sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

O CASO DA MÉDICA CUBANA. OU: POR QUE O BRASIL JÁ É UMA REPÚBLICA SOCIALISTA DO SÉCULO XXI SOB O DOMÍNIO DOS PSICOPATAS DO PT E SEUS SEQUAZES? HAVERIA NOVO MENSALÃO?

A médica cubana Ramona Rodriguez fez emergir mais um pedaço do iceberg comunista. Mas ainda só se vê a ponta. (Foto de Veja)
Enquanto a maioria dos brasileiros apenas via a ponta de iceberg, sem nenhuma modéstia, eu já tinha visto há muito tempo o iceberg inteiro. Afirmei aqui e reafirmo que todas aquelas manifestações do ano passado foram criadas pelo Foro de São Paulo, a organização comunista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990 e que é comanda pelo PT. Leia-se: Lula, Zé Dirceu e demais psicopatas - chamam isso de ‘núcleo duro do PT’ - que mandam há mais de uma década no Brasil.



A deserção da médica cubana Ramona Rodriguez, do vergonhoso Programa Mais Médicos, faz aparecer mais um pouco do que está sob a ponta do iceberg comunista. Os movimentos de rua não exigiam mais saúde? Imediatamente o PT puxou da cartola, como num passe de mágica, o Programa Mais Médicos. 
Esse iceberg é o plano de comunização do Brasil. O Foro de São Paulo é a organização criada para cubanizar todo o continente latino-americano. Foi a grande jogada de Fidel Castro quando ainda estava vivo, pois hoje é apenas um fantasma. Cuba havia ficado órfã. A ex-URSS, que a mantinha economicamente, havia desmoronado e o movimento comunista internacional decidiu mudar suas estratégicas. O fato é que conseguiu isso com um sucesso inaudito e contando, pasmem, com os maiores empresários do continente que viram nessa espécie de “socialismo à chinesa”, uma forma de ganhar muito dinheiro!


O NEO-COMUNISMO



A orfandade de Cuba foi calculada. Já havia o projeto de transformar todo o continente latino-americano numa extensão de Cuba. Aliás, como revelei aqui no blog há algum tempo, Hugo Chávez chegou a aventar a hipótese de um Estado cubano transnacional. O finado caudilho falava muito na “pátria grande”, que aglutinaria, como de fato já está aglutinando, todos os países sul-americanos, centro-americanos e caribenhos numa espécie de União das Repúblicas Socialistas Latino-Americanas (URSAL). Isso aliás foi mencionado já há alguns anos. Coube à Venezuela fornecer o petróleo que mantém Cuba acesa. As obras de infra-estrutura são fornecidas pelo Brasil sob o governo do PT, com recursos do BNDES, isto é, recursos públicos. É por isso que desde os governos militares não foi construída nenhuma nova obra de infra-estrutura de vulto no Brasil! Nada!

Incrível que as obras que necessitamos urgentemente estão sendo construídas com recursos dos cofres públicos brasileiros em Cuba, Venezuela, Bolívia e agora mesmo no Uruguai, quando foi anunciado que o Brasil bancará 80% dos investimentos calculados em US$ 500 milhões de dólares para construção de um porto gigantesco naquele país.


PILHAGEM DOS COFRES PÚBLICOS



O curioso de tudo isso é que os comunistas continuam avançando porque têm o apoio dos tradicionais empresários, ou seja, o núcleo duro da economia nacional. Exemplo mais evidente disso é a “parceria” com o PT de empresas como a Odebrecht que se tornou especialista em edificar obras em países bolivarianos com financiamento do BNDES. Mas não é só a Odebrecht. A maioria dos empresários se especializou em afagar as partes baixas dos comunistas acreditando que será possível manter indefinidamente a drenagem de recursos públicos. Ora, se a produtividade de um país decai, evidentemente o erário seca! Quem gera a riqueza é a iniciativa privada que, por conseguinte, recolhe os tributos devidos ao Estado. Se os negócios privados encolhem, repete-se a tragédia cubana. O país vira uma grande favela!
Como as empresas brasileiras e de resto as demais que sobram na América Latina não desenvolvem nada de novo, não investem um centavo na pesquisa científica e tecnológica, estão simplesmente desaparecendo. Sobram apenas aquelas que se dedicam ao agronegócio, graças às pesquisas da Embrapa, uma iniciativa exitosa dos governos militares. Não fosse isso, o Brasil e boa parte da América Latina já estariam no mesmo nível das mais atrasadas sociedades afro-asiáticas.
As empresas que crescem são apenas as tradicionais, como as empreiteiras que empregam mão-de-obra intensiva e se utilizam da tecnologia gerada no primeiro mundo. A indústria de transformação brasileira está desaparecendo. O que supre o mercado nacional são as empresas multinacionais. Isso vai desde de automóveis, alimentos aos produtos de saúde, higiene e limpeza. 
Os países de alto capitalismo como Estados Unidos, Israel e a Europa anglo-saxônica é que geram as todas as novas tecnologias promovendo a nova economia que há pelo menos mais de 20 anos obrigou à reconversão do processo industrial em todo o mundo!
HAVERIA NOVO MENSALÃO?

O nível de sucesso atingido pelo tal “socialismo do século XXI” é tamanho que a rigor o Brasil já vive sob um regime de tipo chinês. Enormes investimentos com dinheiro público são determinados de forma unilateral pelo Executivo. Pelo menos até hoje nunca vi o Senado analisar essa drenagem de recursos estatais em direção a países estrangeiros. 
Se o presidencialismo brasileiro tem historicamente um viés imperial, sob o PT foi mais longe ainda. A rigor o que existe é uma ditadura pura e simples. O governo do PT, desde Lula e agora Dilma, decidem no Palácio do Planalto com a rubrica de “secreto” uma verdadeira pilhagem dos cofres públicos sem dar qualquer satisfação à opinião pública. E notem que o Congresso se cala, porquanto já foi completamente aparelhado pelo PT. A docilidade como que o governo petista é tratado por todos os parlamentares - salvo raras exceções - é simplesmente algo espantoso, o que nos leva a imaginar se o nefasto mensalão não estaria sendo executado por meio de outras artimanhas? Agora mesmo o PMDB está fazendo corpo mole no que parece ser a cobrança de “dívida antiga”.
UMA INDAGAÇÃO FUNDAMENTAL

Bastaria perguntara aos Senadores e Deputados quanto de dinheiro brasileiro já foi aplicado em Cuba, Bolívia, Venezuela, Uruguai e nas republiquetas ditatorias africanas? Aposto que nenhum deles saberá responder. Guardadas as devidas proporções o Congresso Nacional do Brasil pouco difere da Assembléia Nacional da Venezuela ou da Assembléia do Povo de Cuba, ou da China e da Coréia do Norte.
O que estou alinhando ligeiramente neste artigo também jamais foi ventilado pela grande mídia e ninguém parou para pensar no que está acontecendo no Brasil sob o domínio do PT e seu braço transnacional, o Foro de São Paulo.
Notem que isso é matéria para um livro! Por isso fico por aqui lembrando que serão bem-vindos os comentários dos leitores que podem agregar informações sobre os fatos que acabei de expor.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Brasil: Governo cria seguro para exportação de pequenas empresas!


Seguros-de-crédito06/02/2014,

Objetivo do seguro é dar garantias na obtenção de crédito bancário de empresas com receita de até R$ 90 milhões ao ano.

BRASÍLIA – Dois dias depois do anúncio do déficit recorde da balança comercial em janeiro, o governo anunciou ontem a oferta, a partir de hoje, do seguro à exportação para as micro, pequenas e médias empresas. As negociações para a implantação da medida, que atende pleito antigo do segmento, se arrastavam há tempos com os bancos comerciais e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). O seguro oferecido pelo governo visa dar garantias ao financiamento das exportações dessas empresas realizado por qualquer banco.

A nova modalidade de seguro foi colocada à disposição pelo Ministério da Fazenda para as empresas com faturamento anual de até R$ 90 milhões e com exportações de até US$ 1 milhão. Ele será concedido em operações de exportação de bens e ou serviços com prazo de financiamento da comercialização de até dois anos. A meta do governo é chegar a US$ 1 bilhão de garantias por ano até 2018 por meio desse tipo de seguro.

A falta de garantias era forte limitador para obter financiamento público ou privado às exportações dessas empresas. O governo dava o seguro somente para operações com prazos superiores a dois anos, o que dificultava o acesso ao mercado internacional de empresas de menor porte que produzem, por exemplo, bens de consumo. Os instrumentos de garantia, como o aval bancário, custam muito caro para essas empresas.

Segundo o secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, embaixador Carlos Marcio Cozendey, o programa estava em gestação há algum tempo e não é uma reposta à conjuntura atual de piora da balança comercial. Em janeiro, importações superaram exportações em US$ 4,06 bilhões, pior registro da história. Em todo o ano de 2013, o saldo foi positivo em US$ 2,7 bilhões.

Complementação. 

 O secretário afirmou que a nova modalidade de seguro vai fortalecer esse segmento empresarial que tem hoje dificuldades em dar garantias aos bancos. “Essas empresas têm um papel importante tanto no tecido econômico, complementando as empresas médias e maiores, como também na geração de emprego e formalização”, afirmou.

Para Cozendey, é uma forma também de diversificar ainda mais o perfil exportador brasileiro, muito concentrado em grandes companhias. Segundo ele, as empresas exportadoras, que querem financiar o seu importador, pedem o financiamento no banco e têm que dar, em geral, uma garantia real, como um imóvel.

Fonte: Estadão

Brasil: Coreanos amantes de café atraem vendas de arábica brasileiro!



Café
Café torrado: Coreia do Sul é o mercado de café arábica que cresce com maior velocidade na Ásia.
06/02/2014,

Coreia do Sul está se tornando o novo Japão em relação ao consumo de cafés caros na Ásia, e os brasileiros estão começando a perceber isso.

Brasília/Seul – Há mais ou menos uma década, a Coreia do Sul é o novo Japão em relação à exportação de eletrônicos e a uma vibrante cultura doméstica de consumo. Agora, ela está se tornando o novo Japão em relação ao consumo de cafés caros na Ásia — e os exportadores brasileiros estão começando a perceber isso.

O país é o mercado de café arábica, o grão de sabor suave usado em misturas premium, que cresce com maior velocidade na Ásia. Desde 2006, o número de lojas é quase nove vezes maior, cerca de 15.000 em total no ano passado, incluindo 554 lojas da Starbucks Corp. Hugo Villas Boas, com fazenda nas exuberantes colinas do sudeste do Brasil, espera que os esforços para fornecer café de alto padrão a Seul ajudem a aumentar a demanda pelos grãos após a queda de mais de 40 por cento nos preços desde abril de 2011.


Os sul-coreanos, cuja emergência como uma população abastada é satirizada no videoclipe “Gangnam Style”, que se tornou viral no YouTube, estão tomando mais cafés premium que nunca, e pagando por eles o mesmo ou até mais que os nova-iorquinos. O centro de indústrias automobilísticas e eletrônicas é um exemplo perfeito dos mercados que os exportadores de arábica do Brasil buscam conquistar, pois se prevê que os fornecimentos globais superarão a demanda pelo quarto ano consecutivo.

Os brasileiros miram a “pessoas mais jovens, geralmente mais ricas, que pensam na experiência de tomar café com amigos como uma mudança na tradição, como um momento de ócio”, disse Adam Belanich, um dos fundadores da Joyride Coffee Distributors em Nova York em 2011 e enfoca misturas premium.

Os torrefadores coreanos estão pagando mais que seus homólogos nos EUA por uma saca de arábica brasileiro para assegurar grãos de melhor qualidade, disse Jânio Zeferino da Silva, diretor do Departamento do Café do Ministério da Agricultura. Algumas remessas para a Coreia são vendidas por cerca de R$ 1.000 (US$ 415) por saca de 60 quilos (132 libras). O mesmo café é vendido aos torrefadores americanos por R$ 315, disse por telefone de Brasília.

Os exportadores brasileiros apostam que aumentarão as remessas para a Coreia em 4,5 por cento anuais nos próximos cinco anos, a taxa mais rápida entre os principais mercados que eles abastecem, disse Guilherme Braga, diretor do grupo de exportadores de café CeCafé. O crescimento esperado para as vendas para o Japão, o maior mercado de café da Ásia, é de menos de 1 por cento.


Escala de vantagem


Na Coreia, as exportações brasileiras só estão atrás das vendas do robusta do Vietnã, que teve cerca de 30 por cento do mercado no primeiro semestre do ano passado, comparado com aproximadamente 20 por cento para o Brasil, de acordo com o relatório de Terarosa.

Enquanto uma queda da média de preços do arábica em Nova York nos últimos dois anos reduziu os lucros dos cultivadores, o preço mais baixo está ajudando a abrir mercados para os grãos em países onde o robusta ainda predomina, disse Rabobank em um relatório de 28 de janeiro.

A Coreia lidera esta tendência na Ásia e é vista pelos exportadores brasileiros como uma porta de entrada para a região, onde outros mercados, como a China, provavelmente seguirão o exemplo nos próximos anos, disse Silva. Os padrões sanitários da Coreia também são uma referência para futuras importações de países vizinhos, disse.

Até o momento, a exportação total de café verde do Brasil para a Coreia aumentou 19 por cento desde 2009, para 326.000 sacas no ano passado. Apesar de que a quantidade é pequena em comparação com 2,6 milhões de sacas vendidas ao Japão, o mercado coreano para o café brasileiro tem o potencial de alcançar níveis semelhantes em apenas cinco anos, disse Américo Sato, diretor da Associação Brasileira da Indústria de Café.

“A Coreia tem o potencial de alcançar o Japão”, disse Sato em uma entrevista em Brasília. “O Japão é o terceiro maior consumidor de café, mas já não há muito espaço para o crescimento”.

Fonte: EXAME.com

Brasil: Grupo sueco de pagamento móvel busca pequenas empresas para crescer no Brasil!


Pagamento móvel05/02/2014,

Os números são expressivos. De um lado, estima-se que o Brasil possui cerca de 750 milhões de cartões emitidos, entre cartões de débito, de crédito e de lojas. Em outra frente, dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) apontam que o país tem hoje mais de 270 milhões de linhas ativas de celulares.
 
É exatamente esse cenário que motivou a iZettle – empresa sueca de pagamento móvel – a investir na estruturação de uma operação local.

“Existe uma grande concentração de cartões e celulares no Brasil. Queremos unir esses dois mundos”, diz Renato Silva, diretor de operações da iZettle no Brasil. O executivo cita outro componente que reforça o interesse pelo país: a aprovação, em 2013, da regulamentação do sistema de pagamento móvel no país. “Esse fato criou a base que faltava para impulsionar esse mercado no Brasil e está atraindo empresas de internet, bancos e operadoras. Cada um está explorando um nicho”, afirma.

A iZettle chegou ao Brasil em agosto de 2013, por meio de uma parceria com o Santander. Dois meses antes, o banco espanhol anunciou um aporte de  € 5 milhões na startup sueca. Desde a sua criação, em 2010, a iZettle atraiu um aporte global de R$ 113 milhões. A lista de investidores inclui ainda nomes como a MasterCard e a American Express. O carro-chefe do portfólio da iZettle é um leitor de cartões que, acoplado a um celular ou tablet, permite que qualquer comerciante possa aceitar pagamentos eletrônicos. A ideia é oferecer uma alternativa às tradicionais máquinas de POS (Point of Sales, na sigla em inglês).

Com sistemas complementares, que permitem, entre outros recursos, estruturar relatórios de vendas, a oferta da iZettle tem como foco os pequenos e médios empreendedores. “Existem mais de 23 milhões de microempreendedores e mais de 6 milhões de pequenas e médias empresas no Brasil. São operações que carecem de uma solução de pagamento e hoje acabam trabalhando na informalidade, com cheques pré-datados ou em vendas baseadas na confiança”, diz Silva. “Nossa prioridade são os profissionais liberais, autônomos, vendedores porta a porta, motoristas de táxi e feirantes. Ou seja, a economia informal como um todo. São pessoas que precisam ter fluxo de caixa com urgência e não podem se comprometer com mensalidades, pois  não têm uma receita recorrente”.

Sob essa visão, um dos ganchos da iZettle para atrair esse público é o fato de que o lojista em questão recebe o dinheiro da compra cinco dias após a transação, enquanto no modelo das máquinas de POS, esse prazo é, em média, de trinta dias. Ao mesmo tempo, não há taxas de habilitação nem mensalidade. A receita da iZettle é baseada na cobrança de uma taxa de 5,75% sobre cada transação gerada. O leitor, por sua vez, é vendido por R$ 99.No primeiro mês da operação, a iZettle entregou 35 mil leitores no mercado brasileiro. 

Silva não revela, porém, outros números do escritório local. Para 2014, a prioridade, diz o executivo, é reforçar as parcerias com distribuidores locais e com o Santander. Ao mesmo tempo, os leitores da empresa - antes restritos às transações de crédito – passarão a aceitar também transações com cartões de débito, ainda nesse trimestre.

 Fonte: Comunidade Comércio Exterior

"Vídeo-protesto" de Amaury Jr. é propaganda da Negresco


Marca revelou à imprensa hoje que está por trás do viral que chegou a 60 mil views em um dia

Redação,
 
 
Reprodução/ Youtube
Campanha foi lançada inicialmente como um protesto de Amaury Jr.
 
 
A marca de biscoito Negresco, da Nestlé, anunciou hoje que é a responsável pelo vídeo #desenrola, em que o apresentador Amaury Jr. canta um rap de Gabriel, O Pensador. A peça circula nas redes sociais desde esta terça-feira (4) e já contabiliza mais de 60 mil acessos. 

"O conceito da campanha, assinada pelas agências Publicis Brasil e AG2 Publicis Modem, é levar dicas de Negresco para simplificar a vida, usando uma linguagem divertida, inusitada e próxima do consumidor do produto", diz a marca.

Se você ainda não viu, confira abaixo o vídeo:

 http://www.youtube.com/watch?v=DuIGbj-s-wc


Ficha Técnica

Cliente: Nestlé Brasil - Biscoitos
Produto: Negresco
Agências: Publicis Brasil e AG2 Publicis Modem
Campanha: #desenrola
Filme: Amaury Jr cantando RAP
Direção de criação: Hugo Rodrigues e Leo Macias
Criação (Publicis Brasil): Rodrigo Gigante Machado, Leo Macias, Kiko Mattoso, Fabio Lattes, Mariana Cestari, Zezé Medeiros
Criação (AG2 Publicis Modem): Cris Bartis, Eduardo Oliveira, Roger Langone, Gustavo Lacerda, Thiago Reis
Atendimento (Publicis Brasil): Luiz Tosi, Calebe Ferres, Diego Garcia, Luciana de Luca
Atendimento (AG2 Publicis Modem): Lica Carvalho, Samia Reiter
Planejamento (Publicis Brasil): Gilberto Giustina, Fulvio Silvestrini, Eduardo Barreto, Fernanda Malaco
Planejamento (AG2 Publicis Modem): Fernanda Grams, Danielle Areal
Mídia (Publicis Brasil): Mari Maccabelli, Erica Cappanello, Daniela Freitas
Mídia (AG2 Publicis Modem): Danielle Ferreira, Patricia Gomes
RP Digital: Gabriela Silva, Joyce Prestes
Gerente de Projetos: Sabrina Fujikura, Katia Mazzo
RTVC: Tato Bono, Cayan Lobo
Produtora: BossaNova
Diretor: Carla M. & Gabi Brites
Diretor de Fotografia: Glauco Firpo
Trilha: Croácia
Finalização: BossaNova
Aprovação do cliente: Ricardo Motta, Gabriela Sanz, Julia Ramos

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Odebrecht USA — a master at winning public contracts — has run into roadblocks in its quest to build Airport City


Odebrecht in the United States
    Odebrecht USA: Headquartered in Coral Gables with offices in Houston and New Orleans. The construction company has built many public works projects in Miami-Dade County, bridges throughout Florida, highways in Texas, California, South Carolina, North Carolina and Florida, the Seven Oaks Dam in California and new water pumping stations and fortified levees in New Orleans. 

Ongoing Florida projects:
 
• Miami International Airport North Terminal (Final phase — the baggage handling system that will connect with North Terminal international arrivals — is scheduled to be completed in February.)
• Wharf-strengthening at PortMiami in preparation for deepening the shipping channel. As a prelude, 185 corals were relocated to a more suitable environment.
• Widening of SR 8360I-385 near Biscayne Bay
• Embankment, wall and drainage work for new south runway at Fort Lauderdale-Hollywood International Airport and development of navigational aids infrastructure.
• Rehabilitation of the Herbert Hoover Dike surrounding Lake Okeechobee (replacement of two culverts near Moore Haven) for the Army Corps of Engineers
• Working on preparing bids for $2.8 billion worth of FDOT projects
Braskem America: Headquartered in Philadelphia, it is the leading producer of polypropylene in the United States and has five U.S. production plants. Subsidiary of Odebrecht’s Braskem S.A., the top thermoplastic resins producer in the Americas. The parent company has 36 industrial plants in the U.S., Brazil and Germany.
Odebrecht Environmental: It has offices in Coral Gables and Houston and is developing models for water re-use projects

Shaping the face of Miami-Dade
 
Odebrecht USA has been involved in the construction of some of the county’s most visited and iconic public structures and venues, including these four:


mwhitefield@MiamiHerald.com

Odebrecht USA. It’s a name that pops up on signs at construction sites all over South Florida and a company that has had a major role in public projects from American Airlines Arena and the Adrienne Arsht Center for the Performing Arts to the North and South Terminals at Miami International Airport.
Despite winning dozens of public contracts valued at more than $4 billion in Florida since working on its first local project, the Metromover, in 1991, Odebrecht USA has been able to maintain a fairly low profile — until recently.

Because the construction company is so prolific in South Florida, many people have assumed it has local roots.

But Odebrecht USA is part of a Brazilian conglomerate that has become a global force with interests that now stretch well beyond Latin America where it’s the largest construction and engineering company in the region.

Part of the reason many people have been confused by Odebrecht’s origins is by design.
“In every place we go, we become local,’’ said Gilberto Neves, 53, president and chief executive of Odebrecht USA. A Brazilian from Minas Gerais who has worked for Odebrecht since 1983, Neves was one of the founders of the U.S. division. “We send a small group from Brazil, and then we hire locally.”

The company’s strategy also includes subcontracting with local companies and it has shared work with more than 300 small businesses in the 23 years it has been in the United States, said company officials.

While Odebrecht is known as a construction company in South Florida, the Brazilian parent company has diversified far beyond that with interests in petrochemicals, sugar, ethanol and bioenergy, power generation, water and environmental engineering, oil and gas, plastics, transportation/logistics, and defense and technology.

It builds oil platforms, has developed a technique to make plastic from sugar cane, is a founding member of Brazil’s Green Building Council, and is a real estate developer in Brazil.

From a small family firm founded in Salvador, Bahia, by Norberto Odebrecht in 1944, Odebrecht S.A. has grown into a multinational with almost 200,000 employees. It is active in 25 countries, and its investment division expects to invest $25 billion around the world over the next three years. Company assets exceed $59 billion, and it is now ranked as the 13th-largest contractor in the world.

The holding company’s projects now dot five continents, but it is the parent company’s work in Cuba that has put Odebrecht USA in the hot seat just as it hoped to embark on one of its most ambitious local projects: Airport City.

The massive, $512 million project would sprawl over 33.5 acres just east of Miami International Airport’s terminals and parking garages and include a business park with restaurants, retail and office space, a four-star hotel with conference facilities, a convenience center that would include services such as a dry cleaner, pet hotel, market and gas station and a new MIA Mover station at the business park.

To realize the project, Odebrecht USA proposed a different business model: It would build Airport City on county land west of Le Jeune Road, get private financing, and then pay rent and a percentage of revenue to the county for 50 years. The airport would continue to own the land, and all the buildings would be titled to the airport.
Odebrecht sees the project as a win-win for itself and the county. It gets to build a massive new development on public land; the county would get new revenue from land leases, revenue sharing and the new Airport City businesses that would pay taxes.
Odebrecht had hoped the project would be underway by now. But instead of breaking ground, Odebrecht has run into roadblock after roadblock.

Because it’s an airport project, the Federal Aviation Administration needed to sign off on the proposed lease agreement with the county and certify that there was no appreciable environmental impact. After a back-and-forth on questions, the FAA approvals finally came in January and March — more than a year longer than Odebrecht had anticipated.

But well before that, the project hit a wall when politicians became aware that Companhia de Obras em Infraestrutura, an affiliate of Odebrecht USA’s parent company, was working on a project to revamp the Cuban port of Mariel. The Brazilian company also has signed a 10-year joint production agreement with the Cuban government to operate a sugar mill and help revive the country’s ailing sugar industry.

In a letter to the Miami Herald editorial board, Mario Claver-Carone, director of the pro-embargo U.S.-Cuba Democracy PAC, accused Odebrecht of “seducing Miami-Dade County commissioners” for more than a decade to win contracts all over the county. Companies that choose to do business with Cuba, he said, shouldn’t also profit from “Cuban-Americans in Florida’s free market.’’

“Politics is politics anywhere in the world. We are apolitical,’’ Neves said. “We think the economic benefits for Miami-Dade County would outweigh’’ any concerns about Cuba.

State legislators also got into the act, approving a law in March 2012 that appeared to target Odebrecht. It prohibited state and local governments from hiring companies with business ties to Cuba for any work worth at least $1 million. It was set to take effect July 1, 2012.

Odebrecht USA quickly sued in federal court in Miami, contesting the law. The Coral Gables-based company said it has never done business in Cuba and contended the Florida law was unconstitutional and unenforceable because it set foreign policy. A federal appeals court ruled in favor of the company in May, and the state of Florida said last month it won’t contest the ruling and the law won’t be enforced.

Odebrecht USA doesn’t report to the same division as the one overseeing the projects in Cuba. Neves’ boss works for Odebrecht Industrial.

Industry sources say the Mariel project is nearing completion. But Companhia de Obras em Infraestrutura has a confidentiality agreement with the Cuban government that precludes Odebrecht from providing any details about the work, said a company spokesman in Brazil.

The powerful Miami-based Latin Builders Association opposes Odebrecht’s bid to build Airport City. Bernie Navarro, LBA president, wrote to executives of industry associations in late March opposing Odebrecht’s involvement in Airport City and urging solidarity with “our brothers in Cuba.’’ Odebrecht had invited construction trade organizations to attend an April 1 information session on the project.

“I can assure you that the LBA will not help Odebrecht in their continuous pursuit of Airport City,’’ he said in the letter. “We can’t allow Odebrecht to traffic with our suffering. You do business here or you can do business in Communist Cuba. It is a choice. It can’t be both ways.”

Navarro said that’s still the position of the 750-member LBA. “It was pretty controversial,’’ he said. “We genuinely like Gilberto Neves and know he doesn’t control what his parent company does in Cuba, but he does work for them.”

The Cuba controversy is somewhat ironic for Odebrecht USA, given its early history.
It was the late Jorge Mas Canosa, founder of the exile Cuban American National Foundation, who first introduced Odebrecht USA to South Florida. Mas’ Church & Tower (now MasTec) was its first partner after Odebrecht USA incorporated on Aug. 20, 1990.

Odebrecht had a 75 percent interest and Church & Tower had the remaining 25 percent in the joint venture that was the successful bidder for the downtown Brickell Loop of the Metromover.

But it almost missed out on the bid. Odebrecht’s fax broke down just as it was about to tender its bid on deadline. The day was saved when an Odebrecht executive ran to a nearby coffee shop, grabbed its fax and carried it back to the Odebrecht office.

Odebrecht and Church & Tower did a second project together — a South Dade landfill. “We built Mount Trashmore,’’ said Neves.

“We chose Miami because it’s a natural, a gateway city and the language and culture were familiar,’’ said Neves, “and we wanted a presence in the most competitive market there is — the United States — to test ourselves.’’

At first, Odebrecht was focused on winning bids in Miami-Dade County, but then it branched out, doing bridge projects for the Florida Department of Transportation. Among its ongoing Florida projects are adding a runway at Fort Lauderdale-Hollywood International Airport — completion date: summer 2014 — and restoration of the dike surrounding Lake Okeechobee.


MIAMI-DADE PRESENCE


But Miami-Dade County has been Odebrecht’s bread and butter.
Among the company’s local public projects are the Arsht Center; the 50-gate North Terminal, South Terminal and Concourse J at Miami International Airport; American Airlines Arena; MiaMover — the 1.25-mile link between MIA and the Miami Car Rental Center, the AirportLink of the Metrorail system, the Florida International University football stadium, and the Golden Glades Flyover.

It’s now finishing work on a $50 million job to reinforce the wharves at PortMiami. The wharf-strengthening must be completed before dredging begins so the port can handle the huge post-Panamax ships that will soon traverse an expanded Panama Canal. Odebrecht is also working on an I-395 roadway and bridge-widening project near Biscayne Bay.

As the Mariel controversy has swirled, “we just kept working,” said Neves. “We never slowed down.”
Through the years, Odebrecht also has done some private projects, including the Ritz-Carlton Key Biscayne Resort & Spa, Fortune House, a 29-story apart hotel, and Ocean Steps, a residential building in Miami Beach with shopping on the ground floor.

Odebrecht often joint ventures with local companies and it likes to use small businesses as subcontractors. It’s also a generous contributor to local charities, cultural organizations and schools.
Odebrecht’s philosophy has long been to grow its own business while bringing small businesses along in the process.

When Eloise Gonzalez’s Miami company, Commercial Interior Contractors Corp., became a Odebrecht subcontractor some 20 years ago, she described her business, which does drywall, painting, flooring and carpeting, as “peanuts.’’

“Gilberto was my mentor for many years. He took the time to teach me,’’ she said. “I got an education from them that I consider my MBA.’’

Through the years, Gonzalez has worked on the MIA terminals, Fortune House, the MiaMover and the Miami-Dade Water & Sewer headquarters as a subcontractor.
She also was tapped by Odebrecht to work on reconstruction of the Port-au-Prince airport after the 2010 earthquake in Haiti. “To me this is their most honorable project. They contributed money, food, supplies, laborers, you name it,’’ she said.

Gonzalez recently won a contract at the Fort Myers airport — not as a subcontractor but on her own. “I was able to get this project because my company is competent and I owe that to Odebrecht,’’ she said.
In the past two decades, Neves said, Odebrecht has awarded Florida small businesses $800 million in sub-contracts, generating 103,000 direct and indirect jobs.

“I don’t think we can refute that,” said Navarro, “but the issue of Cuba is still fresh on many people’s minds and the Latin Builders is an organization built on helping Cuban builders who needed representation after they fled their homeland. We can’t just put that into a vacuum — even if Gilberto is a good guy.”


‘SHOVEL-READY’


Now with the FAA approvals in hand, Odebrecht executives would like to get started on Airport City. “We are shovel-ready,’’ said Bernard Zyscovich, whose firm is the planner and architect.
But there is a crucial missing ingredient: approval by the Miami-Dade County Commission. No date has been set for a vote on the politically volatile project.

Former MIA Director José Abreu, who retired earlier this year, was a fan of the Airport City project.
When his successor, Emilio T. González took the reins in April, he wanted to review it and asked to reopen negotiations with Odebrecht to give the county a better deal. There have been several meetings.

“We are renegotiating the Airport City agreement to terms that better correspond to the current financial climate, since the original terms were negotiated soon after the recession,’’ González said.

But González gives high marks to Odebrecht’s work at the airport. “The Parsons-Odebrecht joint venture team has delivered to the county award-winning facilities like South Terminal, North Terminal and the MIA Mover that have doubled MIA in size and modernized it into a world-class airport, and they have been tremendous partners in the transformation of MIA over the last decade.”

Neves said when the airport director asked for more, including an increase in transfer fees, Odebrecht agreed. The company also addressed county concerns about sequencing of construction on the four parcels of land involved. “I think we’ve reached a deal,’’ Neves said.

Greg Chin, communications director at the airport, said it’s unclear whether a renegotiated agreement would have to be submitted to the FAA again for approval.

When the negotiations with Odebrecht are concluded, González will make a recommendation to the mayor, and it will be up to him to send the contract to the commission. Before a vote of the full commission, the deal will be subject to committee review.

Neves said he’s hopeful there will be a vote before the end of the year.
Zyscovich said the proposed project is part of a worldwide trend toward developing commercial and tourist centers within airports to generate non-aeronautical revenue. “In order for us to stay competitive, Airport City is a very important piece,’’ he said.

A study commissioned by Odebrecht estimates the economic impact once Airport City is operating at $1.6 billion annually. Economist Tony Villamil, who was retained by Odebrecht, said Airport City will create 5,800 jobs during the construction phase and 10,000 direct and indirect jobs once it is fully developed and operational.

The genesis of Airport City goes back several years. Odebrecht USA itself came up with the idea and first took it to the airport.

“For many years, we saw all this vacant land that they weren’t using at the airport,’’ said Neves. Odebrecht prepared a report and presented the airport with possible opportunities for the land. “But it didn’t seem to have any traction at first.”

But when Abreu took the helm, he saw the opportunities, said Odebrecht officials.

The county heard oral presentations from two contenders for the airport project — Odebrecht and Megaladon Development — in 2009 and Odebrecht, as the highest-ranked team, won the right to negotiate a lease for the project with the airport. It spent all of 2010 negotiating the Airport City deal with the county and agreed to general terms in late 2011.

MOVING AHEAD

With Airport City in limbo, Odebrecht USA is moving ahead with its other Miami-Dade projects and the Odebrecht holding company continues to dominate work on major construction projects throughout Latin America.

At home in Brazil, it has had a hand in renovating Rio de Janeiro’s famed Maracanã soccer stadium, which will be the site of the final World Cup game, has finished construction on two of three other soccer stadiums that will be used for the 2014 World Cup, and is working on the first phase of a massive port redevelopment project, Porto Marvilha, in Rio. It’s also involved in construction of the athletes’ village for the 2016 Olympics in Rio de Janeiro, oil rig construction for Petrobras and hotel projects.

It has ethanol plants in Matto Grosso and Goias — it’s the leading bio-energy company in Latin America, industrial plants, hydro projects and green energy projects.

In Brazil, Odebrecht began work on a $6 billion project in the Amazon, the Santo Antônio Dam, about the same time as it started putting together the Airport City project. Despite the need to divert the Madeira River and hire 13,000 workers for the project, it may finish the dam before Airport City goes forward.
“It’s mind-boggling what’s going on in Brazil,’’ said Neves.

Odebrecht also is working on Panama City’s first subway line, the Cinta Costera highway project that crosses the water in front of the capital’s historic section and the $700 million expansion of the Tocumen International Airport. Company executives say they now expect they are the biggest construction company in Panama.

The firm also is involved in the expansion of the Caracas subway; the Rota do Sol Highway, which connects Bogotá to Colombia’s Caribbean coast; hydroelectric plants around the Americas, oil exploration in northwest Venezuela, a high-speed train in Portugal and restoring an iron-ore transporting railroad in Liberia.
Now Airport City could end up as one of Odebrecht’s greatest successes in South Florida or a source of continued turbulence.

Navarro said he expected the LBA would take a similar attitude with other Miami-Dade contracts that might involve Odebrecht. “It’s all in the same context’’ of Mariel, he said.

At this point, Odebrecht has spent “millions and millions’’ on planning and trying to win approval for Airport City, said Neves, “and I would say it is a greater deal for the county than it is for us.’

Democratas protocola pedido de refúgio e médica cubana conquista direito de ir e vir


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Agora vale – O líder do Democratas na Câmara dos Deputados, Mendonça Filho (PE), e o deputado federal Ronaldo Caiado (GO) protocolaram no começo da noite desta quarta-feira (5) o pedido de refúgio assinado pela médica cubana Ramona Matos Rodrigues. O documento, endereçado ao Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), vinculado ao Ministério da Justiça, garante de imediato a Ramona o direito de ir e vir e de residência provisória no Brasil até o final do julgamento do processo. Com o apoio do Democratas e de representantes de entidades médicas que estiveram na liderança do partido, a médica terá abrigo e emprego em sua permanência no Brasil. O pedido do refúgio foi entregue ao próprio presidente do Conare, Paulo Abrão. 

“É uma vitória da liberdade, que mostra que o caminho do programa Mais Médicos envolvendo os cubanos é uma aberração moral. Não é aceitável que a gente possa conviver com esse tipo de situação onde uma pessoa recebe menos de 10% do valor contrato, vive cerceada da sua liberdade de ir e vir, o que é inaceitável num país democrático como o Brasil”, acentuou o líder Mendonça Filho. 

“Como recebimento do pedido, a Dra. Ramona tem agora todas as prerrogativas de uma cidadã livre. Vamos acompanhar o momento em que ela será julgada pelo Conare e esperamos o bom senso do governo e que dê Dra. Ramona a oportunidade de ser reconhecida como refugiada em território brasileiro”, assegurou o deputado Ronaldo Caiado. 

Emocionada, a médica agradeceu o apoio recebido. “Estou muito feliz, estou me sentindo com uma pessoa livre. Agradeço a todas as pessoas que me ligaram, que me apoiaram nessa luta porque foi uma luta muito grande. Agradeço aos deputados, ao povo brasileiro e agradeço pela vida. Não tenho palavras para agradecer”, disse Ramona. 

Os parlamentares informaram que entidades médicas, como a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Federação Nacional dos Médicos (Fenam) ofereceram apoio para atualização dos estudos da médica e a possibilidade de fazer o Revalida, exame obrigatório para o exercício da medicina no Brasil. A Fenam ainda se colocou à disposição para abrigar a Dra. Ramona e um emprego na própria entidade. 

Além disso, os deputados reforçaram que é necessário um grande debate no Congresso Nacional sobre, segundo eles, a forma criminosa com que o governo tratou desse contrato com o governo cubano. “É um absurdo a conivência do governo num contrato que caracteriza a utilização da mão-de-obra forçada. Esse desvio de comportamento vai colocá-lo muito mal diante de toda a população e toda a sociedade internacional”, destacou Caiado. 

O os parlamentares ainda se reuniram com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para falar sobre a situação da médica. Cardozo se comprometeu a apurar se houve perseguição por parte da polícia federal ou estadual a Dra. Ramona ou grampo ilegal. Mendonça Filho e Caiado também se reuniram hoje à tarde com o presidente da Comissão de Direito Internacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcelo Galvão, e receberam os presidentes e diretores da Fenam e Ordem dos Médicos do Brasil. 

Ucho.Info