quinta-feira, 6 de agosto de 2026

C&A prepara loja conceito na Avenida Paulista (SP)

 


Imagem destaque: C&A prepara loja conceito na Avenida Paulista (SP)
Créditos: Divulgação

  A C&A prepara a abertura de uma unidade na Avenida Paulista, em São Paulo, que iniciará suas atividades entre o fim de agosto e início de setembro, marcando os 50 anos de atuação no Brasil. A loja adotará o conceito "Energia", com integração digital, telas de LED e provadores tecnológicos. O formato foi desenvolvido para aumentar fluxo, conversão e produtividade. 

O movimento integra um plano de expansão que prevê a reforma de 20 unidades e a abertura de dez lojas no segundo semestre. No segundo trimestre de 2026, a rede obteve lucro líquido ajustado recorde de R$ 130,1 milhões para o período, com alta de 4,3%, e receita líquida de R$ 2,08 bilhões. As informações são da Exame.

 

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Mercado Livre supera US$ 10 bilhões em receita no 2º trimestre

 

Imagem destaque: Mercado Livre supera US$ 10 bilhões em receita no 2º trimestre


 O Mercado Livre anunciou os resultados financeiros referentes ao segundo trimestre de 2026. A receita líquida e os rendimentos financeiros cresceram 50% na comparação anual, superando US$ 10 bilhões em um único trimestre pela primeira vez na história da companhia. O lucro operacional chegou a US$ 683 milhões, com margem de 6,7%, enquanto o lucro líquido foi de US$ 466 milhões. Segundo a empresa, o desempenho reflete os investimentos estratégicos de longo prazo em iniciativas como frete grátis, cartões de crédito, sortimento próprio, CBT e MELI+.

Brasil lidera crescimento do comércio eletrônico

 No segmento de Commerce, o volume de vendas brutas (GMV) cresceu 36% na comparação anual em moeda constante, alcançando US$ 22 bilhões. O Brasil liderou esse avanço, com crescimento de 39% no GMV e alta de 56% no número de itens vendidos. De acordo com a companhia, um ano após a redução do valor mínimo para frete grátis no país, os consumidores passaram a comprar mais itens, em mais categorias, além de apresentar maior retenção. "Ultrapassar US$ 10 bilhões em receita trimestral é um marco importante, mas acreditamos que o indicador mais significativo da nossa oportunidade de longo prazo é a profundidade do engajamento dentro do nosso ecossistema", afirma Martín de los Santos, CFO do Mercado Livre.

 

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Emplacamentos de veículos cresceram 10% em julho

 

Segundo a Fenabrave, este foi o terceiro melhor mês de julho da história 
 
 

 

 

No mês de julho, o emplacamento de veículos cresceu 10,2% em relação a julho do ano passado e 3,3% em relação a junho, com um mais de 504 mil unidades vendidas. Isso engloba a venda de automóveis, comerciais leves (picapes e furgões), ônibus, caminhões, motos e implementos rodoviários, como reboques e carrocerias.No mês de julho, o emplacamento de veículos cresceu 10,2% em relação a julho do ano passado e 3,3% em relação a junho, com um mais de 504 mil unidades vendidas. Isso engloba a venda de automóveis, comerciais leves (picapes e furgões), ônibus, caminhões, motos e implementos rodoviários, como reboques e carrocerias.

Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), este foi o terceiro melhor mês de julho da história. "Estamos vivendo um ano com resultados positivos nos segmentos de maior volume", disse Arcelio Junior, presidente da Fenabrave. "Observamos que a demanda por mobilidade, renovação de frota e investimento permanecem, e a competição entre marcas continua favorecendo a oferta de mais produtos no mercado", declarou. Além do Programa Carro Sustentável, observamos que a demanda por mobilidade, renovação de frota e investimento permanecem, e a competição entre marcas continua favorecendo a oferta de mais produtos no mercado.


Programas de incentivo impulsionam negócios
Quando se considera apenas o segmento de automóveis e comerciais leves, o crescimento foi 2% sobre junho e 15,5% em julho de 2025, com 265 mil unidades vendidas. Para o presidente da Fenabrave, esse crescimento é resultado principalmente do programa Carro Sustentável, que reduz as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos carros mais leves e sustentáveis. Segundo a entidade, os modelos incluídos nesse programa registram números 29,4% superiores ao período antes de sua implementação.

Já o segmento de caminhões, que vinha em uma sequência de quedas, apresentou uma reação em julho deste ano, com crescimento de 18,9% sobre junho e 7,2% sobre julho do ano passado. "A recuperação é resultado, principalmente, do Programa Move Brasil, etapas 1 e 2. Por ser um segmento ligado ao PIB e ao desenvolvimento industrial e do agronegócio, o transportador avalia bem o mercado antes de comprar e acaba renovando sua frota quando enxerga demanda, capacidade de pagamento e segurança para assumir um financiamento de longo prazo", disse Arcelio Junior.

O segmento de ônibus, por sua vez, apresentou um pequeno crescimento em julho na comparação com junho, representando 4,3%, mas continua em queda na comparação anual (-2,3%). Isso, segundo Arcelio Junior, é reflexo da falta de programas governamentais para esse setor. "No início do ano, o segmento chegou a registrar retração de quase 25% em relação a 2025. A diferença caiu de forma gradual e consistente a partir do segundo bimestre, com a implantação da segunda fase do Move Brasil, que incluiu R$ 2 bilhões em crédito para financiar ônibus", analisou.

Com ABR


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Frísia inaugura linha para suínos em fábrica de rações

 

Investimento amplia capacidade produtiva da cooperativa na região dos Campos Gerais 
 
 
A capacidade mensal de produção da fábrica subiu para 12 mil toneladas

 

 

A Frísia Cooperativa Agroindustrial inaugurou nesta quinta-feira (30) uma linha de rações exclusiva para suínos na fábrica em Carambeí (PR). A unidade, que produz a marca Rações Batavo, passou por uma ampla modernização que dobrou a capacidade mensal de produção, de 6 mil para 12 mil toneladas. O investimento, que não teve o valor divulgado, acompanha a produção de suínos da cooperativa na região dos Campos Gerais, que, em pouco mais de um ano, saltou de 5,5 mil para 10 mil fêmeas. "Este é mais um passo no processo contínuo de modernização dos nossos sistemas produtivos e de fortalecimento da competitividade da cadeia suinícola da Frísia", explica o presidente do conselho de administração da Frísia, Geraldo Slob, por meio de nota. 

A nova estrutura equivale praticamente à construção de uma nova fábrica, com área exclusiva para armazenagem de micro e macroingredientes, além de novos sistemas de moagem, mistura e peletização. A modernização também amplia a diversidade de produtos fabricados, permitindo, por exemplo, a produção de rações para animais jovens e maior flexibilidade na utilização de matérias-primas, contribuindo para ganhos de eficiência e redução de custos.

Com 100 anos de história, a Frísia Cooperativa Agroindustrial possui mais de mil cooperados e 1,2 mil colaboradores. A cooperativa é a 45ª maior empresa da região Sul e também a 15ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. A cooperativa também ocupa a sétima posição no ranking exclusivo que revela quem são as maiores do cooperativismo do Sul (veja o ranking completo aqui e o anuário digital na íntegra clicando aqui).

 

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El Niño deve se intensificar entre agosto e outubro

 

No período, grande parte do mundo enfrenta temperaturas acima do normal e mudanças significativas nos padrões de precipitação 
 
 

 

 

Um relatório da Organização Meteorológica Mundial divulgado nesta sexta-feira (31) enfatiza que um El Niño forte está se desenvolvendo e deve se intensificar de forma constante entre agosto e outubro de 2026. O fenômeno aumenta a probabilidade de temperaturas acima da média em grande parte do mundo e provoca mudanças significativas nos padrões de precipitação: prevê-se maior pluviosidade em algumas regiões, incluindo a América do Sul, enquanto o risco de seca aumenta em outras.

Previsões de conjunto multimodelos dos principais centros globais de produção indicam que as anomalias da temperatura média sazonal da superfície do mar deverão exceder 2,9 °C em regiões-chave de monitoramento, incluindo o Brasil. Além disso, efeitos sobre as temperaturas das águas oceânicas podem amplificar os impactos climáticos regionais, incluindo secas, inundações e risco de incêndios florestais. Espera-se também que as temperaturas da superfície do mar no Atlântico tropical permaneçam mais quentes do que a média.

"O El Niño é um dos fenômenos climáticos mais monitorados no mundo. Mas as previsões, por si só, não previnem os desastres; o que previne são as pessoas",  disse a secretária-geral da OMM, Celeste Saulo. Segundo ela, este El Niño, sem precedentes oferece aos governos e às comunidades uma janela de oportunidade para antecipar riscos e agir antes que os impactos se manifestem.  

Como funciona o fenômeno
Os eventos El Niño geralmente ocorrem a cada dois a sete anos e costumam durar entre nove e doze meses. Frequentemente, começam a se desenvolver entre março e junho, atingem o pico de intensidade entre novembro e fevereiro e exercem sua maior influência sobre as temperaturas globais durante o ano seguinte ao seu início.

Os efeitos de cada evento El Niño variam dependendo da intensidade, duração, época do ano em que ocorre e também de como interage com outros modos de variabilidade climática.

 

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Marca grega de skincare abre primeira loja física do Brasil em Curitiba

 

Korres escolheu ParkShoppingBarigüi para iniciar operação no varejo brasileiro com portfólio que inclui novas fragrâncias e linha de cuidados masculinos 
 
 
Quiosque reunirá os principais produtos da marca, como linhas de Corpo e Banho, limpadores, máscaras e séruns
 
 
A Korres, marca grega reconhecida por seus produtos de skincare e pioneira no conceito de Clean Beauty, escolheu o ParkShoppingBarigüi para inaugurar sua primeira loja física no Brasil. Localizado no piso L2, o quiosque abre as portas nesta sexta-feira, 7 de agosto, e reúne as principais linhas da marca para cuidados com a pele e o corpo, fragrâncias e kits para presente.

A operação da Korres no Brasil é conduzida pela Gera Partner, holding brasileira de Beauty & Wellness com 32 anos de atuação no mercado, sediada em Curitiba. Responsável pelo desenvolvimento da marca no país desde 2024, a Gera Partner também atua com as marcas Keune Haircosmetics, Pivot Point, Elchim e Wet Brush.

"A escolha pelo ParkShoppingBarigüi faz parte do posicionamento da Korres no Brasil. Curitiba reúne um público com alto potencial de consumo, afinidade com marcas premium e um mercado bastante receptivo a novidades. Estar em um empreendimento com esse perfil, como o PkB, fortalece nossa entrada no país e apoia os próximos passos da expansão da marca na região", afirma Marcelo Raskin, CEO da Gera Partner, holding brasileira de Beauty & Wellness responsável pela operação da Korres no Brasil.

A chegada da loja física acontece em um momento de aquecimento do mercado de beleza. Segundo levantamento recente do IPC Maps, os brasileiros devem investir R$ 258 bilhões em produtos de higiene e limpeza este ano, um crescimento de 6,8% do consumo no setor em relação a 2025.

Fundada em Atenas, em 1996, a Korres está presente em mais de 55 países e consolidou sua atuação em mercados como Grécia, França, Reino Unido, Espanha e Estados Unidos. Aqui, os produtos da marca já podiam ser encontrados em grandes redes de cosméticos. A chegada da loja física no Brasil, entretanto, faz parte da estratégia de expansão da marca no país.
 
 
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Com Selic a 14%: Onde investir na Renda Fixa entre IPCA+ 2032

 

Com a taxa básica de juros (Selic) mantida em 14,00% ao ano, analistas do mercado financeiro orientam cautela e diversificação tática nos investimentos em renda fixa. Especialistas alertam que não é o momento para uma migração integral de ativos pós-fixados, diante de um cenário macroeconômico que exige seletividade e análise apurada.

Pontos Principais
  • A taxa Selic em 14,00% ao ano mantém a atratividade dos investimentos em renda fixa, exigindo cautela e diversificação estratégica na alocação de ativos.
  • Analistas recomendam não desmobilizar a carteira pós-fixada de forma brusca, devido a incertezas fiscais e externas que impactam os cortes futuros de juros.
  • Destacam-se títulos IPCA+ de vencimentos intermediários (como o 2032) para ganho real e filtro rigoroso no crédito privado, com foco em ratings AA ou AAA.

A manutenção da taxa Selic em patamar de dois dígitos reforça o protagonismo da renda fixa nas carteiras de investimentos no Brasil. Contudo, a evolução do cenário macroeconômico exige maior seletividade do investidor. Com a taxa em 14,00% ao ano, o mercado ajusta suas projeções para as curvas de juros futuros, abrindo janelas de oportunidade em papéis atrelados à inflação e em títulos prefixados, sem descartar a proteção do CDI.

Analistas de alocação destacam que o principal erro do investidor no momento atual é promover uma rotação brusca de carteira. A incerteza sobre o ritmo dos próximos passos do Banco Central — influenciada pelos preços do petróleo, juros nos Estados Unidos e meta fiscal doméstica — exige uma estratégia diversificada por indexadores.

Como posicionar a carteira nas diferentes classes de renda fixa?

As recomendações técnicas para cada segmento da renda fixa estruturam-se da seguinte forma:

  • Títulos Pós-fixados (LFT / Tesouro Selic e CDBs DI): Continuam indispensáveis para a reserva de emergência e liquidez de curto prazo. A manutenção de um juro básico elevado garante retorno atrativo sem risco de perda patrimonial em resgates antecipados.
  • Títulos Atrelados à Inflação (Tesouro IPCA+ 2032): Papéis com vencimento intermediário, como o IPCA+ 2032, são apontados como a melhor relação entre risco e retorno. Garantem a manutenção do poder de compra acrescido de juro real elevado, reduzindo a volatilidade de preço em relação aos títulos com vencimento em 2045 ou 2050.
  • Títulos Prefixados (Tesouro Prefixado): Devem ser adicionados de forma dosada. Como as taxas futuras incorporam prêmios expressivos, travar retornos prefixados garante rentabilidade alta se a inflação recuar, mas exige tolerância a oscilações temporárias caso a curva de juros volte a subir.
  • Crédito Privado e Debêntures Incentivadas: Oferecem a vantagem da isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas. No entanto, o crédito exige análise rigorosa, dando preferência a empresas de setores não cíclicos e com classificação de risco elevada.

Critérios de seleção no crédito privado

Ao buscar prêmios superiores aos títulos públicos por meio de debêntures e títulos corporativos, o investidor deve aplicar filtros rígidos de gestão de risco:

  • Rating Mínimo: Concentração em empresas com avaliação de crédito entre AA e AAA pelas agências classificadoras de risco, assegurando baixo risco de inadimplência.
  • Setores a Monitorar: Cautela acrescida com o segmento do agronegócio e empresas dependentes do consumo cíclico, que enfrentam maior pressão de custos e demanda comprimida no curto prazo.
  • Liquidez Secundária: Preferência por emissões com grande volume de negociação na B3, facilitando a venda do ativo caso o investidor precise rebalancear a carteira antes do vencimento.

Guia do investidor: sugestão de alocação por perfil

Perfil conservador

Prioridade absoluta para proteção de capital e liquidez. A maior parte dos recursos deve permanecer em pós-fixados (Selic/CDI), com pequena fatia alocada em IPCA+ de vencimento intermediário para garantir ganho acima da inflação.

Perfil moderado

Combina pós-fixados para caixa com alocação relevante em Tesouro IPCA+ 2032 e debêntures incentivadas de alta qualidade. Início de posição em prefixados de médio prazo para travar taxas de dois dígitos.

Perfil arrojado

Aproveita a abertura da curva de juros para aumentar a exposição a IPCA+ e prefixados mais longos, buscando ganho de capital via marcação a mercado em um eventual ciclo mais longo de queda de juros, mantendo o crédito privado isento como gerador de renda recorrente.