sexta-feira, 14 de julho de 2017

AT&T vai criar divisão de emissoras após compra da Time Warner (imprensa)


AT&T vai criar divisão de emissoras após compra da Time Warner (imprensa)

 Logos da AT

A gigante de telecomunicações americana AT&T vai separar suas atividades de telefonia da dos veículos de comunicação uma vez que o processo de compra da Time Warner estiver finalizado, afirmou nesta sexta-feira (14) o The Wall Street Journal.

As atividades de telecomunicações e o operador de satélites DirecTV vão formar uma divisão separada das atividades dos meios provenientes da Time Warner (a emissora HBO, o estúdio Warner Bros, a CNN, entre outros), segundo uma fonte anônima informou ao jornal. 

“Ainda não foi tomada uma decisão definitiva sobre a organização ou a direção”, e os diretores dos dois grupos “estão trabalhando nisso”, declarou à AFP um porta-voz da AT&T.

O atual presidente “Randall Stephenson vai continuar como presidente da AT&T após o fim da operação”, completou.

Anunciada em outubro passado, a compra da Time Warner deve ser concluída antes do fim deste ano, mas ainda precisa receber o sinal verde das autoridades.


BNDES/Rabello: o aparelho do Estado está constrangido por um teto de gastos JÁ NO EMPRESA E SETORES –

Resultado de imagem para Fotos Paulo Rabello de Castro



Envolvido em uma polêmica com a equipe econômica do governo após criticar a nova taxa de juros proposta para o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), a Taxa de Longo Prazo (TLP), o presidente do banco de fomento Paulo Rabello de Castro conclamou o empresariado a tomar a dianteira da retomada do crescimento uma vez que “o aparelho do Estado está constrangido por um teto de gastos”.

“O empresário não pode esperar a máquina pública destravar. Tem que arrombar a porta da máquina pública. Não podemos esperar que o setor público venha resgatar o setor privado. O aparelho do Estado está constrangido por um teto de gastos. Não nos iludamos: a viúva está pobre, a festa acabou”, disse Rabello em debate na cerimônia de posse dos conselheiros da Associação Comercial do Rio.

Rabello disse que acredita no crescimento porque o Brasil não tem mais os problemas dos anos 70, tem reservas internacionais de US$ 370 bilhões e, assim, descolou a economia da política. “Não temos o direito de achar que nós não vamos mais resgatar o crescimento”, disse.

Habituado a frases de efeito, o presidente do banco disse que se sente no BNDES um “banqueiro por um dia” e um “presidente diarista”. “Em um dia limpo a mesa e no dia seguinte não tem nada no Diário Oficial, então continuo no banco”, brincou. Na semana passada dois diretores do banco pediram demissão em reação às críticas de Rabello à TLP, aprovada na gestão de Maria Silvia Bastos Marques.

O economista saiu em defesa do BNDES, afirmando que o banco é articulador e fomentador do crédito de forma que seja concedido sem ágio. Segundo ele, as prioridades são a inovação e buscar a interiorização vertical do desenvolvimento. A ideia é redescobrir o que chamou de empresário anônimo, pequenos e médios do interior, a quem o banco sim privilegiará com seus subsídios.

Segundo ele o papel do BNDES é importante porque os bancos privados não sabem mais emprestar, já que estão rolando a dívida interna. “Mas o Brasil não come juros, come alimentos, serviços”, disse.

Rabello também afirmou que o BNDES é um banco ético e limpo. “Tem gente que trabalha direito e o Tribunal de Contas da União (TCU) não precisa ficar no pé”, afirmou. O TCU fará uma auditoria para analisar possíveis irregularidades em empréstimos do banco. “Brasil não precisa de babá, muito menos vestida de preto, para poder trabalhar bem”, afirmou. (- mariana.durao@estadao.com)

Estrella Galicia Investe R$ 100 Mi em Fábrica de Cerveja no País

 Plano Estratégico














A cervejaria espanhola Estrella Galicia anunciou, nesta semana, um plano de investimento de R$ 100 milhões para instalação de uma cervejaria em Poços de Caldas (MG). A unidade é a primeira da companhia fora da Espanha. A fábrica terá capacidade para produzir 20 milhões de litros de bebidas por ano e vai gerar 100 postos de trabalho direto no país.

Além disso, segundo informações da companhia, o local vai produzir bebidas para o Brasil e, posteriormente, poderá abastecer outros países da América Latina. Na América do Sul, a Estrella Galicia opera no Uruguai, na Argentina, no Equador e no Chile. A empresa não informou quais rótulos de cerveja pretende fabricar no Brasil, nem se vai nacionalizar o envase de água. 

Atualmente, a companhia possui filiais no Brasil, na China, no Japão, nas Filipinas, nos Estados Unidos e em Portugal. Em 2016, fechou com receita global de 408 milhões de euros, 12,7% acima do registrado em 2015. O lucro cresceu 18%, para 49 milhões de euros. Já a produção de cerveja aumentou 16,2%, para 237 milhões de litros.  

 http://www.gironews.com/informacoes-de-fornecedores/plano-estrategico-43631/

Argentina e Brasil vão atualizar acordo para evitar bitributação e evasão fiscal

Resultado de imagem para bandeiras do brasil e argentina juntas




Argentina e Brasil deverão assinar protocolo que atualiza acordo para evitar a bitributação de produtos e a evasão fiscal entre os dois países, na próxima Cúpula do Mercosul – bloco composto por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai -, que ocorrerá em 21 de julho, em Mendoza, Argentina. O anúncio foi feito em declaração dada à imprensa pelo ministro das Relações Exteriores e Culto da República Argentina, embaixador Jorge Faurie, que está no Brasil em reunião de trabalho com o ministro Aloysio Nunes Ferreira.

“É uma coisa muito importante para os interesses dos dois países, para facilitar operações. Queremos concretizar cooperações técnicas e similares”, diz Faurie. “O Brasil é o primeiro destino das exportações argentinas e, portanto, estamos interessados em que flua bem, [tanto as exportações], quanto as importações que chegam do Brasil”, acrescenta. Os dois países já possuem um acordo para evitar a bitributação e a evasão fiscal, o documento assinado será uma atualização. Os ministros não anteciparam quais serão os termos do protocolo.

A Argentina é o terceiro destino das exportações brasileiras e o Brasil é o principal mercado para as exportações argentinas. O intercâmbio comercial, que totalizou mais de US$ 22 bilhões em 2016, aumentou quase 20% nos primeiros cinco meses de 2017 em comparação ao mesmo período do ano anterior.

“Um tema importante foi a necessidade de eliminarmos entre Brasil e Argentina os entraves que hoje dificultam que o Mercosul realize a sua vocação de ser uma zona de livre comércio. Mais da matade das barreiras que existiam estão sendo eliminadas”, diz o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes.

Além de tratar de formas para melhorar o comércio, os ministros discutiram medidas para melhorar o fluxo de pessoas. Uma das ações, que deverá ser anunciada nos próximos meses, será a integração consulta itinerante para atender a cidadãos brasileiros e argentinos em diversas partes do mundo. “Os cidadãos vão encontrar os dois consulados trabalhando juntos e além disso, vamos compartilhar uma caipirinha, uma empanada e um mate”, diz Faurie.

Outra questão tratada pelos ministros foi acordo de comércio com a União Europeia. “Temos expectativa e a firme determinação de chegarmos a um bom entendimento com satisfação recíproca tanto do lado da União Europeia, quanto do Mercosul para que possamos alcançar este acordo que há muito tempo vem sendo objeto de desejo e tratativas, mas que agora, graças a uma convergência de circunstâncias internacionais e também convergência de visão dos países do Mercosul quanto a necessidade de abertura para o mundo, poderão se concretizar”, ressaltou Nunes. 

As negociações entre os dois blocos para um acordo de livre comércio foram iniciadas em 1999, interrompidas em 2004 e relançadas em 2010. A associação entre as regiões envolve bens, serviços, investimentos e compras governamentais.

No primeiro semestre de 2016, os blocos trocaram ofertas tarifárias para continuar a negociar o acordo. Segundo publicação feita pelo Palácio do Planalto em janeiro, a meta é reduzir impostos alfandegários, remover barreiras ao comércio de serviços e aprimorar as regras relacionadas a compras governamentais, procedimentos alfandegários, barreiras técnicas ao comércio e proteção à propriedade intelectual.

Em crise econômica e política, a Venezuela também fez parte das conversas. “[Falamos] da necessidade de países da região fazerem um aporte para resgatar a vigência plena da democracia em um povo irmão e que apreciamos tanto”, diz Faurie. No final do ano passado, os quatro países fundadores do Mercosul – Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai – decidiram pela suspensão da Venezuela do bloco, porque o país não cumpriu as obrigações de adesão ao bloco.

Temer recebe chanceler argentino e defende fortalecimento do Mercosul


Resultado de imagem para foto do Temer


Prestes a assumir a presidência do Mercosul, durante a reunião do bloco na semana que vem em Mendoza, na Argentina, o presidente Michel Temer recebeu nesta sexta feira, 14, na base aérea de Brasília, uma visita de cortesia do ministro de Relações Exteriores e Culto da Argentina, Jorge Faurie. 

De acordo com informações divulgadas pelo Planalto, no encontro, de aproximadamente 15 minutos, os dois conversaram sobre as perspectivas de avanços no acordo entre Mercosul e União Europeia (UE). “O presidente Michel Temer reforçou a intenção de resgatar o Mercosul centrado nos pilares que nortearam sua criação, o livre comércio e a democracia”, destacou o Planalto em nota.


Congresso aprova Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2018


Texto prevê deficit primário de R$ 131,3 bi e salário mínimo de R$ 979

 

por Agência Brasil

 

redacao@amanha.com.br


Deputados e senadores aprovaram, na noite desta quinta-feira (13), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018, que estabelece as prioridades e metas orçamentárias do governo para o ano que vem.

O texto, que segue para sanção presidencial, mantém a meta fiscal proposta pelo governo e prevê para 2018 deficit primário de R$ 131,3 bilhões para o conjunto do setor público consolidado (que engloba o governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais).

Esta  será  a  primeira LDO  a entrar em vigor após aprovação  da Emenda  Constitucional do Teto de 
Gastos Públicos, que atrela os gastos à inflação do ano anterior, por um período de 20 anos. De acordo com o parecer do relator, Marcus Pestana (PSDB-MG), aprovado pelo Congresso, a aplicação do Teto dos Gastos faz com que exista a avaliação da possibilidade de expandir as despesas primárias (obrigatória e discricionária) tendo como base um aumento de cerca de 3% (ou um  incremento de aproximadamente R$ 39 bilhões), que corresponde à correção pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado entre  julho de 2016 e junho de 2017.

A LDO define as metas e prioridades do governo para o ano seguinte, orienta a elaboração da lei orçamentária anual e fixa limites para os orçamentos dos poderes Legislativo e Judiciário e do Ministério Público.

O texto prevê o aumento do salário mínimo de R$ 937 para R$ 979 em 2018 e aumenta a meta de déficit primário (Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União) do governo federal para o ano que vem, de R$ 79 bilhões para R$ 129 bilhões. Estatais federais terão como meta o deficit de R$ 3,5 bilhões – nos estados e municípios, a projeção é de superavit de R$ 1,2 bilhão.

Os números não consideram uma eventual aprovação da reforma da Previdência.

A LDO prevê ainda, para o ano que vem, crescimento real da economia brasileira de 2,5%, taxa básica de juros (Selic) em 9%, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 4,5% no ano e dólar a R$ 3,40 no fim do período.

Caso os números apresentados pelo governo na PLO se confirmarem, o ano de 2018 será o quinto consecutivo de deficit primário. Os saldos negativos contribuem para o crescimento da dívida do governo.

Com a aprovação da LDO, o Congresso pode entrar em recesso, que começa no dia 18 e vai até 31 de julho. É a primeira vez em três anos que os parlamentares aprovam a Lei de Diretrizes Orçamentária no primeiro semestre.
 
 
 http://www.amanha.com.br/posts/view/4262

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Lula, o fim de uma esperança – Por Tarcisio Angelo Mascarim


 

Quando Lula foi eleito Presidente do Brasil, em 2003, eu trabalhava na Dedini e no ano seguinte, 2004, seria inaugurada a maior fundição em peso de peças da América Latina. Nesta ocasião, o Prefeito de nossa cidade era José Machado, vinculado ao PT, que trouxe o Lula para a inauguração da fundição.

Na inauguração, representando a Dedini, entreguei ao Lula uma camisa do nosso glorioso XV de Novembro. Após o evento, o Presidente ainda foi à Esalq – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, para falar sobre a instalação, em Piracicaba, do Polo dos Biocombustíveis Brasil, que seria a consolidação do desenvolvimento do setor sucroenergético, o qual estava em franca atividade na época.

Infelizmente, logo no governo do Presidente Lula, aconteceu o “Mensalão”, o escândalo de corrupção política, mediante compra de votos de parlamentares no Congresso Nacional do Brasil, que teve como protagonistas alguns integrantes do PT, e foi aberta a ação penal 470. Deste escândalo, o Presidente saiu incólume, deixando seus amigos José Dirceu, José Genuino, Delubio Soares e outros serem condenados. Mesmo assim, ele foi reeleito em 2007.

Mesmo com todo este escândalo em seu governo, Lula conseguiu eleger Dilma em 2010, e ela quebrou de uma vez o setor sucroenergético ao adotar uma medida equivocada, segurando o preço da gasolina em detrimento ao etanol.

Em março de 2014, surgiu o “Petrolão”, o escândalo da Petrobras, cujos desvios são equivalentes a 33 “mensalões”. Neste escândalo, Lula já foi indiciado em alguns processos, mas nenhum ainda foi julgado. Dilma conseguiu a reeleição, mas perdeu o mandato pelo impeachment e está envolvida no “Petrolão”.

Em novembro de 2014, escrevi um artigo com o título “O fim de uma esperança” para o setor sucroenergético, por ser desastrosa a política adotada por Dilma para a economia.

Agora, escrevo o presente artigo com o título “Lula, o fim de uma esperança”, baseado no acima descrito e no texto escrito por Gabriel Tebaldi, que é graduado em História pela UFES, o qual tomo a liberdade de transcrever:


Finado Lula,


‘Nunca entre num lugar de onde tão poucos conseguiram sair’, alertou Adam Smith. ‘A consciência tranquila ri-se das mentiras da fama’, cravou o romano Ovidio. ‘Corrupção é o bom negócio para a qual não me chamaram’, ensinou o Barão de Itararé.

E na contramão de todos está alguém que abriu mão de si mesmo pelo poder. Lula construiu uma história de vida capaz de arrastar emoções e o levar à presidência. Agora, de modo desprezível, o mesmo Lula destruiu-se por completo.

Não é preciso resgatar o triplex, o sítio ou os R$ 30 milhões em ‘palestras’ para atestar a derrocada do ex-presidente. Basta tão somente reparar a figura pitoresca na qual Lula se tornou.

O operário milionário sempre esbanjou o apoio popular e tomou para si o mérito de salvar o país da miséria. Contudo, junto disso, entregou-se aos afetos das maiores empreiteiras, não viu mal em lotear a máquina pública, nem constrangeu-se em liderar uma verdadeira organização criminosa.

Sem hesitar, brincou com os sonhos do povo e fez de seu filho, ex-faxineiro de zoológico, um megaempresário. Aceitou financiamentos regados a corrupção, fez festa junina para magnatas e mentiu, mentiu e mentiu. O resultado, enfim, chegou: ao abrir mão de si mesmo, Lula perdeu o povo.
Pelas ruas, o ex-presidente é motivo de indignação e fonte de piadas. Lula virou chacota, vergonha, deboche. Restou-lhe a militância do pão com salame e aqueles que tratam a política com os olhos da fé messiânica.

Seu escárnio da lei confirma sua queda. Lula ainda enxerga o Brasil como um rebanho de gado e não percebe que está só, cercado por advogados que postergam seu coma moral. Enquanto ofende o judiciário e todos aqueles que não beijam seus pés, Lula trancafia-se na bolha de quem ainda acredita que meia dúzia de gritos e cuspes podem apagar os fatos.

O chefe entrou num mundo sem saída, trocou sua consciência pelo poder e corrompeu-se até dissolver sua essência. Lula morreu faz tempo. Restou-lhe, apenas, uma carcaça podre que busca a vida eterna no inferno de si mesmo.”

Em meio a tanta roubalheira, o enfraquecimento do setor mais brasileiro de todos: o sucroenergético. Agora, com o RenovaBio, criado recentemente visando a retomada do desenvolvimento econômico do setor, uma luz volta a surgir no final do túnel carregada de fé e de esperança. Pra frente e avante, Brasil!

(Tarcisio Angelo Mascarim é sócio e administrador da Mascarim & Mascarim Sociedade de Advogados. Leia mais artigos no www.tarcisiomascarim.com.br)


 http://www.brasilagro.com.br/conteudo/lula-o-fim-de-uma-esperanca-por-tarcisio-angelo-mascarim.html?utm_source=Newsletter&utm_medium=E-mail-MKT&utm_campaign=E-Mkt_RGB/