sexta-feira, 28 de julho de 2017

Receita Federal decide tributar investimentos de investidor-anjo em startups





Para entidade que representa setor, medida é um retrocesso e desestímulo ao empreendedorismo no Brasil



A Receita Federal publicou na última sexta-feira, 21, normas para a tributação dos rendimentos decorrentes dos contratos de participação efetuados pelos chamados investidores-anjo em micro e pequenas empresas.

A partir de agora, os rendimentos que resultarem de aportes estarão sujeitos à incidência do Imposto de Renda retido na fonte. Este será calculado mediante quatro alíquotas, definidas conforme o prazo do contrato de participação: 22,5%, 20%, 17,5% e 15%. Os rendimentos serão tributados após o investidor-anjo exercer o direito de resgate do aporte em um prazo de, no mínimo, dois anos.

“Ao final de cada período o investidor-anjo fará jus à remuneração correspondente aos resultados distribuídos, conforme definido no contrato de participação, não superior a 50% dos lucros da sociedade que receber o aporte de capital”, define a Instrução Normativa 1719 publicada no Diário Oficial da União. 

A lei de 2016 também visa dar segurança jurídica a investidores, garantindo, por exemplo, que eles não sejam responsabilizados com seus patrimônios caso a empresa investida não dê certo.

Entretanto, as regras para tributação dos rendimentos trouxeram frustração ao setor, que esperava isenções como uma forma de estímulo à atividade.

"É um desestímulo para as pessoas investirem nessas empresas", argumenta Cassio Spina, presidente da Anjos do Brasil, em entrevista ao IDG Now! "Lamentamos, porque foi feita uma consulta pública prévia pela Receita Federal. E não somente nós, mas outras entidades ligadas ao empreendedorismo haviam se manifestado contra essa tributação", critica.

Na visão da entidade, a Receita adotou uma postura antiprodutiva, que deve dificultar ainda mais o acesso ao capital por parte das startups. Um dos grandes desafios dessas jovens empresas é captar recursos para os primeiros anos de operação. E o investimento anjo é uma alternativa onde a pessoa física aporta capital próprio. Em contrapartida, recebe uma participação minoritária no negócio.

Vale ressaltar que a modalidade apresentava, até então, crescimento em termos do volume de investimento. Segundo pesquisa realizada pela própria Anjos do Brasil, o volume total de investimentos em 2016 foi de R$ 851 milhões, um crescimento de 9% em relação ao período anterior (R$ 784 milhões).

Para Spina, esse crescimento agora pode ficar comprometido diante das novas regras da Receita Federal. O presidente da Anjos do Brasil cita um estudo levantado pela Grant Thornton que diz que a cada R$ 1 investido em startups gera-se no mínimo R$ 2,50 em tributos, além de empregos qualificados e renda para a sociedade. "É uma visão, no mínimo, arcaica simplesmente querer tributar sem avaliar o resultado e impacto que isso vai trazer. A não tributação não implicaria em nenhuma renúncia fiscal, porque uma vez que eu aplico nessas empresas, acaba crescendo o volume de tributos que a Receita vai arrecadar”, avalia Spina. 



Tendo em vista que uma em cada quatro startups fecha em menos de um ano de funcionamento e outras 50% param de funcionar depois de quatro anos, o investimento nelas é arriscado. “O investimento anjo tem um risco elevado e, por outro lado, há algo muito importante quando a gente compara com outros tipos de investimento que tem incentivo. Se você investir, hoje, em um fundo imobiliário, você tem isenção de impostos nos rendimentos e é um investimento de risco muito menor.”

A entidade diz que continuará trabalhando para reverter esta determinação, demonstrando que o estímulo aos investimentos em startups deve ser encarado como um forte aliado para superar a crise econômica no país.

 http://computerworld.com.br/receita-federal-decide-tributar-investimentos-de-investidor-anjo-em-startups

Aviação comercial responde por 61,4% da receita da Embraer


Já o segmento de Aviação Executiva perdeu representatividade, respondendo por 19,3% da receita líquida total 

 




São Paulo – O segmento de aviação comercial da Embraer, tradicionalmente o de maior peso na composição das receitas da companhia, respondeu por 61,4% da receita líquida da fabricante de aeronaves no segundo trimestre deste ano, respondendo por R$ 3,496 bilhões dos R$ 5,696 bilhões da receita líquida total contabilizada pela empresa no período.

Esse desempenho corresponde a uma ligeira redução em relação à representatividade da divisão sobre trimestres anteriores. No segundo trimestre do ano passado, a Aviação Comercial era responsável por 62,8% das receitas; já no primeiro trimestre respondeu por 62% do total.

Em termos absolutos, entretanto, a receita da divisão Comercial cresceu 16,7% no segundo trimestre deste ano, frente igual etapa do ano passado, quando o segmento foi responsável por R$ 2,996 bilhões de receita. O significativo aumento está relacionado ao maior volume de entregas realizadas. Entre abril e junho, a Embraer entregou 35 aeronaves comerciais, um crescimento de 35% comparado a igual etapa de 2016.

Outro destaque do trimestre foi o segmento de Defesa & Segurança. Entre abril e junho o segmento contabilizou entradas líquidas de R$ 1,564 bilhão, alta de 47% em relação aos R$ 733,2 milhões reportados um ano antes. Com isso, a participação na receita subiu 3,5 pontos porcentuais no período, alcançando 18,9%.

Já o segmento de Aviação Executiva perdeu representatividade, respondendo por 19,3% da receita líquida total da Embraer no segundo trimestre, abaixo dos 21,3% anotados um ano antes e dos 22% do primeiro trimestre. A queda foi registrada apesar do aumento de 8% na receita da divisão entre abril e junho, na comparação com igual etapa do ano passado, para R$ 1,801 bilhão.

Em relatório de resultados, a companhia destaca que o aumento da receita no período se deu em função do melhor mix de entregas, com um número maior de jatos grandes (que representaram 33% no segundo trimestre deste ano, ante 12% no mesmo período de 2016), e do crescimento de dois dígitos nas receitas de serviços do segmento. Entre abril e junho a divisão entregou um total de 24 aeronaves, sendo 16 jatos leves e oito jatos grandes, há um ano, foram 26 aeronaves, das quais 23 jatos leves.

Por fim, a linha “outros” teve receita de R$ 22,6 milhões no segundo trimestre de 2017, representando 0,4% da receita total da Embraer no período – no mesmo intervalo de 2016, a linha era responsável por 0,5% da receita, com R$ 24,4 milhões.

http://exame.abril.com.br/negocios/aviacao-comercial-responde-por-614-da-receita-da-embraer/


Estácio analisa aquisições, mas foca em eficiência operacional


Segundo o presidente do grupo, mais de 100 iniciativas já foram mapeadas para melhorar o desempenho dos negócios até 2018

 





São Paulo – A Estácio Participações está analisando oportunidades de aquisições de ativos, mas seguirá concentrada em crescer organicamente e em ganhar eficiência operacional, afirmou nesta sexta-feira o presidente do segundo maior grupo de educação superior do país, Pedro Thompson.

Antes focada na fusão com a Kroton Educacional, rejeitada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em 28 de junho, a Estácio agora empenha esforços para elevar a lucratividade por meio de melhorias operacionais, em especial no segmento de ensino à distância (EAD), informou Thompson.

“Temos diferenças estruturais de rentabilidade se comparado com outros participantes do setor e temos que melhorar muito a nossa capacidade de execução. Vamos continuar perseguindo a redução dessas diferenças e nosso foco primordial vai continuar sendo execução”, destacou o executivo em teleconferência com analistas sobre os resultados do segundo trimestre.

Ele acrescentou que as medidas implementadas desde o ano passado geraram uma eficiência operacional de 217,7 milhões de reais no segundo trimestre e que a empresa já mapeou outras 100 iniciativas para melhorar o desempenho dos negócios até 2018.

A Estácio tem previsão de abrir até o fim deste ano 161 polos EAD, com base no novo marco regulatório, e já tem 10 novos campi aprovados pelo Ministério de Educação (MEC).

Às 12:36, as ações da companhia subiam mais de 5 por cento na bolsa paulista, a 18,14 reais, liderando os ganhos do Ibovespa, que exibia estabilidade. Na máxima do dia, os papéis da Estácio chegaram a subir 8,4 por cento.

“Devemos trazer novidades sobre nosso planejamento estratégico de longo prazo em meados de novembro”, disse o presidente da Estácio. Ele ressaltou, contudo, que o cenário econômico segue desafiafor para os negócios, com restrição de crédito e dificuldades para controle da inadimplência e captação de novos estudantes.

A base de alunos da Estácio atingiu 539,9 mil ao fim de junho, alta de 0,9 por cento ante igual mês de 2016, conforme o crescimento de 10,3 por cento no segmento EAD compensou a queda de 3 por cento no presencial.

Enquanto isso, a taxa de retenção subiu para 87,9 por cento no ensino à distância para 93,6 por cento no presencial, de 80,7 por cento e 86,7 por cento, respectivamente, entre abril e junho do ano passado. Entre os esforços para reter estudantes, o executivo citou o programa próprio de financiamento da empresa, o PAR, lançado em janeiro deste ano.

Questionado por analistas sobre o Novo Fies, Thompson afirmou que ainda é prematuro discutir o impacto das novas regras do financiamento federal ao ensino superior privado neste momento. “Não quero falar ainda de Fies porque em julho ainda surgirão diversas portarias acessórias”, afirmou.

No início de julho, o governo federal apresentou um novo formato para o Fies, criando três modalidades de financiamento estudantil e garantindo a oferta de pelo menos 300 mil novos contratos por ano, sendo 100 mil a juro zero, com possibilidade de desconto em folha de pagamento.

A Estácio teve lucro líquido de 166,3 milhões de reais no segundo trimestre, revertendo prejuízo de quase 20 milhões de reais em igual intervalo de 2016, com alta de 9,3 por cento na receita operacional líquida.



Pesquisa aponta estado anêmico das empresas


Resultado de imagem para fotos de logo da CNI

Estudo do economista Carlos Rocca, do Centro de Estudo de Mercado de Capitais, para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que 45% das empresas não estão gerando receita suficiente para cobrir as despesas.

A pesquisa foi realizada por uma amostra de empresas de capital aberto e fechado. A crise financeira das empresas, segundo o levantamento, foi causada pela queda nas vendas durante o longo período de recessão, alta dos juros, encarecendo do crédito e, finalmente, a falta mesmo de crédito a partir do momento em que os bancos, temendo inadimplência, passaram a ser mais rigorosos na hora de aprovar empréstimo.

Para completar, o endividamento aumentou. Segundo Carlos Rocca, nessa situação, as empresas sequer conseguem atender à demanda, dificultando a retomada do crescimento. Sem capital de giro, não têm como comprar matéria-prima.

"As empresas estão em estado anêmico", afirma o economista Flávio Castelo Branco, da CNI.

Com base nesse diagnóstico, a CNI solicitou ao BNDES um programa emergencial para financiamento de capital de giro, com recursos de linhas de crédito que não têm subsídio do Tesouro Nacional.

A ideia, segundo Carlos Rocca, seria financiar total da dívida que vence em doze meses, com 24 meses de carência e 60 meses para pagar. As empresas dariam como garantia os recebíveis (créditos a receber dos clientes).

Com esse critério, seria possível recuperar 27% das empresas que estão em dificuldades financeiras. Isso exigirá financiamento de cerca de R$10 bilhões.

Caso as empresas possam incluir garantias imobiliárias, o universo das empresas atendidas poderia chegar a 50% do total, com volume de empréstimo de até R$34 bilhões 

(João Borges, G1, 27/7/17)

 http://www.brasilagro.com.br/conteudo/pesquisa-aponta-estado-anemico-das-empresas.html?utm_source=Newsletter&utm_medium=E-mail-MKT&utm_campaign=E-Mkt_RGB/

CEO da Shell afirma que seu próximo carro será elétrico




 


O comandante da maior petroleira de capital aberto da Europa afirma que seu próximo carro será elétrico, e isso diz muito a respeito do futuro dos combustíveis fósseis.

A Royal Dutch Shell reagiu à pior queda do preço do petróleo em uma geração com a aquisição da BG Group por US$ 54 bilhões, apostando que a demanda por gás natural aumentará à medida que o mundo passar a optar por combustíveis menos poluentes. Agora, o CEO Ben Van Beurden afirma que sua próxima compra será um carro que não depende de petróleo nem de gás para se locomover.

Van Beurden trocará um carro a diesel por um Mercedes-Benz S500e plug-in em setembro, segundo um porta-voz da empresa. A diretora financeira da petroleira, Jessica Uhl, já dirige um carro elétrico BMW i3.

“O movimento geral de eletrificação da economia, de eletrificação da mobilidade em lugares como o noroeste da Europa, os EUA e até a China, é positivo”, disse Van Beurden, em entrevista à Bloomberg TV, na terça-feira. “Precisamos de um grau muito maior de penetração dos veículos elétricos — ou dos veículos a hidrogênio ou dos veículos a gás — se quisermos nos manter dentro da meta dos 2 graus Celsius.”

O Reino Unido informou na segunda-feira que proibirá as vendas de carros movidos a diesel e a gasolina a partir de 2040, duas semanas depois de a França anunciar um plano semelhante para reduzir a poluição do ar e cumprir as metas para manter o aquecimento global abaixo de 2 graus Celsius. A fabricante de veículos Volvo afirmou neste mês que produzirá apenas veículos elétricos ou híbridos a partir de 2019.

 
Pico de demanda
 

A Shell divulgou na terça-feira resultados que superaram as expectativas após cortes de custos para se adaptar a um mundo com o barril de petróleo a US$ 50. A empresa adotou “o que chamamos de mentalidade do petróleo eternamente barato”, disse Van Beurden, em teleconferência de resultados.

As mudanças na tecnologia automotiva, a batalha contra as mudanças climáticas e a desaceleração do crescimento econômico na China estão reduzindo o apetite mundial por petróleo, antes ilimitado. A especulação no setor de energia mudou do chamado pico do petróleo — a ideia de que o consumo continuará crescendo até a oferta de combustíveis fósseis secar — para o pico da demanda, que é quando as reservas atualmente consideradas ativos valiosos acabam deixando de ser exploradas.
 
“Se as políticas e a inovação realmente funcionarem bem, posso prever que os líquidos atingirão um pico de demanda no início da década de 2030. Talvez o petróleo alcance o pico um pouco antes se houver também muitos biocombustíveis entrando na mistura”, disse Van Beurden.
 
Os carros elétricos ultrapassarão os veículos movidos a combustíveis fósseis em vendas dentro de duas décadas, quando os preços das baterias caírem, segundo a Bloomberg New Energy Finance. Os carros plug-in responderão por um terço da frota global de automóveis em 2040 e eliminarão cerca de 8 milhões de barris por dia de produção de petróleo — mais que os 7 milhões de barris exportados atualmente pela Arábia Saudita, informou a empresa de pesquisas com sede em Londres 

(Bloomberg, 27/7/17)

 http://www.brasilagro.com.br/conteudo/ceo-da-shell-afirma-que-seu-proximo-carro-sera-eletrico.html?utm_source=Newsletter&utm_medium=E-mail-MKT&utm_campaign=E-Mkt_RGB/


Engie Brasil busca aquisição e mira usinas de Cemig e Eletrobras


Segundo o presidente da companhia, a aquisição de ativos de geração renovável pode ser fechada "nos próximos meses"

 




São Paulo – A elétrica Engie Brasil Energia, da francesa Engie, tem avaliado oportunidades e pode fechar a aquisição de ativos de geração renovável “nos próximos meses”, disse nesta sexta-feira o presidente da companhia, Eduardo Sattamini, em teleconferência com investidores.

Ele afirmou que outros negócios em estudo na companhia são a participação em um leilão no qual a União oferecerá a concessão de hidrelétricas que pertenciam à Cemig, cujos contratos expiraram.

Futuras privatizações de hidrelétricas da estatal federal Eletrobras, previstas em uma reforma do setor elétrico atualmente em discussão no Ministério de Minas e Energia, também estão no radar da Engie, que é uma das líderes em capacidade instalada no Brasil.

“Somos o maior gerador privado e queremos manter essa posição”, disse Sattamini. “Temos olhado as oportunidades que vão aparecer no mercado em função da relicitação de usinas e das privatizações das hidrelétricas da Eletrobras.”

Ele descartou, no entanto, uma participação no leilão de privatização da estatal paulista Cesp, que está previsto pelo governo do Estado de São Paulo para acontecer em setembro.

Segundo o executivo, pesa na decisão o fato de o governo paulista ter decidido seguir adiante com a venda da Cesp sem prorrogar as concessões das usinas da companhia, que vencem entre 2020 e 2028.

“Sem a renovação da concessão, a gente entende que não agregaria perenidade à companhia. A gente prefere participar de processos onde a concessão tenha uma duração mais longa”, disse Sattamini.

 

Outros negócios


O presidente da Engie Brasil Energia disse que a empresa espera anunciar até o final do ano a conclusão de um processo em que busca compradores para suas usinas a carvão no país, que incluem uma usina em operação e uma em fase de construção.

Ele também afirmou que a elétrica deve participar do próximo leilão do governo para a licitação de concessões para a construção de novas linhas de transmissão de eletricidade, que deve acontecer neste segundo semestre.

A Engie chegou a participar de um leilão de linhas de energia em abril deste ano, mas não arrematou concessões.

“Estamos olhando, sim, e já escolhemos alguns lotes…No leilão anterior a gente teve pouquíssimo tempo para trabalhar…a gente vai estar bem mais preparado”, disse.

Segundo ele, a Engie buscará disputar a construção de linhas próximas a usinas operadas pela empresa ou perto de regiões em que a companhia pretende desenvolver projetos nos próximos anos.
Comentários

Chineses farão proposta pela Malha Sul


A CCCC estuda se o aporte a ser feito pode ou não envolver o controle 

 

Da Redação

 

redacao@amanha.com.br
Chineses apresentarão proposta pela Malha Sul, da Rumo
A CCCC (China Communications Construction Company) apresentará até o final de agosto proposta pela Malha Sul, concessionária de ferrovia da Rumo (foto).  A companhia chinesa já realiza diligência no trecho e estuda se o investimento a ser feito pode ou não envolver o controle. A informação é da coluna do Broad, do jornal O Estado de São Paulo, veiculada nesta sexta-feira (28). 

O trecho percorre os Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e parte do Estado de São Paulo. O aporte está condicionado, entretanto, à extensão do contrato da concessão da Malha Sul junto ao governo. “A Rumo informou que está, neste momento, em fase final de negociação da prorrogação da Malha Paulista e que somente após sua conclusão ingressará em discussões sobre a extensão da Malha Sul”, informa a reportagem do Estadão. 

 http://www.amanha.com.br/posts/view/4315