
O Ibovespa tinha mais um dia de baixa nesta segunda-feira, 9, em mais um pregão de aversão a risco no exterior devido ao conflito no Oriente Médio, com nova disparada dos preços do petróleo aprofundando preocupações sobre o efeito na inflação no mundo.
Às 11h10, o Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, cedia 0,63%, apontos, com ações de petrolíferas atenuando a queda.
As ações da Petrobras e da Prio avançavam mais de 3%.
Já o dólar reverteu os ganhos do início da sessão e passou a ceder ante o real. Às 11h14, o dólar à vista caía 0,40%, aos R$ 5,2240 na venda. No início do dia, a divisa chegou a superar os R$5,28 no Brasil, acompanhando o avanço da moeda ante outras divisas no exterior.
Os preços do petróleo chegaram a encostar em US$ 120 nesta segunda-feira, mas atenuaram a disparada depois que o Financial Times informou que os ministros das finanças do Grupo dos Sete (G7) e a Agência Internacional de Energia discutirão nesta segunda-feira uma liberação conjunta de reservas de petróleo de emergência, e a Saudi Aramco ofereceu fornecimento imediato de petróleo bruto por meio de uma série de licitações.
Perto das 11h, o barril de West Texas Intermediate (WTI), principal referência no mercado americano, subia 9,52%, a US$ 99,55. Mais cedo, chegou a operar em alta de 30%, a 119,48 dólares por barril. O Brent do Mar do Norte, contrato de referência europeu, avançava 9,52%, a US$ 101,51 por barril, depois de atingir cotação superior a US$ 119 dólares.
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