segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Itaú compra participações de GPA, Casas Bahia e Assaí na financeira FIC

 

O Itaú Unibanco comunicou nesta segunda-feira que fechou acordo para comprar as participações do GPA, da Casas Bahia e do Assaí na Financeira Itaú CBD S.A. – Crédito, Financiamento e Investimento (FIC).

Em divulgações à parte, o GPA afirmou que preço pela aquisição da sua participação indireta na FIC é de R$260,1 milhões, enquanto Assaí disse que o preço a ser recebido pela sua fatia na financeira é de aproximadamente R$260 milhões.

O Itaú também disse que, por meio de subsidiária, firmou acordo para comprar a participação da Casas Bahia no Investcred.

Em fato relevante separado, a Casas Bahia disse que preço pela aquisição da totalidade das participações direta ou indiretamente detidas pela companhia na FIC e no Investcred é de cerca de R$266,1 milhões.

O Itaú afirmou que a efetivação das operações depende do cumprimento das condições suspensivas previstas nos instrumentos contratuais, incluindo a aprovação prévia pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pelo Banco Central.

Também citou que os clientes da FIC e do Investcred continuarão a ser atendidos normalmente por ambas as companhias nos termos dos contratos dos seus respectivos produtos até a data de fechamento das transações.

E acrescentou que os clientes continuarão a poder utilizar seus cartões de crédito nas lojas físicas e digitais do GPA, Casas Bahia e Assaí, bem como em todos os demais estabelecimentos comerciais. Eventuais alterações serão informadas através dos canais oficiais da FIC e do Investcred.

Mercado aumenta expectativa para o PIB em 2025 e projeta crescimento de 2,25%, mostra Focus

 

Os economistas do mercado financeiro reduziram novamente a expectativa para a inflação de 2025. A expectativa passou de 4,43% para 4,40%, segundo mostrou pesquisa Focus do BC divulgada nesta segunda-feira, 8. Para 2026, a previsão passou de 4,17% para 4,16%.

A meta para a inflação é de 3% ao ano, com margem de tolerância de 1,5 ponto para mais ou para menos.

Para o IPCA de 2027, a projeção foi mantida em 3,80%.

PIB Selic IPCA Focus

 

 

Selic e PIB

Para a taxa básica de juros, foi mantida a projeção de que a Selic fechará o ano no atual patamar de 15%. Já para 2026, a expectativa mudou. Depois de passar semanas apostando em uma taxa básica de juros em 12% ao ano, o mercado projeta agora uma Selic em 12,25%.

A última reunião do ano do Copom ocorre nos dias 9 e 10 de dezembro.

Já as expectativas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) mudaram. Após mais de quatro semanas esperando um crescimento de 2,16% para a economia brasileira, os economistas apostam agora que o PIB terá um avanço de 2,25% em 2025. Para 2026 também houve mudanças na projeção. Antes projetado em 1,78%, o crescimento do PIB para 2026 é estimado agora em 1,8%.

Dólar

Para o câmbio, a projeção para o final de 2025 e 2026 foram mantidas, respectivamente, em R$ 5,40 e R$ 5,50.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Como a baixa presença de mulheres nos tribunais afeta a punição de agressores

 

Decisões recentes em casos de violência contra a mulher reacendem debate sobre como a baixa presença feminina nos tribunais influencia resposta do sistema a agressões e feminicídios.Os casos de violência contra mulheres que repercutiram nos últimos dias reacenderam o debate sobre como o Judiciário brasileiro responde a episódios de agressão e feminicídio . Decisões recentes assinadas por magistrados do sexo masculino voltaram a expor um sistema formado majoritariamente por homens em posições de maior poder e com pouca presença feminina nos cargos superiores.

Um caso que ganhou notoriedade é o do influenciador Thiago da Cruz Schoba, conhecido como “Calvo do Campari”. Ele foi preso em flagrante por agressão e tentativa de estupro contra a namorada, mas acabou liberado por decisão provisória do juiz Renato Hasegawa Lousan, que aplicou medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha . A repercussão ocorreu em meio às declarações do influenciador, que difunde discursos do movimento redpill .

Outro caso ocorreu no fim do mês de novembro no Maranhão, onde um juiz colocou em liberdade Hayldon Maia de Brito, preso por agredir a ex-esposa na presença do filho do casal, que filmou a agressão.

No início do ano, outro magistrado determinou a soltura de um suspeito de agredir a companheira por considerar que a prisão teria sido motivada por “feminismo punitivista”.

As três decisões se somam a episódios que expõem divergências sobre interpretações jurídicas e a avaliação de comportamentos violentos contra mulheres.

Por que as mulheres ainda são minoria no Judiciário

Segundo dados mais recentes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), das 2.714 magistradas e magistrados em atividade em 2023, 1.038 eram mulheres, cerca de 38% do total – mesmo percentual de 2019.

Para a advogada criminalista e professora da Escola de Direito da PUCPR Renata Ceschin Melfi de Macedo, esse cenário é fruto de uma cultura institucional masculina, critérios de promoção pouco sensíveis às interrupções de carreira e redes internas de indicação – e afeta a forma como o sistema acolhe casos de violência contra mulheres.

A baixa presença feminina no Judiciário não é um fenômeno recente e reflete a forma como o sistema foi estruturado, segundo a especialista em Direito das Mulheres e advogada Antília Reis. Ela explica que o Direito foi concebido “por homens, para homens”, o que limitou o acesso e a permanência das mulheres nas carreiras jurídicas por muitos anos.

Reis destaca três barreiras que produzem esse cenário. A primeira é estrutural, em que concursos e promoções valorizam trajetórias associadas à disponibilidade integral, sem interrupções e sem carga de cuidado. A segunda é cultural, marcada pela resistência à presença feminina em posições de comando, sobretudo em áreas ligadas à persecução penal. A terceira é institucional, com processos de promoção pouco transparentes e sustentados por redes masculinas de influência.

“O resultado é esse funil onde quanto mais alto o cargo, menor a presença de mulheres”, diz a especialista.

A delegada Raquel Gallinati, diretora da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol), reforça que as estruturas públicas, tanto no Judiciário quanto em carreiras correlatas, foram desenhadas segundo uma lógica patriarcal, num contexto que não considerava a participação feminina.

Segundo Gallinati, o cenário só começou a mudar quando o acesso ao ensino superior e aos concursos públicos passou a ser pautado exclusivamente pelo mérito, permitindo maior entrada de mulheres em carreiras jurídicas.

Julgamento imparcial x gênero

A distribuição de processos no Judiciário é feita por sorteio eletrônico para impedir que casos sejam direcionados a magistrados específicos. A regra é um dos pilares da independência judicial.

Mas, apesar disso, pesquisas recentes indicam que o gênero de quem julga pode influenciar a forma como casos de violência contra mulheres são analisados.

“Estudos internacionais, especialmente nos EUA e na Europa, indicam que tribunais com mais magistradas têm maiores taxas de condenação em crimes sexuais e menor tolerância com agressões”, destaca Reis.

Ela cita ainda outro estudo , com foco no Brasil, que constatou que um caso de violência doméstica designado a uma juíza tem mais chances de resultar em condenação do que um caso designado a um juiz com carreira semelhante.

A advogada pontua que algumas decisões desconsideram a palavra da vítima, relativizam a gravidade da agressão ou reproduzem estereótipos de gênero, e atribui as diferenças de julgamento ao machismo estrutural que permeia o sistema de justiça: afinal, magistrados e operadores do direito são formados dentro de uma cultura patriarcal, o que influencia avaliações, mesmo sem intenção declarada de discriminar.

“Tal contexto favorece a reprodução de vieses implícitos, dificultando o reconhecimento da violência de gênero em toda a sua gravidade e contribuindo para respostas judiciais que, por vezes, minimizam a dimensão estrutural da desigualdade, naturalizam comportamentos violentos ou deslocam a responsabilização do agressor para a vítima”, concorda Macedo, da PUCPR.

Segundo a professora, estudos que relacionam decisões mais ou menos duras ao gênero dos magistrados não revelam falhas individuais, e sim diferenças de repertório, formação e sensibilidade ao tema. Ela diz que a presença feminina melhora a resposta do Judiciário, mas precisa vir acompanhada de protocolos claros, equipes multidisciplinares e capacitação contínua.

Mas Reis ressalta que a presença de mulheres também é importante nas etapas anteriores ao julgamento, como atendimento e investigação. A advogada lembra que a maioria dos registros iniciais em delegacias ainda é feita por homens, e que o acolhimento inadequado no primeiro contato repercute em todo o processo.

Essas evidências sustentam iniciativas do CNJ, como o julgamento com perspectiva de gênero, que busca reduzir distorções e estabelecer critérios uniformes para casos de violência contra mulheres.

Para as especialistas, reconhecer o impacto do gênero nas decisões não compromete a imparcialidade do Judiciário, mas ajuda a construir um sistema capaz de responder de forma adequada à violência que atinge mulheres em todo o país.

Protagonismo feminino impulsionou avanços

Diversas mudanças estruturais no enfrentamento à violência contra a mulher surgiram de articulações de mulheres, tanto em ambientes institucionais quanto nas ruas. Esses movimentos foram decisivos para alterar normas, criar mecanismos de proteção e ampliar a resposta do Estado em casos de violência de gênero.

Entre os avanços estão a Lei Maria da Penha, que consolidou medidas protetivas e padronizou o atendimento em todo o país; a tipificação do feminicídio e, mais recentemente, da violência psicológica e do stalking; a criação e expansão das delegacias especializadas e das varas de violência doméstica; a criação de pastas nas esferas de governo dedicada às mulheres e a Central de Atendimento Ligue 180, para denunciar violência contra a mulher.

Segundo Macedo, da PUCPR, observatórios, centros de pesquisa e programas de capacitação liderados por mulheres têm sido fundamentais para produzir dados e influenciar decisões.

Feminicídio x aplicação na prática

Dez anos após a tipificação do crime de feminicídio, o Brasil avançou em padronização jurídica, maior visibilidade pública sobre o tema e melhoria na produção de dados, segundo as especialistas ouvidas pela DW.

Reis ressalta que houve aumento do rigor nas penas e maior uniformização dos entendimentos nos tribunais, mas lembra que, apesar desses progressos, mulheres seguem morrendo mesmo após pedir ajuda.

“Medidas protetivas não são fiscalizadas de forma adequada, o monitoramento eletrônico falha, e a resposta policial continua lenta. Em cidades pequenas, a falta de delegacias especializadas, equipes treinadas e casas-abrigo deixa mulheres sem acesso ao atendimento básico”, diz.

As Delegacias Especializadas da Mulher, criadas justamente para enfrentar esse cenário, são consideradas uma das mudanças mais relevantes. Equipes majoritariamente femininas e capacitadas garantem acolhimento sem julgamento, identificação de sinais invisíveis de violência e registro qualificado das denúncias. A advogada destaca que o atendimento humanizado aumenta a probabilidade de a vítima, ou pessoas próximas, formalizarem a denúncia, reduzindo o risco de escalada da violência.

Para Gallinati, da Adepol, é importante frisar que o feminicídio não surge de um único episódio. Trata-se do estágio final de um ciclo prolongado, marcado por agressões normalizadas, coação psicológica e dependência emocional.

Ela pontua que o aumento dos registros na última década é reflexo tanto da tipificação recente quanto da continuidade da violência motivada pelo fato de as vítimas serem mulheres. E diz que o Estado ainda custa a criar condições reais para que a lei seja aplicada, enquanto a sociedade segue minimizando sinais prévios, como perseguição e ameaças, o que favorece a repetição do ciclo da violência.

Petrobras realiza primeiras entregas de SAF no Galeão e antecipa exigência global

 

A Petrobras realizou suas primeiras entregas de combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês) no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro, após ter se tornado a primeira a produzir o combustível integralmente no país.

Foram comercializados pela petroleira 3 mil metros cúbicos de SAF com distribuidoras que atuam no aeroporto, o equivalente a um dia de consumo nos aeroportos do Estado do Rio de Janeiro, informou a companhia nesta sexta-feira.

O anúncio vem após a Vibra Energia (ex-BR Distribuidora), ter anunciado em novembro que começou a abastecer com SAF importado dois voos diários partindo de Salvador (BA), transformando o aeroporto dessa cidade no primeiro do Brasil a utilizar o combustível sustentável de aviação em operações comerciais.

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, destacou em nota nesta sexta-feira que a iniciativa da petroleira busca antecipar o atendimento a regras globais e domésticas que passam a valer em 2027, quando companhias aéreas no Brasil serão obrigadas a usar esse tipo de combustível.

O SAF das primeiras entregas foi produzido por meio de coprocessamento na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro, certificada para produzir e comercializar o combustível. A unidade tem autorização da reguladora ANP para incorporar até 1,2% de matéria-prima renovável na produção de SAF por essa rota.

A Petrobras afirmou que está certificada para o uso de óleo técnico de milho (TCO), uma matéria-prima residual, ou óleo de soja, com uma redução prevista nas emissões líquidas de CO2 de até 87% na parcela renovável. O produto obtido, segundo a empresa, é quimicamente idêntico ao combustível mineral, mas com uma parcela derivada de matéria-prima sustentável.

A Refinaria Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP), já realizou testes para a produção de SAF pela rota de coprocessamento de óleo vegetal com correntes tradicionais de petróleo.

Além disso, a previsão é que, ainda em 2026, a Refinaria de Paulínia (Replan), no Estado de São Paulo, e a Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Minas Gerais, também passem a produzir e comercializar o combustível.

Banco do Brasil renegociou R$ 1,8 bilhão de dívidas de produtores rurais do RS

 

O Banco do Brasil (BB) renegociou R$ 1,8 bilhão em dívidas de produtores rurais no Rio Grande do Sul, informou a instituição financeira em nota. As renegociações ocorrem pelas condições da Medida Provisória 1.314/25, com regras especiais para produtores rurais liquidarem e amortizarem operações de custeio, investimento e Cédulas de Produto Rural (CPRs).

Do montante, R$ 672 milhões são referentes a operações com recursos livres e R$ 1,2 bilhão em operações com fontes controladas.

Produtores com perdas mínimas de 30% em duas ou mais safras a partir de 2020, com fluxo de caixa comprometido e que estejam localizados nos municípios elegíveis podem acessar os financiamentos com recursos operados pelo BNDES, prazo de pagamento de até nove anos.

De acordo com o banco, mais de 30 mil produtores rurais do Rio Grande do Sul estão aptos a regularizar suas dívidas com base nas condições da MP.

“Há produtores que se enquadram na MP e ainda não nos procuraram”, disse o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB, Gilson Bittencourt, em nota. “Sabemos que cada um deles vive uma combinação diferente de fatores, como preço, clima, juros e prorrogações anteriores. Por isso é importante nos procurar para ajustar parcelas e dar fôlego imediato ao fluxo de caixa”, acrescenta

Petrobras: Refap produz 274,8 mi de litros de diesel S-10, 7% acima de recorde anterior

 File:Logo petrobras.gif - Wikipedia

A Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), em Canoas (RS), encerrou novembro com recorde histórico na produção mensal de diesel S-10. Foram 274,8 milhões de litros, volume 7% superior ao recorde anterior, de 257 milhões de litros, registrado em agosto de 2023, informou a Petrobras nesta sexta-feira, 5.

“A carga produzida no mês seria suficiente para abastecer cerca de 920 mil ônibus urbanos, considerando um tanque médio de 300 litros. As vendas do derivado também seguem em alta, somando 277,2 milhões de litros em novembro”, informou a estatal.

Segundo o gerente geral da Refap, Marcus Aurelius Valenti, o resultado reflete a crescente demanda pelo diesel S-10 e a ampliação da oferta de combustíveis mais limpos no País. “A Petrobras vem atuando para elevar a produção de diesel S-10, com novos projetos e maior eficiência no uso dos ativos. Trabalhamos sempre de forma segura e competitiva, atendendo às necessidades do mercado e aos requisitos de qualidade dos derivados”, afirma.

O diesel S-10, com teor máximo de 10 partes por milhão de enxofre, é um dos produtos estratégicos da companhia, desenvolvido para motores fabricados a partir de 2012. A Refap tem capacidade de processamento de 35 milhões de litros de petróleo por dia e produz, além do diesel S-10 e S-500, gasolina, QAV-1 (JET), nafta petroquímica, GLP (gás de cozinha), propeno, cimento asfáltico de petróleo (asfalto) e óleo combustível.

O novo Plano de Negócios da Petrobras prevê US$ 15,8 bilhões em investimentos no segmento de Refino, Transporte, Comercialização, Petroquímica e Fertilizantes (RTC) até 2030.

INSS faz mutirão com quase 19 mil perícias médicas no fim de semana

 Começou pagamento INSS julho 2023: confira se recebeu

O Ministério da Previdência Social realizará neste sábado, 6, e no domingo, 7, um mutirão em 92 agências da Previdência Social de 22 Estados e do Distrito Federal. Ao todo, serão realizadas 18.868 perícias médicas, das quais mais de 13 mil estão agendadas, o que deve contribuir para a redução da fila de espera.

Cerca de seis mil vagas ainda estão disponíveis.

Como participar?

Os beneficiários que desejarem antecipar suas perícias podem entrar em contato com a Central de Atendimento, pelo telefone 135, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h, ou acessar o serviço Meu INSS, tanto no aplicativo para celular quanto no site.

“Ao confirmar o agendamento da avaliação médico pericial, o requerente deverá comparecer à agência no dia e horário marcados”, orienta a pasta.

Quais Estados terão mutirão?

Apenas os Estados do Amapá, Goiás, Paraíba, Roraima e Sergipe não farão parte da ação. Em todos os outros 22 Estados e no Distrito Federal, é possível consultar em quais unidades da Previdência Social haverá mutirão no site do Ministério da Previdência Social, no seguinte endereço na internet: https://www.gov.br/previdencia/pt-br/noticias/2025/dezembro/mutirao-da-pericia-medica-atende-cerca-de-19-mil-pessoas-neste-fim-de-semana-2

Os mutirões são realizados de forma conjunta entre o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a Perícia Médica Federal.

Segundo a pasta, algumas localidades farão os atendimentos de forma presencial e outras por meio da Perícia Conectada, modalidade de atendimento remoto.