceu

  • A aquisição da Warner Bros pela Paramount, no valor de US$110 bilhões, foi postergada.
  • O procurador-geral do Oregon solicitou mais tempo e documentos para analisar a transação.
  • O novo prazo para a conclusão do negócio foi estendido para depois de 22 de julho.

Anteriormente, a Paramount já havia comunicado ao Oregon que não fecharia a transação antes de 16 de julho, conforme informado pelo gabinete de Rayfield. Em uma audiência preliminar sobre o pedido do Estado, realizada nesta quarta-feira, a empresa alterou novamente esse prazo, cedendo à pressão e às exigências de transparência do gabinete.

Por que o Oregon intervém nesta aquisição?

A intervenção do estado do Oregon reflete a preocupação das autoridades regulatórias com megatransações que podem impactar a concorrência e o interesse público. A solicitação de documentos e o adiamento do prazo visam garantir que todos os aspectos legais e mercadológicos da aquisição bilionária sejam devidamente escrutinados antes de sua finalização.

A postura combativa do gabinete do procurador-geral sublinha o papel fiscalizador dos estados em grandes operações corporativas, assegurando que os trâmites ocorram com total conformidade e transparência.

 

 

 https://istoedinheiro.com.br/paramount-adia-aquisicao-da-warner-bros-por-pressao-do-oregon

 

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Empresas têm três anos para adaptar suas infraestruturas à IA

 


Pesquisa da Cisco alerta que 71% das empresas brasileiras atingirão limites de capacidade de rede em dois anos 
 
 
No Brasil, 74% das organizações afirmam ter a necessidade de atualizar suas redes, enquanto no mundo esse índice chega a 76%
 
 
 
O uso generalizado de IA já está pressionando a infraestrutura das empresas. Um novo estudo da Cisco, em parceria com a Foundry Research, revela que empresas ao redor do mundo têm até três anos para atualizar suas infraestruturas de rede a fim de suportar a crescente demanda impulsionada pela IA. Apesar de a metade das organizações já possuir ampla implementação de IA generativa, a aceleração tecnológica contrasta com a infraestrutura atual, pois 73% das companhias globalmente afirmam que suas redes atingirão limites de capacidade em 24 meses. Entre as corporações brasileiras, esse percentual é de 71%. 

O levantamento também aponta que 95% das empresas brasileiras já relatam dificuldades para acompanhar a evolução das ameaças de segurança impulsionadas pela IA, acima dos 92% registrados na média global. Além disso, 85% das corporações no mundo esperam uma expansão moderada ou significativa do uso de IA agêntica nos próximos dois anos. A pesquisa ouviu 3.472 líderes de TI em todo o mundo, incluindo o Brasil, e aponta um cenário de rápida adoção da IA generativa e de agentes de IA, ao mesmo tempo em que expõe limitações críticas nas redes corporativas. No Brasil, 74% das organizações afirmam ter a necessidade de atualizar suas redes, enquanto no mundo esse índice chega a 76%. Já 82% dos líderes brasileiros dizem estar mais confiantes em suas estratégias de IA do que na capacidade de suas redes de suportá-las.

O tráfego de rede deve triplicar à medida que a IA Agêntica se expandir

A pesquisa indica que, em até três anos, o tráfego de rede deverá triplicar com a expansão da IA agêntica. Entre as organizações mais avançadas, um terço já opera com implementações amplas dessa tecnologia, enquanto 97% planejam expandir seu uso nos próximos dois anos. Como esses sistemas operam em alta velocidade e geram grandes volumes de dados, eles aumentam a pressão sobre infraestruturas que não foram projetadas para esse nível de demanda.

A capacidade das redes chegará ao limite
Identificado como um dos gargalos centrais de infraestrutura, o Wi-Fi é o fator que mais impulsiona a necessidade de maior capacidade nas redes das empresas. Embora quase todas as companhias planejem atualizar suas redes nos próximos anos, 91% dos executivos no Brasil apontam as limitações de orçamento como um desafio significativo para essa evolução.

As superfícies de ataque estão expandindo, enquanto a observabilidade se torna um desafio
A segurança e a observabilidade também aparecem como desafios centrais. No Brasil, 95% dos entrevistados relatam dificuldades para acompanhar a evolução das ameaças, enquanto 88% afirmam já perceber impactos negativos do uso de IA na segurança. Globalmente, esse índice é de 90%. Ao mesmo tempo, cresce uma lacuna de observabilidade, já que as ferramentas tradicionais de monitoramento têm dificuldade para acompanhar os fluxos dinâmicos e intensos de comunicação gerados pela IA Agêntica.
 
 
 
 https://amanha.com.br/categoria/infraestrutura/com-a-ia-71-das-empresas-brasileiras-atingirao-limites-de-capacidade-de-rede-em-dois-anos?utm_campaign=NEWS+DI%C3%81RIA+PORTAL+AMANH%C3%83&utm_content=Empresas+t%C3%AAm+tr%C3%AAs+anos+para+adaptar+suas+infraestruturas+%C3%A0+IA+-+Grupo+Amanh%C3%A3&utm_medium=email&utm_source=dinamize&utm_term=News_Amanh%C3%A3_08_07_2026

Argenta encaminha aquisição da American Oil

 


Valor do negócio não foi divulgado pelas empresas 
 
 
Como distribuidora, a AmericanOil atua na comercialização de combustíveis para os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, contando também com postos bandeirados

 

 

A Argenta avançou na aquisição da distribuidora de combustível AmericanOil, empresa com atuação nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A operação foi aprovada pela Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) neste mês. A negociação foi fechada, no entanto, ainda em maio. O valor do negócio não foi divulgado pelas empresas. Como distribuidora, a AmericanOil atua na comercialização de combustíveis para os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, contando também com postos bandeirados. A aquisição inclui ainda a operação de Transportador-Revendedor-Retalhista (TRR), em Santa Catarina.

A trajetória da AmericanOil começou em 1969, quando Ari Natal Sgarbossa e Eunice Maria Roveda iniciaram suas atividades no setor de combustíveis com a operação de um posto revendedor. Nas décadas seguintes, o grupo ampliou sua atuação no mercado, e em 1998 Rafaeli Sgarbossa fundou a AmericanOil, dando início a uma nova fase de crescimento e consolidação do negócio. "A AmericanOil tem presença relevante no Sul do país e uma atuação conectada ao nosso setor de origem, o que torna esta movimentação estratégica para a continuidade do nosso crescimento", afirma Neco Argenta, presidente da Argenta.

A Argenta é a 26ª maior empresa da região e a nona maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

 

 https://amanha.com.br/categoria/negocios-do-sul1/argenta-encaminha-aquisicao-da-american-oil

 

Statkraft aprova investimento bilionário para projeto eólico no Sul

 


Parque no RS reforça estratégia da companhia de ampliar portfólio de energia renovável no Brasil 
 
 
Santa Vitória do Palmar foi o município escolhido pois tem elevado potencial para geração de energia eólica

 

 

A Statkraft anunciou a ampliação do seu portfólio com o projeto Gran Sul, um parque eólico onshore que entregará já na primeira etapa de construção, que se inicia em janeiro de 2027, com 280 MW de capacidade instalada, com investimento superior a R$ 1 bilhão. O empreendimento, localizado em Santa Vitória do Palmar (RS) fortalece o Brasil como um dos principais mercados internacionais de crescimento da companhia. Santa Vitória do Palmar foi o município escolhido pois tem elevado potencial para geração de energia eólica. O projeto ampliará a presença da companhia no Rio Grande do Sul e contribuirá para o desenvolvimento regional por meio da geração de empregos, do fortalecimento da cadeia de fornecedores e de investimentos de longo prazo. 

O Gran Sul integra a estratégia da Statkraft de expandir seu portfólio de geração renovável no Brasil, combinando ativos hidrelétricos, eólicos e solares para oferecer soluções energéticas cada vez mais competitivas, confiáveis e alinhadas aos desafios da descarbonização. "A aprovação deste investimento demonstra nossa confiança no potencial da energia eólica brasileira e nosso compromisso com o desenvolvimento de projetos que contribuam para um sistema elétrico cada vez mais seguro, competitivo e sustentável", afirma Thiago Tomazzoli, presidente da Statkraft no Brasil.

A Statkraft é uma empresa líder global em energia hidrelétrica e a maior geradora de energia renovável da Europa, está presente em 20 países. No Brasil, começou a operar em 2011, a empresa tem em Florianópolis (SC) sua sede nacional e no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP) seus escritórios comerciais. Hoje a Statkraft Brasil conta com ativos de geração em operação nas regiões Sudeste, Sul e Nordeste, correspondentes a 2,3 GW de capacidade instalada, entre operações e projetos em construção.

 

 https://amanha.com.br/categoria/empresa/statkraft-aprova-investimento-bilionario-para-projeto-eolico-no-sul

Etanol volta a ser mais vantajoso que a gasolina para motoristas, aponta Veloe/Fipe

 

Abastecer com etanol voltou a ser mais vantajoso que com gasolina para os motoristas de veículos flex em junho, aponta o Monitor de Preços de Combustíveis da Veloe, elaborado com apoio técnico da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Segundo o Monitor Veloe/Fipe, a relação entre o preço médio do etanol e da gasolina caiu para 67,9% no país em junho, o menor patamar desde março de 2024 e abaixo do limite de 70% considerado referência para a vantagem econômica do etanol.

“O resultado interrompe um período em que a relação entre os combustíveis vinha próxima ou acima do nível de 70%, considerado a referência para a decisão de abastecimento. Nas capitais, o indicador também recuou, para 68,5%, reforçando a melhora do custo-benefício do etanol nos principais centros urbanos, embora ainda existam diferenças relevantes entre as regiões”, afirma o relatório. 

O desempenho foi sustentado principalmente pela retração de 4,7% no preço médio do etanol hidratado em relação a maio, a maior entre os combustíveis acompanhados pelo monitor. O litro do etanol encerrou junho em R$ 4,265, na média nacional.

O preço médio da gasolina caiu 0,3% no mês, para R$ 6,727 por litro, enquanto a gasolina aditivada também recuou 0,3%, chegando a R$ 6,866.

Já o diesel comum ficou 2% mais barato em junho, com preço médio de R$ 6,988 por litro, e o diesel S-10 recuou 1,4%, para R$ 7,111. O GNV foi a única exceção, registrando alta de 1,4%, para R$ 4,654.

Acesse o Monitor de Combustíveis aqui.

Combustíveis ainda acumulam alta no ano

Apesar da segunda queda mensal consecutiva, os preços ainda refletem as pressões acumuladas ao longo do primeiro semestre. O diesel permanece como o combustível de maior alta em 2026: o S-10 acumula valorização de 15,1% no ano e o diesel comum, de 14,1%. Na mesma base de comparação, a gasolina comum sobe 7,1% e a aditivada, 6,8%. Apenas o etanol apresenta queda acumulada no semestre (-4,7%).

“O comportamento dos preços em junho consolida um processo de acomodação iniciado no mês anterior, mas ainda não reverte integralmente as pressões acumuladas ao longo de 2026. A principal mudança ocorreu no etanol, cuja maior oferta elevou sua competitividade frente à gasolina, enquanto os derivados de petróleo continuam condicionados tanto ao cenário internacional quanto à dinâmica doméstica de repasses”, afirma Mauro Kondo, superintendente de Negócios B2B da Veloe.

 

 

 https://istoedinheiro.com.br/etanol-volta-a-ser-mais-vantajoso-que-a-gasolina

 


Como funciona e quem pode investir na B3 em contratos de previsões de IPCA e PIB

 

A B3 iniciou nesta segunda-feira, 29, no Brasil a negociação de dois novos contratos no mercado de previsões financeiras. Os novos derivativos permitem que investidores negociem expectativas para o IPCA, índice oficial de inflação, e o PIB (Produto Interno Bruto), que mede a atividade econômica do país.

Chamados de “contratos de eventos”, os derivativos serão negociados por meio dos tickers PCA e PIB.

A modalidade de investimento foi autorizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) inicialmente para os chamados investidores profissionais, aqueles com mais de R$ 10 milhões alocados em ativos financeiros ou certificação técnica.

Os contratos tendem a funcionar como um termômetro das expectativas do mercado para inflação e atividade econômica, variáveis acompanhadas de perto por investidores, empresas e formuladores de políticas públicas.

Como funciona o investimento

Nesses contratos, o investidor negocia a probabilidade de ocorrência do evento por meio do preço do contrato, que varia de R$ 0 a R$ 100. Hoje, a B3 já conta com derivativos financeiros para diferentes indicadores e moedas, como as Opções de Copom e os Contratos de Eventos referenciados no Ibovespa B3, Bitcoin e Dólar .

No caso do contrato PCA, o investidor poderá se posicionar em relação ao comportamento do IPCA cheio, tendo como referência a variação mensal do índice de inflação.

Já no contrato PIB, a negociação estará relacionada à expectativa para o crescimento da economia brasileira, com base na variação trimestral do Produto Interno Bruto.

CVM veda contratos de eventos de entretenimento e política

Embora sejam semelhantes às opções tradicionais, os Contratos de Eventos se diferenciam pelo pagamento fixo, potencial de ganho conhecido no início da operação e risco limitado para compradores e vendedores, o que torna seu funcionamento mais simples, segundo a B3. Saiba mais aqui.

A resolução nº 5.298 do Conselho Monetário Nacional (CMN), feito sexta-feira, dia 14, veda a oferta e a negociação no país de contratos derivativos cujos ativos subjacentes estejam relacionados em eventos de entretenimento, política ou esportes.

A regulamentação permite apenas contratos vinculados a indicadores econômicos e financeiros como índices de preços, taxas de juros e taxas de câmbio, o que na prática veda outros tipos de apostas oferecidas por empresas estrangeiras como Kalshi e Polymarket.

Veja outros contatos de eventos negociados na B3:

  • Contrato de Evento sobre Futuro Míni de Ibovespa B3 (ticker: BWI)
  • Contrato de Evento sobre Índice Bovespa B3 (ticker: BBV)
  • Contrato de Evento sobre Futuro Mini de Dólar (ticker: BWD)
  • Contrato de Evento sobre Dólar à Vista (ticker: BDO)
  • Contrato de Evento sobre Futuro de Bitcoin (ticker: BBI)
  • Contrato de Evento sobre Bitcoin à Vista (ticker: BBC)