sexta-feira, 4 de abril de 2025

Trump prorroga em 75 dias prazo para venda do TikTok

 

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira, 4, que estará assinando uma ordem executiva para manter o TikTok em funcionamento por mais 75 dias. Segundo ele, o governo americano já fez um “tremendo” progresso em relação as negociações, mas o acordo exige mais trabalho para garantir que “todas as aprovações necessárias sejam assinadas”.

O prazo para a empresa vender seus ativos a um proprietário não chinês nos EUA venceria amanhã, 5 de abril.

“Esperamos continuar trabalhando de boa fé com a China, que, pelo que sei, não está muito satisfeita com nossas tarifas recíprocas (necessárias para um comércio justo e equilibrado entre a China e os EUA!). Isso prova que as tarifas são a ferramenta econômica mais poderosa e muito importante para nossa segurança nacional!”, acrescentou ele em post no Truth Social.

O republicano disse estar ansioso para trabalhar com a TikTok e a China para fechar o acordo.

Petróleo cai 7% e atinge mínima de mais de 3 anos com tarifas retaliatórias da China

 

Os preços do petróleo fecharam em queda de 7% nesta sexta-feira, atingindo o menor valor em mais de três anos, com a China aumentando as tarifas sobre os produtos dos Estados Unidos, o que intensificou uma guerra comercial global que deixou os investidores preocupados com uma recessão.

A China anunciou que imporá tarifas adicionais de 34% sobre todos os produtos dos EUA a partir de 10 de abril. Países de todo o mundo prepararam uma retaliação depois que Trump elevou as barreiras tarifárias ao seu nível mais alto em mais de um século.

As commodities, incluindo gás natural, soja e ouro, também despencaram, enquanto os mercados acionários globais caíram. O banco de investimentos JPMorgan disse que agora vê 60% de chance de uma recessão econômica global até o final do ano, em comparação com 40% anteriormente.

Os contratos futuros do Brent caíram US$4,56, ou 6,5%, a US$65,58 por barril, enquanto os contratos futuros do petróleo West Texas Intermediate (WTI) dos EUA caíram US$4,96, ou 7,4%, a US$61,99.

Petróleo Brent chegou a valor mais baixo em quatro anos

Na mínima da sessão, o Brent caiu para US$64,03 e o WTI atingiu US$60,45, o valor mais baixo em quatro anos. O Brent registrou suas maiores perdas semanais em termos percentuais em um ano e meio, enquanto o WTI registrou a maior queda em dois anos.

“Para mim, esse é provavelmente um valor próximo do justo para o petróleo até que tenhamos algum tipo de indicação de quanto a demanda foi realmente reduzida”, disse Scott Shelton, especialista em energia da United ICAP.

“Minha opinião é que provavelmente acabaremos na casa dos US$50 no curto prazo para o WTI, de forma muito violenta”, disse Shelton, alertando que a demanda sofreria com as atuais circunstâncias do mercado.

As novas tarifas de Trump são ‘maiores do que o esperado’ e as consequências econômicas, incluindo inflação mais alta e crescimento mais lento, provavelmente também serão, disse o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, nesta sexta-feira, em comentários que apontaram para o conjunto de decisões potencialmente difíceis que o banco central dos EUA tem pela frente.

BRAZIL JOURNAL: Nem as blusinhas escaparam. Trump acaba com a brecha tarifária “de minimis”

 

Os itens de baixo valor agregado importados de sites chineses como Shein e Temu vão ficar mais caros nos Estados Unidos depois que o Presidente Trump assinou essa semana uma ordem executiva fechando a brecha tarifária de minimis – a isenção de impostos para remessas do exterior enviadas diretamente para o destinatário final e avaliadas em até US$ 800 — para encomendas provenientes da China e de Hong Kong.

A partir de 2 de maio, os produtos com remetentes destes países estarão sujeitos a um imposto de 30% do seu valor ou a uma taxa de US$ 25 por item, que aumentará para US$ 50 por item em 1º de junho.

Nos últimos anos, as plataformas de e-commerce chinesas estavam dividindo os pedidos de clientes americanos em vários pacotes pequenos para conseguir a isenção e alcançar preços ainda mais competitivos.

A utilização da brecha estava crescendo rapidamente — cerca de 1,4 bilhão de pacotes do tipo chegaram aos EUA em 2024 -, o que provocou uma pressão bipartidária pelo fim do mecanismo ainda durante o Governo Biden.

Leia a reportagem completa no Brazil Journal

Presidentes da América Latina se reúnem em Honduras em meio à guerra comercial de Trump

 

Uma dezena de presidentes da América Latina e do Caribe, entre eles os do Brasil, Colômbia e México, se reunirão na próxima quarta-feira em Honduras, em meio à guerra comercial promovida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A IX Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), composta por 33 países, debaterá várias iniciativas, incluindo uma proposta brasileira para impulsionar a candidatura de uma mulher para o cargo de secretária-geral da ONU.

Até o momento, vários governantes de esquerda confirmaram presença e poderão também debater sobre as deportações de migrantes dos Estados Unidos e as ameaças de Trump de retomar o Canal do Panamá.

“Muitos líderes estarão aqui […] para lutar pelos grandes desafios que temos”, disse a presidente hondurenha Xiomara Castro na quinta-feira na rede social X.

As tarifas alfandegárias anunciadas por Trump na quarta-feira, mais duras do que o esperado, abalaram os mercados e provocaram temores em muitos países.

Trump introduziu tarifas de 10% sobre as importações do Brasil, assim como da Colômbia, Argentina, Chile, Peru, Costa Rica, República Dominicana, Equador, Guatemala, Honduras e El Salvador. Para a Venezuela, serão de 15%, e para a Nicarágua, 18%.

O México não foi incluído nesta lista, mas enfrenta uma taxação de 25% no setor automotivo e tarifas para o aço e o alumínio.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva promove a candidatura de uma mulher latino-americana para a ONU.

“Nunca houve uma mulher como secretária-geral da ONU. Temos candidatas de grande peso, político, intelectual, liderança”, declarou a embaixadora Gisela Maria Figuereido, secretária para a América Latina e o Caribe do Ministério das Relações Exteriores, em um comunicado.

“Vários países […] têm este enfoque de privilegiar uma candidatura de uma mulher. Agora, também há outros que não, então essa negociação ocorrerá” na cúpula, acrescentou.

Enquanto isso, o presidente colombiano, Gustavo Petro, que assumirá a presidência rotativa da Celac ao final da cúpula, propôs “iniciar uma nova fase de respeito ao Canal do Panamá”.

À frente da Celac, a Colômbia buscará um “relacionamento estratégico com parceiros extrarregionais como a União Europeia, China e a União Africana”, segundo o ministério das Relações Exteriores colombiano.

Além de Lula, Petro e a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, confirmaram presença os presidentes da Bolívia, Uruguai, Cuba e Haiti, e os primeiros-ministros da Guiana e de São Vicente e Granadinas. Outros países serão representados por chanceleres ou vice-chanceleres, como Chile e Paraguai.

A cúpula ocorrerá na sede do Banco Central de Honduras, um dos edifícios mais modernos de Tegucigalpa.

Criada em 2011 por impulso do presidente venezuelano Hugo Chávez (1999-2013), a Celac perdeu força devido a disputas ideológicas entre os países. Nas primeiras cúpulas, participaram cerca de 30 líderes.

Balança comercial: Brasil tem superávit de US$ 8,2 bi em março com exportações saltando 5%

 

A balança comercial brasileira fechou o mês de março no campo positivo, com superávit de US$ 8,2 bilhões, crescimento de 13,8% ante igual etapa do ano anterior. Trata-se do melhor saldo para um mês de março já registrado na série histórica. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta sexta-feira, 4.

O resultado da balança comercial é saldo de US$ 29,2 bilhões em exportações e US$ 21 bilhões em importações.

Em termos de volume, tanto exportações quanto importações tiveram crescimento na base anual, de 5% e 4,2%, respectivamente. Olhando para preço, as exportações tiveram aumento de 0,4%, ao passo que as importações apresentaram recuo de 1,5%.

Em se tratando dos setores, a agropecuária teve a maior alta no valor, com variação de 16% na base anual, para US$ 8,2 bilhões:

  • Agropecuária: US$ 8,2 bilhões (+16% em valor e +10,8% em volume)
  • Indústria Extrativa: US$ 5,5 bilhões (-15,3% em valor e -10,6% em volume)
  • Indústria de transformação: US$ 15,3 bilhões (+10,1% em valor e +9% em volume)

Olhando para os produtos, foram US$ 5,73 bilhões exportados em soja, ante US$ 5,35 bilhões em igual etapa do ano anterior. O produto representou 19,6% das exportações em março deste ano.

No caso do café foram US$ 1,42 bilhão, alta de 92% na base anual e representando 4,9% das exportações.

Óleos brutos tiveram queda de 20%, para US$ 2,8 bilhões e representaram 10% das exportações em março de 2025. Minério de ferro, por sua vez, teve queda de 16,5% para US$ 2 bilhões neste ano, representando uma fatia de 7% das exportações da balança comercial brasileira.

Projeções para 2025

O MDIC estima um superávit comercial de US$ 70,2 bilhões para este ano. Com essa cifra, o superávit apresentaria um recuo ante o resultado do ano anterior, que foi de um superávit de US$ 74,2 bilhões.

A estimativa para as exportações é de US$ 353,1 bilhões, ante US$ 337 bilhões registrados no ano anterior.

Por fim, a projeção para as importações é de US$ 282,9 bilhões, ao passo que em 2024 foram US$ 262,9 bilhões.

Brasil x EUA

Sobre um eventual impacto da política de tarifas dos EUA, especialistas da pasta destacaram que ‘não comentam’ o tema pois os dados dessa divulgação ainda não contemplam os efeitos das novas diretrizes do governo Trump.

O diretor do Departamento de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior, Herlon Brandão, comenta que sequer as tarifas no aço, implementadas há algumas semanas, tiveram impacto nos dados referentes a março.

“Temos o que chamamos de embarque antecipado: as empresas embarcam os bens e depois declaram. Operações de commodities estão atrasadas em relação ao calendário. Aço semimanufaturado, o aço bruto que é o mais exportado para os EUA, foi US$ 372 milhões, ou seja teve inclusive um crescimento de 23,9%.”

Todavia, o crescimento pode ter tido impacto pelos anúncios de Trump.

Indagado sobre esse impacto, Brandão comenta: “Não posso fazer essa afirmação, mas é um comportamento comum no comércio internacional quando se anuncia alguma medida. Vemos isso quando o Brasil vai aplicar um antidumping, uma medida de sobretaxar algum setor, vemos um grande aumento [de importações] antes de entrar em vigor”.

Nos dados da balança referentes à março, as principais quedas de exportação para os EUA foram óleos brutos de petróleo, com queda de 90%, instalações e equipamentos de engenharia (-62%) e aeronaves e outros equipamentos (-21,7%).

De importações, foram motores e máquinas, um crescimento de 42%, óleos brutos de petrleo, crescimento de 78%, maquina de processamento automático e dados, 94% de crescimento.

Balança comercial reverteu déficit

Com o resultado, foi revertido o déficit de fevereiro, quando foi registrado saldo negativo de US$ 324 milhões, calculado a partir de US$ 22,929 bilhões em exportações e US$ 23,253 bilhões em importações.

Foi o primeiro déficit registrado pela balança comercial desde janeiro de 2022, quando foi registrado saldo negativo de US$ 59 milhões. O resultado em questão foi impactado por uma queda de 1,8% no valor exportado em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Latam amplia voos domésticos em 11% no Brasil em abril ante março

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A Latam vai ampliar em 11% o volume de voos domésticos no Brasil neste mês de abril. O crescimento em relação ao mês anterior reflete o total de 2 mil novos voos mensais criados pela companhia aérea.

A maior parte dos incrementos está concentrada nos aeroportos de Brasília, Rio de Janeiro, Fortaleza e Goiânia. Na região Sul, a Latam está inaugurando as rotas Congonhas-Joinville (sete voos por semana) e Guarulhos-Pelotas (até três voos por semana).

Serão 398 mil novos assentos inseridos pela companhia no mercado aéreo nacional em abril, na comparação com o mês anterior, segundo a diretora de Vendas e Marketing da Latam Brasil, Aline Mafra. “Nos últimos dois anos, criamos 1,8 milhões de novos assentos para os brasileiros, o que reforça ainda mais o nosso compromisso de ampliar a conectividade e o acesso ao avião em um país de dimensões continentais”, afirma.

Incrementos

Os maiores incrementos da Latam a partir de abril virão das rotas Brasília-Guarulhos (de 47 para 57 voos por semana), Galeão-Vitória (de 18 para 28 voos por semana), Fortaleza-Guarulhos (de 43 para 52 voos por semana) e Guarulhos-Goiânia (de 27 para 35 voos por semana).

A lista inclui também Congonhas-Fortaleza (de 20 para 27 voos por semana), Florianópolis-Guarulhos (de 35 para 42 voos por semana), Fortaleza-Galeão (de 14 para 21 voos por semana), Fortaleza-Manaus (de 7 para 14 voos por semana), Guarulhos-Salvador (de 40 para 47 voos por semana), além das rotas internacionais Bogotá-Guarulhos (de 7 para 14 voos por semana) e Guarulhos-Lima (de 21 para 28 voos por semana).

Dólar dispara a R$ 5,82 após China retaliar tarifas dos EUA; Ibovespa cai mais de 3%

 

O dólar é negociado em forte alta nesta sexta-feira, 4, revertendo as perdas da sessão anterior, à medida que cresciam os temores de uma guerra comercial global após a China retaliar as tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Por volta das 14h01, o dólar à vista subia 3,22%, a R$ 5,820 na venda. Já o Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, caía 3%, a 127.208.79 pontos. Veja cotações.

Na quinta-feira, 3, o dólar à vista fechou em baixa de 1,18%, a R$ 5,6290 — menor cotação de fechamento desde 16 de outubro do ano passado.

A China anunciou nesta sexta-feira medidas retaliatórias às tarifas impostas pelo presidente dos EUA, incluindo taxas adicionais de 34% sobre todos os produtos norte-americanos e restrições à exportação de algumas terras raras. O Ministério das Finanças da China afirmou que as tarifas adicionais serão adotadas a partir de 10 de abril.

Trump havia anunciado na quarta-feira uma tarifa de 34% sobre a China, além dos 20% que ele já havia adotado neste ano, elevando o total de novas taxas para 54%. Ele apresentou uma taxa mínima de 10% sobre todas as importações dos EUA, com tarifas mais altas para determinados parceiros.

“A resposta da China às novas tarifas dos EUA aumentou as preocupações do mercado. Não apenas com o impacto econômico direto dessas tarifas… A preocupação é que a medida possa levar a uma possível escalada adicional da guerra comercial pelo lado norte-americano”, disse Eduardo Moutinho, analista de mercados do Ebury Bank.

Diante da perspectiva de que as tensões comerciais possam escalar ainda mais, à medida que outros parceiros dos EUA, como a União Europeia, também preparam suas respostas às tarifas de Trump, os investidores voltavam a fugir de ativos mais arriscados em busca da segurança.

No cenário doméstico, as atenções estão voltadas para a resposta brasileira às tarifas de Trump.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou na quinta-feira que a tarifa de importação imposta pelos EUA ao Brasil é ruim, apesar de ter ficado no nível mínimo de 10%, e que os dois países terão uma nova rodada de negociações na próxima semana.

Temor de recessão

O dólar também avançava frente a outras moedas emergentes em meio ao tombo de mais de 7% do petróleo e o movimento de fuga de ativos de risco após a retaliação chinesa.

O mercado adiantou a previsão para o início dos cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed) neste ano e passou a precificar redução uma acumulada de 125 pontos-base (pb) ou mais como probabilidade majoritária até dezembro, segundo ferramenta de monitoramento do CME Group.

quinta-feira, 3 de abril de 2025

Reino Unido se prepara para se juntar à França, Itália, Alemanha, Espanha, Japão, Canadá, EUA, Coreia do Sul, Indonésia, México e Turquia para tornar os impostos turísticos a nova norma de viagens para impulsionar seu setor de turismo

 


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O Reino Unido está se preparando para se juntar aos líderes globais do turismo — França, Itália, Alemanha, Espanha, Japão, Canadá, EUA, Coreia do Sul, Indonésia, México e Turquia — para tornar os impostos turísticos a nova norma de viagem, com cidades como York, Edimburgo, Manchester e Bournemouth já explorando ou implementando taxas de visitantes para impulsionar seus setores de turismo. Essas taxas, geralmente pequenas taxas noturnas em acomodações, estão sendo introduzidas para gerar receita dedicada para serviços locais, aliviar a pressão sobre as comunidades, manter a infraestrutura e proteger os ativos culturais e ambientais que atraem visitantes em primeiro lugar. À medida que o turismo excessivo e os crescentes custos operacionais desafiam os destinos populares do Reino Unido, os impostos turísticos são cada vez mais vistos como uma maneira inteligente e sustentável de garantir que o turismo beneficie a todos — não apenas a economia, mas também os moradores e futuros viajantes.

À medida que as viagens globais se recuperam e o número de visitantes aumenta, o Reino Unido está tomando medidas definitivas para se juntar à crescente liga de países que adotaram impostos turísticos — não como um impedimento, mas como um modelo de financiamento sustentável para apoiar as próprias atrações que fazem os destinos prosperarem. Da preservação do patrimônio ao financiamento de serviços públicos, os impostos turísticos estão rapidamente se tornando a nova norma das viagens globais, e o Reino Unido está se movendo para abraçar essa mudança com cautela e ambição.

Com cidades em todo o mundo Escócia, Inglaterra e País de Gales explorando ativamente ou já implementando versões locais de taxas de visitantes, o Reino Unido está se posicionando ao lado França, Itália, Alemanha, Espanha, Japão, Canadá, Estados Unidos, Coreia do Sul, Indonésia, México e Turquia—países que há muito tempo integraram impostos de turismo em suas estratégias de turismo locais ou nacionais.

Da ideia à implementação: a abordagem de retalhos do Reino Unido

Embora o Reino Unido ainda não tenha introduzido um imposto turístico nacional, o trabalho de base foi feito em várias partes do país. O primeiro grande avanço ocorreu em Escócia, Onde o Lei de Taxa de Visitante (Escócia) foi aprovada em 2024. Esta legislação dá às autoridades locais o poder de impor um imposto turístico sobre pernoites.

Edimburgo—uma das cidades mais visitadas do Reino Unido—está pronta para liderar o lançamento. Começando Julho de 2026, os visitantes que ficam na cidade pagarão uma Taxa de 5% sobre alojamento, um movimento que deverá gerar cerca de £ 50 milhões anualmente. Esses fundos serão reinvestidos na manutenção da cidade, serviços de turismo e eventos culturais que definem o apelo global da capital.

Além da capital, a Conselho das Terras Altas está explorando uma medida semelhante. Com pontos icônicos como a Ilha de Skye e a North Coast 500 vendo um tráfego turístico sem precedentes nos últimos anos, os líderes locais argumentam que o imposto é uma etapa necessária para mitigar as pressões ambientais e melhorar os serviços sobrecarregados por influxos sazonais. Uma consulta formal está em andamento, e a implementação é esperada para o final de 2026.

Cidades inglesas usam soluções alternativas enquanto Londres visa a reforma

In Inglaterra, embora os conselhos actualmente não tenham autoridade legislativa directa para impor um imposto turístico, as cidades recorreram a Distritos de Melhoria de Negócios Turísticos (TBIDs) para cobrar legalmente taxas de visitantes. Manchester tornou-se a primeira cidade do Reino Unido a fazê-lo, lançando uma Taxa de £ 1 por noite em 2023 em 73 hotéis e apartamentos com serviços. Esta taxa deverá arrecadar mais de £ 3 milhões por ano, destinado a eventos de grande porte, campanhas de marketing e melhorias nas ruas.

Seguindo o exemplo de Manchester, Liverpool e Bournemouth, Christchurch e Poole introduziram suas próprias versões. As cidades da costa sul começaram a cobrar £ 2 por noite em 2024 em hotéis maiores. O esquema, introduzido com o apoio da indústria, deverá gerar £ 12 milhões em cinco anos, visando gerenciar o turismo excessivo, melhorar a experiência do visitante e modernizar a infraestrutura costeira.

In London, Prefeito Sadiq Khan expressou forte apoio a um imposto turístico formal. As propostas apresentadas pela Prefeitura incluem uma Taxa de 5% em pernoites, o que poderia render € 285 milhões anualmente—uma quantia substancial que poderia financiar transporte público, serviços de segurança e desenvolvimento de espaços verdes. Embora reformas legais sejam necessárias para implementação, o ímpeto está crescendo entre os líderes da cidade e as partes interessadas em hospitalidade.

País de Gales avança com legislação nacional

país de Gales também está caminhando para a legislação, com o governo galês pretendendo introduzir uma estrutura nacional até o final de 2024. O sistema proposto permitiria que os conselhos introduzissem taxas de visitantes personalizadas que refletissem suas demandas e pressões turísticas exclusivas.

O governo argumenta que um imposto turístico apoiará comunidades que recebem milhões de turistas anualmente, particularmente em áreas rurais e costeiras onde a infraestrutura está frequentemente sob pressão. O imposto ajudaria a pagar por tudo, desde a gestão de resíduos até a preservação de locais culturais, garantindo a sustentabilidade a longo prazo das principais atrações.

Como outros países fizeram dos impostos turísticos um sucesso

A adoção gradual de impostos turísticos pelo Reino Unido reflete uma tendência global, particularmente entre seus pares do G20, onde tais impostos são amplamente utilizados e geralmente aceitos pelos viajantes:

  • França cobra um “taxa de permanência”, aplicado em todo o país e dimensionado por tipo de acomodação. As taxas variam de € 0.20 a € 4 por pessoa, por noite, com a receita canalizada para o embelezamento da cidade e conservação do patrimônio.
  • Itália introduziu impostos turísticos em 2011. Cidades como Roma, Florença, Veneza e Milão cobrar entre € 3 e € 7 por noite, dependendo do nível de acomodação. Em 2025, Veneza também implementará um taxa de entrada para excursionistas, visando os milhões de visitantes que não passam a noite.
  • Alemanha "Bettensteuer” ou imposto de hospedagem é cobrado em cidades como Berlin, Hamburgo e Colônia, geralmente em 5% do custo da acomodação. Esses fundos são usados ​​para apoiar eventos culturais, manutenção da cidade e melhorias de infraestrutura.
  • Espanha Catalonia e Ilhas Baleares regiões cobram uma imposto sobre turismo sustentável, variando de € 0.45 a € 2.25 por noite. A receita apoia a proteção ambiental, limpeza de praias e manutenção de sítios históricos.
  • Japão implementou o Imposto Sayonara in 2019, um ¥1,000 de taxa de embarque para todos os viajantes de saída, usado para modernizar aeroportos, promover experiências culturais e melhorar a sinalização e a acessibilidade para turistas.
  • Localização: Canadá aplica um Imposto Municipal de Alojamento (MAT) em cidades como Toronto, Vancouver e Montreal, normalmente em 4% do custo do quarto.
  • Os Estados Unidos cobra impostos de ocupação de hotéis em nível municipal e distrital. As taxas variam, mas geralmente excedem 10%, especialmente em cidades como New York, Maceió e Santos, com fundos usados ​​para marketing e infraestrutura turística.
  • Coreia do Sul cobra um KRW 10,000 (~$9) taxa de embarque para viajantes que partem via aeroportos e portos.
  • Bali da Indonésia lançou um novo taxa turística em 2024, cobrando visitantes internacionais IDR 150,000 (~US$ 10). Os fundos são alocados para preservar a cultura balinesa, a limpeza local e a resiliência da infraestrutura.
  • Quintana Roo do México região, lar de Cancún e Tulum, cobra uma taxa ambiental por noite e uma Visitax taxa de inscrição paga on-line antes da partida.
  • Peru introduziu um 2% de imposto de acomodação in 2023, aplicável a hotéis, resorts e pensões, com receitas direcionadas ao desenvolvimento do turismo.

O caso dos impostos turísticos no Reino Unido

Os defensores dos impostos turísticos argumentam que eles são essenciais para gerenciar as pressões do turismo de alto volume, especialmente em áreas que veem grandes fluxos de visitantes durante os meses de pico. Eles permitem que as cidades mantenham a limpeza, preservem marcos e financiem serviços públicos — tudo isso enquanto transferem o fardo financeiro dos moradores para aqueles que usam esses serviços temporariamente.

É importante ressaltar que dados internacionais sugerem que os impostos turísticos têm impacto mínimo nas decisões de viagem. Os visitantes estão cada vez mais dispostos a pagar pequenas taxas diárias se souberem que isso contribui para preservar os lugares que eles apreciam.

Para o Reino Unido, adotar esse modelo pode aumentar sua competitividade global no turismo. Com a maioria dos principais destinos europeus e do G20 já implementando alguma forma de taxa de visitante, as cidades britânicas correm o risco de ficar para trás em termos de geração de receita e sustentabilidade do destino se não agirem.

O Reino Unido está se juntando aos líderes globais do turismo ao introduzir impostos turísticos para financiar serviços locais, proteger ativos culturais e gerenciar o turismo excessivo — garantindo que o turismo apoie tanto a economia quanto as comunidades que o hospedam. Cidades como York e Edimburgo estão liderando a carga com propostas já em andamento.

Um ponto de viragem na política global de viagens

O que antes parecia controverso agora é mainstream. Os impostos turísticos não são mais uma política marginal — eles são centrais para a gestão do turismo em um mundo pós-pandemia, onde sustentabilidade, qualidade de vida e preservação cultural são prioridades crescentes. Para o Reino Unido, essa mudança representa não apenas uma oportunidade fiscal, mas também filosófica: repensar a relação entre os hóspedes e os lugares que eles visitam.

À medida que mais conselhos exploram a ideia, à medida que as estruturas legais evoluem e à medida que a opinião pública gradualmente se aquece à ideia de financiamento responsável do turismo, o Reino Unido está bem encaminhado para se tornar parte de um movimento global.uma que veja os impostos turísticos não como um fardo, mas como um passo necessário para um setor turístico mais equilibrado e resiliente.

Klabin inaugura maior fábrica de papelão ondulado das Américas

 


Companhia paranaense investiu R$ 1,5 bilhão na planta de Piracicaba 
 
 
Alinhada às premissas da Indústria 4.0, unidade alia tecnologia e eficiência

 

 

A Klabin realizou nesta quinta-feira (27) a cerimônia de inauguração de sua mais recente unidade industrial, em Piracicaba (SP). A fábrica é resultado de um investimento de R$ 1,5 bilhão, tem capacidade de produção de 240 mil toneladas de papelão ondulado por ano, o equivalente a 421 milhões de metros quadrados anuais. Em operação desde abril de 2024, a Unidade Piracicaba II está posicionada como a maior e mais moderna fábrica de embalagens de papelão ondulado em operação nas Américas. O projeto reúne o que há de mais moderno em termos de tecnologia e fortalece o modelo de integração da Klabin, ampliando a capacidade de conversão de papéis em embalagens.

"Conseguimos reunir neste projeto o que há de mais moderno em termos de tecnologia para entregar, com ainda mais eficiência, as melhores embalagens aos nossos clientes. Além disso, a localização da Unidade em um grande centro consumidor do Brasil confere à Klabin uma vantagem logística relevante, que agiliza a distribuição para clientes de diversas regiões do País. A Unidade Piracicaba II representa um marco na história da Klabin e no setor de embalagens", comenta Cristiano Teixeira, diretor-geral da Klabin.

A planta conta com um estoque de papel com capacidade para 6 mil bobinas – o equivalente a 15 mil toneladas – e possui 16 docas de carregamento na expedição, que funcionam simultaneamente. Um sistema totalmente automatizado para montagem e saída de paletes, otimizando a logística e proporcionando maior eficiência operacional. Entre os destaques em tecnologia está um estoque vertical, pioneiro na América Latina, com capacidade de armazenar 2,3 milhões de metros cúbicos de chapas de papelão ondulado (equivalente a 1.100 toneladas). Este número representa o consumo médio de 30 horas das impressoras. A Klabin é a sétima maior empresa da região e também a terceira maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

Brasil pode ganhar mercados com tarifaço de Trump

 


Segundo professor, acordo Mercosul–UE precisa ser aprovado 
 
 
O acordo Mercosul–UE beneficiará a balança de serviços, além da comercial

 

 

A sobretaxação dos Estados de Unidos de 10% sobre os produtos brasileiros pode representar uma oportunidade de ganhos de mercado para o Brasil se o país souber negociar com outros parceiros comerciais. A avaliação é do economista e professor da Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Adalmir Marquetti. Ele defende a urgência da aprovação do acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE). "O processo de negociação é um ponto importante a ser levado. Tem de tentar uma retaliação em alguns produtos, mas também tem de haver uma negociação com outros países. Acho a viagem do presidente Lula para o Japão e para o Vietnã importante no sentido de buscar novos parceiros comerciais, de intensificar nossas relações com esses países que estão crescendo, estão se tornando importantes na economia mundial", opina.

Para Marquetti, o acordo Mercosul–UE tem importância estratégica para amenizar o impacto da decisão do governo de Donald Trump. Segundo ele, o acordo não beneficiará apenas a balança comercial, mas também a de serviços, em que o Brasil importa muito mais do que exporta e consome cerca de 40% do superávit comercial. "Certamente, [a sobretaxação de Trump] abre um espaço de negociação e de busca de novos parceiros comerciais. Inclusive o acordo do Mercosul com a União Europeia, esse é o momento de implementar. Esse acordo, de buscar as novas parcerias do Brasil que envolvam tanto a balança de bens e de serviços. Temos uma balança comercial bastante positiva, mas a nossa balança de serviços, no caso brasileiro, é negativa", disse o professor.

O especialista lembra ainda que a decisão dos Estados Unidos abrange apenas as importações de bens, não de serviços. Isso porque o país é um dos maiores exportadores de serviços do planeta, principalmente de serviços tecnológicos e audiovisuais. O professor afirma ainda que o Brasil, como uma das maiores economias do planeta, tem espaço para ocupar o mercado mundial à medida que outros países retaliarem os Estados Unidos. Ele, no entanto, recomenda que o processo não ocorra apenas com produtos agrícolas e minerais, mas abranja produtos de maior valor agregado.

"O Brasil tem um espaço para ocupar o mercado mundial, inclusive o espaço que os outros países, ao responderem aos Estados Unidos, deixarem de comprar. No caso da China, os chineses já estão comprando mais produtos agrícolas brasileiros. E aqui tem um ponto importante: como a gente pode aproveitar essa crise mundial, com origem nas tarifas nos Estados Unidos, para melhorar a nossa pauta de exportação? Para a gente, exportar também mais produtos industriais e com maior valor adicionado na economia nacional", conclui.

Com ABR

 

 https://amanha.com.br/categoria/economia/brasil-pode-ganhar-mercados-com-tarifaco-de-trump

Páscoa deve movimentar R$ 5,3 bilhões em 2025, segundo a Abecs

 

Imagem destaque: Páscoa deve movimentar R$ 5,3 bilhões em 2025, segundo a Abecs
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A Páscoa deve movimentar R$ 5,3 bilhões em 2025, valor 26,8% mais alto se comparado a projeção feita no ano anterior. O brasileiro pretende gastar, em média, R$ 146 com produtos tradicionais da data. No ano passado, o ticket médio foi de R$ 156. Os dados são da Abecs - que representa os setores da indústria de meios eletrônicos de pagamento -, em parceria com o Instituto Datafolha. Em comparação ao ano passado, 67% dos consumidores pretendem comprar chocolates ou outros produtos na Páscoa em 2025. O ovo de Páscoa é o produto pretendido mais citado (64%), seguido por bombons, caixas de bombons, trufas (36%) e barra de chocolate (34%). Brinquedos e cesta de Páscoa somaram 2% das intenções de compra cada.


Comportamento do Consumidor 

 Segundo o levantamento, 91% pretendem comprar produtos ou presentes de Páscoa em uma loja física, enquanto apenas 9% devem fazer as compras online. O resultado é similar a 2024. 42% dos consumidores pretendem usar cartão de crédito ou débito para as compras. Outras formas de pagamento citadas pelos entrevistados são dinheiro (43%) e Pix (39%), enquanto 1% mencionou cartão/vale alimentação e refeição. No Sudeste (53%) e no Sul (47%), o cartão é o meio de pagamento escolhido por quase metade dos entrevistados.


Regiões

 

  O Sul (R$ 178), o Centro-Oeste (R$ 169) e o Sudeste (R$ 158) apresentam intenção de gasto médio acima da média nacional. Nessas regiões, a estimativa de movimentação é de R$ 984 milhões, R$ 501 milhões e R$ 2,3 bilhões, respectivamente. O Nordeste apresenta média de gasto de R$ 109 e previsão de R$ 1 bilhão de movimentação. Com a menor média, está a região Norte (R$ 108), projetando movimentação de R$ 414 milhões. Os homens pretendem gastar mais nesta Páscoa (R$ 154), assim como consumidores da faixa etária de 18 a 24 anos (R$ 157) e das classes A/B (R$ 182).

 

 https://gironews.com/negocios/pascoa-deve-movimentar-r-53-bilhoes-em-2025-segundo-abecs/

Correios lança marketplace para ampliar alcance de empresas de pequeno porte

 

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Crédito: Reprodução / Correios

 

Com a missão de democratizar o acesso ao comércio eletrônico para pequenos e médios negócios, o Correios lança o marketplace “Mais Correios”. A iniciativa conta com apoio do Sebrae para que microempreendedores individuais (MEI), microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) aproveitem os benefícios oferecidos pela plataforma para impulsionar vendas. Enquanto o Correios será responsável por garantir frete competitivo e oferecer logística eficiente para vendedores e compradores, a Infracommerce, especializada em soluções para e-commerce, fornecerá toda a infraestrutura digital, incluindo a plataforma de comercialização, sistemas de pagamento, usabilidade, segurança e suporte tecnológico do novo marketplace. Nesse primeiro momento, será feito o cadastro dos empreendedores interessados.

“A ideia é que os Correios se tornem um elo ainda mais forte, conectando todas as regiões do Brasil de forma eficiente com um olhar atento ao desenvolvimento local e ao fomento do empreendedorismo”, comenta Fabiano Silva dos Santos, presidente do Correios.

Amazon faz oferta para adquirir o TikTok nos EUA

 


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Crédito: Reprodução / Fox Business

 

 

A Amazon apresentou uma oferta para comprar o TikTok nos Estados Unidos. A proposta surgiu próximo ao prazo final, que se encerra neste sábado (5), para que o aplicativo mude sua estrutura de propriedade ou enfrente uma proibição no país. As informações são do The New York Times. Mesmo com essa movimentação, o jornal afirma que a oferta da Amazon não está sendo levada a sério. A rede social conta com 170 milhões de usuários nos EUA e se tornou um importante canal de compras online. Com isso, diversos influenciadores recomendam produtos que frequentemente são comprados na Amazon.

Destino do TikTok 

Além de se reunir com funcionários da Casa Branca para discutir o destino do aplicativo, o presidente Donald Trump já adiou a aplicação de uma lei que exige a venda do TikTok. Entre as alternativas em análise, está a possibilidade de atrair novos investidores americanos, como Oracle e Blackstone, sem realizar uma venda formal. As movimentações em relação ao TikTok se iniciaram porque o governo dos EUA alega que o TikTok coleta dados confidenciais dos seus usuários e que isso pode representar um risco à segurança nacional. O país tem receio que a China possa usar as informações dos usuários americanos para atividades de espionagem. 

 

 https://gironews.com/varejo-digital/amazon-faz-oferta-para-adquirir-o-tiktok-nos-eua/



Bem Brasil reforça portfólio em nova campanha

 


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Crédito: Divulgação / Bem Brasil


Especializada em batatas pré-fritas congeladas, a marca lança uma campanha que visa ressaltar a versatilidade de seus produtos. A Bem Brasil inicia a divulgação com um filme que estreia na TV aberta, incluindo um jingle e mostrando situações do dia a dia. O objetivo, segundo a empresa, é reforçar sua presença em momentos de união e descontração entre amigos e familiares. Além de veiculação em TV Aberta, com cortes de 5, 15 e 30 segundos, a campanha estará também na mídia digital, nas redes sociais da marca, em streaming e rádio. A comunicação foi elaborada pela Brenda, agência de marketing pernambucana.

  “Queremos reforçar que a batatinha Bem Brasil é um produto versátil, que combina com diferentes ocasiões de reunião entre amigos e família, podendo ser utilizada também como petisco, além de ser um excelente acompanhamento para qualquer refeição”, destaca Gustavo Amaral, head de marketing da empresa. Confira um dos filmes da campanha:

 

 


Softys conclui aquisição das operações da Ontex no Brasil

 


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Crédito: Reprodução / Pom Pom



 Em uma transação no valor de R$ 670,9 milhões, a Softys comprou o negócio da Ontex no Brasil e, a partir de abril, assume a gestão local da multinacional. Com a transação aprovada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), a Softys consolida o seu crescimento nos mercados de consumer tissue e personal care. “Esta aquisição reforça nosso foco no país, fortalecendo nossa parceria com nossos clientes e permitindo levar o cuidado a mais famílias brasileiras. A integração será cuidadosamente planejada, buscando pontos de sinergia que maximizem uma cultura de aprendizado”, afirma Gonzalo Darraidou, CEO da Softys na América Latina. Com foco no mercado brasileiro de tissue, em 2019 e 2021, a Softys também adquiriu a SEPAC e a Carta Fabril.


Portfólio

 A Softys é proprietária das marcas Cotton, Duetto, Kitchen, Paloma, Social Clean, Sublime, Elite Professional, Babysec, Ladysoft e Looping. Agora, a companhia passa a contar também com marcas como Pom Pom, Cremer e Sapeka em cuidado infantil, além de Bigfral para cuidado adulto. A transação adiciona ao negócio mais 1.400 colaboradores e uma nova planta em Senador Canedo (GO), além das plantas atuais da Softys nas cidades de Mogi das Cruzes, Caieiras (SP), Piraí (RJ), Anápolis (GO) e Mallet (PR).

 

 https://gironews.com/informacoes-de-fornecedores/softys-conclui-aquisicao-das-operacoes-da-ontex-no-brasil/

Tarifa de 50% pode ‘matar’ Lesoto, chamado por Trump de país que ‘ninguém nunca ouviu falar’

 

Uma tarifa comercial recíproca de 50% imposta ao Lesoto, a mais alta anunciada pelo presidente dos EUA, matará o pequeno reino do sul da África que Donald Trump ridicularizou no mês passado, disse um analista econômico nesta quinta-feira, 03.

O Lesoto, que Trump descreveu em março como um país do qual “ninguém nunca ouviu falar”, é uma das nações mais pobres do mundo, com um PIB (Produto Interno Bruto) de pouco mais de US$ 2 bilhões.

O país tem um grande superávit comercial com os Estados Unidos, graças principalmente às suas exportações de diamantes e têxteis, incluindo jeans Levi’s, para o mercado norte-americano.

Suas vendas para os Estados Unidos, que em 2024 totalizaram US$ 237 milhões, representam mais de 10% de seu PIB.

Na quarta-feira, 2, Trump impôs novas e abrangentes tarifas aos parceiros comerciais globais, derrubando décadas de comércio baseado em regras e ameaçando aumentar os custos para os consumidores.

Ele disse que as tarifas “recíprocas” eram uma resposta às taxas e outras barreiras não tarifárias impostas aos produtos americanos. O Lesoto cobra 99% de tarifas sobre os produtos americanos, de acordo com o governo dos EUA.

Na África, a medida sinalizou o fim do acordo comercial AGOA (Lei de Crescimento e Oportunidades para a África), que deveria ajudar as economias africanas a se desenvolverem por meio de acesso preferencial aos mercados dos EUA, segundo especialistas em comércio.

A iniciativa também aumentou as dificuldades para a região depois que Trump desmantelou a Usaid, agência governamental que era uma das principais fornecedoras de assistência ao continente.

“A tarifa recíproca de 50% introduzida pelo governo dos EUA vai acabar com o setor têxtil e de vestuário do Lesoto”, disse à Reuters Thabo Qhesi, analista econômico independente baseado em Maseru.

A Oxford Economics disse que o setor têxtil, com cerca de 40 mil trabalhadores, é o maior empregador privado do Lesoto e responde por aproximadamente 90% dos empregos no setor industrial e das exportações.

“Depois temos os varejistas que vendem alimentos. E há os proprietários de imóveis residenciais que alugam casas para os trabalhadores. Isso significa que, se houver o fechamento de fábricas, o setor morrerá e haverá efeitos multiplicadores”, disse Qhesi.

“Portanto, o Lesoto estará morto, por assim dizer.”

O governo do Lesoto, uma nação montanhosa de cerca de 2 milhões de habitantes cercada pela África do Sul, não fez comentários imediatos sobre as tarifas comerciais na quinta-feira.

Seu ministro das Relações Exteriores disse à Reuters no mês passado que o país, que tem uma das maiores taxas de infecção por HIV/Aids do mundo, já estava sentindo o impacto dos cortes na assistência, pois seu setor de saúde dependia deles.

A fórmula usada para calcular as tarifas dos EUA considerou o déficit comercial dos EUA em mercadorias com cada país como um indicador de supostas práticas desleais e também a quantidade de mercadorias importadas para os Estados Unidos daquele país.

Na prática, países que importam apenas pequenas quantidades de mercadorias dos EUA, como Lesoto e Madagascar, foram atingidos por tarifas mais punitivas do que países muito mais ricos.

Esse também é o caso do Vietnã, Nicarágua e Camboja, cujas exportações para os Estados Unidos representam mais de 25% do PIB, de acordo com a Oxford Economics.

Um vendedor de milho em Maseru, Sekhoane Masokela, viu o anúncio de Trump como um motivo para buscar novos mercados.

“O país dele (de Trump) não é o único, então ele está nos dando uma oportunidade de cortar os laços com ele e procurar outros países. É evidente que ele não quer mais ter nada a ver conosco”, disse Masokela.

Tarifas de Trump afetam ações de fabricantes de agroquímicos

Donald Trump: o que está por trás de nova foto oficial - BBC ...

Temores de que o plano tarifário do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, possa causar mais turbulência no setor agrícola afetaram as ações de fabricantes de agroquímicos. As ações de empresas como FMC e Corteva – que fornecem agrotóxicos e sementes para agricultores – caíram ontem no after hours em Nova York.

Organizações do setor agrícola alertaram que tarifas retaliatórias sobre produtos agrícolas dos EUA podem pressionar as cotações do milho, da soja e de outras commodities, prejudicando a capacidade dos agricultores de investir em sementes e pesticidas de alta tecnologia. Fonte: Dow Jones Newswires.

Presidente do México diz que país assinará acordo de troca comercial com União Europeia

 Eleições no México: quem é Claudia Sheinbaun, futura ...

O México buscará diversificar suas relações comerciais com outros países além dos Estados Unidos, afirmou a presidente mexicana Claudia Sheinbaum durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira, 3. O discurso vem no dia seguinte ao anúncio das tarifas recíprocas do presidente norte-americano, Donald Trump.

“O México vai assinar e vai manter um acordo de trocas comerciais com a União Europeia”, declarou Sheinbaum, sem dar mais detalhes.

Ainda segundo a líder mexicana, o país segue em negociações com os Estados Unidos em relação às tarifas sobre a indústria automotiva, aço e alumínio.

Bradesco libera Pix automático para clientes pessoa física e pessoa jurídica

 

O Bradesco liberou o Pix automático para clientes pessoas físicas e jurídicas. A modalidade permite que pagamentos recorrentes sejam programados para ser feitos com o método instantâneo, para contas como luz, Internet, planos de saúde e outros tipos de consumo. O funcionamento é similar ao do débito automático, mas o trilho é o do Pix.

A princípio, podem utilizar o serviço empresas que sejam correntistas do banco e que o utilizem para receber pagamentos de clientes que também tenham conta no Bradesco.

Para pagadores que são clientes de outros bancos, o serviço seguirá o cronograma do Banco Central, sendo liberado em 16 de junho.

O cliente PF tem de verificar se a empresa que receberá o pagamento oferece essa opção, e se este for o caso, basta cadastrar o pagamento lendo o QR Code disponível no aplicativo do banco.

É possível definir valores máximos para o agendamento, e os débitos são feitos inclusive em feriados e fins de semana, de forma gratuita.

As empresas que queiram receber via Pix automático devem entrar em contato com o gerente do banco para ativá-lo.

Lula assina decreto que regulamenta Fundo Social, assegurando repasses ao Minha Casa Minha Vida

 

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou decreto que regulamenta o Fundo Social com o repasse de recursos oriundos do pré-sal ao Programa Minha Casa Minha Vida, nesta quinta-feira, 3. Na ocasião, ele celebrou os dois anos do atual governo em uma solenidade com autoridades em Brasília.

De acordo com o anúncio do evento, estão previstos R$ 18 bilhões na lei orçamentária aprovada pelo Congresso Nacional para a finalidade do decreto.

O Fundo Social do Pré-sal foi criado em 2010 como uma fonte de recursos vinculada à Presidência da República para programas e projetos nas áreas de combate à pobreza e de desenvolvimento de áreas como educação, saúde e ciência.

A cerimônia também teve a divulgação de vídeos que citam iniciativas do governo, como obras em universidades federais, o Programa Pé-de-Meia, o Bolsa Família e investimentos no sistema público de saúde.

Vendas de imóveis em fevereiro crescem 37% e lançamentos disparam 136,5%, diz Secovi-SP

 

O mercado imobiliário da cidade de São Paulo teve uma expansão significativa dos lançamentos e das vendas no mês de fevereiro, de acordo com pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 3, pelo Sindicato da Habitação (Secovi-SP).

As vendas de imóveis residenciais novos em fevereiro subiram 57,6% na comparação com o mesmo mês do ano passado, para 10,4 mil unidades. No acumulado dos últimos 12 meses, a comercialização avançou 37%, para 108,3 mil unidades – maior patamar já registrado pela pesquisa.

A velocidade de vendas (quantidade de unidades vendidas em relação ao estoque disponível) em 12 meses foi a 60,1% em fevereiro, alta de 7,7 pontos porcentuais na comparação com o mesmo mês do ano passado, mas 1,5 ponto menor que janeiro deste ano.

Apesar dos juros mais altos nos financiamentos, a demanda por imóveis permanece aquecida em função do crescimento da economia brasileira, com elevação do emprego e da renda da população.

Outro ponto fundamental são os incentivos públicos – especialmente do Minha Casa Minha Vida (MCMV) e dos programas estaduais que conferem subsídios para aquisição das moradias.

Lançamentos e estoques

O resultado forte de vendas tem motivado as incorporadoras a lançar mais projetos. Os lançamentos em fevereiro dispararam 136,5% na comparação anual, para 10,5 mil imóveis. No acumulado dos últimos 12 meses, os lançamentos aumentaram 48%, totalizando 114 mil unidades – nível mais alto já registrado pelo Secovi-SP no período.

O estoque de imóveis novos disponíveis para venda (considerando unidades na planta, em obras e recém-construídas) aumentou 2% em um ano, para 60,8 mil unidades. No ritmo atual das vendas, o estoque seria suficiente para abastecer a demanda por seis a sete meses, de acordo com o levantamento.

PP propõe ampliação da faixa e tributação progressiva em IR, com alíquota de 4% até 15%

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O Partido Progressistas (PP) propôs uma ampliação da faixa de renda sujeita à tributação adicional de 10%, de R$ 50 mil para R$ 150 mil mensais, no projeto de lei que aumenta a isenção do imposto de renda. Segundo a proposta, obtida pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), a tributação inicia-se com uma alíquota de 4% e aumenta progressivamente até atingir 15% para rendimentos anuais superiores a R$ 1 bilhão, faixa em que a alíquota se torna fixa.

Além disso, o PP sugeriu a criação de um fundo exclusivo para repor as perdas de arrecadação que os Estados e municípios terão com a proposta, sem detalhar como funcionaria na prática.

Como mostrou a reportagem, depois de o governo anunciar o projeto lei, governadores e prefeitos passaram a pressionar parlamentares para evitar que a medida resulte em uma perda de arrecadação aos cofres públicos dos entes federativos.

O principal receio é em relação ao impacto que a medida pode gerar na arrecadação do Imposto de Renda retido na fonte (IRRF) pago pelos funcionários públicos estaduais, distritais e municipais.

Ao todo, o PP sugeriu cinco modificações principais para o projeto que amplia a isenção do IR.

Os tópicos foram apresentados pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente da legenda, ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), durante reunião na manhã desta quinta.

O Broadcast teve acesso ao documento apresentado por Ciro durante o encontro.

Além da ampliação da faixa de renda sujeita à tributação adicional, da taxação progressiva e da compensação aos municípios, o PP propôs também redução linear de 2,5% em benefícios tributários, preservadas “exceções de interesse público”.

Os grupos não impactados seriam: o Simples Nacional; microempreendedores individuais (MEIs); deduções e isenções de IR (despesas médicas, de educação e aposentados); isenções de ONGs; táxis (isenção de IPI); donas de casa (isenção da contribuição previdenciária); automóveis de pessoas com deficiência; motocicletas (redução do IOF para financiamento); medicamentos, benefícios do trabalhador (indenizações por fim de contrato de trabalho); fundo criança e fundo do idoso (deduções de doações do IR).

O PP sugeriu ainda a elevação em 5% da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), aplicada exclusivamente a instituições financeiras com lucro líquido anual superior a R$ 1 bilhão. Segundo Nogueira, seriam 17 instituições.

A receita para faturar R$ 180 milhões com barrinhas de proteínas

 

Foi numa viagem para os EUA que o praticante de crossfit Gabriel Ferreira conheceu o que pode ser chamado de a Disney dos snacks fitness. A variedade e qualidade das barrinhas de proteínas vendidas no país surpreendeu o empreendedor a ponto de ele decidir ter sua própria linha de suplementação para o esporte aqui no Brasil. A primeira tentativa não funcionou. Mas ele não desistiu. Mudou a receita e abriu a Bold Snacks, hoje líder em barrinhas de proteína no País. Com faturamento de R$ 80 milhões em 2022, a expectativa é fechar este ano com resultado de R$ 180 milhões.

Fundada em Divinópolis, MG, a Bold Snacks comercializa atualmente 13 sabores diferentes de barrinhas, todas com base em fibras e proteínas. Os recheios variam e podem levar doce de leite diet, pasta de amendoim, avelã ou cobertura de chocolate diet. No último ano, foram lançadas também duas opções veganas, com foco no público com restrições alimentares.

“Desde o início ditamos esse nicho com novas possibilidades e conseguimos dar mais opções para os clientes”, disse à DINHEIRO o CEO da Bold Snacks, Gabriel Ferreira. A maioria das vendas ocorre por meio do varejo, como supermercados, farmácias e lojas de suplementos, que são responsáveis por 75% do faturamento. Hoje a empresa emprega 140 pessoas e está contratando.

O foco agora é a expansão para uma nova planta industrial, com 23 mil metros quadrados, que deve passar a funcionar já em agosto. O investimento na nova fábrica é de R$ 35 milhões e, com ela, a empresa pretende chegar em 2027 com um faturamento superior a R$ 500 milhões. Para alcançar os objetivos em receita, 10% do faturamento é direcionado a ações de marketing, principalmente com influenciadores.

 

Queda do dólar e do petróleo leva preço da gasolina e diesel à paridade no Brasil, diz Abicom

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A queda das cotações do dólar e do petróleo na quarta-feira, 2 – impactadas pelo anúncio de tarifas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump -, levou o preço dos combustíveis no Brasil à paridade com o mercado internacional. De acordo com levantamento da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), tanto a gasolina como o diesel registram defasagem de apenas 1% em relação ao preço praticado no Golfo do México.

Na quarta-feira, o petróleo tipo Brent fechou em alta de 0,62% a US$ 74,95 o barril, mas passou a cair no pós-mercado após o anúncio das tarifas dos Estados Unidos. Nesta quinta-feira, 3, cai mais de 6%, e era cotado a US$ 70,32 por volta das 9h30.

As pesadas tarifas impostas por Trump a vários países do mundo, entre eles o Brasil, que foi menos impactado, com tarifas de 10% sobre as exportações, acenam com uma redução da comercialização global, diminuindo o uso do petróleo no mundo.

Tanto a Petrobras como a Acelen, principais refinarias do País, com 80% e 14% de participação no mercado, respectivamente, reduziram o preço do diesel na semana passada.

Já a gasolina está há 267 dias sem reajustes nas refinarias da Petrobras, mas também mantém preços em linha com o praticado no mercado internacional.

Já a Acelen, que controla a Refinaria de Mataripe, na Bahia, aumentou a gasolina na quarta-feira em 0,03%, segundo a Abicom.