sexta-feira, 22 de maio de 2026

Financiamento de carros atinge maior nível em quase 20 anos

 


Região Sul concentrou 20,8% dos financiamentos em abril 
 
 
Os modelos zero quilômetro tiveram alta de 21,9% nos financiamentos

 

 

O financiamento de veículos no Brasil somou 634.587 mil unidades em abril, entre novos e usados, incluindo automóveis leves, motocicletas e pesados. O volume representa alta de 11,8% na comparação anual e marca o melhor resultado para o mês desde 2008, quando foram registrados 705.927 financiamentos. Entre os automóveis leves, o crescimento foi de 13,3% na comparação anual. O destaque ficou com os modelos zero quilômetro, que tiveram alta de 21,9% nos financiamentos. Já os usados também cresceram e atingiram 10,9%.

O financiamento de motocicletas segue em expansão, com alta de 9,8% em abril. Assim como nos carros, os modelos novos puxaram o resultado, com aumento de 12% nas vendas financiadas. As motos usadas avançaram 9,1%. No segmento de veículos pesados, o crescimento foi de 3,9%. O desempenho foi sustentado pelos modelos novos, que avançaram 10,9%. Já os usados recuaram 4,6%, indicando uma demanda mais concentrada em renovação de frota.

O Sudeste segue como o principal polo de financiamento de veículos no país, concentrando 42,2% das operações. Na sequência aparecem as regiões Sul (20,8%), Nordeste (19,7%), Centro-Oeste (10,7%) e Norte (7,3%). No acumulado de janeiro a abril, o número de veículos financiados chegou a 2,5 milhões de unidades. As motocicletas lideram o ritmo de expansão no ano, com crescimento de 16%, seguidas pelos automóveis (12,7%) e pelos veículos pesados (3,9%).

"Os dados indicam um cenário de crédito mais disponível, contribuindo para a manutenção do ritmo positivo do mercado automotivo, mesmo em um contexto de juros elevados. Na prática, o avanço do financiamento mostra que o consumidor tem acessado crédito para aquisição de veículos", afirma Thiago Gaspar, superintendente de relacionamento com clientes e relações institucionais na Trillia, unidade de negócios da B3 focada em inteligência aplicada, dados, analytics e IA.


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Selbetti adquire Zecode

 

Empresa de Joinville amplia atuação em automação para varejo e logística 
 
 
"A incorporação responde a uma demanda clara do mercado: a necessidade de integrar o mundo físico ao digital com maior confiabilidade", explica Selbach
 
 
 
A Selbetti anuncia a aquisição da Zecode Technology, empresa com mais de 25 anos de atuação especializada em soluções para gestão de balanças, impressoras térmicas, leitores e coletores de dados. O valor da transação não foi informado. "A Zecode agrega uma especialização importante em operações que dependem de captura precisa de dados e continuidade operacional, especialmente em varejo e logística, conectando essa camada ao restante da nossa oferta", afirma Junior Selbach, CEO da Selbetti.

Esta é a 45ª aquisição da Selbetti desde 2014, e a primeira deste ano de 2026, dando continuidade a um ciclo de expansão baseado na incorporação de competências complementares e na integração de soluções em um modelo One-Stop-TechCom sede em São Caetano do Sul (SP), a Zecode desenvolve e integra soluções voltadas à gestão de balanças, impressão térmica e mobilidade operacional, além de atuar com serviços de field service, locação e outsourcing de TI. Com mais de 80 profissionais, carteira superior a 55 clientes e faturamento anual na ordem de R$ 25 milhões, a empresa traz escala e capilaridade em segmentos estratégicos para a Selbetti.

"A incorporação responde a uma demanda clara do mercado: a necessidade de integrar o mundo físico ao digital com maior confiabilidade. Em operações de varejo, centros de distribuição e ambientes industriais, dispositivos como leitores, coletores e impressoras deixaram de ser periféricos e passaram a ser pontos críticos de geração de dados", explica Selbach.  


A Selbetti é a 352ª maior empresa do Sul do país e a 98ª maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

 

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Arrecadação federal bate recorde em abril

 

Receita cresce 7,8% e alcança R$ 1 trilhão no ano 
 
 
A arrecadação ligada aos tributos e aos royalties de exploração do petróleo disparou 541% em abril

 

 

O governo federal arrecadou R$ 278,8 bilhões em impostos, contribuições e demais receitas em abril. É o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em 1995. Os dados foram divulgados pela Receita Federal e mostram crescimento real de 7,8% em relação a abril de 2025, descontada a inflação. No acumulado de janeiro a abril, a arrecadação chegou a R$ 1 trilhão, alta real de 5,4% na comparação com o mesmo período do ano passado. Também é o maior valor já registrado para um primeiro quadrimestre desde o início da série histórica.

Segundo a Receita Federal, o desempenho foi impulsionado principalmente pelo aumento da arrecadação previdenciária, relacionado ao aumento do trabalho formal. O crescimento também foi motivado pelo Programa de Integração Social (PIS) e pela Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), ligados ao consumo. Também contribuíram para a alta o Imposto de Renda sobre aplicações financeiras, reformulado no ano passado, e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), cujas alíquotas sobre operações cambiais aumentaram em 2025. 

Outro fator importante foi a reoneração gradual da folha de pagamentos de alguns setores e da contribuição patronal dos municípios, retomada desde janeiro de 2025. A arrecadação ligada aos tributos e aos royalties de exploração do petróleo disparou 541% em abril, alcançando R$ 11,4 bilhões. No acumulado do ano, a alta chega a 264%, com receitas de R$ 40,2 bilhões. 

Com ABR

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Acordo Mercosul–UE entra em vigor e zera tarifas de 80% das exportações a Europa

 


Acordo inédito começa a valer a partir de 1º de maio 
 
 
Estão previstas reduções nas tarifas, ampliação no acesso ao mercado europeu e impulsionamento da competitividade da indústria brasileira

 

 

A partir desta sexta-feira (1º), entra em vigor provisório o acordo entre Mercosul e União Europeia, que marca o início de uma abertura comercial inédita entre os dois blocos. Após décadas de negociação, os blocos concluíram os procedimentos internos, permitindo o início da redução gradual de tarifas.

O acordo cria uma zona que conecta um mercado de mais de 700 milhões de pessoas. De acordo com dados calculados pela CNI, mais de 5 mil produtos terão tarifa zero no mercado europeu assim que o acordo entrar em vigor, o equivalente a mais de 80% das importações da União Europeia de bens brasileiros em 2025. Desses produtos, alguns já são livres de alíquotas de importação e outros 2.932 passarão a ter tarifa zero, sendo 93% (2.714) bens industriais.

Nesta primeira etapa, passa a valer a esfera comercial do acordo que promove, dentre outras coisas, a redução de tarifas, compras governamentais e facilitação de comércio. Esse é considerado o acordo mais moderno e abrangente já negociado pelo bloco sul-americano, visto como uma oportunidade de virada estratégica para a indústria brasileira.

Para o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, o acordo amplia o acesso preferencial para um dos mercados mais estratégicos do mundo e oferece maior previsibilidade regulatória. "O acordo representa uma oportunidade para ampliar, de forma significativa, a presença do Brasil no mercado internacional e fortalecer a agenda de competitividade industrial do país", explica. Hoje, os países que o Brasil mantém acordos comerciais respondem por 8,9% das importações mundiais. Com a integração Mercosul-União Europeia, esse percentual pode chegar a 37,6%.

Entre os 2.932 produtos que possuem tarifas e terão redução imediata, alguns setores se destacam:

• Máquinas e equipamentos (21,8%);
• Alimentos (12,5%);
• Produtos de metal (9,1%);
• Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (8,9%);
• Químicos (8,1%).


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Santa Catarina firma protocolo de intenções para projeto de vertiporto

 


A Flybis será operadora no Sul do Brasil das aeronaves elétricas eVTOL fabricadas pela EVE Mobility 
 
 
 
A previsão de implantação do vertiporto coincide com as primeiras operações de eVTOLS no Brasil

O governo catarinense assinou nesta quinta-feira (21) um protocolo de intenções para o impulsionar o desenvolvimento de um ecossistema de mobilidade aérea avançada no Sapiens Parque, em Florianópolis. A iniciativa reúne instituições públicas e privadas em um projeto voltado à operação de aeronaves elétricas de decolagem vertical (eVTOLs), desenvolvimento de tecnologias e formação de mão de obra especializada para o setor de mobilidade aérea. O ato foi realizado durante a SC Expo Defense, promovida pela Federação das Indústrias (Fiesc), na capital catarinense.

O protocolo prevê a implantação de um Vertihub — estrutura semelhante a um vertiporto para pousos, decolagens, recarga e apoio operacional de aeronaves elétricas — além da criação de um hub de inovação e uma plataforma de testes de tecnologias dedicada ao setor de mobilidade aérea avançada. A previsão de implantação do vertiporto coincide com as primeiras operações de eVTOLS no Brasil, isto é, primeiro semestre de 2028. O projeto será desenvolvido dentro do ecossistema do Sapiens Parque, considerado um dos principais ambientes de inovação do país. O espaço deverá concentrar atividades de pesquisa aplicada, desenvolvimento tecnológico, integração com universidades, capacitação técnica e atração de empresas ligadas ao setor aeronáutico e de tecnologias emergentes.

A Flybis será operadora no Sul do Brasil das aeronaves elétricas eVTOL fabricadas pela EVE Mobility. Já a Global Drones desenvolve tecnologia de integração de soluções com drones, inteligência artificial e sistemas autônomos aplicados à operações como transporte de carga e inspeções de grandes áreas. O Sistema Fiesc, por meio do Sesi e Senai, atuará na formação e qualificação de profissionais para áreas ligadas à manutenção aeronáutica, operação de vertiportos e novas tecnologias.

A Celesc garante a estruturação da infraestrutura energética necessária para segurança e estabilidade no fornecimento de energia, extremamente necessária para os eVTOLS. A Zurich Airport Brasil contribui com a integração entre o futuro sistema de mobilidade aérea avançada e a infraestrutura aeroportuária do Aeroporto Internacional de Florianópolis. Já a VertiConsulting vem estruturando projetos técnicos e estudos de engenharia voltados à implantação de vertiportos e estruturas associadas.

 

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Prato Fino: Excelência que se reconhece em cada grão


Com meio século de história e um compromisso inabalável com a qualidade, a marca gaúcha conquista o paladar e a confiança dos consumidores – grão a grão 
 
 

 

 

Há algo especial em um alimento que atravessa gerações sem perder a essência. O arroz Prato Fino, da Pirahy Alimentos, é assim: uma história de meio século construída com consistência, propósito e responsabilidade. Desde sua criação, em 1981, na privilegiada região de São Borja, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, a marca nasceu com um um compromisso claro: entregar o melhor arroz do mercado. 

E é essa promessa, renovada a cada dia, que faz do Prato Fino um sinônimo de bom gosto na mesa dos brasileiros. "Ao longo de nossa história, nos mantemos atualizados, acompanhando a evolução tecnológica, modernizando processos e desenvolvendo novos produtos, para que sejam perceptíveis os diferenciais de qualidade evidenciados na marca", destaca Fábio Rigo, diretor de operações da companhia. O cuidado começa na escolha das sementes e vai até o momento em que o arroz chega à panela.

Tudo é pensado para que o resultado final seja um prato soltinho, saboroso e com aquele brilho que só quem entende sabe reconhecer. Não à toa, o Prato Fino é o arroz mais lembrado pelos gaúchos no Top of Mind RS, liderando em todas as classes sociais e regiões do Estado. Esse reconhecimento, comprovado pelo Top of Mind RS, reflete uma relação de confiança que vai além do sabor. A Pirahy também olha para o futuro. Por meio do selo "Eu Reciclo", a Pirahy compensa o plástico de suas embalagens, apoiando cooperativas de reciclagem que beneficiam milhares de famílias em todo o Brasil.

E, com a campanha "Fazer o Bem Tem um Gostinho Especial", a empresa direciona recursos para instituições que combatem o câncer infantil. "Respeitar as pessoas e o meio ambiente é um valor que observamos sempre", reforça Rigo. Seja no arroz branco do dia a dia, no integral ou nas linhas especiais como o Prato Fino Express, que oferece praticidade sem abrir mão do sabor, a marca mantém seu propósito. Porque, para a Pirahy, cada grão carrega nossa história.

 

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quinta-feira, 21 de maio de 2026

Arauco: o futuro sustentável se constrói com madeira

 


Da recuperação de florestas no Chile ao pioneirismo em carbono neutro, a Arauco une inovação e responsabilidade para construir um futuro sustentável 
 
 
 
O case a seguir faz parte do livro "Paraná | Grandes Marcas — volume II", publicado pelo Instituto AMANHÃ.

 

A Arauco é uma companhia de base florestal cuja matéria-prima são as árvores e traz a sustentabilidade presente desde as raízes de sua fundação. Há mais de 50 anos, no Chile, nasceu com o projeto de reflorestamento em áreas degradadas pela exploração do salitre. Com a aquisição de uma pequena fábrica de celulose na cidade de Arauco, essa empresa ganhou nome e missão. Hoje, suas ramificações e presença global abrangem produtos de madeira e celulose, e seus frutos espalharam sementes de uma cultura sólida de responsabilidade por diversos países, continuando a produzir um ciclo virtuoso, que beneficia o ecossistema ao seu redor e carrega a sustentabilidade em seu DNA.

Nos anos seguintes, a Arauco diversificou seus negócios, entrando no mercado de madeira serrada, MDF e MDP, expandindo-se para Argentina, Brasil, Estados Unidos, México, Europa e África do Sul. No Brasil, sua chegada em 2002, com um escritório comercial e, em 2005, com a aquisição da Placas do Paraná, consolidou sua presença no setor de painéis. Hoje, a companhia opera em dois grandes eixos: Florestal/Celulose e Madeiras, com produtos que vão desde painéis estruturais até molduras e soluções para construção civil, incluindo todas as estruturas que integram a construção de uma casa.

Com o objetivo de consolidar-se no negócio de Celulose, a empresa aprovou em 2024 o Projeto Sucuriú, no Mato Grosso do Sul, um investimento de US$ 4.6 bilhões na maior planta de celulose do mundo construída em etapa única, e que terá capacidade de produzir 3,5 milhões de toneladas por ano. O país foi escolhido por suas condições climáticas favoráveis. "A companhia acredita que o país reúne um conjunto de características hoje muito favoráveis ao setor de celulose e as condições para liderar uma agenda de desenvolvimento estratégica, ou seja, disponibilidade de fibra, logística privilegiada, já bem estabelecida também e obviamente isso dá bastante competitividade ao produto", declara o vice-presidente de Madeiras Brasil, Mário Neto.

Vice-presidente do Negócio Madeiras Brasil da empresa, Mário José Neto

 

Sustentabilidade no DNA
"O nosso propósito é que, a partir da natureza e de fontes renováveis, a gente contribua com as pessoas e com o planeta", explica Maíra Pereira, coordenadora de ESG do negócio Madeiras. Pioneira, em 2020, a Arauco tornou-se companhia florestal certificada como carbono neutro, por meio do desenvolvimento de um protocolo que padroniza o balanço das emissões e remoções de uma organização. Em cinco anos, a empresa removeu 22 milhões de toneladas de CO₂ líquido da atmosfera por meio de suas florestas. E não parou aí: assumiu metas públicas para reduzir mais 1,5 milhão de toneladas de suas emissões industriais até 2030.

As iniciativas de descarbonização incluem uma matriz energética com 70% de biomassa renovável, somada a construção de uma usina solar piloto em Jaguariaíva. A empresa busca continuamente o ganho de eficiência em seus processos, reduzindo o consumo de combustíveis fósseis e de insumos, reforçando o compromisso de valorização de 100% dos resíduos gerados. Inaugurou uma moderna estação de tratamento de efluentes em Ponta Grossa que trata 100% dos resíduos líquidos, devolvendo a água ao meio ambiente em condições superiores às exigidas.

"Estamos atentos aos principais desafios globais do nosso planeta, desde as questões do cuidado com as pessoas, a comunidade, e as questões ambientais. Aplicamos os recursos e nossa expertise em soluções que integrem essa visão", esclarece Maíra Pereira. O meio de materializar transformações efetivas, para a companhia, é a sua matéria-prima. A madeira, recurso renovável e capaz de armazenar carbono, é a base dessa estratégia, permitindo a substituição de materiais carbono intensivos em embalagens, móveis e até na moda, com derivados da celulose. Para além da redução de emissões globais, a atuação da empresa no meio ambiente impacta positivamente também a água e a biodiversidade. "Por meio do manejo sustentável das nossas florestas comerciais, integrado com as nossas florestas nativas, a gente consegue cuidar tanto do ciclo hidrológico, quanto da fauna e da flora que estão ali na região", comenta.

Sempre atenta às partes interessadas, a sustentabilidade se dá no eixo de desenvolvimento ligado às pessoas. A Arauco prioriza o engajamento comunitário como parte fundamental de sua atuação e tomada de decisão, transformando o impacto local direto em agenda positiva e coletiva: geração de emprego e renda, relacionamento próximo com as comunidades onde está inserida e a realização de estudos técnicos para diagnóstico de necessidades locais na implementação de projetos sociais. Um exemplo é seu Programa de Formação Continuada para Professores, que visa elevar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) nas regiões onde opera. Para além da educação básica, em uma das operações industriais, a empresa disponibilizou um curso de técnico em administração para esses jovens, facilitando o acesso para o desenvolvimento e a empregabilidade na carreira futura.

 

Coordenadora de ESG do Negócio de Madeiras do Brasil, Maíra Pereira

 

Legado em construção
A criação de um vínculo essencial com as pessoas é peça-chave na construção do futuro da companhia. Lastreado pelo tempo, as ações são executadas no presente e olham para o longo prazo, cultivando uma cultura organizacional centrada em valores: segurança; bom cidadão; excelência e inovação; compromisso e trabalho em equipe. Na rotina, o time Arauco vivencia a máxima "eu me cuido, eu cuido de você e me deixo ser cuidado". Inovar também é parte do papel coletivo de valorização da equipe, como demonstra Neto: "Estamos trabalhando junto com a tecnologia, trazendo o digital como ferramenta e conceito, justamente no sentido de trazer, cada vez mais, atividades e oportunidades para as pessoas e posições de carreira na companhia, de maneira que todos possam se desenvolver".

Qualidade de vida integral
Na Arauco a qualidade também está no centro da estratégia dos produtos. Para o ambiente, o olhar voltado à "gente" está na criação com a madeira, que possui uma conexão biofílica intrínseca com a humanidade. Isso quer dizer que, ao longo dos séculos, mesmo com a evolução dos ambientes habitacionais, ela permaneceu como elemento essencial de reconexão das pessoas com suas origens. É o elemento que proporciona conforto emocional, acústico e térmico e transforma as construções em "casas". Essa relação profunda vai além da sustentabilidade, melhorando efetivamente a qualidade da vida de quem "mora" nesses espaços, mais harmoniosos e aconchegantes. "Quando falamos de contribuir com as pessoas, também estamos melhorando suas vidas com o nosso produto", enfatiza Neto.

Respeito como direcionador
No presente, a Arauco prepara seu caminho para o amanhã, respeitando o passado. Essa premissa é parte do legado de contribuição que a companhia quer deixar para o planeta. Ser lembrada como uma empresa que transformou recursos naturais em soluções para a vida, promovendo melhoria e desenvolvimento para colaboradores e comunidades. Com operações em cinco continentes e um compromisso inabalável com a sustentabilidade, trabalha para crescer preservando — porque o futuro se constrói com madeira, inovação e cuidado.

 

 https://amanha.com.br/parana-grandes-marcas-volume-2/arauco-o-futuro-sustentavel-se-constroi-com-madeira

 

Número de vinícolas cresceu 29% em Santa Catarina desde 2020

 


O percentual representa um saldo de 76 novas empresas no período 
 
 
Santa Catarina possui uma série de iniciativas inovadoras e tradicionais área vinícola

O número de vinícolas em Santa Catarina cresceu 29% nos últimos seis anos, passando de 263 fabricantes em 2020 para 339 até abril deste ano (veja gráfico abaixo). O percentual representa um saldo de 76 novas vinícolas no período. Os dados sobre a evolução do setor são da Junta Comercial do Estado de Santa Catarina (Jucesc). O maior número de vinícolas está concentrado na Capital Catarinense do Vinho, o município de Pinheiro Preto, no Meio-Oeste. A cidade tem apenas 3,5 mil habitantes, mas conta com 33 empresas fabricantes de vinho e cerca de 70% da produção estadual da bebida.

A segunda cidade com maior número de empresas é São Joaquim, na Serra, com 32 vinícolas. Em seguida aparecem Urussanga (13), Videira (11), Tubarão (10) e Nova Trento (9). A maior parte das 339 fabricantes de vinho em Santa Catarina são microempresas e empresas de pequeno porte. A apuração da Jucesc considera apenas fabricantes de vinhos e espumantes, não incluindo, por exemplo, a elaboração de suco de uva ou vinagre (confira onde estão as cidades catarinenses com maior número de vinícolas no mapa a seguir).

Santa Catarina possui uma série de iniciativas inovadoras e tradicionais área vinícola. Na Serra Catarinense, um dos destaques é a Vindima de Altitude, programação que reúne 27 vinícolas da região para celebrar a colheita da uva e o enoturismo. Municípios como São Joaquim, Urubici, Bom Retiro e Lages concentram vinícolas abertas a visitantes, oferecendo sobretudo degustações guiadas e passeios pelos vinhedos.

Já o Sul do estado conta com a Denominação de Origem da Vindima Goethe, variedade de uva que se tornou símbolo da região e da herança deixada pelos imigrantes italianos. O território é o único do Brasil para a uva Goethe e envolve cidades como Urussanga, Nova Veneza, Pedras Grandes e Cocal do Sul. Em Nova Trento, no Vale do Rio Tijucas, os produtores iniciaram há poucos anos o cultivo de uva coberto por lonas plásticas como se fosse uma estufa. Assim, a estrutura protege as parreiras de danos climáticos e mantém a umidade controlada, o que garante mais produtividade mesmo em uma região de clima não favorável ao cultivo.

 

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Tramontina diversifica atuação e mira veículos elétricos, agro e eletrodomésticos

 

Capacidade industrial é ampliada com investimentos em automação e usinagem de precisão 
 
 
Parque fabril da Tramontina fornece peças de alumínio de alta complexidade técnica

 

 

A Tramontina anuncia um movimento estratégico para consolidar sua posição como fornecedora da indústria nacional. A divisão Tecnopeças, braço da unidade de materiais elétricos da companhia, especializada na produção de peças em alumínio injetado e usinagem de precisão, está expandindo sua atuação para atender novos mercados industriais, como o agrícola, veículos elétricos e eletrodomésticos (linha branca). A entrada em novos setores acompanha uma demanda crescente. Máquinas agrícolas e eletrodomésticos de última geração exigem peças estruturais leves, com geometrias complexas e tolerâncias milimétricas. "A Tecnopeças opera sob o padrão de 'zero defeito'. As tecnologias utilizadas, como injetoras em tempo real, raio-X e escaneamento 3D, nos permitem fornecer componentes de alta engenharia para diferentes setores estratégicos, com o mesmo nível de confiabilidade exigido pelo mercado automotivo", afirma André de Lima, Diretor Comercial da Tramontina.

O movimento é sustentado pela experiência da divisão no atendimento ao setor automotivo. Desde 2000, a Tecnopeças fornece peças técnicas para sistemistas globais, com aplicações em sistemas automotivos e industriais. Um dos diferenciais da operação é a verticalização do processo. A Tramontina realiza desde a injeção do alumínio até a entrega da peça totalmente usinada, o que amplia os controles de qualidade, diminui estoques e aumenta a confiabilidade dos componentes fornecidos, um fator relevante em um cenário de instabilidade no fornecimento global de componentes.

 

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Produção de veículos cresce 2,4% em abril

 


O setor fechou o primeiro quadrimestre com a fabricação de 872,6 mil unidades 
 
 
A produção teve uma queda de 9,5% ante março deste ano

 

 

Com dois dias úteis a menos devido a feriados, a produção de veículos no Brasil no mês de abril não repetiu os bons números de março. Mesmo assim, a produção apresentou crescimento na comparação anual, o que demonstra, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) que o mercado está em recuperação contínua. Em abril, a produção registrou crescimento de 2,4% em comparação ao mesmo mês de 2025 e teve uma queda de 9,5% ante março deste ano, com a produção de 238,5 mil unidades. Com o desempenho, o setor fechou o primeiro quadrimestre com a fabricação de 872,6 mil veículos, avanço de 4,9% em relação ao mesmo período do ano passado. "Isso está acima das projeções da Anfavea. No final do ano projetávamos 3,7% de [crescimento na] produção", disse Igor Calvet, presidente da Anfavea.

Já em relação aos emplacamentos, o crescimento foi de 19% em relação a abril do ano passado, com 248,3 mil unidades comercializadas. "Esse é o melhor abril dos últimos 12 anos", comemorou o presidente da Anfavea. Ele destacou que isso dá uma média de 12,4 mil unidades emplacadas por dia, melhor marca do ano e melhor média diária para um mês de abril desde 2014. Quando se considera o acumulado do ano, o volume total de emplacamentos somou 873,5 mil veículos, com aumento significativo de 14,9% sobre os quatro primeiros meses do ano anterior.

Com ABR

 

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Curitiba terá loja temporária da SHEIN

 


Pop-up store funcionará entre 27 e 31 de maio, no Ventura Shopping 
 
 
Marca volta à capital paranaense após dois anos, com curadoria especial de Dia dos Namorados

 

 

A varejista global SHEIN prepara a abertura de sua nova loja temporária em Curitiba, que funcionará entre 27 e 31 de maio, no Ventura Shopping. A ação marca o retorno da marca à capital paranaense, após dois anos, em uma infraestrutura projetada para receber 15 mil pessoas — o dobro do público da última edição. A entrada será gratuita mediante agendamento, a partir de 21 de maio. O acesso será permitido apenas mediante agendamento prévio e gratuito pelo site Sympla, utilizando o link oficial. Os ingressos (limitados a dois por CPF) serão liberados em dois lotes: um no dia 21, às 12h, e outro no dia 22, também ao meio-dia.

Aproveitando a proximidade com uma das principais datas do varejo, a loja trará uma curadoria especial de Dia dos Namorados, com 14 mil peças de marcas próprias da SHEIN. "Curitiba é uma praça muito importante para a SHEIN e estamos animados em poder retornar à cidade. Fomos muito bem recebidos em 2024, com um movimento surpreendente e clientes que visitaram a loja mais de um dia. Nesta nova edição, teremos mais tempo de funcionamento, com cinco dias de evento, e mais peças, que foram selecionadas pensando muito no clima e no público da região. Esperamos que os curitibanos gostem do que estamos preparando", afirma Rodrigo Eimori, diretor de marketing da empresa no Brasil. O executivo lembra que na última edição, os ingressos se esgotaram em menos de uma hora, tamanho o sucesso da marca na cidade.

A nova pop-up ilustra a consolidação da estratégia de lojas físicas temporárias da SHEIN, que começou em 2022. O projeto já percorreu do Nordeste ao Sul do país, reunindo cerca de 120 mil pessoas. Ao todo, foram nove cidades e 13 edições. Essa será a 14ª edição. A ideia, segundo a empresa, é continuar expandindo o projeto, tendo inclusive outras localidades mapeadas para o segundo semestre. "As pop-ups são sempre uma oportunidade para os clientes tocarem e provarem as principais marcas e estilos da SHEIN. Para nós, é uma forma de fortalecer a conexão com os consumidores locais, permitindo uma abordagem mais próxima e pessoal. A curadoria das peças também sempre leva em conta as preferências da região, o que faz com que o cliente sinta essa proximidade e volte a comprar conosco pelo site depois que acaba o evento", reforça Eimori.

 

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BNDES aprova R$ 47,5 milhões para a C.Vale

 


Cooperativa vai investir em unidades do Paraná e de Mato Grosso 
 
 
Serão criadas duas unidades de recebimento de grãos com capacidade total para armazenar 1,6 milhão de toneladas no Paraná

 

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 47,5 milhões para a C.Vale Cooperativa Agroindustrial. Os recursos equivalem a 75% do valor total dos investimentos, no montante de R$ 63,2 milhões, e serão investidos em unidades em Paraná e em Mato Grosso. Os investimentos devem gerar uma demanda total de R$ 24,7 milhões para a indústria nacional de máquinas e equipamentos. Os recursos provêm do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) e do Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop), no Plano Safra 2025/2026.

Parte dos recursos será usado para ampliar a capacidade de armazenamento da cooperativa. Serão implantadas duas novas unidades de recebimento de grãos nos distritos de Vila Nova e de São Luiz do Oeste, ambos em Toledo, no Oeste do Paraná. Cada unidade de recebimento de grãos terá área total de 2,4 mil metros quadrados e capacidade de armazenagem inicial de 800 toneladas, com previsão de ampliação futura. Entre outros itens, elas serão compostas por prédio de classificação de grãos com coletor de amostras, base para balança rodoviária de pesagem de caminhões, escritório para atendimento dos associados e clientes, além de armazém de insumos como sementes, fertilizantes, rações e agroquímicos. Ainda no Oeste paranaense, serão renovadas as instalações do abatedouro de aves em Palotina, com a aquisição de novas esteiras transportadoras e silos de dosagem.

Já os investimentos nas unidades de Mato Grosso visam adequar as unidades a normas de saúde e segurança no trabalho. Consistem na aquisição e instalação de degraus antiderrapantes; alçapão de entrada para espaços confinados; sistemas de renovação de ar; e aterramento de máquinas e equipamentos; além da adequação de painéis, quadros de comando e sistema de proteção contra descargas atmosféricas. 

 

 https://amanha.com.br/categoria/agronegocio/bndes-aprova-r-47-5-milhoes-para-a-c-vale?utm_campaign=NEWS+DI%C3%81RIA+PORTAL+AMANH%C3%83&utm_content=BNDES+aprova+R%24+47%2C5+milh%C3%B5es+para+a+C.Vale+-+Grupo+Amanh%C3%A3&utm_medium=email&utm_source=dinamize&utm_term=News+Amanh%C3%A3+21_05_2026


quarta-feira, 20 de maio de 2026

O poder da generosidade

 


Com maior disponibilidade patrimonial, empresas e pessoas estão incrementando a "cultura de doação" em todo o Brasil 
 
 

 

 

costume de destinar parte da herança à filantropia tem aumentado entre ricos e remediados, tanto no Brasil assim como no mundo todo. Exemplos vão desde Bill Gates até Elie Horn, fundador da Cyrela, passando por pessoas comuns, como um professor da Universidade de São Paulo (USP) que doou um imóvel para a universidade. No entanto, quais as razões que explicam essa mobilização recente? Na visão de André D´Angelo, titular da coluna e do blog Sr. Consumidor no portal e revista AMANHÃ, são dois fatores somados. 

O primeiro é de natureza demográfica, pois a queda da natalidade diminui o tamanho das famílias e aumentou a disponibilidade patrimonial. O segundo, de foro social: há uma maior consciência sobre os problemas do mundo e a incapacidade de solucioná-los exclusivamente pela via convencional – isto é, por meio do Estado. Daí esse incremento na "cultura de doação". Termo corrente no terceiro setor, ele descreve a predisposição em apoiar causas e entidades sem fins lucrativos de maneira contínua, e não episódica.

Sabe-se que a caridade é relativamente comum, pois a pandemia e as recentes enchentes gaúchas (foto) mostraram que, diante de grandes hecatombes, a sociedade se mobiliza. "Difícil é fazer as famílias incorporarem o auxílio aos mais necessitados em seu orçamento mensal, inclusive o das mais ricas", escreveu D´Angelo em seu blog ao tratar do tema. 

Uma pesquisa revelou que domicílios com renda até quatro salários mínimos doam proporcionalmente mais do que aqueles mais abastados. Como incentivo, as ONGs estão em campanha para que a Receita Federal permita direcionar parte do imposto de renda devido a entidades específicas, e não a um fundo genérico, como ocorre atualmente. A medida, além de facilitar o processo, poderia ampliar significativamente o número de doadores no país.

Clique aqui e leia o caderno do Top of Mind RS na íntegra. 
 
 
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Shopee escolhe Londrina para receber centro logístico

 


Construção deve gerar 2 mil empregos 
 
 
O projeto será construído em uma área de 100 mil metros quadrados, sendo 33 mil metros quadrados de área construída

 

 

A chegada de uma das maiores operações logísticas em Londrina vai contribuir com o setor de distribuição e comércio eletrônico. A Shopee anunciou a implantação de um novo centro de distribuição na zona norte, próximo à Cidade Industrial, em um empreendimento considerado o maior Built to Suit (BTS) do Sul do Brasil. BTS é uma modalidade de contrato de locação na qual o imóvel é planejado, financiado e erguido sob medida para atender às necessidades específicas do futuro locatário. Nesse modelo, o inquilino define previamente todas as características da edificação, que será executada por um investidor ou incorporador especializado.

O projeto será construído em uma área de 100 mil metros quadrados, sendo 33 mil metros quadrados de área construída. O empreendimento terá padrão Triple A, classificação destinada a ativos logísticos de alta eficiência operacional, tecnologia e sustentabilidade. A escolha de Londrina ocorreu por conta da localização estratégica do município, que permite ligação rápida com importantes mercados consumidores do Sul e Sudeste do país. Segundo o CEO da Urbanix Group, Guto Trindade, a cidade reúne características logísticas consideradas decisivas para a operação da empresa. "Estamos em uma área que tem fácil ligação para interior de São Paulo e Mato Grosso do Sul, atendendo no mínimo 80 cidades que consomem muito pelo comércio eletrônico", comenta.

Além do impacto logístico, a expectativa é de forte movimentação econômica em Londrina e região. A previsão é de geração de cerca de 2 mil empregos diretos, além de vagas indiretas ligadas aos setores de transporte, alimentação, manutenção, tecnologia e serviços de apoio. Para especialistas do setor, o desembarque da Shopee no município pode acelerar o desenvolvimento da cadeia logística regional, atraindo fornecedores, empresas de tecnologia e novos investimentos ligados ao comércio eletrônico. "A chegada de uma operação logística dessa escala pode impulsionar a modernização do ambiente empresarial, estimulando a qualificação de fornecedores e atraindo empresas ligadas à cadeia de logística, tecnologia e comércio eletrônico. O movimento também amplia a visibilidade de Londrina e sua capacidade de atrair novos negócios", afirma Trindade.

https://www.blogger.com/blog/post/edit/1912635583819041880/3670530659711662385

Do serviço à experiência, uma evolução centrada nas pessoas

 


Imobiliária mais lembrada no Top of Mind Porto Alegre, Guarida consolida-se com uma estratégia institucional voltada ao seu propósito 
 
 
 

 

 

Guarida, marca com quase meio século de história, carrega o desafio diário de entregar serviços de qualidade em um dos aspectos mais importantes da vida das pessoas: a moradia. Seus negócios fazem parte do lar e, por isso, envolvem um alto grau de responsabilidade — afinal, é uma realização dos sonhos das pessoas, unindo emoções e simplicidade do dia a dia.

A empresa está presente em diferentes momentos da jornada do cliente: seja de quem busca um imóvel para comprar ou alugar até a gestão da vida em condomínios. Também oferece seguros, que trazem mais tranquilidade e ajudam a prevenir imprevistos, além de soluções financeiras para momentos mais desafiadores. São serviços concretos, mas que se conectam diretamente com as necessidades reais das pessoas. A Guarida nasceu como imobiliária, mas ampliou seu portfólio e se transformou em grupo. Daí surge o permanente desafio de manter sua essência enquanto se reinventa para atender às novas demandas dos clientes.

Nos últimos dois anos, a Guarida intensificou seu trabalho de posicionamento de marca, consolidando e aprofundando a conexão com o cliente, ao equilibrar estratégia e execução. Houve avanços significativos na percepção da marca, resultado da escuta ativa por meio de pesquisas, da entrega de experiências e conteúdos alinhados às expectativas e da capacidade de ajustar rotas sempre que necessário. Com o propósito de fazer com que as pessoas vivam melhor, a marca busca ir além do óbvio, entregando experiências relevantes e inspiradoras. Esse movimento ganhou força, com foco na experiência do cliente como elemento central, entre o ano passado e o primeiro trimestre de 2026.

O "viver melhor" se traduz de diversas formas: em ações de assembleias em condomínios, projetos comunitários, iniciativas de saúde e bem-estar e contribuições sociais por meio do Instituto Guarida, com foco em crianças e adolescentes. Eventos alinhados às tendências de mercado também reforçam a abordagem sempre atual da Guarida. Com campanhas que incentivam atitudes de gentileza e reforçam sua presença no cotidiano das pessoas, o tom de voz da marca se destaca como um pilar estratégico que dá frutos. Um deles é a conquista, pelo segundo ano consecutivo, como a imobiliária mais lembrada no Top of Mind Porto Alegre. Esse resultado reflete uma estratégia consistente, centrada em pessoas, experiências e relacionamento, fortalecendo a Guarida como referência no setor imobiliário.

 

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terça-feira, 19 de maio de 2026

Financiamento de carros atinge maior nível em quase 20 anos

 


Região Sul concentrou 20,8% dos financiamentos em abril
Os modelos zero quilômetro tiveram alta de 21,9% nos financiamentos

 

 

O financiamento de veículos no Brasil somou 634.587 mil unidades em abril, entre novos e usados, incluindo automóveis leves, motocicletas e pesados. O volume representa alta de 11,8% na comparação anual e marca o melhor resultado para o mês desde 2008, quando foram registrados 705.927 financiamentos. Entre os automóveis leves, o crescimento foi de 13,3% na comparação anual. O destaque ficou com os modelos zero quilômetro, que tiveram alta de 21,9% nos financiamentos. Já os usados também cresceram e atingiram 10,9%.

O financiamento de motocicletas segue em expansão, com alta de 9,8% em abril. Assim como nos carros, os modelos novos puxaram o resultado, com aumento de 12% nas vendas financiadas. As motos usadas avançaram 9,1%. No segmento de veículos pesados, o crescimento foi de 3,9%. O desempenho foi sustentado pelos modelos novos, que avançaram 10,9%. Já os usados recuaram 4,6%, indicando uma demanda mais concentrada em renovação de frota.

O Sudeste segue como o principal polo de financiamento de veículos no país, concentrando 42,2% das operações. Na sequência aparecem as regiões Sul (20,8%), Nordeste (19,7%), Centro-Oeste (10,7%) e Norte (7,3%). No acumulado de janeiro a abril, o número de veículos financiados chegou a 2,5 milhões de unidades. As motocicletas lideram o ritmo de expansão no ano, com crescimento de 16%, seguidas pelos automóveis (12,7%) e pelos veículos pesados (3,9%).

"Os dados indicam um cenário de crédito mais disponível, contribuindo para a manutenção do ritmo positivo do mercado automotivo, mesmo em um contexto de juros elevados. Na prática, o avanço do financiamento mostra que o consumidor tem acessado crédito para aquisição de veículos", afirma Thiago Gaspar, superintendente de relacionamento com clientes e relações institucionais na Trillia, unidade de negócios da B3 focada em inteligência aplicada, dados, analytics e IA.

 

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Quatro em cada 10 contribuintes não enviaram a declaração de IRPF

 


A 11 dias do prazo final, Receita recebeu 26,2 milhões de documentos 
 
 
Em 2026, o Fisco espera receber 44 milhões de declarações

 

 

A 11 dias do fim do prazo, 40,3% dos contribuintes ainda não acertaram as contas com o Leão. Até a noite desta segunda-feira (18), a Receita Federal recebeu 26.262.79 declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2026. O número equivale a 59,7% do total de declarações previstas para este ano. Em 2026, o Fisco espera receber 44 milhões de declarações. Tradicionalmente, o ritmo de entrega aumenta nas últimas semanas do prazo.

O prazo para entregar a declaração começou em 23 de março e termina no dia 29 de maio. Quem não enviar a declaração no prazo pagará multa de R$ 165,74 ou 1% do imposto devido, prevalecendo o maior valor. As pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584, assim como aquelas que obtiveram receita bruta da atividade rural acima de R$ 177.920, são obrigadas a declarar. As pessoas que receberam até dois salários mínimos mensais em 2025 estão dispensadas de fazer a declaração, salvo se se enquadrarem em outro critério de obrigatoriedade.

A Receita também divulgou as estatísticas da malha fina. Segundo o Fisco, do total de declarações enviadas até o fim da manhã desta segunda, 1.410.027 foram retidas em malha fiscal, o que corresponde a 5,6% do total apresentado. O percentual, informou a Receita, reforça a tendência de redução contínua nas retenções, conforme demonstrado na evolução ao longo das últimas semanas. Na primeira semana de entrega, esse percentual estava em 10,78%. Na semana passada, tinha caído para 5,93%. Conforme o Fisco, os dados confirmam que, com o avanço do processamento das informações e a regularização de inconsistências por contribuintes e fontes pagadoras, o volume proporcional de retenções vem diminuindo gradualmente.

Com ABR
 
 
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