quinta-feira, 9 de abril de 2026

Elgin ensaia entrada nos EUA e vê automação industrial como ‘caminho sem volta’, diz CEO

 

Na visão da Elgin, a automação industrial é ‘um caminho sem volta’ e, na prática, a empresa do setor industrial que não investir no tema ‘vai ficar fora do mercado’.

Rafael Feder, CEO da Elgin, que aportou R$ 200 milhões em uma fábrica em Manaus (AM) no ano passado, disse ao Dinheiro Entrevista que a unidade em questão é a mais moderna da empresa. Responsável por fabricar motores BLDC (brushless), a planta deve ser o norte para as demais unidades em termos de automação.

“Temos uma área enorme aí, de mais ou menos 60 mil m². Na nossa indústria de refrigeração comercial, estamos colocando o máximo de automatização nessas fábricas também antes de chegar no motor. Então, nós estamos colocando robô em dobra, robô em solda, robô em pintura, robô em embalagem. É impressionante. É tudo automatizado. Tudo robô mesmo”, relata.

 

 


  

Segundo o empresário, a utilização dos robôs deve proporcionar um ‘ganho de eficiência astronômico’.

“Acho que quem não fizer isso vai ficar fora do mercado, inclusive por questões de eficiência operacional.”

O foco em automação fica tanto dentro quanto fora das fábricas, na verdade. A marca produz, dentre milhares de produtos, terminais de autoatendimento – os aparelhos que são usados tanto em supermercados e lojas de roupa quanto em hospitais.

A demanda pelos produtos, segundo Feder, aumentou de forma substancial nos últimos anos.

“Para funcionar sozinho [apenas com o terminal] é arriscado, tem de ter um supervisor. Então você não tem mais o operador de caixa, mas você trabalha com um supervisor olhando vários caixas e ajudando onde dá problema. Acho que é uma realidade”, comenta.

“Tem setores que, como você citou os postos de gasolina, tem questões com o sindicato que é algo mais complexo de se resolver. Mas o resto, que eu saiba, eu estou percebendo que já é uma realidade e não tem volta”, completa.

Elgin ensaia entrada nos EUA

Já com presença em praticamente todos os países da América Latina, a Elgin ensaia uma entrada nos Estados Unidos em breve. O movimento passou a ser estudado pela gestão em um passado recente e, no momento, a companhia foca em cumprir com rigor os requisitos técnicos.

“Eu acho que é uma certificação mais rígida, são produtos muito mais robustos do que a gente está acostumado”, comenta Feder.

O executivo ainda não fornece detalhes sobre as expectativas da entrada em solo americano, mas destaca que a tese é de uma evolução paulatina dos negócios por lá. “Não queremos crescer desenfreadamente, vamos etapa por etapa.”

 

 https://istoedinheiro.com.br/automacao-ceo-elgin

Compra recorde da China eleva exportação de petróleo do Brasil ao 2º maior nível da história

 

 

A China importou em março um volume recorde de petróleo do Brasil, impulsionando as exportações brasileiras da commodity ao segundo maior nível da série histórica, em meio a uma reorganização dos fluxos globais de energia após as disrupções no Oriente Médio.

O país asiático comprou 1,6 milhão de barris por dia (bpd) de petróleo brasileiro no mês passado, maior volume já registrado e equivalente a 67% de todas as exportações do Brasil, segundo dados oficiais do governo federal. O montante superou o recorde anterior, de cerca de 1,46 milhão de bpd, registrado em maio de 2020.

“O avanço das exportações já era esperado, conforme o fechamento do Estreito de Ormuz resultou em uma busca intensa de países importadores por produtos providos por outras origens, encontrando no mercado brasileiro parte da oferta perdida no Oriente Médio”, afirmou Bruno Cordeiro, analista de Inteligência de Mercado da StoneX.

Ele observou, com base em dados do governo, que a Índia foi o segundo maior destino das exportações de petróleo do Brasil em março, respondendo por 7% das cargas, com país asiático buscando também alternativas para lidar com as dificuldades para atravessar o Estreito de Ormuz, por onde passava antes da guerra no Irã cerca de 20% dos fluxos globais da commodity.

“Essa maior participação da Ásia acaba refletindo a necessidade do continente de diversificar ainda mais os seus fornecedores, com o Brasil se beneficiando desse cenário e escoando um maior volume de petróleo para o exterior.”

Na sequência da China e Índia, aparece entre os principais destinos do petróleo brasileiro a Espanha, com 6,7%, e Estados Unidos, com 6,1%, disse Cordeiro.

As exportações totais de petróleo do Brasil atingiram 2,5 milhões de bpd em março, alta de 12,4% sobre fevereiro e o segundo maior da história, atrás apenas de março de 2023.

Cordeiro ponderou que a abertura do Estreito de Ormuz, com a trégua na guerra anunciada na véspera, deve aliviar a pressão asiática, o que poderia resultar em uma menor busca do petróleo brasileiro — dada a proximidade geográfica e os benefícios logísticos desse comércio dos países do Golfo Pérsico com o continente.

“Ao mesmo tempo, a retomada gradual dos fluxos pelo Estreito de Ormuz é um fator que deve garantir a manutenção de volumes elevados de vendas do Brasil para alguns consumidores da região, principalmente China e Índia”, acrescentou.

Diesel

Enquanto as exportações de petróleo avançaram, o Brasil reduziu de forma significativa as importações de diesel, um alerta para o país que importa cerca de 25% de suas necessidades.

De acordo com dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, as compras externas do combustível somaram 1,05 bilhão de litros em março, queda de 25% em relação a fevereiro.

Para Cordeiro, “a redução expressiva das cargas destinadas ao Brasil reflete tanto um aumento significativo da competição pelo produto no mercado internacional, quanto pelo avanço dos preços do produto importado que chega aos portos brasileiros”.

A redução foi sentida principalmente nas cargas provenientes dos Estados Unidos, apontaram os dados. A participação do diesel norte-americano nas importações brasileiras caiu para menos de 1% em março, ante 8,3% no mês anterior.

Segundo o analista da StoneX, “a diminuição do share norte-americano reflete, provavelmente, um redirecionamento das cargas de diesel exportado pelo país para outras regiões que vêm pagando prêmios maiores ao combustível, principalmente a Ásia — que vem sentindo mais os impactos com a suspensão dos fluxos de derivados fósseis pelo Estreito de Ormuz.

Em meio à menor oferta norte-americana, a Rússia ampliou sua presença no mercado brasileiro, passando de uma participação de 58% em fevereiro para 75% em março, mesmo com volume semelhante de exportações realizadas em fevereiro, segundo Cordeiro.

“Apesar dos ataques ucranianos contra portos ocidentais estratégicos da Rússia em meados de março e uma redução temporária das exportações de combustíveis, é esperado que os impactos dessa menor oferta sejam sentidos nas cargas programadas para abril”, disse Cordeiro.

Outro ponto de destaque foi a manutenção da participação da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos, com cada um respondendo por cerca de 130 milhões de litros exportados ao Brasil no mês.

“Tal cenário reflete ou impactos maiores do fechamento do Estreito de Ormuz para as cargas previstas para abril, ou uma capacidade de escoamento desses produtos pelo Mar Vermelho”, afirmou o analista.

Para os próximos meses, o cenário segue cercado de incertezas.

“Para abril e maio, as incertezas persistem. O acordo de cessar-fogo temporário entre EUA e Irã deve aliviar no curtíssimo prazo essa disputa pelas cargas no mercado internacional, com o Golfo Pérsico escoando um montante maior de produtos para outras regiões. Ainda assim, a falta de uma resolução definitiva para o conflito pode resultar em novos bloqueios no Estreito de Ormuz, o que manteria um balanço global bem estressado”, disse Corde

Ibovespa ultrapassa os 194 mil pontos pela 1ª vez com apoio de Petrobras; dólar cai

 

O Ibovespa renovou máxima nesta quinta-feira, 9, ultrapassando os 194 mil pontos pela primeira vez, em movimento puxado principalmente pelas ações da Petrobras, conforme os preços do petróleo voltaram a subir e a encostar em US$ 100 o barril dada a situação ainda tensa no Oriente Médio.

Por volta de 11h10, o Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, subia 0,90%, a 193.934,34 pontos. Na máxima até o momento, registrou 194.600,23 pontos, novo recorde intradia. Já o dólar caía 0,29%, cotado a R$ 5,0858 na venda. Veja cotações.

De acordo com a equipe da Genial Investimentos, o otimismo com o cessar-fogo entre EUA e Irã se desfaz diante de novas acusações de violação da trégua e disrupções persistentes no Estreito de Ormuz. “O rali de alívio que tomou conta dos mercados na véspera perdeu fôlego”, afirmou a clientes.

No exterior, o barril do petróleo sob o contrato Brent avançava 4,06%, a US$ 98,60, após tombo de mais de 13% na véspera. O S&P 500, uma das referências do mercado acionário norte-americano, perdia 0,11%.

A bolsa paulista tem apresentado uma certa resiliência desde o começo da guerra no final de fevereiro. Apesar do desempenho negativo do Ibovespa em março, a bolsa ainda registrou entrada líquida de capital externo, que persiste em abril, com saldo positivo de R$1,6 bilhão até o dia 6.

Ações da Petrobras

PETROBRAS PN subia 3,78%, endossada pelo movimento do petróleo no exterior.

Também no radar do setor está decisão liminar da Justiça Federal no Rio de Janeiro suspendendo os efeitos de imposto de exportação de petróleo para Shell, TotalEnergies, Equinor, Petrogal e Repsol Sinopec. O governo afirmou que recorrerá da decisão.

PRIO ON avançava 3,82%, BRAVA ENERGIA ON valorizava-se 2,72% e PETRORECONCAVO ON mostrava alta de 2,4%, tendo ainda como pano de fundo dados de produção de março.

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Lula sanciona lei que regulamenta a profissão de doula

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quarta-feira (8) o projeto de lei que regulamenta o exercício da profissão de doula, que é a profissional que oferece apoio físico, emocional e informacional à gestante, especialmente durante o parto normal.

O texto foi aprovado no mês passado pela Câmara dos Deputados, depois de ter passado pelo Senado. 

A norma federal lista várias atribuições da doula antes, durante e após o período do parto. Na gravidez, a profissional poderá facilitar o acesso da gestante a informações sobre gestação, parto e pós-parto baseadas em evidências científicas atualizadas, além de incentivá-la a buscar uma unidade de saúde para o acompanhamento pré-natal.

De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o texto atende uma antiga reivindicação das mulheres no país e vai ajudar no enfrentamento contra a violência obstetrícia e reduzir o que chamou de “indústria de cesarianas” no Brasil. O ministro disse que não houve vetos ao texto.

“Os estudos que mostram que se se a doula acompanhou o pré-natal, se a doula acompanhou o parto, a violência foi menor. O índice de cesárea foi menor. O sofrimento foi menor e a gratidão das mulheres no momento tão importante da geração da vida foi melhor”, destacou o ministro durante cerimônia de sanção no Palácio do Planalto.

Ao celebrar a sanção da lei, o presidente Lula lembrou que um outro projeto, ainda em tramitação no Congresso Nacional, deverá regulamentar a profissão de parteira tradicional, compondo assim um corpo de funções para humanizar o atendimento às gestantes do país.

Pelo texto sancionado, a presença da doula, de livre escolha da gestante, não exclui a presença de acompanhante, já garantida pela legislação. Essa garantia de presença abrange a rede pública e a rede privada durante todo o período de trabalho de parto e pós-parto imediato, em todos os tipos de parto, inclusive em casos de intercorrências e situações de abortamento.

Requisitos

Para o exercício da profissão, a nova lei exige diplomas de ensino médio e de curso de qualificação profissional específica em doulagem que, se expedidos por instituições estrangeiras, deverão ser revalidados no Brasil.

A lei também permite a continuidade de atuação aos que, na data de publicação, exerciam, comprovadamente, a atividade há mais de três anos.

Também a partir da vigência, os cursos deverão ter carga horária mínima de 120 horas.

Atribuições

A doula poderá, durante o parto, orientar e apoiar a gestante em relação à escolha das posições mais confortáveis a serem adotadas durante o processo; auxiliar a gestante a utilizar técnicas de respiração e vocalização para obter maior tranquilidade; e utilizar recursos não farmacológicos para conforto e alívio da dor da parturiente, como massagens, banhos mornos e compressas mornas.

No pós-parto, a doula poderá orientar e prestar apoio aos cuidados com o recém-nascido e ao processo de amamentação.

“É o tratamento diferenciado, é o saber conversar, é o saber tratar, é o saber acolher e o acolhimento muda a vida das pessoas, do ponto de vista emocional e afeta diretamente esse tratamento humano, esse tratamento da vida, que é ter realmente um filho com dignidade”, disse a senadora Eliziane Gama (PT-MA), relatora do projeto no Senado.

Por outro lado, a nova lei proíbe às doulas utilizar ou manusear equipamentos médico-assistenciais, realizar procedimentos médicos, fisioterápicos ou de enfermagem, administrar medicamentos e interferir nos procedimentos técnicos dos profissionais de saúde.

Para a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, a nova lei beneficia não apenas a gestante, mas toda a família, e assegura uma proteção mais integral às mulheres em um momento tão delicado que é a gravidez.

“Porque a gente entra na sala de parto apavorada, não sabe o que vai acontecer, e quer que seja rápido, e a doula vai acalmando a gente, a doula vai conversando, vai dialogando. É uma lei que, de fato, humaniza, de fato enfrenta a violência obstétrica”, afirmou.

*Com informações da Agência Câmara de Notícias.

Cade reprova duas potenciais compradoras apresentadas pela Bimbo para a marca Nutrella

 

Por sugestão da Superintendência-Geral (SG), o tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) reprovou nesta quarta-feira, 8, dois potenciais compradores apresentados pela Bimbo para aquisição da marca Nutrella. O entendimento da área técnica, acompanhado pelo tribunal, foi de que os interessados não cumpriram os requisitos do acordo firmado com o órgão antitruste no ano passado. Os nomes dos compradores apontados pela Bimbo foram mantidos em sigilo.

Com isso, o procedimento de desinvestimento da marca continua, o que não afasta a possibilidade de outras propostas de compra.

Em setembro do ano passado, o tribunal aprovou a aquisição da empresa brasileira de panificação industrial Wickbold pela mexicana Bimbo, condicionada à celebração de um Acordo em Controle de Concentrações (ACC) entre as empresas.

O acordo estabelece compromissos combinados estruturais e comportamentais. Entre os remédios estruturais adotados, está o desinvestimento de duas marcas, a Tá Pronto! (de pães tipo tortilha/wrap), que deverá ser vendida pela Wickbold, e a Nutrella (segmento de pães saudáveis), que será alienada pela Bimbo, com proibição de recompra por um período de 10 anos.

Foi acordado também um remédio comportamental específico para o segmento de bisnagas e bisnaguinhas na região Centro-Oeste, para que não sejam assinados contratos ou acordos com varejistas que impliquem exclusividade, incluindo reserva privilegiada de espaços em gôndolas.

O cumprimento das medidas é monitorado por um trustee independente, que deverá supervisionar a manutenção de volumes, canais de distribuição, qualidade dos produtos e atividades de marketing até a transferência completa das marcas.

A Bimbo do Brasil Ltda. é subsidiária integral do Grupo Bimbo, de origem mexicana. No País, são oferecidos pães, bisnagas, bolos e salgadinhos, através de marcas como Pullman, Plusvita, Ana Maria, Nutrella, Rap10 e Bisnaguito. Já o Grupo Wickbold, de origem brasileira, atua desde 1938 no mercado de pães. Atualmente, fabrica e comercializa pães industrializados (prontos para consumo, incluindo tortilhas), bolos e bolinhos, biscoitos, brownies, pães de mel e panetones pelas marcas Wickbold, Seven Boys, Do Forno e Tá Pronto!.

A empresa mexicana assinou contrato de compra de 100% das operações da sua rival brasileira no fim de agosto de 2024. A operação foi notificada ao Cade em novembro daquele ano. A Bimbo deverá adquirir a totalidade do capital social de seis das 10 empresas integrantes do Grupo Wickbold, entre elas a Wickbold & Nosso Pão Indústrias Alimentícias Ltda. (Wickbold).

Serviço de telefonia fixa da operadora Oi é vendido por R$ 60 milhões

 

 Oi

 

 

 

 

A Justiça do Rio aprovou, em audiência pública, nesta quarta-feira (8), a venda dos serviços de telefonia fixa da Oi. A decisão é da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. A empresa Método Telecom foi declarada vencedora do leilão para assumir a chamada Unidade Produtiva Isolada (UPI) Serviços Telefônicos, apresentando uma proposta de R$ 60,1 milhões, pagos à vista.

 A decisão da juíza Simone Gastesi Chevrand, garante a continuidade de serviços que são considerados vitais para milhões de brasileiros, especialmente em áreas remotas onde a Oi é a única operadora disponível.

A disputa contou com duas proponentes: a Método e a Sercomtel Comunicações. Embora a Sercomtel tenha oferecido R$ 60 milhões, o pagamento seria parcelado em dez vezes.

 

A proposta da Método levou a melhor não apenas pelo valor ligeiramente superior, mas principalmente por cumprir a exigência do edital de pagamento em dinheiro e à vista, o que garantiu a aprovação do Ministério Público e dos órgãos de fiscalização.

O pacote arrematado pela Método inclui, além das linhas de telefone fixo residenciais, a operação de números emergenciais como 190 (Polícia Militar), 192 (SAMU) e 193 (Corpo de Bombeiros).

O compromisso de manter o serviço em mais de 7.400 localidades onde a Oi atua como a única operadora, chamada de provedora de última instância, vai até dezembro de 2028.

A operadora vencedora terá também a responsabilidade de manter a infraestrutura de torres, postes, fiação e até os tradicionais orelhões, além de todos os atuais usuários do serviço de telefonia fixa espalhados pelo país.

Garantia

Para quem utiliza os serviços de telefonia fixa, a notícia traz alívio, pois a Justiça classificou a venda como uma “providência urgente” para evitar a interrupção de serviços públicos essenciais.

Já para a empresa compradora, o modelo de venda protege o negócio: a Método assume a operação livre de qualquer dívida antiga do Grupo Oi.

Porto do Açu vai pagar R$ 237 mi em royalties retroativos a 2016 a 3 cidades do RJ

 

 

 Porto do Açu – Wikipédia, a enciclopédia livre

 

   

 

   

O Porto do Açu terá que pagar R$ 237 milhões em repasses de royalties acumulados desde 2016 a três municípios do Estado do Rio de Janeiro, após ser reconhecido oficialmente como base de embarque e desembarque de petróleo, informou o porto. A decisão foi tomada na semana passada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), e impacta diretamente a distribuição das receitas provenientes das operações de transbordo do Açu.

Os pagamentos retroativos contemplam os municípios de São João da Barra (R$ 99,1 milhões), Campos dos Goytacazes (R$ 72,7 milhões) e São Francisco de Itabapoana (R$ 65,3 milhões).