quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

Assaí reforça experiência de compra com 111 lojas ofertando novos serviços

 


Imagem destaque: Assaí reforça experiência de compra com 111 lojas ofertando novos serviços
Crédito: Divulgação / Assaí Atacadista


Em 2024, o Assaí Atacadista atingiu um marco importante em sua estratégia de atendimento aos clientes com a implementação de mais serviços em suas lojas. No total, 111 unidades em todas as regiões do Brasil passaram a oferecer Açougue, Empório de Frios, Cafeteria e/ou Padaria. No estado de São Paulo, 48 lojas ganharam mais serviços no último ano. Atualmente, das 302 unidades em todo o Brasil, 254 contam com essas opções que visam aprimorar a experiência de compra. No final de 2021, os serviços estavam presentes em 73 lojas.

  “Implantar esses serviços no parque existente de lojas é uma forma de demonstrar que estamos atentos ao que as famílias e comerciantes buscam. Desde 2022, todas as lojas inauguradas já trazem algum tipo de serviço. Com essa expansão, queremos proporcionar uma experiência de compra mais completa, com qualidade e conforto, sem abrir mão da nossa proposta de valor, que é garantir preços acessíveis e a melhor eficiência operacional possível”, comenta José Adelson, Diretor de Novos Negócios do Assaí.

 

https://gironews.com/atacado-cash-carry/assai-reforca-experiencia-de-compra-com-111-lojas-ofertando-novos-servicos/


 


Dólar ganha força com commodities fracas e realização após 3 quedas ante real

 

O dólar à vista ganhou força até R$ 5,78 na manhã desta quinta-feira, 13, após hesitar nos primeiros negócios. O ajuste positivo da divisa americana pode estar refletindo a queda do petróleo e do minério de ferro e possível realização de lucros, após cair nas últimas três sessões. No mês, as perdas ante o real se acumulam em 1,20%. O mercado de câmbio chegou a ceder de forma pontual, em meio ao recuo dos juros futuros em linha com as taxas dos Treasuries e após os dados de vendas no varejo em dezembro.

As vendas do comércio varejista caíram 0,1% em dezembro de 2024 em relação a novembro, de acordo com o IBGE, alinhando-se à mediana das estimativas dos analistas. Na comparação com dezembro de 2023, as vendas tiveram alta de 2%. No acumulado de 2024, o crescimento foi de 4,7% no varejo restrito.

No varejo ampliado (que inclui material de construção, veículos e atacado alimentício), as vendas caíram 1,1% em dezembro em relação a novembro, contrariando as expectativas de alta. Comparado a dezembro de 2023, as vendas do varejo ampliado subiram 1,4%, e no ano, o crescimento foi de 4,1%.

De forma pontual, o dólar à vista cedeu a R$ 5,7589 (-0,07%), pressionado por um apetite por risco externo, que pressiona a divisa americana para baixo ante pares principais e algumas moedas emergentes. Alguns analistas avaliam que o foco principal das tarifas americanas deve ser a China. Euro e libra também ganham frente o dólar com a surpresa positiva do Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido, a desaceleração da inflação na Alemanha e uma inesperada alta na produção industrial britânica.

A chance de um acordo de paz entre a Rússia e a Ucrânia mediado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está no radar. O enviado especial de Trump para a Rússia e a Ucrânia, Keith Kellogg, viajará para a Alemanha, Bélgica e Ucrânia de 13 a 22 de fevereiro para promover a meta de paz na região e defender os interesses de segurança nacional dos EUA.

Os contratos futuros do petróleo aceleraram perdas para mais de 1%, após o Hamas anunciar que irá libertar o próximo grupo de reféns israelenses, como planejado, aparentemente resolvendo um impasse que ameaçava o cessar-fogo na Faixa de Gaza. Além disso, o enviado especial de Trump para a Rússia e a Ucrânia, Keith Kellogg, viajará para a Alemanha, Bélgica e Ucrânia de 13 a 22 de fevereiro para promover a meta de paz na região e defender os interesses de segurança nacional dos EUA.

O preço do minério de ferro caiu 1,52%, cotado a 808 yuans por tonelada, o equivalente a US$ 110,54, em Dalian, na China.

Às 9h58, o dólar à vista subia 0,15%, a R$ 5,7724, ante máxima intradia a R$ 5,7834 (+0,35%). O dólar futuro para março ganhava 0,03%, a R$ 5,7865.

Governo estima que PIB cresceu 3,5% em 2024 e piora projeção para 2025

 

O Ministério da Fazenda divulgou nesta quinta-feira, 13, que calcula o PIB (Produto Interno Bruto) de 2024 com alta de 3,5%. Em documento, a pasta diz que o “ritmo de crescimento surpreendeu mais uma vez em 2024″ e que as surpresas positivas “refletiram o bom desempenho de setores cíclicos, motivados por impulsos positivos vindos do mercado de trabalho e crédito”. O PIB oficial de 2024 será divulgado em março pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para o 2025, o ministério espera um crescimento mais modesto, de 2,3%. Segundo a parta, a expectativa até novembro era de 2,5% para a expansão da economia neste ano, contudo, “o aumento na taxa de juros básica e o
cenário conjuntural externo levaram à expectativa de menor ritmo de expansão da atividade em 2025”, aponta o documento.

O percentual está em linha com a última projeção feita pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) no documento World Economic Outlook (WEO), de 2,2% para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2025, e de 3,7% em 2024.

Com isso, a projeção do PIB do Brasil pela instituição fica abaixo da projeção de crescimento econômico global. A projeção para o crescimento econômico global é de 3,3% em 2025 e 2026, abaixo da média histórica (2000–19) de 3,7% – cenário que o FMI considera ‘divergente e incerto’.

Inflação

A Fazenda vê que a inflação medida pelo IPCA fechará este ano em 4,8%. A projeção anterior, divulgada em novembro, era de 3,6%.

Membros da Secretaria de Política Econômica (SPE) concedem entrevista coletiva à imprensa para detalhar o relatório de retrospectiva da economia em 2024 e projeções para 2025.

(em atualização)

Ministério das Finanças da China emitirá títulos soberanos em yuan em Hong Kong

 

O Ministério das Finanças da China informou nesta quinta-feira, 13, que retomará a emissão de títulos do governo em Hong Kong, por meio da Central Moneymarkets Unit da Hong Kong Monetary Authority (HKMA). Os leilões acontecerão no dia 19 de fevereiro.

Serão ofertados 3,5 bilhões de yuans em títulos de 2 anos; 3,0 bilhões de yuans em títulos de 3 anos; 3,0 bilhões de yuans em títulos de 5 anos; 2,0 bilhões de yuans em títulos de 10 anos; e 1,0 bilhão de yuans em títulos de 30 anos.

Superintendência do Cade aprova aquisição do Julius Baer Brasil pelo BTG Pactual

 Conselho Administrativo de Defesa Econômica - Cade | LinkedIn

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição da operação brasileira do grupo suíço Julius Baer pelo BTG Pactual. O despacho foi publicado no Diário Oficial da União (DOU).

“Para o comprador, a operação faz parte da estratégia de expansão do seu segmento de Multi-Family Office, que opera desde 2010. A alienação pelo vendedor de sua operação de gestão de patrimônio doméstica/onshore no Brasil para o Banco BTG Pactual é resultado de uma análise aprofundada do negócio realizada nos últimos 12 meses”, afirmaram as empresas no processo.

A operação também está sujeita à aprovação pelo Banco Central.

Como mostrou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), o negócio envolveu R$ 615 milhões.

A instituição suíça é especializada na gestão de grandes fortunas e tem R$ 61 bilhões em ativos no Brasil.

IBGE mostra que seis das oito atividades do varejo cresceram em 2024

 

Seis das oito atividades que integram o varejo registraram avanços em 2024 ante 2023. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio divulgados nesta quinta-feira, 13, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na média global, o comércio varejista teve uma expansão de 4,7%.

Houve crescimento em Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (14,2%), Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (4,6%), Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (0,7%), Móveis e eletrodomésticos (4,2%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (7,1%) e Tecidos, vestuário e calçados (2,8%).

Na direção oposta, houve recuos em Combustíveis e lubrificantes (-1,5%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (-7,7%).

No varejo ampliado – que inclui os segmentos de veículos, material de construção e atacado alimentício -, as vendas subiram 4,1% em 2024. O volume vendido por Veículos, motos, partes e peças aumentou 11,7%, Material de Construção teve alta de 4,7%, e Atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo caiu 7,1%.

Trump diz que tarifas comerciais recíprocas serão anunciadas nesta quinta-feira

 

WASHINGTON (Reuters) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que planeja anunciar tarifas comerciais recíprocas nesta quinta-feira, mas não deu outros detalhes sobre seu mais recente plano tarifário, que poderia atingir todos os países que cobram taxas sobre as importações norte-americanas.

“Hoje é o grande dia: tarifas recíprocas”, escreveu Trump em sua plataforma de mídia social.

Posteriormente, ele publicou que detalhará o mais recente pacote de tarifas em uma coletiva de imprensa às 15h (horário de Brasília).

Isso ocorrerá algumas horas antes da visita do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, à Casa Branca.

Modi, que tem chegada prevista para as 18h, comanda um governo que impõe as tarifas mais altas sobre as exportações norte-americanas do que qualquer outro grande parceiro comercial dos EUA.

A última rodada de tarifas tem aumentado os temores de uma guerra comercial global e ameaçado acelerar a inflação dos EUA.

Trump, que assumiu o cargo em 20 de janeiro, já anunciou tarifas sobre as importações de aço e alumínio a partir de 12 de março, impôs tarifa de 10% sobre os produtos da China e uma suspensão de 30 dias nas tarifas sobre produtos de Canadá e México.

Na quarta-feira, assessores comerciais de Trump estavam finalizando os planos para as tarifas recíprocas que o presidente dos EUA prometeu impor a todos os países que cobram taxas sobre as importações dos EUA.

Trump disse na segunda-feira que também está analisando tarifas separadas sobre automóveis, semicondutores e produtos farmacêuticos.

Especialistas em comércio afirmam que estruturar as tarifas recíprocas que Trump deseja representa grandes desafios para sua equipe, o que pode explicar por que essas tarifas não foram anunciadas na terça-feira.

(Reportagem de Susan Heavey, Andrea Shalal e David Lawder)