terça-feira, 22 de setembro de 2026

HT Micron investirá R$ 84 milhões para modernizar produção de semicondutores

Empresa passará a executar produção nacional de dispositivos de memória, que hoje são majoritariamente importados 
 

Plano de inovação prevê modernização do parque fabril e investimentos em PD&I

 

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 84,8 milhões para apoiar o plano de inovação da HT Micron Semicondutores. São previstos investimentos em pesquisa e modernização do parque fabril, em São Leopoldo (RS), para o desenvolvimento de dispositivos semicondutores. Os recursos são provenientes do Programa BNDES Mais Inovação.

A HT Micron vai desenvolver novos produtos e adicionar à sua linha produtiva a capacidade de montagem, encapsulamento e teste de dispositivos de memória em tecnologia LPDDR5X. Aplicações como inteligência artificial (IA), aprendizado de máquina e análise de grandes volumes de dados exigem modernização contínua desses dispositivos, com mais capacidade de armazenamento, maior desempenho e menor consumo de energia. A LPDDR5X é hoje o padrão de memória DRAM de baixo consumo com maior adoção comercial em produtos de alto desempenho, presente na nova geração de smartphones, tablets e notebooks, em sistemas automotivos, em computação de alto desempenho e em cargas de trabalho de IA.

No Brasil, a HT Micron atua na etapa de encapsulamento e teste de circuitos integrados destinados à indústria de tecnologia da informação e comunicação. Com o projeto aprovado, a empresa passa a dominar e executar no país os processos de montagem avançada de dispositivos LPDDR5X e uMCP, avançando em uma classe de produtos majoritariamente importada. O uMCP combina memória volátil e armazenamento não volátil em um único encapsulamento e é peça central em smartphones e dispositivos móveis; a LPDDR5X sustenta a evolução de notebooks, servidores e plataformas de computação de alto desempenho.

"O financiamento do BNDES sustenta a camada que leva mais tempo para se formar em semicondutores, que são as equipes de engenharia, os laboratórios de caracterização e a cadeia de fornecedores organizada em torno da operação de São Leopoldo. É isso que permite tratar LPDDR5X e uMCP como produtos qualificados aqui, com engenharia de aplicação disponível ao cliente instalado no Brasil", afirma Willyan Hasenkamp, diretor de relações institucionais da HT Micron. "As gerações de memória se sucedem rápido, e a cada uma delas a qualificação recomeça. É essa capacidade que fica no país", completa o executivo.


https://alcipreteassociadosconsulltoria.blogspot.com/2026/09/bc-aprova-novas-regras-para-pix-com.html

Lula: Brasil resiste à privatização do Pix e avalia reciprocidade com EUA

 

Em Nova York, durante discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil resistirá às pressões de empresas multinacionais pela privatização do Pix. Em entrevista na véspera, concedida à CNN Internacional na mesma cidade, Lula também abordou as negociações de tarifas comerciais com os Estados Unidos, indicando a possibilidade de reciprocidade caso as conversas falhem.

O que aconteceu

  • Lula reitera resistência à privatização do Pix em discurso na Assembleia Geral da ONU.
  • O meio de pagamento Pix foi usado pelo governo Donald Trump como argumento para impor tarifas a produtos brasileiros.
  • O presidente brasileiro condiciona a aplicação de medidas de reciprocidade contra os EUA ao resultado das negociações tarifárias.

O Pix, meio de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central, foi um dos argumentos apontados pelo governo do então presidente dos EUA, Donald Trump, para justificar a imposição de tarifas comerciais a produtos brasileiros. Lula, por sua vez, reforçou o compromisso com a manutenção do Pix como ferramenta pública.

Como o Brasil reagirá às tarifas comerciais?

Na entrevista à CNN Internacional, o presidente Lula explicou que o Brasil não aplicará imediatamente a lei da reciprocidade contra os EUA, pois as negociações sobre as tarifas com as autoridades norte-americanas ainda estão em curso. No entanto, ele enfatizou que, se as conversas se mostrarem infrutíferas, o Brasil não hesitará em adotar medidas recíprocas.


https://istoedinheiro.com.br/lula-defende-pix-publico-e-adverte-eua

Lifar consolida operação B2B após investimento de R$ 20 milhões em tecnologia

 

Laboratório gaúcho projeta dobrar lançamentos de produtos até 2028 
 
Operação em Porto Alegre prevê mais de 200 novos itens ainda neste ano

 

O Lifar, laboratório com 57 anos de trajetória, vive um momento de transformação estrutural para consolidar sua posição no mercado B2B e aceleração operacional com o objetivo de dobrar sua capacidade de lançamentos até 2028. A unidade, que integra o Grupo Panvel e conta com mais de 150 colaboradores em sua planta em Porto Alegre, colhe os resultados de um aporte de R$ 20 milhões realizado entre 2024 e 2025. O investimento modernizou a estrutura e permitiu a implementação de tecnologias de controle de estoque e produtividade.

"Este boom não vem do nada. Ele é fruto da busca por marca própria que acontece em todos os lugares. Todo mundo quer desenvolver marca própria e enxergamos aqui um grande potencial de crescimento para a nossa indústria."

Neuri Grams, gerente executivo industrial do Lifar

Rigor farmacêutico define estratégia de crescimento


A estratégia de expansão prioriza nichos de maior valor agregado. Com mais de 600 SKUs ativos no portfólio, o laboratório atende redes como DPSP, Profarma, Carrefour, Grupo Zaffari, Amway e Assifarma. A transição definitiva para o setor de cosméticos, iniciada em 2020, trouxe para a nova linha de produção a cultura técnica rígida herdada do segmento de medicamentos.

"Quando a gente pega o time de regulatórios e a área de qualidade, a pessoa que coordena essa equipe tem 22 anos de casa. Trazemos a criticidade que se tinha em medicamentos para dentro de cosméticos. Isso entrega ao cliente um produto com segurança e altíssima qualidade", reforça Grams.

O ciclo de desenvolvimento de um produto até o consumidor final é complexo e muitas vezes demorado. Enquanto itens simples, como sabonetes líquidos, possuem fluxo ágil, linhas de protetores solares, por exemplo, exigem testes de estabilidade e aprovações regulatórias que podem estender o processo por até dois anos. Essa dinâmica exige sintonia entre o laboratório e as tendências digitais que ditam o ritmo de consumo.

Linhas de produtos de cosméticos desenvolvidas pelo Lifar que exemplificam o modelo de cocriação com varejistas

Cocriação e monitoramento de tendências


A identificação de oportunidades ocorre via monitoramento constante das redes sociais. O time técnico atua como um braço de pesquisa para os varejistas, transformando demandas latentes em itens de prateleira. A proximidade com os parceiros é um pilar central, com a fábrica funcionando como um espaço de cocriação onde as equipes de marca própria dos clientes visitam as instalações para testar formulações e selecionar embalagens.

"O mercado sinaliza muito rápido o que é o produto do momento. Temos uma equipe que monitora o ambiente digital e conversamos diretamente com nossos clientes para entender o negócio deles. Este laboratório não é apenas do Lifar, é um espaço para os nossos parceiros desenvolverem junto conosco", explica o executivo.

Critérios para expansão de portfólio


A seleção de novos projetos é criteriosa, pois a empresa evita o imediatismo e prioriza parcerias de longo prazo, analisando a viabilidade comercial e a capacidade de fidelização. A recente parceria com a Assifarma para a criação da marca Aurye e o sucesso de colaborações como a linha Lilica Ripilica, que migrou de edição limitada para produto de linha fixa, validam o modelo de atuação.

A empresa reformulou suas equipes industrial e comercial, buscando reduzir custos operacionais sem comprometer o padrão técnico. Com a infraestrutura atual, a fábrica tem capacidade de quase triplicar o volume de produção, se necessário. Neste mês de setembro, o laboratório vai atingir a marca de 43 lançamentos, mantendo a média de dois novos produtos por dia útil.

Além de atender diversas regiões do Brasil, o Lifar já exporta para o México e para a Colômbia — e está mirando a Argentina —, além de desenvolver projetos para o mercado uruguaio. A inteligência embarcada nos processos de logística e controle de estoque, somada à experiência de pertencer a um grupo que domina a operação de varejo de ponta a ponta, configura o diferencial competitivo da empresa frente a outros players do setor.

 
 
https://amanha.com.br/categoria/empresa/lifar-consolida-operacao-b2b-apos-investimento-de-r-20-milhoes-em-tecnologia?utm_campaign=NEWS+DI%C3%81RIA+PORTAL+AMANH%C3%83&utm_content=Lifar+consolida+opera%C3%A7%C3%A3o+B2B+ap%C3%B3s+investimento+de+R%24+20+milh%C3%B5es+em+tecnologia+-+Grupo+Amanh%C3%A3&utm_medium=email&utm_source=dinamize&utm_term=News+22_09_2026

BC aprova “novas regras” para Pix com foco em segurança

 

O Banco Central (BC) aprovou recentemente uma série de mudanças significativas na regulamentação do Pix, visando aprimorar os procedimentos operacionais, expandir suas funcionalidades e fortalecer os mecanismos de segurança do sistema de pagamentos. As novas normas terão implementação escalonada, com algumas entrando em vigor imediatamente e outras programadas para fevereiro e julho de 2027.

As alterações refletem o compromisso contínuo do BC em garantir a estabilidade e a evolução do Pix como ferramenta essencial para as transações financeiras no país, pavimentando o caminho para futuras inovações, como estudos para um Pix internacional.

O que aconteceu

  • O Banco Central (BC) aprovou novas regras para o Pix, com foco em segurança, funcionalidades e participação de instituições financeiras.
  • As mudanças incluem a regulamentação do Pix Automático para contas-salário e a introdução da cobrança híbrida, combinando boleto e Pix Cobrança.
  • Novas diretrizes também aprimoram a segurança com regras para marcações de fundada suspeita de fraude, visando proteger os usuários e as transações.

Entre as principais alterações, destacam-se a regulamentação da cobrança híbrida, que combina boleto e Pix Cobrança, novas regras para marcações de fundada suspeita de fraude e modificações nos procedimentos de adesão, permanência e saída de instituições do arranjo de pagamentos.

A regulamentação também prevê, a partir de julho de 2027, a permissão do uso do Pix Automático em contas-salário, estabelece mudanças na aplicação da penalidade de exclusão de participantes e prevê situações em que instituições poderão ser dispensadas da participação obrigatória no Pix.

Pix automático em contas-salário

A partir de 1º de julho de 2027, o Pix Automático poderá ser utilizado para realizar pagamentos a partir de contas-salário, configurando-se como a única modalidade de envio de Pix permitida para esse tipo de conta.

Essa medida visa adequar o funcionamento das contas-salário às regras estabelecidas para débitos automáticos interbancários, ampliando as possibilidades de utilização dessas contas pelos usuários.

Apesar da alteração, o recebimento de outras transações Pix em contas-salário permanecerá proibido, com exceção para valores enviados pela Secretaria do Tesouro Nacional e transações decorrentes de devoluções.

Cobrança híbrida do Pix ganha regulamentação

Outra mudança significativa regulamenta a chamada cobrança híbrida, um modelo que integra, no mesmo documento, o código de barras de um boleto e o QR Code do Pix Cobrança.

A funcionalidade será permitida exclusivamente para o Pix Cobrança com vencimento e poderá ser utilizada apenas em boletos comuns e boletos dinâmicos que não estejam vinculados a ativos financeiros. Boletos de proposta, de depósito e de aporte não poderão utilizar esse formato.

A regulamentação também determina que o Pix Cobrança seja cancelado quando o boleto correspondente for pago ou quando um boleto dinâmico passar a ter vinculação com ativo financeiro. Adicionalmente, o emissor do boleto deverá ser o mesmo prestador de serviços de pagamento do recebedor.

A oferta da cobrança híbrida será facultativa aos participantes. A instituição do recebedor deverá rejeitar a transação ao identificar que o boleto já foi pago ou que o boleto dinâmico está vinculado a ativo financeiro. Se uma falha operacional permitir a liquidação, a instituição deverá corrigir a situação com recursos próprios, protegendo assim pagador e recebedor.

As regras da cobrança híbrida entrarão em vigor em 1º de fevereiro de 2027.

Como as novas regras afetam a participação no Pix?

A nova regulamentação também modifica os procedimentos relacionados à entrada e permanência de instituições no Pix. Uma das mudanças permite que o BC dispense da participação obrigatória instituições com mais de 500 mil contas transacionais ativas, quando as características de seus clientes ou do modelo de negócios não justificarem o acesso à infraestrutura do sistema.

Essa possibilidade tem aplicação imediata.

Foram estabelecidas, ainda, regras para situações envolvendo informações falsas ou omissões relevantes apresentadas durante o processo de adesão, podendo resultar na anulação das aprovações obtidas.

A norma também atualiza procedimentos aplicáveis a instituições submetidas à liquidação extrajudicial, que terão sua participação suspensa imediatamente, com o liquidante podendo solicitar ao BC, em até 30 dias, a abertura de processo de saída ordenada.

O regulamento prevê mudanças para casos de rescisão de contrato com participante responsável, cancelamento ou cassação de autorização de funcionamento e outras situações que exigem a saída ordenada do arranjo. Em determinados casos, haverá prazo adicional de 30 dias para instituições que não comprovarem o cumprimento dos limites mínimos de capital social e patrimônio líquido, permitindo que os clientes retirem os recursos depositados.

Exclusão de participantes do Pix: o que muda?

A penalidade de exclusão de participantes do Pix também terá uma nova regra de aplicação.

Atualmente, o desligamento decorrente dessa penalidade ocorre após um período de 30 dias. Com a mudança, a exclusão produzirá efeitos imediatamente após a comunicação da decisão definitiva.

A alteração, que passa a valer de forma imediata, tem como finalidade reduzir riscos relacionados à segurança e ao funcionamento do arranjo de pagamentos.

Banco Central reforça combate à fraude no Pix

A regulamentação detalha as responsabilidades dos participantes em relação às marcações de fundada suspeita de fraude registradas no Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT).

O participante que aceitar uma notificação de infração ou registrar uma marcação de fundada suspeita de fraude será expressamente responsável por essa marcação, inclusive por eventual cancelamento, o que pode ajudar a evitar que o usuário caia em golpe do Pix.

A partir de 1º de fevereiro de 2027, o usuário deverá ser comunicado quando houver uma marcação, com a instituição informando a data do registro e a possibilidade de revisão da medida.

Também deverão ser disponibilizados canais para esclarecimentos e solicitação de revisão, com o pedido devendo ser respondido em até sete dias.

Caso a análise conclua que não existem elementos suficientes para manter a suspeita, a instituição deverá cancelar a marcação e conservar o registro dos fundamentos que levaram à decisão.

As demais disposições relacionadas às marcações de fundada suspeita de fraude entram em vigor imediatamente.

Quais as implicações para instituições e usuários do Pix?

As alterações aprovadas pelo Banco Central concentram-se em procedimentos operacionais, participação no arranjo, mecanismos de segurança e novas funcionalidades do Pix.

Para instituições participantes, as regras estabelecem novos procedimentos para adesão, permanência, suspensão, exclusão e saída ordenada do sistema. Já para usuários, as mudanças incluem a possibilidade futura de utilizar o Pix Automático em contas-salário e novos procedimentos de comunicação e revisão de marcações de suspeita de fraude.

A cobrança híbrida, por sua vez, passa a contar com regras específicas para evitar que uma mesma obrigação seja liquidada de forma indevida ou em duplicidade.

Para profissionais da contabilidade, o acompanhamento dessas alterações é relevante especialmente para compreender os procedimentos que poderão afetar operações de pagamentos e as rotinas de empresas que utilizam diferentes modalidades do Pix.


https://istoedinheiro.com.br/bc-aprova-novas-regras-pix-seguranca-funcionalidades

*LULA E O ANTIPETISMO*

 

 


 

 

Eu estou impressionada o nível de ignorância ou mau-caratismo mesmo dos nossos jornalistas,os tais especialistas do país e é claro, os "doutores" especialistas do STF nas redes sociais.

Não perceberam ainda que estão sendo usados e manipulados pelo sistema que odeia o Lula e as suas políticas públicas e assim desconstruir as nossas instituições,inclusive anular as nossas eleições?

Será que não estão percebendo o ataque maciço contra o ministro Alexandre de Moraes e ao Lula não passa de um projeto da extrema-direita fascista bolsonarista? O ministro Alexandre de Moraes, é tratado pela mídia como fosse "persona" do Lula!

O ministro Alexandre de Moraes por um acaso está concorrendo para a presidência? Não, até onde eu saiba! Sendo assim, que seja investigado dentro de todos os princípios legais, como é garantindo pela nossa CF..

Vamos ser pragmáticos: O presidente Lula viajou no jato do Vorcaro? Recebeu dinheiro do Vorcaro? Não, portanto basta de ilações irresponsáveis para levar o país ao caos.

Agora, outro fato vexatório foi o mandado de Segurança distribuído no STF contra a esposa do Ministro Alexandre de Moraes, a advogada Viviane Barci de Moraes, onde questiono: desde quando ela tem foro privilegiado? A legislação brasileira é clara, senão vejamos:

A esposa de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) não tem foro privilegiado.

Regras do Foro Privilegiado.

O foro por prerrogativa de função (foro privilegiado) é pessoal.

Ele se aplica exclusivamente à autoridade que ocupa o cargo público específico (neste caso, o próprio ministro do STF).

Cônjuges, familiares ou dependentes de autoridades não herdam esse direito e devem responder a processos na justiça comum de primeira instância.

Impedimento e Conflito de Interesses

Caso um processo envolva o cônjuge de um magistrado, a legislação brasileira (como o Código de Processo Civil) determina que o juiz ou ministro se declare impedido de atuar no caso.

O processo deve ser remetido para redistribuição a outro relator na Corte.

Para título de informação:

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou-se impedido de relatar o mandado de segurança relacionado aos registros de entrada e saída de sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, no Senado Federal.

O caso envolve os seguintes pontos principais:

· A Origem da Ação: O mandado de segurança foi impetrado pelo vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo). O parlamentar recorreu à Justiça após o Senado rejeitar pedidos feitos via Lei de Acesso à Informação (LAI), alegando que os registros de circulação de pessoas são de "caráter pessoal

·· O Pedido: A ação busca obrigar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a fornecer os dados de acesso de diversas pessoas nas dependências da Casa. Além de Viviane Barci, a lista inclui o empresário Daniel Vorcaro (ex-controlador do Banco Master), Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) e Antônio Carlos Camilo Antunes ("Careca do INSS").

·· O Sorteio e o Impedimento: Inicialmente, o processo foi distribuído ao STF e, por meio de sorteio eletrônico, caiu sob a relatoria do próprio ministro Alexandre de Moraes. Diante disso, fundamentando-se no Código de Processo Civil (que veda magistrados de julgarem causas em que cônjuges sejam interessados ou parte), Moraes oficializou seu impedimento

·· O processo foi encaminhado à presidência do STF para ser redistribuído e sorteado novamente entre os demais ministros da Corte.

Portanto menos e sejam mais inteligentes - os neurônios foram feitos justamente para serem utilizados em sua totalidade, pois se perceberem os investigados acima são sempre os mesmos e os dados já estão amplamente divulgados pela mídia vendida e corrupta nacional. 

 #NãoAManipulação 

 

Esilda Alciprete

CEO - Alciprete Associados - Consultoria e Assessoria Empresarial  

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Energias renováveis: implantação precisa dobrar para meta de 2030

 

Da IstoÉ com Reuters — A implantação global de energias renováveis precisa mais que dobrar anualmente para que as metas climáticas de 2030 sejam alcançadas, conforme aponta um relatório divulgado nesta segunda-feira, 21 de setembro. O documento, elaborado por importantes organizações do setor, detalha que, apesar do crescimento recorde registrado no ano passado, o ritmo atual é insuficiente para cumprir os compromissos assumidos na COP28.

O que aconteceu

  • A capacidade de energias renováveis global alcançou 5,15 terawatts no fim de 2025, mas ainda está aquém da meta de 11,2 TW necessária até 2030.
  • Para cumprir o objetivo de triplicar a capacidade renovável, o mundo precisa adicionar, em média, 1.200 GW por ano até 2030.
  • Investimentos em infraestrutura de rede devem quase dobrar, chegando a US$ 1 trilhão anualmente entre 2026 e 2030.

Na cúpula climática COP28, realizada em Dubai em 2023, mais de 100 países concordaram em triplicar a capacidade de energia renovável até 2030. No ano de 2025, o mundo adicionou pouco mais de 690 gigawatts de capacidade de energia renovável, um ritmo que precisa ser acelerado.

Isso significa que ainda é preciso intensificar as instalações para cerca de 1.200 GW, em média, a cada ano até 2030. Esse esforço é crucial para cumprir a meta de triplicar a capacidade, conforme o relatório elaborado pela Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), pela Presidência da COP31 e pela Aliança Global de Energias Renováveis.

A capacidade instalada global total de energia renovável atingiu 5,15 terawatts (TW) no final de 2025. Esse valor representa menos da metade da meta de 11,2 TW necessária para cumprir o compromisso de 2030.

Eficiência energética também preocupa

As medidas de eficiência energética também estão aquém do esperado. Em 2025, a intensidade energética melhorou cerca de 2%, o que fica abaixo da taxa anual de 4% necessária para cumprir os compromissos de dobrar a eficiência energética.

“As energias renováveis ainda podem preencher a lacuna até 2030, mas a eficiência energética está ficando para trás, a demanda por eletricidade está crescendo mais rápido do que o esperado e a infraestrutura da rede não conseguiu acompanhar o ritmo”, afirmou Francesco La Camera, diretor-geral da IRENA, no relatório.

Quais os investimentos necessários?

São necessários, em média, quase US$ 1 trilhão por ano em investimentos na rede entre 2026 e 2030, de acordo com o relatório. Este montante representa um aumento significativo em relação aos US$ 525 bilhões registrados em 2025, evidenciando a urgência de aportes financeiros substanciais.

Ben Backwell, presidente da Aliança Global de Energias Renováveis, enfatizou que os governos precisam “tornar as energias renováveis uma prioridade econômica nacional”. Isso inclui a expansão das redes, a implantação de sistemas de armazenamento e a eletrificação de residências, transporte e indústria.

As próximas negociações climáticas da COP deste ano, que ocorrerão na Turquia em novembro, devem se concentrar no uso da eletricidade para abastecer mais setores. O objetivo é pressionar para que 35% do consumo final de energia global seja atingido por fontes elétricas até 2035.

 

 https://istoedinheiro.com.br/energias-renovaveis-implantacao-dobrar-2030

Swaps cambiais: automação avança para modernizar mercado de US$ 4 tri

 

O mercado global de swaps cambiais, avaliado em US$ 4 trilhões por dia, intensifica seus esforços para abandonar a dependência de operadores telefônicos. Plataformas de negociação buscam, agora, a completa automação de uma área do câmbio que ainda permanece consideravelmente manual, indicando uma virada tecnológica no setor financeiro.

O que aconteceu

  • A automação do mercado de swaps cambiais é a nova prioridade, afastando-o da dependência de operadores de voz.
  • Atualmente, 56% dos swaps cambiais são negociados eletronicamente, percentual inferior aos 71% das transações à vista.
  • Empresas como 360T, LSEG e Positive Sum Associates estão desenvolvendo novas plataformas eletrônicas para esse segmento.

Atualmente, cerca de 56% dos swaps cambiais são negociados eletronicamente, um número que contrasta com os aproximadamente 71% das transações à vista, conforme dados do Banco de Compensações Internacionais (BIS). Esta discrepância é especialmente notável no mercado interbancário, onde operadores frequentemente utilizam corretores de voz para gerenciar grandes volumes de posições.

Um novo e vigoroso impulso pela eletrificação deste mercado emergiu, conforme debatido em um encontro do setor em Amsterdã. A provedora de tecnologia 360T projeta um aumento significativo nas negociações em sua plataforma eletrônica no próximo ano. Paralelamente, o London Stock Exchange Group Plc (LSEG) planeja uma solução de compensação. A consultoria de estrutura de mercado Positive Sum Associates revelou que ao menos três locais estão desenvolvendo plataformas de swaps entre corretoras.

“A corrida começou”, afirmou Jasper Livingsmith, fundador da Positive Sum Associates e ex-chefe de gestão de portfólio do G-7 no Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento. “Estou surpreso que um mercado tão antigo e tradicional ainda seja tão primitivo.”

As operações de swap cambial apresentam maior complexidade para automação, dada a combinação de duas transações de moedas em datas distintas e a dependência do crédito que os bancos estão dispostos a conceder uns aos outros. Embora a automação possa impactar empregos de corretores, a redução dos custos de negociação é uma prioridade setorial no maior tipo de mercado cambial.

“Eletrificar o mercado de swaps entre dealers é uma missão fundamental para os principais provedores de liquidez”, declarou Alexis Cayla, chefe de negociação quantitativa de taxas de juros de curto prazo do G-10 no JPMorgan Chase & Co. O banco americano está em processo de transformação, segundo Cayla, mas a velocidade da mudança em todo o setor dependerá da adesão de outras instituições financeiras.

O fator humano é insubstituível?

Essa promessa de automação não é inédita no mercado financeiro. Participantes de conferências anteriores passaram anos prevendo que os swaps cambiais seguiriam o mercado spot para a era eletrônica. Contudo, em Amsterdã, muitos se mostraram mais cautelosos em reiterar essa previsão, após observarem o setor declarar repetidamente o iminente salto tecnológico que tardava a se concretizar.

Ainda assim, alguns enxergam valor intrínseco no elemento humano dentro dos mercados cambiais. Membros do painel lamentaram a diminuição da frequência com que as pessoas atendem ligações, e alertaram para o risco de resumos gerados por inteligência artificial (IA) tornarem as conversas e e-mails cada vez mais genéricos. Outros, em tom bem-humorado, sugeriram que bots de IA poderiam ser treinados para simular conversas sobre resultados de futebol, compensando a perda da descontração com corretores.

Alguns fundos de investimento já automatizaram operações de swap de menor porte. Ian Packer, operador de câmbio da UBS Asset Management, indicou que transações de até US$ 500 milhões em moedas principais podem ser negociadas eletronicamente, mas operações de maior vulto ainda demandam contato telefônico.

“Quando realizamos swaps de grande porte, precisamos fazer tudo manualmente porque os bancos com os quais trabalhamos não possuem sistemas suficientemente sofisticados”, explicou Richard Turner, trader sênior da Insight Investment. “Gostaríamos de automatizar esse processo.”

A Bloomberg LP, empresa controladora da Bloomberg News, também oferece uma plataforma de negociação de moedas que inclui swaps.

Da IstoÉ com Bloomberg.

 

 https://istoedinheiro.com.br/automacao-swaps-cambiais-mercado-financeiro