
Na esteira de uma valorização arraigada dentre quase todos os ativos da carteira, o Ibovespa avança 1,37% aos 163.920,39 pontos, se aproximando da máxima histórica do índice.
Grandes movers – como Vale, Itaú e Petrobras – operam no campo positivo. Ações do Bradesco saltam mais de 2%, ao passo que a Axia, antiga Eletrobras, avança mais de 3,5%.
As quedas ficam concentradas em companhias do ramo de siderurgia e mineração, como a Gerdau que recua cerca de 1%. As retrações ocorre a despeito da valorização de 0,7% do minério de ferro em Dalian a US$ 114,61, maior cotação em cinco meses.
O dia é de atenção nos indicadores econômicos, com o mercado mantendo o apetite ao risco apesar da tensão geopolítica por conta do ataque dos EUA à Venezuela e a deposição de Nicolás Maduro.
A agenda conta com divulgação de PMIs e, às 15h, serão divulgados dados sobre a balança comercial brasileira, impactando o mercado doméstico.
Wall Street opera sem volatilidade, com o Dow Jones avançando 0,15% enquanto Nasdaq e S&P 500 sobem 0,12% e 0,08%, respectivamente.
Ibovespa fechou o pregão de segunda, 5, em alta de 0,83%, aos 160.869,76 pontos.
Dólar segue perto da estabilidade
O dólar recua no pregão desta terça, 6, com retração de 0,62% a R$ 5,3766 às 11h40, dez minutos após o Banco Central iniciar um leilão de 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 2 de fevereiro.
Na segunda-feira, o dólar chegou a ser impulsionado sob o impacto do ataque dos Estados Unidos à Venezuela, em meio a preocupações quanto aos desdobramentos econômicos da operação norte-americana, mas perdeu força e fechou o dia cotado a R$5,4051, em baixa de 0,35%.
Com os temores sobre o ataque diminuindo, o dólar exibia nesta terça-feira variações modestas ante outras divisas no exterior, onde investidores esperam pela divulgação ao longo da semana de novos dados sobre a economia dos EUA — em especial dos números do mercado de trabalho, que podem alterar as apostas sobre a política monetária do Federal Reserve.
No Brasil, com o Congresso e parte das autoridades do Executivo ainda em recesso, os investidores não têm por enquanto gatilhos fortes para operar, o que mantém o dólar muito próximo da estabilidade ante o real, perto dos R$5,40.
“Caso rompa este suporte (de R$4,50), teremos novamente tendência de baixa do dólar de médio prazo”, pontuou em relatório o diretor da consultoria Wagner Investimentos, José Faria Júnior, acrescentando que no longo prazo a divisa segue em tendência de queda.
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