No
mês de julho, o emplacamento de veículos cresceu 10,2% em relação a
julho do ano passado e 3,3% em relação a junho, com um mais de 504 mil
unidades vendidas. Isso engloba a venda de automóveis, comerciais leves
(picapes e furgões), ônibus, caminhões, motos e implementos rodoviários,
como reboques e carrocerias.No mês de julho, o emplacamento de veículos
cresceu 10,2% em relação a julho do ano passado e 3,3% em relação a
junho, com um mais de 504 mil unidades vendidas. Isso engloba a venda de
automóveis, comerciais leves (picapes e furgões), ônibus, caminhões,
motos e implementos rodoviários, como reboques e carrocerias.
Segundo
a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores
(Fenabrave), este foi o terceiro melhor mês de julho da
história. "Estamos vivendo um ano com resultados positivos nos segmentos
de maior volume", disse Arcelio Junior, presidente da Fenabrave.
"Observamos que a demanda por mobilidade, renovação de frota e
investimento permanecem, e a competição entre marcas continua
favorecendo a oferta de mais produtos no mercado", declarou. Além
do Programa Carro Sustentável, observamos que a demanda por mobilidade,
renovação de frota e investimento permanecem, e a competição entre
marcas continua favorecendo a oferta de mais produtos no mercado.
Programas de incentivo impulsionam negócios
Quando
se considera apenas o segmento de automóveis e comerciais leves, o
crescimento foi 2% sobre junho e 15,5% em julho de 2025, com 265
mil unidades vendidas. Para o presidente da Fenabrave, esse crescimento é
resultado principalmente do programa Carro Sustentável, que reduz as
alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos carros
mais leves e sustentáveis. Segundo a entidade, os modelos incluídos
nesse programa registram números 29,4% superiores ao período antes de
sua implementação.
Já o segmento de caminhões, que vinha em uma
sequência de quedas, apresentou uma reação em julho deste ano, com
crescimento de 18,9% sobre junho e 7,2% sobre julho do ano passado. "A
recuperação é resultado, principalmente, do Programa Move Brasil, etapas
1 e 2. Por ser um segmento ligado ao PIB e ao desenvolvimento
industrial e do agronegócio, o transportador avalia bem o mercado antes
de comprar e acaba renovando sua frota quando enxerga demanda,
capacidade de pagamento e segurança para assumir um financiamento de
longo prazo", disse Arcelio Junior.
O segmento de ônibus, por sua
vez, apresentou um pequeno crescimento em julho na comparação com
junho, representando 4,3%, mas continua em queda na comparação anual
(-2,3%). Isso, segundo Arcelio Junior, é reflexo da falta de programas
governamentais para esse setor. "No início do ano, o segmento chegou a
registrar retração de quase 25% em relação a 2025. A diferença caiu de
forma gradual e consistente a partir do segundo bimestre, com a
implantação da segunda fase do Move Brasil, que incluiu R$ 2 bilhões em
crédito para financiar ônibus", analisou.
Com ABR
https://amanha.com.br/categoria/brasil/emplacamentos-de-veiculos-cresceram-10-em-julho?utm_campaign=NEWS+DI%C3%81RIA+PORTAL+AMANH%C3%83&utm_content=Emplacamentos+de+ve%C3%ADculos+cresceram+10%25+em+julho+-+Grupo+Amanh%C3%A3&utm_medium=email&utm_source=dinamize&utm_term=News+Amanh%C3%A3+06_08_2026