sexta-feira, 22 de maio de 2026

Acordo Mercosul–UE entra em vigor e zera tarifas de 80% das exportações a Europa

 


Acordo inédito começa a valer a partir de 1º de maio 
 
 
Estão previstas reduções nas tarifas, ampliação no acesso ao mercado europeu e impulsionamento da competitividade da indústria brasileira

 

 

A partir desta sexta-feira (1º), entra em vigor provisório o acordo entre Mercosul e União Europeia, que marca o início de uma abertura comercial inédita entre os dois blocos. Após décadas de negociação, os blocos concluíram os procedimentos internos, permitindo o início da redução gradual de tarifas.

O acordo cria uma zona que conecta um mercado de mais de 700 milhões de pessoas. De acordo com dados calculados pela CNI, mais de 5 mil produtos terão tarifa zero no mercado europeu assim que o acordo entrar em vigor, o equivalente a mais de 80% das importações da União Europeia de bens brasileiros em 2025. Desses produtos, alguns já são livres de alíquotas de importação e outros 2.932 passarão a ter tarifa zero, sendo 93% (2.714) bens industriais.

Nesta primeira etapa, passa a valer a esfera comercial do acordo que promove, dentre outras coisas, a redução de tarifas, compras governamentais e facilitação de comércio. Esse é considerado o acordo mais moderno e abrangente já negociado pelo bloco sul-americano, visto como uma oportunidade de virada estratégica para a indústria brasileira.

Para o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, o acordo amplia o acesso preferencial para um dos mercados mais estratégicos do mundo e oferece maior previsibilidade regulatória. "O acordo representa uma oportunidade para ampliar, de forma significativa, a presença do Brasil no mercado internacional e fortalecer a agenda de competitividade industrial do país", explica. Hoje, os países que o Brasil mantém acordos comerciais respondem por 8,9% das importações mundiais. Com a integração Mercosul-União Europeia, esse percentual pode chegar a 37,6%.

Entre os 2.932 produtos que possuem tarifas e terão redução imediata, alguns setores se destacam:

• Máquinas e equipamentos (21,8%);
• Alimentos (12,5%);
• Produtos de metal (9,1%);
• Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (8,9%);
• Químicos (8,1%).


https://amanha.com.br/categoria/sul-for-export/acordo-mercosul-ue-entra-em-vigor-e-zera-tarifas-de-80-das-exportacoes-a-europa

Santa Catarina firma protocolo de intenções para projeto de vertiporto

 


A Flybis será operadora no Sul do Brasil das aeronaves elétricas eVTOL fabricadas pela EVE Mobility 
 
 
 
A previsão de implantação do vertiporto coincide com as primeiras operações de eVTOLS no Brasil

O governo catarinense assinou nesta quinta-feira (21) um protocolo de intenções para o impulsionar o desenvolvimento de um ecossistema de mobilidade aérea avançada no Sapiens Parque, em Florianópolis. A iniciativa reúne instituições públicas e privadas em um projeto voltado à operação de aeronaves elétricas de decolagem vertical (eVTOLs), desenvolvimento de tecnologias e formação de mão de obra especializada para o setor de mobilidade aérea. O ato foi realizado durante a SC Expo Defense, promovida pela Federação das Indústrias (Fiesc), na capital catarinense.

O protocolo prevê a implantação de um Vertihub — estrutura semelhante a um vertiporto para pousos, decolagens, recarga e apoio operacional de aeronaves elétricas — além da criação de um hub de inovação e uma plataforma de testes de tecnologias dedicada ao setor de mobilidade aérea avançada. A previsão de implantação do vertiporto coincide com as primeiras operações de eVTOLS no Brasil, isto é, primeiro semestre de 2028. O projeto será desenvolvido dentro do ecossistema do Sapiens Parque, considerado um dos principais ambientes de inovação do país. O espaço deverá concentrar atividades de pesquisa aplicada, desenvolvimento tecnológico, integração com universidades, capacitação técnica e atração de empresas ligadas ao setor aeronáutico e de tecnologias emergentes.

A Flybis será operadora no Sul do Brasil das aeronaves elétricas eVTOL fabricadas pela EVE Mobility. Já a Global Drones desenvolve tecnologia de integração de soluções com drones, inteligência artificial e sistemas autônomos aplicados à operações como transporte de carga e inspeções de grandes áreas. O Sistema Fiesc, por meio do Sesi e Senai, atuará na formação e qualificação de profissionais para áreas ligadas à manutenção aeronáutica, operação de vertiportos e novas tecnologias.

A Celesc garante a estruturação da infraestrutura energética necessária para segurança e estabilidade no fornecimento de energia, extremamente necessária para os eVTOLS. A Zurich Airport Brasil contribui com a integração entre o futuro sistema de mobilidade aérea avançada e a infraestrutura aeroportuária do Aeroporto Internacional de Florianópolis. Já a VertiConsulting vem estruturando projetos técnicos e estudos de engenharia voltados à implantação de vertiportos e estruturas associadas.

 

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Prato Fino: Excelência que se reconhece em cada grão


Com meio século de história e um compromisso inabalável com a qualidade, a marca gaúcha conquista o paladar e a confiança dos consumidores – grão a grão 
 
 

 

 

Há algo especial em um alimento que atravessa gerações sem perder a essência. O arroz Prato Fino, da Pirahy Alimentos, é assim: uma história de meio século construída com consistência, propósito e responsabilidade. Desde sua criação, em 1981, na privilegiada região de São Borja, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, a marca nasceu com um um compromisso claro: entregar o melhor arroz do mercado. 

E é essa promessa, renovada a cada dia, que faz do Prato Fino um sinônimo de bom gosto na mesa dos brasileiros. "Ao longo de nossa história, nos mantemos atualizados, acompanhando a evolução tecnológica, modernizando processos e desenvolvendo novos produtos, para que sejam perceptíveis os diferenciais de qualidade evidenciados na marca", destaca Fábio Rigo, diretor de operações da companhia. O cuidado começa na escolha das sementes e vai até o momento em que o arroz chega à panela.

Tudo é pensado para que o resultado final seja um prato soltinho, saboroso e com aquele brilho que só quem entende sabe reconhecer. Não à toa, o Prato Fino é o arroz mais lembrado pelos gaúchos no Top of Mind RS, liderando em todas as classes sociais e regiões do Estado. Esse reconhecimento, comprovado pelo Top of Mind RS, reflete uma relação de confiança que vai além do sabor. A Pirahy também olha para o futuro. Por meio do selo "Eu Reciclo", a Pirahy compensa o plástico de suas embalagens, apoiando cooperativas de reciclagem que beneficiam milhares de famílias em todo o Brasil.

E, com a campanha "Fazer o Bem Tem um Gostinho Especial", a empresa direciona recursos para instituições que combatem o câncer infantil. "Respeitar as pessoas e o meio ambiente é um valor que observamos sempre", reforça Rigo. Seja no arroz branco do dia a dia, no integral ou nas linhas especiais como o Prato Fino Express, que oferece praticidade sem abrir mão do sabor, a marca mantém seu propósito. Porque, para a Pirahy, cada grão carrega nossa história.

 

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quinta-feira, 21 de maio de 2026

Arauco: o futuro sustentável se constrói com madeira

 


Da recuperação de florestas no Chile ao pioneirismo em carbono neutro, a Arauco une inovação e responsabilidade para construir um futuro sustentável 
 
 
 
O case a seguir faz parte do livro "Paraná | Grandes Marcas — volume II", publicado pelo Instituto AMANHÃ.

 

A Arauco é uma companhia de base florestal cuja matéria-prima são as árvores e traz a sustentabilidade presente desde as raízes de sua fundação. Há mais de 50 anos, no Chile, nasceu com o projeto de reflorestamento em áreas degradadas pela exploração do salitre. Com a aquisição de uma pequena fábrica de celulose na cidade de Arauco, essa empresa ganhou nome e missão. Hoje, suas ramificações e presença global abrangem produtos de madeira e celulose, e seus frutos espalharam sementes de uma cultura sólida de responsabilidade por diversos países, continuando a produzir um ciclo virtuoso, que beneficia o ecossistema ao seu redor e carrega a sustentabilidade em seu DNA.

Nos anos seguintes, a Arauco diversificou seus negócios, entrando no mercado de madeira serrada, MDF e MDP, expandindo-se para Argentina, Brasil, Estados Unidos, México, Europa e África do Sul. No Brasil, sua chegada em 2002, com um escritório comercial e, em 2005, com a aquisição da Placas do Paraná, consolidou sua presença no setor de painéis. Hoje, a companhia opera em dois grandes eixos: Florestal/Celulose e Madeiras, com produtos que vão desde painéis estruturais até molduras e soluções para construção civil, incluindo todas as estruturas que integram a construção de uma casa.

Com o objetivo de consolidar-se no negócio de Celulose, a empresa aprovou em 2024 o Projeto Sucuriú, no Mato Grosso do Sul, um investimento de US$ 4.6 bilhões na maior planta de celulose do mundo construída em etapa única, e que terá capacidade de produzir 3,5 milhões de toneladas por ano. O país foi escolhido por suas condições climáticas favoráveis. "A companhia acredita que o país reúne um conjunto de características hoje muito favoráveis ao setor de celulose e as condições para liderar uma agenda de desenvolvimento estratégica, ou seja, disponibilidade de fibra, logística privilegiada, já bem estabelecida também e obviamente isso dá bastante competitividade ao produto", declara o vice-presidente de Madeiras Brasil, Mário Neto.

Vice-presidente do Negócio Madeiras Brasil da empresa, Mário José Neto

 

Sustentabilidade no DNA
"O nosso propósito é que, a partir da natureza e de fontes renováveis, a gente contribua com as pessoas e com o planeta", explica Maíra Pereira, coordenadora de ESG do negócio Madeiras. Pioneira, em 2020, a Arauco tornou-se companhia florestal certificada como carbono neutro, por meio do desenvolvimento de um protocolo que padroniza o balanço das emissões e remoções de uma organização. Em cinco anos, a empresa removeu 22 milhões de toneladas de CO₂ líquido da atmosfera por meio de suas florestas. E não parou aí: assumiu metas públicas para reduzir mais 1,5 milhão de toneladas de suas emissões industriais até 2030.

As iniciativas de descarbonização incluem uma matriz energética com 70% de biomassa renovável, somada a construção de uma usina solar piloto em Jaguariaíva. A empresa busca continuamente o ganho de eficiência em seus processos, reduzindo o consumo de combustíveis fósseis e de insumos, reforçando o compromisso de valorização de 100% dos resíduos gerados. Inaugurou uma moderna estação de tratamento de efluentes em Ponta Grossa que trata 100% dos resíduos líquidos, devolvendo a água ao meio ambiente em condições superiores às exigidas.

"Estamos atentos aos principais desafios globais do nosso planeta, desde as questões do cuidado com as pessoas, a comunidade, e as questões ambientais. Aplicamos os recursos e nossa expertise em soluções que integrem essa visão", esclarece Maíra Pereira. O meio de materializar transformações efetivas, para a companhia, é a sua matéria-prima. A madeira, recurso renovável e capaz de armazenar carbono, é a base dessa estratégia, permitindo a substituição de materiais carbono intensivos em embalagens, móveis e até na moda, com derivados da celulose. Para além da redução de emissões globais, a atuação da empresa no meio ambiente impacta positivamente também a água e a biodiversidade. "Por meio do manejo sustentável das nossas florestas comerciais, integrado com as nossas florestas nativas, a gente consegue cuidar tanto do ciclo hidrológico, quanto da fauna e da flora que estão ali na região", comenta.

Sempre atenta às partes interessadas, a sustentabilidade se dá no eixo de desenvolvimento ligado às pessoas. A Arauco prioriza o engajamento comunitário como parte fundamental de sua atuação e tomada de decisão, transformando o impacto local direto em agenda positiva e coletiva: geração de emprego e renda, relacionamento próximo com as comunidades onde está inserida e a realização de estudos técnicos para diagnóstico de necessidades locais na implementação de projetos sociais. Um exemplo é seu Programa de Formação Continuada para Professores, que visa elevar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) nas regiões onde opera. Para além da educação básica, em uma das operações industriais, a empresa disponibilizou um curso de técnico em administração para esses jovens, facilitando o acesso para o desenvolvimento e a empregabilidade na carreira futura.

 

Coordenadora de ESG do Negócio de Madeiras do Brasil, Maíra Pereira

 

Legado em construção
A criação de um vínculo essencial com as pessoas é peça-chave na construção do futuro da companhia. Lastreado pelo tempo, as ações são executadas no presente e olham para o longo prazo, cultivando uma cultura organizacional centrada em valores: segurança; bom cidadão; excelência e inovação; compromisso e trabalho em equipe. Na rotina, o time Arauco vivencia a máxima "eu me cuido, eu cuido de você e me deixo ser cuidado". Inovar também é parte do papel coletivo de valorização da equipe, como demonstra Neto: "Estamos trabalhando junto com a tecnologia, trazendo o digital como ferramenta e conceito, justamente no sentido de trazer, cada vez mais, atividades e oportunidades para as pessoas e posições de carreira na companhia, de maneira que todos possam se desenvolver".

Qualidade de vida integral
Na Arauco a qualidade também está no centro da estratégia dos produtos. Para o ambiente, o olhar voltado à "gente" está na criação com a madeira, que possui uma conexão biofílica intrínseca com a humanidade. Isso quer dizer que, ao longo dos séculos, mesmo com a evolução dos ambientes habitacionais, ela permaneceu como elemento essencial de reconexão das pessoas com suas origens. É o elemento que proporciona conforto emocional, acústico e térmico e transforma as construções em "casas". Essa relação profunda vai além da sustentabilidade, melhorando efetivamente a qualidade da vida de quem "mora" nesses espaços, mais harmoniosos e aconchegantes. "Quando falamos de contribuir com as pessoas, também estamos melhorando suas vidas com o nosso produto", enfatiza Neto.

Respeito como direcionador
No presente, a Arauco prepara seu caminho para o amanhã, respeitando o passado. Essa premissa é parte do legado de contribuição que a companhia quer deixar para o planeta. Ser lembrada como uma empresa que transformou recursos naturais em soluções para a vida, promovendo melhoria e desenvolvimento para colaboradores e comunidades. Com operações em cinco continentes e um compromisso inabalável com a sustentabilidade, trabalha para crescer preservando — porque o futuro se constrói com madeira, inovação e cuidado.

 

 https://amanha.com.br/parana-grandes-marcas-volume-2/arauco-o-futuro-sustentavel-se-constroi-com-madeira

 

Número de vinícolas cresceu 29% em Santa Catarina desde 2020

 


O percentual representa um saldo de 76 novas empresas no período 
 
 
Santa Catarina possui uma série de iniciativas inovadoras e tradicionais área vinícola

O número de vinícolas em Santa Catarina cresceu 29% nos últimos seis anos, passando de 263 fabricantes em 2020 para 339 até abril deste ano (veja gráfico abaixo). O percentual representa um saldo de 76 novas vinícolas no período. Os dados sobre a evolução do setor são da Junta Comercial do Estado de Santa Catarina (Jucesc). O maior número de vinícolas está concentrado na Capital Catarinense do Vinho, o município de Pinheiro Preto, no Meio-Oeste. A cidade tem apenas 3,5 mil habitantes, mas conta com 33 empresas fabricantes de vinho e cerca de 70% da produção estadual da bebida.

A segunda cidade com maior número de empresas é São Joaquim, na Serra, com 32 vinícolas. Em seguida aparecem Urussanga (13), Videira (11), Tubarão (10) e Nova Trento (9). A maior parte das 339 fabricantes de vinho em Santa Catarina são microempresas e empresas de pequeno porte. A apuração da Jucesc considera apenas fabricantes de vinhos e espumantes, não incluindo, por exemplo, a elaboração de suco de uva ou vinagre (confira onde estão as cidades catarinenses com maior número de vinícolas no mapa a seguir).

Santa Catarina possui uma série de iniciativas inovadoras e tradicionais área vinícola. Na Serra Catarinense, um dos destaques é a Vindima de Altitude, programação que reúne 27 vinícolas da região para celebrar a colheita da uva e o enoturismo. Municípios como São Joaquim, Urubici, Bom Retiro e Lages concentram vinícolas abertas a visitantes, oferecendo sobretudo degustações guiadas e passeios pelos vinhedos.

Já o Sul do estado conta com a Denominação de Origem da Vindima Goethe, variedade de uva que se tornou símbolo da região e da herança deixada pelos imigrantes italianos. O território é o único do Brasil para a uva Goethe e envolve cidades como Urussanga, Nova Veneza, Pedras Grandes e Cocal do Sul. Em Nova Trento, no Vale do Rio Tijucas, os produtores iniciaram há poucos anos o cultivo de uva coberto por lonas plásticas como se fosse uma estufa. Assim, a estrutura protege as parreiras de danos climáticos e mantém a umidade controlada, o que garante mais produtividade mesmo em uma região de clima não favorável ao cultivo.

 

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Tramontina diversifica atuação e mira veículos elétricos, agro e eletrodomésticos

 

Capacidade industrial é ampliada com investimentos em automação e usinagem de precisão 
 
 
Parque fabril da Tramontina fornece peças de alumínio de alta complexidade técnica

 

 

A Tramontina anuncia um movimento estratégico para consolidar sua posição como fornecedora da indústria nacional. A divisão Tecnopeças, braço da unidade de materiais elétricos da companhia, especializada na produção de peças em alumínio injetado e usinagem de precisão, está expandindo sua atuação para atender novos mercados industriais, como o agrícola, veículos elétricos e eletrodomésticos (linha branca). A entrada em novos setores acompanha uma demanda crescente. Máquinas agrícolas e eletrodomésticos de última geração exigem peças estruturais leves, com geometrias complexas e tolerâncias milimétricas. "A Tecnopeças opera sob o padrão de 'zero defeito'. As tecnologias utilizadas, como injetoras em tempo real, raio-X e escaneamento 3D, nos permitem fornecer componentes de alta engenharia para diferentes setores estratégicos, com o mesmo nível de confiabilidade exigido pelo mercado automotivo", afirma André de Lima, Diretor Comercial da Tramontina.

O movimento é sustentado pela experiência da divisão no atendimento ao setor automotivo. Desde 2000, a Tecnopeças fornece peças técnicas para sistemistas globais, com aplicações em sistemas automotivos e industriais. Um dos diferenciais da operação é a verticalização do processo. A Tramontina realiza desde a injeção do alumínio até a entrega da peça totalmente usinada, o que amplia os controles de qualidade, diminui estoques e aumenta a confiabilidade dos componentes fornecidos, um fator relevante em um cenário de instabilidade no fornecimento global de componentes.

 

 https://amanha.com.br/categoria/empresa/tramontina-diversifica-atuacao-e-mira-veiculos-eletricos-agro-e-eletrodomesticos

Produção de veículos cresce 2,4% em abril

 


O setor fechou o primeiro quadrimestre com a fabricação de 872,6 mil unidades 
 
 
A produção teve uma queda de 9,5% ante março deste ano

 

 

Com dois dias úteis a menos devido a feriados, a produção de veículos no Brasil no mês de abril não repetiu os bons números de março. Mesmo assim, a produção apresentou crescimento na comparação anual, o que demonstra, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) que o mercado está em recuperação contínua. Em abril, a produção registrou crescimento de 2,4% em comparação ao mesmo mês de 2025 e teve uma queda de 9,5% ante março deste ano, com a produção de 238,5 mil unidades. Com o desempenho, o setor fechou o primeiro quadrimestre com a fabricação de 872,6 mil veículos, avanço de 4,9% em relação ao mesmo período do ano passado. "Isso está acima das projeções da Anfavea. No final do ano projetávamos 3,7% de [crescimento na] produção", disse Igor Calvet, presidente da Anfavea.

Já em relação aos emplacamentos, o crescimento foi de 19% em relação a abril do ano passado, com 248,3 mil unidades comercializadas. "Esse é o melhor abril dos últimos 12 anos", comemorou o presidente da Anfavea. Ele destacou que isso dá uma média de 12,4 mil unidades emplacadas por dia, melhor marca do ano e melhor média diária para um mês de abril desde 2014. Quando se considera o acumulado do ano, o volume total de emplacamentos somou 873,5 mil veículos, com aumento significativo de 14,9% sobre os quatro primeiros meses do ano anterior.

Com ABR

 

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