sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Instituto Eldorado fecha acordo para receber primeiro computador quântico da IQM na América do Sul

 

Equipamento será instalado em Campinas e permitirá que pesquisadores, universidades e empresas se capacitem e explorem a computação quântica no Brasil 
 
 

 

 

O Instituto de Pesquisas Eldorado, um dos maiores centros de pesquisa e desenvolvimento do Brasil, anunciou nesta quinta-feira (17) que fez um acordo de compra de um computador quântico fornecido pela IQM Quantum Computers, líder global em computadores quânticos supercondutores. O negócio foi firmado durante a viagem de missão Brasil-Finlândia, ação liderada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e que contou com a participação de instituições nacionais de pesquisa, desenvolvimento e inovação. A aquisição do computador pelo Eldorado faz parte da estratégia para expandir suas atividades em tecnologias emergentes e desenvolver capacidades relevantes para a próxima geração da computação.

"A computação quântica tem o potencial de transformar a forma como enfrentamos alguns dos desafios tecnológicos e industriais mais complexos. Ao trazer esta infraestrutura para o Eldorado, aliada ao acesso a capacidades de computação quântica mais avançadas, não estamos apenas investindo em tecnologia, mas nas pessoas, no conhecimento e em um ecossistema que preparará o Brasil para participar ativamente do futuro quântico", afirma José Bertuzzo, superintendente do Instituto Eldorado. 

Preparando a próxima geração da computação
O equipamento será o primeiro sistema da IQM implementado na América do Sul e marca a entrada da empresa finlandesa na região. O computador quântico IQM Spark será instalado na sede do Instituto no primeiro trimestre do ano que vem, proporcionando a pesquisadores, engenheiros, universidades e parceiros da indústria acesso direto à tecnologia quântica. Entre eles, está a unidade do Instituto Eldorado em Porto Alegre, localizada no parque científico e tecnológico da PUC-RS, o Tecnopuc. Na capital gaúcha, o Eldorado também tem iniciativas conjuntas com a Dell Technologies no Instituto Caldeira,  como o Lab Design. O empreendimento é um laboratório de design digital dedicado à pesquisa aplicada em inteligência artificial, experiência do usuário e inovação em design digital. Inédito em toda a operação global da Dell, o espaço tem como objetivo de integrar capacidades industriais e científicas em um ambiente colaborativo de desenvolvimento tecnológico.

Para o o CEO e cofundador da IQM Quantum Computers, Jan Goetz o Brasil tem o talento, a base de investigação e a ambição para construir o que chamou de "ecossistema quântico". "O que tem faltado é o acesso direto a computadores quânticos reais. O fato de o Eldorado possuir este sistema significa que os pesquisadores, engenheiros e parceiros industriais brasileiros podem começar a desenvolver capacidades reais imediatamente, sem terem de esperar anos para recuperar o atraso", avalia.

O computador permitirá ao Eldorado e aos seus parceiros explorar algoritmos quânticos, desenvolver conhecimentos especializados em hardware e software quânticos e investigar arquiteturas híbridas que combinem computação de alto desempenho, computação quântica e inteligência artificial. O acordo inclui também o acesso remoto ao sistema baseado na nuvem de 54 qubits (os bits quânticos) da IQM na Europa, permitindo que as equipes brasileiras desenvolvam aplicações no hardware de que dispõem e, posteriormente, passem para cargas de trabalho quânticas em maior escala quando um problema assim o exigir.

 

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Marca nacional lança novo conceito de loja em São José

 

O Shopping Itaguaçu tornou-se o primeiro empreendimento do Sul a receber reformulação da Arezzo
Segundo a marca, o novo espaço foi pensado para acompanhar a evolução da grife e as mudanças nos hábitos de consumo

 

O Shopping Itaguaçu, em São José (SC), tornou-se o primeiro empreendimento da região Sul do Brasil a receber o novo conceito de loja da Arezzo, marca referência em calçados, bolsas e acessórios femininos. A operação passa a contar com um projeto renovado, combinando arquitetura, tecnologia e novas soluções de exposição.

Segundo a marca, o novo espaço foi pensado para acompanhar a evolução da grife e as mudanças nos hábitos de consumo. A proposta é tornar a jornada do cliente mais fluida, confortável e inspiradora, aproximando os consumidores das coleções e valorizando a interação com os produtos. O ambiente integra moda, atendimento e design, criando uma experiência que vai além do momento da compra.

A reformulação também trouxe um ganho de espaço, onde a loja passou de 90 metros quadrados para 115 metros quadrados, uma configuração que permite melhorar a circulação, ampliar a área de exposição das coleções e oferecer mais conforto aos consumidores, acompanhando a proposta de tornar o ponto de venda mais funcional e conectado à experiência da marca.

"A escolha do Shopping Itaguaçu tem um significado muito especial. A Arezzo está presente no empreendimento desde 1998, portanto, são quase 30 anos construindo essa história juntos.Estrear o novo conceito justamente aqui é uma forma de reconhecer essa trajetória e, ao mesmo tempo, olhar para o futuro", afirma Marilú Harbs, proprietária da loja.

Para o Shopping Itaguaçu, a chegada do novo formato da Arezzo também evidencia a capacidade do shopping de acompanhar as transformações do varejo e oferecer espaço para que marcas consolidadas renovem sua presença e sua relação com o consumidor. "Essa iniciativa valoriza a trajetória construída com a Arezzo e reforça a capacidade de uma operação tradicional de se reinventar, acompanhando as transformações do varejo e as novas expectativas dos consumidores", destaca Victor Camargo, superintendente do Shopping Itaguaçu.

 
 
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Senior Sistemas investirá R$ 241,3 milhões em plano de inovação

 

Projeto contempla investimentos em computação em nuvem, IA e integração de sistemas 
 
 
De acordo com a empresa, os investimentos vão criar cerca de 53 empregos diretos qualificados relacionados às atividades de pesquisa e desenvolvimento contempladas pela operação

 

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 241,3 milhões para a Senior Sistemas, com recursos do programa BNDES Mais Inovação. O crédito vai apoiar o plano de inovação da empresa, em projetos com foco em atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) voltadas à atualização de produtos, ao desenvolvimento de soluções para gestão empresarial com inteligência artificial (IA) incorporada de forma nativa e à ampliação do portfólio, em Blumenau, no Vale do Itajaí (SC).

Os recursos, que serão executados até janeiro de 2028, serão investidos em tecnologias associadas à computação em nuvem, inteligência artificial, aprendizado de máquina e integração de sistemas. Entre os objetivos do plano estão a modernização de plataformas existentes, a evolução de funcionalidades já ofertadas ao mercado e o desenvolvimento de novos produtos digitais.

"A inovação é um dos pilares da estratégia de crescimento da Senior, e a inteligência artificial faz parte da nossa trajetória tecnológica há mais de uma década. Hoje, ela já está integrada ao nosso portfólio por meio de agentes inteligentes e de novas formas de interação das IAs generativas com os sistemas de gestão", diz o diretor de marketing e produto da Senior, Jean Paul Vieira. De acordo com a empresa, os investimentos vão criar cerca de 53 empregos diretos qualificados relacionados às atividades de pesquisa e desenvolvimento contempladas pela operação. A companhia catarinense oferece soluções nas áreas de ERP, gestão de pessoas, logística, gestão de riscos e automação de processos. 

 

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Empresas se preparam para transição de “créditos PIS Cofins” para CBS

 

A extinção do PIS/Pasep e da Cofins, programada para 2027 no Brasil, não implicará na automática eliminação dos créditos acumulados pelas empresas até o final de 2026. Esses valores poderão ser utilizados, inclusive para compensar a nova Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), desde que as companhias cumpram rigorosamente os requisitos legais. A complexidade da transição exige que empresas e escritórios contábeis se mobilizem para identificar, validar e gerir corretamente esses créditos de PIS e Cofins, uma vez que a Receita Federal já apontou riscos de bilhões em valores não aproveitados.

O que aconteceu

  • Os créditos PIS e Cofins acumulados até 2026 poderão ser utilizados para compensar a nova Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), conforme a legislação.
  • A transição exige que empresas e escritórios contábeis identifiquem, registrem e conciliem corretamente a origem dos créditos para evitar inconsistências fiscais.
  • A gestão de créditos antigos e novos, a análise de estoques e ativos, e o impacto no fluxo de caixa são pontos críticos para a preparação das companhias para 2027.

A transição, entretanto, exigirá mais do que transportar um saldo de um sistema para outro.

Empresas e escritórios contábeis precisarão identificar a origem dos créditos, verificar se os valores estão corretamente registrados, conferir a documentação e separar as modalidades que possuem regras próprias de utilização.

As normas constam dos artigos 378 a 383 da Lei Complementar nº 214/2025, que regulamentou a Reforma Tributária do consumo.

Créditos: como garantir a validade após a extinção das contribuições?

A legislação assegura a manutenção dos créditos de Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), inclusive presumidos, que ainda não tenham sido apropriados ou utilizados até a extinção das contribuições.

Esses valores poderão ser utilizados para compensar a CBS. Em determinadas situações, também poderá haver ressarcimento em dinheiro ou compensação com outros tributos federais.

A modalidade de utilização dependerá, porém, das características do crédito.

Isso significa que nem todo saldo acumulado poderá ser livremente ressarcido ou utilizado para quitar qualquer tributo. A empresa deverá observar as condições previstas na legislação aplicável ao PIS e à Cofins, além das regras que estiverem vigentes na data do pedido.

A origem do crédito será determinante para definir:

  • como o valor poderá ser utilizado;
  • se haverá possibilidade de ressarcimento;
  • quais débitos poderão ser compensados;
  • qual prazo precisará ser observado;
  • quais registros e documentos serão exigidos.

Escrituração: um ponto crucial para a validade dos créditos?

Para permanecerem válidos, os créditos deverão estar devidamente registrados no ambiente de escrituração do PIS e da Cofins.

Essa exigência torna necessária a revisão das informações antes da entrada em vigor definitiva da CBS.

Saldos mantidos apenas em planilhas internas ou na contabilidade, sem correspondência na escrituração fiscal, podem gerar questionamentos. O mesmo ocorre quando existem divergências entre documentos fiscais, EFD-Contribuições, pedidos de ressarcimento e declarações de compensação.

Antes do encerramento de 2026, as empresas deverão conferir se os créditos estão:

  • registrados nos períodos corretos;
  • vinculados a documentos fiscais;
  • classificados de acordo com sua natureza;
  • conciliados com a contabilidade;
  • respaldados pela legislação;
  • livres de duplicidades;
  • compatíveis com compensações já realizadas.

A mudança de sistema não regularizará créditos constituídos incorretamente durante a vigência do PIS e da Cofins.

Controle diferenciado para créditos antigos e a nova CBS

A partir de 2027, as empresas poderão conviver com créditos formados sob dois sistemas: os saldos remanescentes de PIS e Cofins e os novos créditos gerados pela CBS.

A legislação estabelece uma ordem para o aproveitamento desses valores. Por isso, os sistemas fiscais precisarão identificar a origem de cada crédito e acompanhar separadamente sua utilização.

Sem essa segregação, a empresa pode não conseguir demonstrar quais valores foram usados em cada período ou qual saldo ainda permanece disponível.

O controle deverá distinguir, entre outras situações:

  • saldos já constituídos de PIS e Cofins;
  • créditos presumidos;
  • valores vinculados a ativos;
  • créditos decorrentes de devoluções;
  • créditos relacionados aos estoques;
  • créditos gerados no novo regime da CBS.

Estoque e devoluções: a complexidade na transição fiscal

A transição também terá regras próprias para os bens existentes em estoque no início de 2027 e para as devoluções de mercadorias vendidas antes da extinção do PIS e da Cofins.

Dependendo da situação tributária da empresa e dos produtos, os estoques poderão permitir a apropriação de crédito presumido da CBS. O direito, contudo, estará sujeito a requisitos, limitações e critérios de comprovação.

Nem todos os bens existentes na empresa serão elegíveis.

A análise deverá considerar fatores como:

  • regime de apuração adotado em 2026;
  • forma de tributação do produto;
  • origem nacional ou importada;
  • destinação do bem;
  • documentação da aquisição;
  • composição e valoração do estoque.

Nas devoluções ocorridas a partir de 2027, a empresa também precisará relacionar o produto devolvido à operação original para identificar o PIS e a Cofins que incidiram na venda.

Essas particularidades tornam o inventário e a rastreabilidade das operações pontos importantes da preparação.

Ativos: como fica o aproveitamento de créditos parcelados?

Empresas que ainda estiverem apropriando créditos de PIS e Cofins com base na depreciação, amortização ou em quotas mensais não perderão automaticamente as parcelas restantes.

Esses valores poderão continuar sendo apropriados dentro do novo sistema, observadas as condições legais.

O controle deverá permitir identificar:

  • o ativo que originou o crédito;
  • o valor total;
  • as parcelas já utilizadas;
  • o saldo remanescente;
  • a forma de apropriação;
  • eventual alienação do bem.

A venda do ativo antes da conclusão do aproveitamento pode interferir nas parcelas futuras, o que exige acompanhamento individualizado.

Fluxo de caixa das empresas será impactado pela transição

A forma e o momento de utilização dos créditos poderão alterar o fluxo de caixa das empresas em 2027.

Um saldo elevado não significa necessariamente disponibilidade financeira imediata. Dependendo da modalidade, o crédito poderá ter uso restrito, aproveitamento parcelado ou depender do cumprimento de procedimentos específicos.

A empresa precisa conhecer:

  • quanto possui de crédito;
  • quanto poderá efetivamente utilizar;
  • em quais períodos ocorrerá o aproveitamento;
  • se haverá CBS suficiente para consumir o saldo;
  • quais valores admitem ressarcimento;
  • quais créditos possuem restrições;
  • qual será o impacto no capital de giro.

Uma estimativa baseada apenas no saldo contábil pode produzir uma projeção financeira incorreta.

O que as empresas precisam revisar em 2026?

Antes da substituição do PIS e da Cofins, escritórios contábeis e departamentos fiscais devem iniciar um diagnóstico dos créditos.

A revisão deve incluir:

  • levantamento dos saldos existentes;
  • separação por origem e período;
  • conferência da EFD-Contribuições;
  • conciliação com a contabilidade;
  • análise da documentação fiscal;
  • identificação de valores já compensados;
  • revisão dos pedidos de ressarcimento;
  • levantamento dos ativos com créditos pendentes;
  • preparação do inventário;
  • adaptação dos sistemas;
  • simulação dos efeitos sobre a CBS e o fluxo de caixa.

O trabalho antecipado permitirá identificar inconsistências enquanto as contribuições atuais ainda estiverem em vigor e evitar que a empresa chegue a 2027 sem conhecer os créditos que poderá aproveitar.

Questões como a classificação dos saldos, o tratamento dos estoques, a apropriação de parcelas remanescentes e a ordem de utilização exigirão análise individualizada. Empresas com operações semelhantes podem chegar a resultados diferentes conforme o regime atual, a composição dos créditos e a qualidade dos controles mantidos.

CONBCON 2026 prepara contadores para desafios tributários

A transição dos créditos de PIS e Cofins para a CBS está entre os assuntos que exigirão preparação dos escritórios contábeis antes de 2027.

Esse e outros impactos da Reforma Tributária serão debatidos no CONBCON 2026, congresso online e gratuito organizado pelo Portal Contábeis.

Em sua edição comemorativa de dez anos, o evento será realizado de 21 a 25 de setembro e reunirá mais de 60 conteúdos sobre temas como:

  • Reforma Tributária;
  • IBS e CBS;
  • planejamento tributário;
  • inteligência artificial;
  • gestão de escritórios;
  • Departamento Pessoal;
  • contabilidade consultiva;
  • tecnologia e automação;
  • precificação e rentabilidade;
  • mudanças previstas para 2027.

A programação será distribuída em dois palcos, com palestras simultâneas em determinados horários. Os participantes poderão consultar antecipadamente a agenda completa do CONBCON 2026 para organizar os conteúdos que desejam acompanhar.

A inscrição é gratuita e pode ser realizada no site oficial do CONBCON.

Serviço

  • Evento: CONBCON 2026
  • Data: 21 a 25 de setembro de 2026
  • Formato: online e gratuito
  • Programação: mais de 60 conteúdos distribuídos em dois palcos
  • Inscrições: conbcon.com.br
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https://istoedinheiro.com.br/creditos-pis-cofins-cbs-transicao-empresas

Ataque à OpenAI: pesquisadores usam Claude para invadir sistemas

 

Pesquisadores de segurança anunciam ter invadido sistemas da OpenAI utilizando o Claude, chatbot de inteligência artificial criado pela concorrente Anthropic. O incidente, revelado por Johann Rehberger, reacende discussões sobre vulnerabilidades e o potencial uso de IAs para ciberataques.

O que aconteceu

  • Ataque à OpenAI: Pesquisador utilizou o Claude para invadir sistemas da criadora do ChatGPT.
  • Vulnerabilidade explorada: Falha em fórum de desenvolvedores da OpenAI permitiu acesso a dados internos.
  • Claude como assistente: Ferramenta da Anthropic atuou na análise de código e geração de exploits.

O ataque foi orquestrado por Johann Rehberger, um pesquisador de segurança independente conhecido por suas descobertas sobre falhas em sistemas de tecnologia. Rehberger revelou ter usado o Claude para automatizar diversas etapas de um ciberataque, após identificar uma vulnerabilidade em um fórum de discussão mantido pela OpenAI para sua comunidade de desenvolvedores.

Com o auxílio do Claude, Rehberger conseguiu extrair dados do fórum e, eventualmente, obter acesso à conta de um funcionário da OpenAI. Este acesso permitiu que ele lesse e postasse mensagens internas em áreas restritas do sistema da empresa.

“Informamos de imediato a vulnerabilidade à OpenAI e à Discourse [empresa que desenvolve o software de fórum usado pela OpenAI]”, afirmou Rehberger em uma publicação detalhada em seu blog pessoal.

As vulnerabilidades e a resposta da OpenAI

A OpenAI, por sua vez, confirmou ter sido notificada sobre o problema. A empresa informou que a vulnerabilidade no software de terceiros foi prontamente corrigida. Em seu comunicado, a companhia declarou que nenhum dado sensível de usuários ou sistemas críticos de modelos de IA foram comprometidos durante o incidente.

Segundo Rehberger, o Claude não executou o ataque de forma totalmente autônoma, mas funcionou como um “assistente avançado”. O pesquisador utilizou o modelo da Anthropic para analisar o código do fórum, identificar potenciais falhas de segurança, gerar códigos de exploração (exploits) e sugerir os próximos passos para contornar as proteções existentes.

O debate sobre o uso de ia em ciberataques

O caso reacende o debate no setor de tecnologia sobre os riscos de modelos avançados de inteligência artificial serem utilizados por agentes maliciosos para acelerar ciberataques.

Empresas de IA, incluindo a própria Anthropic e a OpenAI, têm dedicado investimentos significativos em mecanismos de contenção. O objetivo é impedir que seus programas auxiliem na criação de malwares ou na invasão de redes. No entanto, o experimento demonstrou que pesquisadores — e, potencialmente, hackers — ainda conseguem contornar essas diretrizes, utilizando técnicas de engenharia de prompt e dividindo a tarefa em etapas conceituais.

A Anthropic declarou que trabalha continuamente para reforçar as barreiras de segurança do Claude e que desencoraja veementemente o uso da ferramenta para atividades danosas, mantendo políticas rigorosas de uso aceitável.

 

 https://istoedinheiro.com.br/ataque-openai-chatbot-claude-invade-sistemas

 

C&A investe na segunda loja própria da marca ACE em São Paulo

 


Imagem destaque: C&A investe na segunda loja própria da marca ACE em São Paulo
Nova unidade ACE no Bourbon Shopping (SP). Créditos: Divulgação


 Poucos meses após inaugurar sua primeira loja, no Shopping Ibirapuera, a ACE avança em seu plano de expansão com uma segunda unidade em São Paulo, agora no Bourbon Shopping, em Perdizes, na Zona Oeste da capital. De acordo com a empresa, a escolha do shopping considera localização, fluxo e aderência do público à proposta da marca, levando um ambiente minimalista ao empreendimento. “Nosso produto tem uma dimensão sensorial muito importante - toque, caimento, conforto e modelagem são percebidos principalmente na experimentação. A loja permite materializar o universo da marca e construir uma relação mais próxima com nossa cliente”, explica Filipe Albuquerque, diretor executivo de ACE.


Rio de Janeiro e Belo Horizonte no radar

 Criada a partir do ecossistema de C&A, a ACE atua de forma independente, com identidade, posicionamento, produto, canais e comunicação próprios. A marca foi lançada no segmento de athleisure premium, combinando moda, esporte e lifestyle. Nos primeiros meses de operação, a linha Butter Touch, de toque ultramacio, e a terceira peça, que leva o activewear para composições além do treino, foram destaques. Além de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte estão no horizonte de expansão. Neste momento, o foco permanece em lojas próprias, com novas unidades condicionadas à aderência de cada localização à estratégia da marca. “Queremos construir presença nas principais praças onde nossa cliente está concentrada ”, completa o diretor executivo.

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Espaço interno da unidade ACE no Bourbon Shopping (SP). (Créditos: Divulgação)

https://gironews.com/redes-shopping/ace-acelera-expansao-com-segunda-loja-em-sao-paulo/

Assaí adquire 18 postos de combustíveis em São Paulo

 


Imagem destaque: Assaí adquire 18 postos de combustíveis em São Paulo
Imagem ilustrativa da loja da rede Assaí. Créditos: Divulgação


 O Assaí firmou contrato com o Centro de Conveniências Millennium Ltda. para a aquisição de 18 postos de combustíveis já instalados em lojas da empresa no estado de São Paulo. A operação, que poderá alcançar um valor de R$ 80 milhões, representa a estreia da rede no segmento. O movimento integra a evolução do modelo de negócios da companhia, que, no último ano, também fortaleceu outras frentes, como Marcas Próprias, o lançamento da Assaí Farma e o Assaí Digital, que reúne as operações de venda online nas plataformas iFood, Rappi e Mercado Livre. “A aquisição desses postos de combustíveis fortalece nossa proposta de atender a um cliente em constante transformação e com novas demandas, ampliando a conveniência e reforçando a estratégia de desenvolver soluções que agreguem ao nosso negócio (o atacarejo). Estamos aproveitando a escala de veículos e consumidores que circulam nas lojas para criar novas oportunidades de receita e ampliar o valor gerado”, destaca Belmiro Gomes, CEO do Assaí.

Expansão do modelo

 Atualmente, a empresa atende mais de 40 milhões de clientes por mês e estima um fluxo de aproximadamente 20 milhões de veículos mensais em suas lojas. A companhia também possui eletropostos em unidades específicas. A partir dessa primeira experiência, o Assaí poderá avaliar a expansão do modelo para outras unidades. O projeto tem potencial estimado de superar 100 postos no futuro, condicionado a estudos de viabilidade e à obtenção das licenças e aprovações necessárias para cada local. A conclusão da operação e a transferência efetiva dos postos dependem do cumprimento das condições previstas no contrato, incluindo a aprovação prévia pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a obtenção das licenças regulatórias e ambientais necessárias. A companhia somente poderá assumir cada operação a partir de 31 de julho de 2027. Até a conclusão das etapas regulatórias e contratuais, os postos continuarão sendo operados pelo Centro de Conveniências Millennium Ltda.

 

 https://gironews.com/atacado-cash-carry/assai-adquire-18-postos-de-combustiveis-em-sao-paulo/