segunda-feira, 18 de maio de 2026

Comércio cresce 0,5% e atinge novo recorde

 


Combustíveis e lubrificantes contribuíram para o crescimento das vendas em março 
 
 
 
Houve crescimento das vendas em cinco das oito atividades pesquisadas

 

 

O volume de vendas do comércio varejista do país cresceu 0,5% em março, frente a fevereiro, na série sem influências sazonais. Com esse desempenho, o setor renova o recorde que tinha atingido no mês anterior para a série histórica, que começou no ano 2000. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (13) pelo IBGE. Este é o terceiro avanço seguido, apontando um panorama de expansão, segundo Cristiano Santos, gerente da PMC: "Numa perspectiva um pouco maior, a médio prazo, nos seis últimos meses houve apenas um resultado no campo negativo, em dezembro de 2025. E mesmo assim, o resultado foi muito próximo de zero (-0,3%). Então, pode-se dizer que desde outubro de 2025 o varejo vem crescendo na maior parte do tempo".

Houve crescimento das vendas em cinco das oito atividades pesquisadas. Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (5,7%), combustíveis e lubrificantes (2,9%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,9%), livros, jornais, revistas e papelaria (0,7%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,1%) apresentaram resultados positivos. Do lado negativo, ficaram as atividades de móveis e eletrodomésticos (-0,9%), e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,4%). A atividade de tecidos, vestuário e calçados ficou estável (0,0%) em relação a fevereiro. Na comparação entre março de 2026 e o mesmo mês do ano passado, o comércio varejista cresceu 4,0%. Todas as oito atividades pesquisadas acompanharam o crescimento.

O varejo apresentou taxas positivas em 19 unidades da Federação, com destaque para Maranhão (3,8%), Amazonas (3,7%) e Piauí (3,5%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram sete das 27 Unidades da Federação, com destaque para Bahia (-2,2%), Pernambuco (-2,0%) e São Paulo (-1,0%). A Paraíba mostrou estabilidade (0,0%). Na mesma comparação, no comércio varejista ampliado, a variação entre janeiro e fevereiro de 2026 teve resultados positivos em 17 com destaque para Amazonas (8,4%), Roraima (5,6%) e Paraná (4,0%). 

 

 

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Suzano inaugura primeiro centro de distribuição no Sul

 


Unidade na região metropolitana de Curitiba é operada pela DHL Supply Chain 
 
 
O centro de distribuição no Paraná é o sétimo em operação em diferentes regiões do Brasil

 

 

A produtora de celulose Suzano inaugurou em Campina Grande do Sul, na Região metropolitana de Curitiba, seu primeiro centro de distribuição de bens de consumo no Sul. O espaço tem capacidade de armazenamento de mais de 2 mil toneladas de produtos de higiene, entre outros itens que compõem a unidade de negócios de Bens de Consumo da companhia. O valor do investimento não foi divulgado. A chegada ao Sul reforça a estratégia da Suzano de ampliar acesso ao mercado direto e indireto do Sul. "A nossa unidade de bens de consumo tem menos de dez anos de história e hoje já lidera nas regiões Sudeste, Norte e Nordeste. Avançar no Sul, com nosso primeiro centro de distribuição dedicado à região, é um passo natural e estratégico. Sabemos que os clientes locais valorizam qualidade e nível de serviço, e estamos prontos para elevar esse padrão e ampliar a competitividade desse mercado", afirma Bruno Addesso, diretor comercial da unidade de bens de consumo da Suzano.

O empreendimento será operado em parceria com a DHL Supply Chain, líder global em armazenagem e distribuição. As instalações têm mais de 9 mil metros quadrados de área total e capacidade de expedição de 200 toneladas por dia. O novo endereço, com capacidade instalada de 340 mil toneladas anuais no setor de papel tissue, se soma aos outros seis centros de distribuição em operação em diferentes regiões do Brasil e que atendem a unidade de Bens de Consumo da Suzano. Ele será abastecido com produtos fabricados principalmente em Mogi das Cruzes (SP), além das unidades de Aracruz e Cachoeiro de Itapemirim (ES) e Mucuri (BA).

 

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Doriana: Feito para quem cuida

 


As mães são o ponto central da nova campanha da margarina Doriana, marca que soube dialogar com todos os tipos de famílias brasileiras ao longo de sua trajetória 
 
 

 

Quem não guarda na memória o pão quentinho com margarina no lanche da escola ou o bolo preparado pela mãe para um aniversário em casa? É a partir dessas lembranças, marcadas por cuidado e afeto, que a Doriana lança sua nova campanha, colocando as "Mães Corujas" como protagonistas.

A proposta reforça o papel da marca nos pequenos gestos do dia a dia, momentos simples que conectam diferentes tipos de família e rotinas. Ao trazer a figura materna como elo comum, Doriana busca dialogar com a diversidade dos lares brasileiros, mantendo sua essência afetiva.

"A mãe é um ponto de conexão entre as diferentes configurações de família, e é com ela que a marca estabelece esse diálogo", afirma Tannia Fukuda Bruno, diretora de marketing da Seara. "A marca entende que a rotina está cada vez mais acelerada, especialmente para mulheres que conciliam múltiplas responsabilidades. Por isso, investe em soluções práticas e versáteis, que facilitam o preparo sem abrir mão do sabor e do cuidado", completa.

Com mais de 50 anos de história, Doriana reforça esse posicionamento também no produto. A versão cremosa ganha nova receita, com adição de leite da fazenda e um processo de dupla batida, que eleva o padrão de cremosidade, qualidade e sabor. A embalagem também foi atualizada para destacar esses atributos no ponto de venda.

O reconhecimento pelo carinho adotado ao longo dos anos, resultou na liderança da Doriana na estreia da categoria Manteiga/Margarina no Top of Mind RS, a pesquisa de lembrança de marca pioneira no Brasil. A marca é também a mais citada pelos consumidores em todas as faixas etárias e tem uma forte presença na memória de 30% da população no interior do estado. "Seguimos aprofundando nossa relação com os momentos que constroem a vida em família. É na rotina, no café da manhã, no lanche da tarde, nas refeições do dia a dia, que nascem as memórias mais duradouras", conclui a executiva.
 
 
 
 
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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Florestas plantadas respondem por 94% da madeira para fins industriais

 


Setor contribui para atender à demanda global por madeira 
 
 
Silvicultura brasileira ocupa papel estratégico para atender a sociedade

 

 

A sociedade consome produtos provenientes de florestas todos os dias, e a presença da madeira pode ser constatada em produtos como papéis, embalagens, móveis, pisos, cápsulas de medicamentos e até na alimentação. Por isso, a demanda global por madeira, que já alcança cerca de 1,6 bilhão de metros cúbicos por ano, pode dobrar até 2050, conforme estimativas da Embrapa Florestas. Diante desse cenário, a origem da madeira faz toda a diferença e a silvicultura comercial ocupa papel estratégico para atender à sociedade e, ao mesmo tempo, reduzir a pressão sobre as florestas nativas.

Dados do Sistema Nacional de Informações Florestais (SNIF) mostram que o Brasil produziu quase 200 milhões de metros cúbicos de toras para fins industriais em 2024. Desse total, cerca de 94% vieram de florestas plantadas, que por sua vez ocupam apenas 1,4% do território nacional. "Os dados derrubam um mito persistente de que as florestas plantadas prejudicam as florestas naturais. A verdade é que, historicamente, o cultivo de pinus e eucalipto se consolidou principalmente sobre áreas anteriormente degradadas e que por condições de relevo foram preteridas por outras culturas", aponta Ailson Loper, diretor executivo da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE Florestas) e professor do departamento de economia e extensão rural da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Outro fator é que além de restringir a derrubada de mata nativa, a legislação atual exige que os produtores da Região Sul destinem, no mínimo, 20% da área da propriedade a reservas legais e áreas de preservação permanente. De acordo com a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), o país possui 10,5 milhões de hectares de árvores plantadas e cerca de 7 milhões de hectares de florestas nativas conservadas. Na prática, para cada hectare de floresta plantada, as empresas brasileiras possuem, em média, 0,7 hectare de vegetação nativa sendo cuidada.

"No Paraná, considerando a conservação de áreas realizada pelas empresas associadas à APRE, a proporção é ainda maior. Para cada hectare produtivo, há aproximadamente outro hectare destinado à conservação", afirma Loper. No Paraná, as empresas associadas possuem cerca de 564 mil hectares em áreas protegidas. O estudo setorial da APRE, atualizado a cada dois anos, mostra que a silvicultura paranaense mantém áreas de conservação equivalentes ou superiores às áreas de plantio, conciliando conservação e produção sustentável.

As florestas plantadas entregam resultados concretos. Elas não são apenas fonte de matéria-prima, mas agregam diversos benefícios, como redução da pressão sobre florestas nativas, fixação e estoque de carbono, recurso renovável com ciclo contínuo de plantio e colheita, formação de corredores ecológicos, geração de 2,6 milhões de empregos diretos e indiretos no Brasil, e desenvolvimento de comunidades locais. Segundo Loper, é preciso exigir conservação, produtividade e responsabilidade ambiental. "As florestas plantadas mostram que essas três demandas podem coexistir ao produzir em áreas manejadas, com controle técnico e compromisso ambiental. Os dados indicam que este é o caminho mais racional para o presente e para as próximas gerações", menciona.

 

 https://amanha.com.br/brasil/florestas-plantadas-respondem-por-94-da-madeira-para-fins-industriais


63% dos brasileiros trabalham totalmente de forma presencial, aponta pesquisa da WeWork

 

Pesquisa da WeWork divulgada nesta quarta-feira, 6, confirma uma mudança no mercado de trabalho brasileiro: 63% dos trabalhadores já estão atuando totalmente de forma presencial. O percentual de pessoas que escolheriam trabalhar nesse formato, no entanto, é menor. Do total dos entrevistados, 42% dizem que adotariam o trabalho presencial. Os demais apontam que optariam por modelos híbridos ou remotos. A pesquisa “A Experiência Laboral 2026 no Brasil” ouviu 2,5 mil profissionais em todo o país.

Para 79% dos entrevistados, comparecer presencialmente ao escritório é uma obrigação imposta. O tempo de deslocamento (65%) e o aumento dos gastos pessoais (53%) foram os principais problemas apontados. Já as principais queixas sobre o ambiente corporativo são as áreas barulhentas (57%) e a falta de zonas de descanso (53%).

Profissionais querem melhor experiência no presencial

O estudo mostra que a satisfação dos profissionais aumenta em 96% dos casos quando há uma mudança para um escritório maior. Para 50% dos entrevistados, espaços amplos e itens básicos como acessibilidade a café e lanches são essenciais.

Beatriz Kawakami,  executiva do WeWork Brazil, aconselha as empresas a buscarem adaptação nesta nova demanda de trabalho.

“Eu preciso, no escritório, no presencial, oferecer algo que traga um valor maior ou igual do que essa pessoa tem no modelo flexível ou no home office”, diz Kawakami.

O que faz diferença

“Se você vai ao escritório, fica sentado em um canto com o computador e passa o dia fazendo vídeo chamadas, você pode fazer isso em casa. Então, a experiência deste espaço para o colaborador tem que ser diferente”, acrescenta o VP do WeWork Latam, Claudio Hidalgo.

Além disso, quando possível, é aconselhável oferecer autonomia aos funcionários. Para 93% dos entrevistados, o equilíbrio entre vida profissional e pessoal é fundamental. Para 64% das pessoas, a opção de mudar de  emprego por uma melhor qualidade de vida, mesmo que o salário fosse menor, é algo desejável.

 

 https://istoedinheiro.com.br/trabalho-presencial-remoto-estudo-wework

‘Teto materno’: 25% das mulheres desistem de novas vagas após a maternidade, diz Infojobs

 

Uma pesquisa do Infojobs mostra que 25% das mães deixaram de se candidatar a novas oportunidades após a maternidade. Outras 13% afirmam ter desacelerado a carreira.  

Os números ajudam a dar nome a um fenômeno que já é conhecido na prática: o chamado “teto materno”, onde as mulheres que são mães acabam tendo uma trajetória ascendente muito curta dentro da empresa. 


Para Patricia Suzuki, Diretora de RH da Redarbor Brasil, detentora do Infojobs, o processo começa na percepção de risco. “A mulher passa a recalibrar suas escolhas porque entende que o mercado pode não assimilar determinados movimentos. Isso acontece antes mesmo de qualquer resposta formal”, explica.

A especialista aponta que uma forma de enfrentar esse cenário é criar políticas claras de progressão interna, programas de mentoria para mães e processos seletivos internos com incentivo ativo à candidatura feminina após a licença-maternidade.

“Empresas, por sua vez, nem sempre identificam o problema. A ausência de candidatas pode ser interpretada como falta de interesse, quando, na verdade, reflete um ambiente pouco acolhedor”, revela. Nesse ponto, benefícios concretos fazem diferença direta, como auxílio-creche, subsídio para babá, horários flexíveis, retorno gradual após a licença e apoio psicológico para mães no período de transição.

 

A expectativa de que a mulher seja a principal responsável pelo cuidado influencia nas escolhas das empresas e limita possibilidades. Por isso, boas práticas também incluem licença parental ampliada para ambos os responsáveis e incentivo ao compartilhamento das responsabilidades familiares.

Para Patrícia, teto materno se sustenta na cultura e nas percepções. E, justamente por isso, segue sendo uma das barreiras mais difíceis de romper. “Quando a empresa transforma apoio em estrutura e benefício real, ela reduz esse impacto e amplia o potencial de crescimento dessas profissionais”, conclui.

Com queda nas vendas de cerveja, cresce a oferta de bebidas ‘Ready to Drink’

 

Os chamados drinks prontos para beber, os Ready to Drink, estão mexendo com o mercado de bebidas alcoólicas no Brasil e no mundo. De acordo com dados da Euromonitor, esse mercado  cresceu 4,5% entre 2023 e 2024. Já pesquisa da Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil) aponta que o consumo de cerveja no Brasil em 2025 caiu 5%. 

Os novos hábitos de consumo estão fazendo com que marcas consolidadas no mercado abram os olhos para esse movimento, com produtos inovadores de olho na geração Z. 


“Esse mercado explode por combinar conveniência com experiências premium em um pacote pronto para consumo. Fatores chave incluem o estilo de vida urbano acelerado com as pessoas querendo bebidas prontas, sem precisar misturar ou abrir garrafas. Há também a busca por moderação: RTDs oferecem porções controladas, com sabores inovadores como coquetéis prontos ou cervejas aromatizadas”, afirma a professora de pesquisa e comportamento do consumidor da ESPM e sócia da Markka Consultoria, Karine Karam.

Ela destaca que fados da Nielsen apontam para um crescimento de 30 a 50% ao ano deste mercado no Brasil, impulsionado por millennials e Gen Z, que priorizam novidades e apelos de sustentabilidade.

É preciso ter em conta, contudo, que esse mercado ainda representa uma fração do cervejeiro. Der acordos com dados da Diageo, os drinks prontos para tomar representam somente 1,8% do mercado alcoólico brasileiro. Em outros países eles já superam os 10% do consumo de álcool. Segundo a Euromonitor, o mercado de Ready to Drink produziu 178,4 milhões de litros no Brasil em 2024 contra 14,7 bilhões de litros de cerveja.   

A categoria em dados 

  • Segundo dados da Euromonitor a produção de bebidas prontas para beber foi de 178,9 milhões de litros no Brasil em 2024. A expectativa é que ela chegue a 228,6 milhões de litros em 2029
  • O crescimento da categoria no Brasil entre 2019 e 2024 foi de 32,4% contra 16,8% do mercado cervejeiro. Ou seja, praticamente o dobro
  • No carnaval de 2026, a venda desse tipo de bebida em bares e festas cresceu 94% contra 60% das cervejas, de acordo com a Zig. Os RTDs passaram de 12% das compras feitas por homens e 20% das feitas por mulheres para 23% das masculinas e 32% das femininas em um ano. 

‘Troca de roupa’ e busca dos jovens

Marcas tradicionais apostam em nova roupagem Foto: Divulgação

 

 

Veio de Minas Gerais, em 2015, a novidade que fez muitas companhias tradicionais do setor perderem espaço e olharem para esse mercado. A Xeque Mate apostou em uma construção de marca forte e rapidamente se tornou a queridinha dos jovens. 

Em 2025, a empresa afirma que bateu seu recorde de vendas, com cerca de 9 milhões de litros, crescimento de 26% em relação ao ano anterior. O faturamento entre dezembro de 2024 a fevereiro de 2025 superou R$ 50 milhões.

Já que boa parte desse crescimento vem da geração Z, pessoas nascidas à partir de 1997, companhias tradicionais precisam correr atrás do prejuízo para não ficarem datadas. Além dos novos produtos e sabores, as novas embalagens são também uma preocupação.

A CRS, responsável pela marca Cereser e líder na produção de sidras, espera que com o lançamento das long necks possa ter um incremento no mercado de sidra, que tem uma produção anual estimada em 18 milhões de litros da bebida, e quer aproveitar esse novo mercado para ter maior recorrência na venda, ainda concentrada nas festas de final de ano. 

“Nosso foco é destravar os outros 11 meses do ano, transformando a sidra em uma escolha recorrente. É nessa mudança cultural que está o grande potencial de crescimento sustentável do faturamento”, diz Bruno Cardoso de Faria, diretor comercial da CRS Brands.

Já a Chandon, conhecida no mercado de espumantes, também resolveu sair da zona de conforto, apostando em uma versão pronta dos Spritz. A bebida que é uma mistura do espumante com bitter de laranja e especiarias é a jogada da tradicional marca para colocar seus produtos em outros momentos de consumo, como brunchs, encontros ao ar livre, praias, piscinas, eventos esportivos e festas sunset. 

“O spritz representa um momento, e nossa estratégia é estar presente nesses encontros de forma consistente e relevante ao longo do verão”, afirma Gabriela Pontes, Brand Manager da Chandon Brasil. Em seu segundo ano no mercado brasileiro, o produto representa 5% do volume total de vendas da Chandon. 

A presença forte nas redes sociais é outro termômetro desse mercado. Recentemente o influenciador Thiago ‘Toguro’ viralizou nas redes com os novos rótulos das bebidas da Mansão Maromba, famosas pelo meme ‘sabor energético’.

Na Ambev, que registrou queda de 4,5% nas vendas de cerveja em 2025, a Skol Beats é principal aposta no mercado RTDs. A companhia não informa, porém, números desta categoria.

Diageo repagina Smirnoff Ice 

 

 

Uma das pioneiras no mercado de drinks prontos para beber, a Smirnoff Ice chegou ao mercado nacional em 2000. Apesar de ainda ser a marca mais forte do mercado, de acordo com pesquisa da Kantar, a Diageo recolocou o produto no centro da estratégia de sua expansão nesse mercado.

No período de 18 meses foram lançados três novos sabores da bebida e em fevereiro a fábrica da companhia, na cidade de Itaitinga (CE), recebeu uma ampliação para produzir até 8 milhões de litros de Smirnoff Ice até 2027. Nesse mercado de RTDs a companhia também trabalha com Tanqueray e Johnnie Walker. 

“A categoria é a maior fonte de crescimento da Diageo atualmente e há um espaço para avançar ainda mais. Isso porque, no Brasil as bebidas prontas representam 1,8% do total de mercado de álcool, mas em outros mercados como a América do Norte os ready to drink chegam a 10,7%. O bom momento de Smirnoff Ice foi fundamental para a operação brasileira da Diageo crescer 6,5% no segundo semestre de 2025 e a previsão é que Smirnoff Ice e a categoria de RTD sigam puxando o crescimento da Diageo nos próximos anos”, afirma Guilherme Martins, VP de Marketing e Inovação da Diageo.