segunda-feira, 23 de dezembro de 2024

Minério de ferro sobe com expectativa de reabastecimento de siderúrgicas na China

 


Minério de ferro no porto de Kembla

 

Os contratos futuros do minério de ferro subiram nesta segunda-feira, auxiliados pelas expectativas de reabastecimento por parte das siderúrgicas na China, principal consumidor, embora os altos estoques portuários e as preocupações com a demanda para o próximo ano tenham limitado os ganhos.

O contrato de maio na bolsa de Dalian encerrou as negociações diurnas com alta de 0,84%, a 780 iuanes (106,87 dólares) a tonelada métrica, depois de atingir seu nível mais baixo desde 19 de novembro, a 762,5 iuanes a tonelada, no início da sessão.

As expectativas de compra pelas siderúrgicas chinesas antes do feriado que se aproxima deram algum suporte à principal matéria-prima para a fabricação de aço, disseram os analistas.

“Embora a produção de metais quentes tenha mostrado sinais de abrandamento, a lucratividade entre as siderúrgicas se estabilizou… as usinas siderúrgicas continuam a reconstruir estoques de minério de ferro”, disseram os analistas da Maike Futures em uma nota.

“Esperamos que as usinas ainda precisem reabastecer cerca de 10 milhões de toneladas de minério de ferro antes do feriado do Ano Novo Chinês (CNY).”

As siderúrgicas chinesas geralmente acumulam estoques antes do CNY, que começa em 28 de janeiro, para atender às necessidades de produção durante e após o feriado.

Os estoques de minério de ferro nos portos estavam em 147,8 milhões de toneladas em 20 de dezembro, 30% a mais do que há um ano, segundo dados da consultoria Steelhome.

Honda e Nissan anunciam início de negociações para fusão

 


As montadoras japonesas Honda e Nissan concordaram com o início de negociações para uma fusão - AFP/Arquivos

 

As montadoras japonesas Honda e Nissan concordaram nesta segunda-feira (23) com o início de negociações para uma fusão, em uma tentativa de recuperar o espaço perdido para a Tesla e os fabricantes chineses no mercado de veículos elétricos.

A operação criaria a terceira maior fabricante de automóveis do mundo e permitiria uma expansão do segmento de carros elétricos e veículos autônomos.

Os dois grupos, ao lado da Mitsubishi Motors, da qual a Nissan é a principal acionista, anunciaram que tentarão estabelecer uma “holding única” nas negociações.

As empresas, que mencionaram as “mudanças drásticas no ambiente que cerca os dois grupos e na indústria automobilística”, anunciaram que planejam a cotação da ‘holding’ na Bolsa de Tóquio até agosto de 2026.

Honda e Nissan informaram que pretendem concluir o acordo de fusão em junho do próximo ano, mas o pacto provavelmente não implicará uma união entre iguais.

A Honda terá a prerrogativa de nomear o CEO do novo conglomerado, cujo conselho de administração será integrado majoritariamente por executivos desta empresa, segundo a declaração conjunta.

Honda e Nissan, número dois e três no mercado japonês de automóveis, enfrentam um cenário difícil com a demanda dos consumidores, condições exacerbadas pela concorrência acirrada.

O contexto é mais evidente para as marcas estrangeiras na China, onde montadoras locais de carros elétricos como a BYD estão em ascensão à medida que cresce a demanda por veículos menos poluentes.

No ano passado, a China superou o Japão como o maior exportador de carros, graças ao apoio estatal à indústria de veículos elétricos.

CCR Mobilidade espera resultados melhores apesar do peso dos juros e câmbio, diz executivo

 


Marcio Hannas, CEO da CCR Mobilidade (Crédito: Reprodução/Linkedin)

A CCR Mobilidade espera alcançar melhores resultados em 2025 após fortes investimentos em frota em São Paulo, mas a forte desvalorização do real e a alta de juros devem impor novas pressões à companhia, afirmou o presidente da divisão de trens de passageiros e metrô do maior grupo de concessões de transporte do país, Marcio Hannas.

A companhia recebeu este mês o último trem novo de uma encomenda de 36 composições para as linhas 8 e 9 da região metropolitana de São Paulo, que somou investimento de 2,6 bilhões de reais. Com isso, a empresa pode concentrar a atenção na reforma do sistema elétrico, um trabalho que deve se estender até 2026.

“Dos 4 bilhões de reais de investimentos previstos no projeto (das linhas 8 e 9), 2,6 bilhões foram para trens”, disse Hannas. “Para o ano que vem, o capex será menor…Além disso, os trens novos têm custo menor, são mais eficientes em termos de consumo de energia”, disse o executivo, evitando fazer projeções específicas.

Falhas ao longo de 2023

A CCR assumiu as linhas 8 e 9 da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) em abril de 2021 e no ano passado o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, chegou a ameaçar romper contrato com a companhia por uma série de problemas na operação.

Hannas afirmou que, além dos problemas nas cadeias de fornecimento gerados no período pós-pandemia, que provocam atrasos nas entregas de novos trens e itens para manutenção de composições, a companhia teve falha de avaliação da condição desses ativos. “Vieram em nível mais degradado do que esperávamos”, afirmou.

Mas com a chegada dos novos trens, a companhia conseguiu elevar o nível da operação, que atualmente apresenta um patamar de desempenho de entre 85% e 88%, afirmou o executivo, ante abaixo de 50% no início da concessão.

Com os novos trens, a CCR Mobilidade vai concluir em fevereiro a devolução à CPTM da última das 34 composições que foram trocadas pelos novos equipamentos, disse Hannas, citando que a frota da empresa nas linhas será de 57 trens ao final do processo.

Apenas no terceiro trimestre deste ano, por exemplo, a CCR apurou um impacto em custo de construção de 220 milhões de reais gerado pelas linhas 8 e 9 diante da implantação dos novos trens, segundo o balanço da companhia, divulgado no final de outubro.

Investimentos em energia

Ante a previsão de investimento de 4 bilhões nas duas linhas, após a entrega da última composição o restante dos recursos será aplicado “principalmente na parte de energia” até 2026, disse o executivo. Hannas citou como exemplo reformas de subestações e rede aérea que alimenta os trens com eletricidade.

“É um trabalho complexo, precisa desligar a energia para mexer e aí não podemos operar…Temos uma janela muito curta de apenas duas horas de manutenção” durante as madrugadas disse o executivo ao explicar o prazo.

Mas ao ser questionado sobre o impacto da desvalorização da moeda, Hannas afirmou sem detalhar que, como boa parte dos insumos metroferroviários é importada, “há, sim, um impacto de custo na manutenção porque as peças de reposição são importadas”.

Apesar disso, ele acrescentou que não espera “um impacto severo” nos negócios. Além do próprio câmbio, a alta da Selic deve atingir a última linha do balanço da empresa em função dos financiamentos contratados pela empresa, disse o executivo.

Nos nove primeiros meses de 2024, a CCR Mobilidade apurou um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de 1,56 bilhão de reais, um crescimento de quase 10% sobre um ano antes. A margem, porém, ficou perto da estabilidade, passando de 51,9% para 52,1%.

Futuro da empresa

Para 2025, um dos principais alvos de interesse da CCR Mobilidade, a maior operadora privada de trens de passageiros da América Latina e sétima maior do mundo, é o leilão das linhas 11, 12 e 13 de trens metropolitanos de São Paulo, disse Hannas.

O projeto, que teve edital publicado pelo governo de São Paulo neste mês, envolve mais de 100 quilômetros de vias existentes e 14 bilhões de reais em investimentos. A entrega das propostas está prevista para 25 de março e o leilão para o dia 28 do mesmo mês.

“A decisão (de participar do leilão) ainda não foi tomada… Estamos estudando”, disse Hannas, citando ainda que no radar da companhia em trens metropolitanos de São Paulo está a eventual concessão das linhas 10 e 14, esta última que precisará ser construída.

A empresa também monitora eventual concessão da linha 3 do metrô do Rio de Janeiro ligando Niterói a São Gonçalo, disse o presidente da CCR Mobilidade.

“Tem tanta oportunidade nessa área no Brasil que não faz sentido esforço para irmos buscar fora do país”, disse Hannas ao ser questionado sobre eventuais focos da empresa no exterior. “No curto prazo, não temos intenção de ir para fora do Brasil.”

Como grupo, a CCR – que tem como principais acionistas os grupos Soares Penido, Mover, Itaúsa e Votorantim – tem operações fora do Brasil em sua divisão de aeroportos, com terminais em Curaçao, Costa Rica e Equador.

Segundo o executivo, a CCR Mobilidade tem observado o avanço de uma série de tecnologias para possível implantação em suas operações no futuro, incluindo trens a hidrogênio, sistemas de sinalização sem fio, bilhetagem por reconhecimento facial, robôs para limpeza de vias férreas e estações e mesmo transporte em composições que se movem por dutos a vácuo (hiperloop).

“Tem economia de energia porque o trem está em levitação dentro do tubo e recupera a energia na frenagem…não tem trilhos…são benefícios de custos que são relevantes”, afirmou se referindo ao hiperloop.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2024

Novo Nordisk frustra expectativas com nova vacina experimental contra obesidade

 

Um tratamento experimental antiobesidade da Novo Nordisk ajudou pacientes a perder menos de um quarto do peso corporal em um novo estudo, não atingindo as expectativas da empresa e fazendo suas ações despencarem.

O estudo altamente antecipado mostrou que uma combinação de dois medicamentos chamada CagriSema ajudou as pessoas a perder 22,7% do peso, em média, após tomar a injeção semanal por mais de um ano, enquanto aqueles que tomaram um placebo perderam 2,3%.

O resultado fica aquém da perda de peso de 25% que a Novo Nordisk esperava e prejudica as chances da vacina experimental de se tornar o próximo medicamento de sucesso da empresa depois do Ozempic e do Wegovy.

 

 Fonte: Dow Jones Newswires.


Dólar cai abaixo de R$ 6,10 com novos leilões do BC e pacote fiscal em foco

 


Nota de 100 dólares

 

O dólar à vista recuava nesta sexta-feira, 20, mas estava a caminho de fechar a semana em alta, com os investidores de olho em novas intervenções no câmbio pelo Banco Central, que já vendeu 3 bilhões de dólares à vista em leilão realizado nesta manhã, enquanto digerem o avanço do pacote fiscal no Congresso.

Às 10h04, o dólar à vista caía 0,84%, a 6,0726 reais na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento tinha baixa de 1,63%, a 6,062 reais na venda.

Na quinta-feira, após cinco pregões consecutivos de alta, em que acumulou valorização de 5,2%, o dólar à vista encerrou o dia em baixa de 2,29%, cotado a 6,1243 reais, ainda o segundo maior valor nominal de fechamento da história.

Intervenções do BC

O Banco Central vendeu um total de 3 bilhões de dólares à vista em um novo leilão realizado na manhã desta quinta-feira, no que foi a sétima operação do tipo desde a semana passada e um dia após injetar 8 bilhões de dólares à vista no mercado, informou a autarquia em comunicado.

A autarquia ainda fará dois leilões de linha (venda de dólares com compromisso de recompra) nesta manhã, podendo vender até 2 bilhões de dólares em cada uma das operações.

Assim como ocorreu na sessão anterior, o real era beneficiado pela nova intervenção do BC, recuperando parte das fortes perdas recentes diante do dólar.

A moeda norte-americana, no entanto, caminha para um ganho semanal de cerca de 0,7%, após atingir a cotação recorde de 6,2679 reais na quarta-feira.

Com o novo leilão à vista, o BC agora já vendeu 23,77 bilhões de dólares desde a quinta da semana passada, incluindo vendas à vista (16,77 bilhões) e leilões de linha (7 bilhões), em meio à forte desvalorização da moeda brasileira em decorrência dos receios fiscais dos investidores.

Pacote fiscal

O dólar tem obtido fortes ganhos no mercado brasileiro desde o duplo anúncio pelo governo no fim de novembro de um pacote fiscal e de um projeto de reforma do Imposto de Renda.

Mais recentemente, agentes financeiros também vinham temendo a possibilidade de o pacote fiscal não ser aprovado pelo Congresso até o fim do ano. O avanço das medidas do Congresso nos últimos dias, portanto, era outro fator de otimismo para os investidores neste pregão, ainda que vários pontos dos textos tenham sofrido desidratação ao longo da tramitação, o que reduzirá a economia potencial para o governo.

A Câmara dos Deputados aprovou na quinta-feira o projeto de lei que limita o aumento real do salário mínimo, além de alterar regras de acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), concluindo a votação de todos os três textos que compõem o pacote fiscal.

O Senado, por sua vez, aprovou, em dois turnos, a proposta de emenda à Constituição (PEC) do pacote, com medidas para diminuir gradativamente o grupo que pode receber o abono do PIS/Pasep e limitações aos supersalários.

Mais cedo na quinta-feira, o Senado havia aprovado o projeto que impõe travas para o crescimento de despesas com pessoal e incentivos tributários em caso de déficit primário. Agora resta a votação do projeto que limita o aumento real do salário mínimo.

“A moeda brasileira deve encontrar algum alivio com a aprovação dos textos no Senado e com a forte participação do Banco Central. O tema (fiscal) pode esfriar até fevereiro e a ausência de notícias pode ser positiva para o câmbio”, disse Eduardo Moutinho, analista de mercados do Ebury Bank.

No cenário externo, investidores aguardam dados do índice PCE — o indicador de inflação preferido do Federal Reserve –, às 10h30 (horário de Brasília), em busca de sinais sobre a trajetória da taxa de juros dos Estados Unidos no próximo ano.

O índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — caía 0,25%, a 108,160.

10 dos Panetones Mais Caros Deste Natal

 

A Forbes selecionou alguns dos pães natalinos mais luxuosos de 2024, exagerados em tamanho ou assinados por grifes e chefs renomados
 

Giovanna Simonetti


Panetone da Dolce&Gabbana com a marca Fiasconaro

 
Acessibilidade

Um dos símbolos mais tradicionais das festas de fim de ano, o panetone está longe de ser representado apenas pela versão popular de mercado.

De receitas que exaltam a tradição italiana a criações extravagantes assinadas por chefs e grifes renomadas, esses pães natalinos podem ganhar toques de opulência e chegar aos milhares de reais.

Nesta lista, selecionada a partir das opções mais exclusivas do mercado, a Forbes destaca 10 dos panetones mais caros de 2024. Confira:
 

1. Pasticceria Marchesi 1824 – Panetone Milanês Clássico

 

 

 

Preço: € 772 (R$ 4.980) – Peso: 1,5kg


Uma das mais antigas e renomadas confeitarias de Milão, a Marchesi comemorou seu 200º aniversário este ano. Para o Natal, a loja lançou seu icônico panetone embalado em uma luxuosa caixa de veludo, um símbolo de tradição que remonta a 1824.

2. Isabella Suplicy – Panetone de Chocolate com Creme de Avelãs

 

Isabella Suplicy



Preço: R$ 2.400 – Peso: 6,8kg
Uma das maiores confeiteiras do Brasil, figurinha carimbada entre os famosos e influentes, Isabella Suplicy deu seu toque de esplendor aos panetones este ano. O mais caro do seu catálogo de Natal leva um generoso recheio de creme de avelãs, com quase 7 quilos para deslumbrar qualquer mesa natalina.
 

3. Flakes – Pistacchiotone
 

 

Divulgação

Flakes

Preço: R$ 1.800 – Peso: 7kg
O confeiteiro Leonardo Borges, conhecido por usar e abusar do pistache, leva a extravagância da oleaginosa para outro patamar com esse panetone de 7 quilos, mega recheado.
4. Mariana Junqueira – Panetone na Caixa Musical
Divulgação


Mariana Junqueira

 

Preço: R$ 1.080 – Peso: 1,5kg
 

A cake designer paulistana oferece para este Natal um presente delicado: o panetone vem embalado em uma caixa musical, que traz luzes cintilantes e uma melodia natalina ao ser aberta
 

 5. Pati Piva – Panetone Gotas Gigante

Pati Piva

Preço: R$ 820 – Peso: 4kg
Ideal para grandes celebrações, o panetone gigante da Pati Piva é generosamente recheado com gotas de chocolate, cobertura de chocolate ao leite e nibs de cacau
6. Gucci Osteria de Massimo Bottura – Panetone Tradicional
 

 

 

Divulgação

Gucci Osteria

 

 

Preço: US$ 140 (R$ 800) – Peso: 1kg
 

Assinado pelo famoso chef Massimo Bottura, dono de três estrelas Michelin na Itália, este panetone combina a tradição italiana com a sofisticação da Gucci Osteria. É vendido em Florença, Beverly Hills, Tóquio e Seul.
 

7. Charlô – Panettone de Chocolate Belga
 

 

Divulgação

Charlô

Preço: R$ 629 – Peso: 1,8kg
Célebre banqueteiro paulista, Charlô traz entre suas opções de sobremesas natalinas um panetone generosamente recheado com chocolate belga de alta qualidade.
8. Dolce & Gabbana – Panetone Mandorle D’ Sicilia
Divulgação

Panetone da Dolce&Gabbana com a marca Fiasconaro


Preço: R$ 612 – Peso: 1kg
 

Com amêndoas sicilianas e uma lata ilustrada com a cara da grife italiana, o panetone da Dolce & Gabbana reflete o glamour e a elegância característicos da marca.
 

9. Stefan Behar – Panetone de Nutella

 

 
Preço: R$ 368 – Peso: 1,4kg


Recheado com uma camada generosa de Nutella, o panetone do badalado confeiteiro paulistano é uma opção indulgente.
 

 10. Rosewood São Paulo – Panetone de Saiko Izawa

 

Preço: R$ 350 – Peso: 500g
 

Para este Natal, a premiada chef pâtissière Saiko Izawa criou duas opções de panetones de fermentação natural: um de frutas, com goiaba seca e zest de limão caipira, rosa e cravo; e outro chocolatudo, com gotas de chocolate 45% cacau e chocolate branco caramelizado – que ficou em 1º lugar na categoria de chocotones na degustação da Forbes. O preço reflete seu esmero artesanal, considerando o tamanho reduzido (metade das outras opções desta lista).


Leia mais em: https://forbes.com.br/forbeslife/2024/12/10-dos-panetones-mais-caros-deste-natal/?utm_source=NewsDaily&utm_medium=Social


quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

Dólar cai 2,3% e fecha a R$ 6,12, com leilões do BC e avanço do pacote fiscal no Congresso

 


O dólar à vista recuou mais de 2% nesta quinta-feira, 19, caindo abaixo dos 6,13 reais, com o mercado reagindo positivamente a dois novos leilões de dólares à vista do Banco Central nesta manhã, a comentários do futuro presidente da autarquia, Gabriel Galípolo, e ao avanço do pacote fiscal no Congresso.

O dólar à vista encerrou o dia em baixa de 2,29%, cotado a 6,1243 reais. Veja cotações.

Na B3, às 17h03, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 2,07%, a 6,125 reais na venda.