segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

Brasil supera Hungria e poderá ter maior alíquota de IVA do mundo

 


País poderá ter alíquota na casa de 28,5%, ante os 26,5% previstos inicialmente pelo Ministério da Fazenda; Câmara quer reduzir porcentagem, mas deve encontrar resistência de parte da oposição

 

 

Relator de reforma tributária defende novo sistema com poucas exceções

 

O Brasil poderá ter a maior alíquota de Imposto de Valor Agregado (IVA) do mundo, caso a Câmara dos Deputados mantenha o texto aprovado pelo Senado na última semana. A tendência é que o país ultrapasse a Hungria, que atualmente tem o maior imposto do mundo.

Dados do Ministério da Fazenda apontam que o texto aprovado pelo Senado na última semana elevou o imposto para 28,5%, em comparação aos 26,5% previstos inicialmente. A alíquota seria 1,5 ponto percentual maior que a da Hungria, que cobra 27% de IVA em seus produtos.

Esse valor, de acordo com o texto, será cobrado de forma escalonada até 2032, sendo o governo obrigado a apresentar um projeto para reduzir benefícios fiscais e retomar a cobrança na trava estabelecida de 26,5%.

Um dos motivos que fizeram a alíquota disparar é a necessidade de compensar a perda de receitas com a simplificação da reforma tributária. O especialista em direito tributário Gabriel Santana Vieira lembra que o projeto reduziu benefícios fiscais, fazendo com que a alíquota-padrão fosse elevada neste primeiro momento.

“O aumento da alíquota visa garantir a arrecadação necessária para financiar políticas públicas e investimentos, compensando a perda de receitas com a simplificação da reforma tributária. Além disso, essa medida visa oferecer benefícios fiscais para setores específicos e promover maior justiça fiscal”, afirma.

“A reforma eliminou benefícios fiscais que antes eram concedidos a empresas e setores da economia. Essas mudanças foram cruciais para entender o aumento da alíquota do IVA, consequentemente para manter itens na cesta básica, como carne e queijo”, completa.

Se aprovado pela Câmara, a alíquota-padrão ainda será maior que a de países como Noruega, Portugal, Itália e Bélgica, que cobram entre 21% e 25% de IVA. O Brasil ainda terá uma alíquota muito superior à de países da América Latina, como Chile e Colômbia, que cobram 19%, e México, cuja alíquota média é de 16%.

Deputados ouvidos pelo site IstoÉ afirmaram que devem fazer fortes alterações no texto para conseguir reduzir a alíquota para próximo da trava estabelecida. Os pontos que devem ser mudados só serão conhecidos nesta segunda-feira, 16, quando será divulgado o relatório final.

O advogado tributário Luis Claudio Yukio explica que a porcentagem decidida pelos senadores pode variar dependendo do estado e município. Ele destaca que é necessário haver liberdade para a cobrança do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que unifica o ICMS estadual e o ISS municipal.

“Dentro de uma legislação, é difícil você dizer que a alíquota será tal, porque você tem, apesar de uma trava que existe dentro do projeto de lei que está aqui agora, que respeitar a competência municipal, estadual e federal. Então, não quer dizer que o município de São Paulo vai ter uma alíquota semelhante à dos outros municípios. Ele tem a possibilidade de seguir a regra, que vai ser pelo comitê, que é a outra PLP que está sendo votada, ou ele tem a possibilidade de ele mesmo definir a tributação que deseja”, explica, citando o projeto de lei complementar que trata do comitê gestor do IBS, que deve ser votado apenas no início do próximo ano no Congresso.

Veja os países com maior alíquota de IVA do mundo

  1. Brasil 28,5%
  2. Hungria 27%
  3. Dinamarca 25%
  4. Noruega 25%
  5. Suécia 25%
  6. Finlândia 24%
  7. Grécia 24%
  8. Islândia 24%
  9. Irlanda 23%
  10. Polônia 23%
  11. Portugal 23%
  12. Eslovênia 22%
  13. Itália 22%
  14. Belgica 21%
  15. Espanha 21%
  16. Letônia 21%
  17. Lituânia 21%
  18. Países Baixos 21%
  19. Tchéquia 21%
  20. Eslováquia 20%
  21. Estônia 20%
  22. França 20%
  23. Reino Unido 20%
  24. Turquia 20%
  25. Áustria 20%
  26. Média não ponderada da OCDE 19,2%
  27. Alemanha 19%
  28. Chile 19%
  29. Colômbia 19%
  30. Israel 17%
  31. Luxemburgo 17%
  32. México 16%
  33. Nova Zelândia 15%
  34. Costa Rica 13%
  35. Austrália 10%
  36. Coreia do Sul 10%
  37. Japão 10%
  38. Suíça 7,7%
  39. Canadá 5%

O texto aprovado pela Câmara dos Deputados no meio do ano já havia elevado a alíquota para próximo da casa de 28%. Segundo a Fazenda, a inclusão das carnes na cesta básica com isenção de impostos ajudou na subida.

Outro fator que contribui para o aumento do imposto é a criação do IS (Imposto Seletivo), conhecido popularmente como “imposto do pecado”. A taxação deve incidir sobre bebidas, cigarros e produtos que sejam nocivos à saúde de alguma forma.

O Senado retirou do texto as bebidas açucaradas, o que incomodou o governo, além da exclusão da cobrança sobre armas e munições. Na avaliação de Yukio, a inclusão desses setores no IS visa maior controle sobre o mercado, atualmente caracterizado pelo Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

“O imposto seletivo, ele, na verdade, vem suprir uma parte do que o IPI já faz. O IPI, ele tem uma característica que não é só arrecadatória. O IPI, ele tem um poder de controle sobre alguns tipos de mercado”, explica.

“Esse é o maior objetivo do imposto seletivo: controlar o que é fabricado e o que chega à mão do contribuinte, regulando o mercado e fiscalizando os impactos tanto na economia quanto nos demais setores do país”, completa.

Esse aumento na alíquota, no entanto, pode pesar, e muito, no bolso do contribuinte. Na avaliação de especialistas, os preços de produtos e serviços devem subir nos próximos anos.

“Essa é uma análise muito setorial, mas, em regra, a alíquota-padrão, que deverá ser de 28,1%, será a maior do mundo. Então, a tendência é de elevação dos preços dos bens e serviços”, explica Mariana Ferreira.

Gabriel Santana Vieira corrobora essa opinião e prevê um impacto maior sobre as classes mais baixas. Ele acrescenta que as mudanças impostas pelos senadores devem impactar os investimentos no país e afirma ser necessário um contrapeso para se alcançar maior justiça fiscal.

“O aumento vai impactar no orçamento, principalmente naqueles com menor poder aquisitivo, reduzindo o poder de compra e o acesso a bens e serviços essenciais. Essa medida pode agravar a desigualdade social, aprofundando o abismo entre ricos e pobres.”

“O aumento da carga também poderá desestimular o consumo e o investimento, com consequências negativas para a economia como um todo. É crucial analisar alternativas para os impostos, buscando medidas que promovam justiça social e fiscal”, completa.

A regulamentação da reforma tributária retorna à Câmara dos Deputados nesta semana, e o texto aprovado pelo Senado deve ser revisto. A votação está prevista para terça-feira, 17.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2024

Além da Nvidia, outra fabricante de chips atinge US$1 trilhão em valor de mercado

 


Fabricante de chips Broadcom

A Broadcom prevê uma expansão maciça na demanda por chips voltados para aplicações de inteligência artificial e o mercado reagiu dando à empresa um valor de mercado de mais de 1 trilhão de dólares.

As ações da empresa subiram 21% depois que o presidente-executivo, Hock Tan, disse que a IA pode apresentar uma oportunidade de receita de 60 bilhões a 90 bilhões de dólares em 2027, mais de quatro vezes o tamanho atual do mercado. A Broadcom também previu a receita do primeiro trimestre acima das estimativas do mercado.

Vários analistas disseram que é difícil estimar o crescimento do mercado e a participação potencial da Broadcom, com a TD Cowen observando que a previsão é “difícil de provar/desmentir, mas é enorme”.

O impulso de grandes empresas de tecnologia para diversificar para além dos processadores de IA da Nvidia, caros e com restrições de fornecimento, tem sido um ganho inesperado para a Broadcom, que fabrica chips personalizados para as principais empresas de computação em nuvem.

Os investidores também favoreceram os fabricantes de chips que já estão se beneficiando dos enormes data centers que estão sendo construídos por empresas como Microsoft e Meta em meio a preocupações sobre o retorno dos investimentos em IA para o setor de tecnologia em geral.

Tan disse na quinta-feira que a empresa conquistou dois grandes clientes de hiperscale depois de gerar 12,2 bilhões de dólares em receita com IA no ano fiscal de 2024. Isso representou uma grande parte de seu mercado útil total estimado de 15 bilhões 20 bilhões de dólares.

Da oportunidade total de 2027, a Broadcom poderia capturar até 50 bilhões de dólares em vendas de IA com base na participação de mercado de 70% que a estimou ter em 2024, disseram os analistas da TD Cowen. Mas eles advertiram que é difícil modelar a participação da empresa porque o mercado de serviços pode incluir processadores vendidos por empresas como a Nvidia.

Hans Mosesmann, analista da Rosenblatt Securities, estimou uma participação de mercado muito menor para a Broadcom em 2027, entre 20% e 50%.

Os investidores, por sua vez, adquiriram as ações que são negociadas a um múltiplo menor do que as rivais. A Broadcom tem uma relação preço/lucro a termo de 12 meses de 29,8, em comparação com 31,03 da Nvidia, a primeira empresa de chips a atingir 1 trilhão de dólares em valor de mercado, de acordo com dados compilados pela LSEG.

As ações da Broadcom acumulam alta de mais de 60% até agora neste ano, enquanto as ações da Nvidia mais do que dobraram, até o último fechamento. “Eles (Broadcom) fizeram de tudo para dar aos investidores um motivo para sonhar”, disse Stacy Rasgon, analista da Bernstein.

“A história da IA parece estar realmente se firmando, talvez Hock possa pensar em comprar uma jaqueta de couro”, acrecentou Rasgon, referindo-se ao estilo característico do presidente-executivo da Nvidia, Jensen Huang.

Aneel diz que Brasil teve em 2024 recorde na expansão da geração de energia

 ANEEL Logo – Agência Nacional de Energia Elétrica Logo – PNG ...


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira, 13, que o Brasil alcançou novo recorde anual de expansão da geração de energia elétrica, com 10.321 megawatts (MW) até o momento. O regulador aponta que essa marca foi atingida após a liberação da operação comercial de sete unidades geradoras da usina eólica “Serra do Assuruá 13”, localizada na Bahia.

Do total de 10.321 MW de expansão em 2024, cerca de 91% da potência instalada são provenientes das fontes solar fotovoltaica e eólica.

Foram 283 novas usinas implantadas no ano, sendo 139 solares fotovoltaicas (5.354,17 MW), 115 eólicas (4.045,40 MW), 20 termelétricas (869,70 MW), sete pequenas centrais hidrelétricas (47,50 MW) e duas centrais geradoras hidrelétricas (4,60 MW).

O recorde anterior era do ano de 2023 quando o País atingiu a marca de 10.316 MW de expansão no intervalo de 12 meses.

Itaú revisa projeções e passa a prever taxa de juros de até 15% ao ano em 2025

 


Galípolo; selic; banco central; juros

Gabriel Galípolo, indicado pelo governo para a presidência do Banco Central (BC) (Crédito: Lula Marques/ Agência Brasil)

Com um final de 2024 mostrando um cenário macroeconômico rodeado por incertezas, a equipe de pesquisa macroeconômica do Itaú revisou sua projeção para a taxa básica de juros, a Selic, apontada agora em 15% até o ano de 2024.

“Diante da piora relevante das expectativas de inflação, do câmbio mais depreciado e da atividade ainda resiliente, esperamos que o Banco Central siga elevando a taxa de juros até 15% ao longo de 2025. Para 2026, projetamos queda da Selic para 13%”, diz a casa.

O time de macro do Itaú, liderado pelo economista Mario Mesquita, aponta que com a última decisão do Copom – com alta de 1 ponto percentual (p.p.), para 12,25% – a autoridade monetária sinalizou que, a menos que o cenário mude, pretende elevar a Selic em igual magnitude mais duas vezes.

“A decisão foi motivada pela forte deterioração das expectativas de inflação, e pela surpresa com a atividade no terceiro trimestre deste ano, resultando em um hiato do produto mais aberto do que o antecipado”, observa o Itaú.

“Houve um aumento relevante da projeção de inflação no horizonte relevante (segundo trimestre de 2026), de 3,6% na reunião de novembro para 4,0% na reunião de dezembro, indicando a necessidade da política monetária avançar ainda mais em território contracionista”, completa.

Dessa forma, a expectativa é de que a taxa Selic atinja o patamar de 15% no decorrer de 2025 (ante 13,50% da projeção anterior) e permaneça nesse nível até o final do ano.

Com relação ao ritmo, o Itaú espera mais duas altas de 1 p.p. e uma alta final de 0,75 p.p. na terceira reunião do ano.

“Naturalmente, diante do balanço de riscos assimétrico para inflação, há possibilidade de um ciclo ainda maior. Para 2026, projetamos queda da taxa de juros para 13%”.

Itaú revisa PIB para cima e vê dólar a R$ 5,70

Olhando para outras variáveis, o Itaú espera um dólar a R$ 5,70 neste e no próximo ano.

A tese da casa é de que apesar do diferencial de juros elevado, o cenário global de dólar forte, o aumento prêmio de risco doméstico e a deterioração das contas externas pressionam o real.

Juntamente com isso, os especialistas enxergam um cenário de ‘mais crescimento e juros mais altos’, com projeções de PIB agora maiores. A casa elevou as expectativas de 2024 e 2025 para 3,6% (de 3,2%) e 2,2% (de 1,8%), respectivamente.

“A atividade mais forte no curto prazo e expectativa positiva para o PIB Agro 2025 geraram revisões altistas. Para 2026, projetamos crescimento de 2,0%. O mercado de trabalho ainda não mostra sinais claros de arrefecimento e é risco altista para o PIB dos próximos anos”.

Consenso do mercado vê Selic a 13,50% em 2025

Conforme refletido na edição mais recente do Boletim Focus, o consenso do mercado financeiro tem elevado as projeções para a taxa básica de juros em 2025 há quatro semanas consecutivas.

A projeção mais recente, desta segunda-feira, 9, é de que os juros fiquem em 13,50% no ano que vem.

Para o ano de 2026 a projeção é de uma Selic de 11%. A expectativa foi elevada pela segunda semana consecutiva.

 

 https://istoedinheiro.com.br/selic-15-ao-ano-itau-revisa/

Segundo Quaest, 51% acreditam que houve tentativa de golpe em 2022; 38% não acreditam

 

Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto.

Levantamento feito pela Genial/Quaest, divulgado nesta sexta-feira, 13, aponta que 51% dos entrevistados acreditam que houve uma tentativa de golpe por parte de militares e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2022. Outros 38% disseram não acreditar.

Em novembro, a Polícia Federal indiciou Bolsonaro, o ex-ministro da Defesa general Braga Netto, o ex-chefe do GSI general Augusto Heleno, o presidente do PL Valdemar Costa Neto e mais 33 investigados nas Operações Tempus Veritatis e Contragolpe.

Os agora 40 indiciados estão ligados à tentativa de manter Bolsonaro no poder após a derrota nas eleições 2022. O plano da suposta organização criminosa previa até o assassinato do presidente Lula, de seu vice Geraldo Alckmin e do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O relatório está sendo analisado pela PGR.

A pesquisa da Quaest ouviu 8.598 brasileiros com 16 anos ou mais, entre os dias 4 e 9 de dezembro. A margem de erro é de 1 ponto porcentual, com nível de confiança de 95%.

A análise mostra que entre eleitores de Lula, no segundo turno das eleições de 2022, a porcentagem de pessoas que acreditam que houve uma tentativa de golpe é maior, de 61%. Já entre os que votaram em Bolsonaro, o número cai para 39%.

Veja os resultados:

Acredita que houve uma tentativa de golpe contra Lula por parte dos militares e Bolsonaro?

Sim – 51%

Não – 38%

Não souberam/Não responderam – 12%

Entre os que votaram em Lula em 2022:

Sim – 61%

Não – 28%

Não souberam/Não responderam – 11%

Entre os que votaram em Bolsonaro em 2022:

Sim – 39%

Não – 51%

Não souberam/Não responderam – 10%

Entre os que votaram branco, nulo ou não votaram:

Sim – 46%

Não – 39%

Não souberam/Não responderam – 15%

O ‘CEO-psicólogo’ que comprou 500 fornos micro-ondas

 


O ‘CEO-psicólogo’ que está chacoalhando as coisas na Pague Menos

O ‘CEO-psicólogo’ que está chacoalhando as coisas na Pague Menos

Assim que assumiu o comando da Pague Menos, em fevereiro, Jonas Marques comprou 1.500 ares-condicionados e 500 fornos micro-ondas — um capex de emergência, e inusitado.

“O clima das lojas não estava legal, porque o ar estava quebrado e ficava um calor absurdo; além disso, os funcionários não tinham onde esquentar sua comida. Em uma delas, eles iam na pizzaria vizinha para conseguir esquentar o almoço,” o CEO disse ao Brazil Journal. “Vimos que existe uma relação direta entre o ambiente das lojas e a felicidade dos atendentes com os resultados que elas entregam. As lojas com o melhor ambiente em geral são as que performam melhor.”

O olhar de Jonas para as pessoas não é à toa. Nascido em Fortaleza, assim como a Pague Menos, o executivo se formou em psicologia e chegou a clinicar por pouco mais de um ano, atendendo principalmente crianças autistas.

A companhia também voltou a apresentar um fluxo de caixa operacional positivo, ajudado em parte pela melhora do estoque — entregando R$ 576 milhões no segundo tri e R$ 580 milhões no terceiro.

Leia a reportagem completa no Brazil Journal.

Assaí atinge marca de 300 lojas em operação no Brasil

 Assaí Atacadista Logo PNG Vector (PDF) Free Download


O Assaí atingiu nesta sexta-feira, 13, o marco de 300 lojas em operação no Brasil, informou a empresa nesta mesma data em comunicado ao mercado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Nesta sexta, foi inaugurada sua segunda unidade na cidade de Caraguatatuba, no estado de São Paulo.

A abertura desta loja também representa a conclusão das 66 conversões de hipermercado, projeto iniciado em 2022, diz a empresa.

Segundo o comunicado, por meio desse projeto, o Assaí aumentou sua presença em regiões centrais, altamente adensadas, com forte barreira imobiliária e próximas de público de renda mais elevada.

Atualmente, cerca de 500 milhões de clientes frequentam as lojas do Assaí por ano, de acordo com a empresa.

Até o fim deste ano, serão inauguradas mais duas lojas nas cidades de São José do Rio Preto e Guarujá, em São Paulo. “Essas lojas representarão a entrada do Assaí nesses municípios, reforçando a presença da companhia no estado de São Paulo”, diz o comunicado.

Dessa forma, será concluído o plano de Expansão 2024 com 15 inaugurações, conforme guidance previamente divulgado.

Para 2025, estão previstas cerca de 10 aberturas, com um investimento total estimado entre R$ 1,0 a R$ 1,2 bilhão.

Além disso, o Assaí projeta que o patamar de alavancagem ficará em cerca de 2,6 vezes ao final de 2025.