quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Por que o café está caro’ lidera lista de perguntas do ano no Google; veja razões e o que esperar

 

O café acumulou alta superior a 80% no primeiro semestre de 2025 em relação a um ano antes. Com isso, a pergunta “Por que o café está caro?” liderou as buscas no Google.

Em maio, o café apresentava aumento de 83,20% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Com o decorrer do ano, a pressão sobre os preços diminuiu e o volume de perguntas relacionadas ao produto no Google também, conforme mostra o gráfico. (Veja mais abaixo a lista das principais perguntas).

Dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados no início de novembro, apontam que, nos últimos quatro meses, o café recuou 3,52%, ainda insuficiente para compensar as fortes altas registradas entre 2024 e 2025.

+Apex: Luckin Coffee promove café brasileiro na China em dezembro

Na comparação com novembro do ano passado, o preço do café ainda acumula alta de mais de 48%, liderando as maiores altas de preço nos últimos 12 meses.

Preço do café seguirá alto?

O economista Fabio Murad, CEO da Spacemoney Investimentos, explica que a escalada do preço do café em 2024 e 2025 não foi um movimento isolado do agronegócio, mas o resultado de uma combinação rara de fatores que pressionou toda a cadeia global.

“Os estoques globais operam em um dos níveis mais baixos da década, reflexo de 4 anos seguidos de quebras de safra entre os principais produtores. Esse conjunto cria um ambiente em que qualquer choque adicional, seja climático ou comercial, amplifica a volatilidade dos preços e reforça a percepção de escassez estrutural. Mesmo com quedas pontuais ao longo do ano, a trajetória dominante ainda é de alta, sustentada por fundamentos sólidos”, aponta. 

Para 2026, a perspectiva é de algum alívio se as condições climáticas normalizarem e a produção brasileira reagir, mas ainda não há espaço para uma queda consistente.

“O provável é um mercado operando com preços firmes, porém menos explosivos, e maior sensibilidade ao câmbio e ao ritmo de consumo nos Estados Unidos e na Europa. Para investidores, continua sendo um mercado de fundamentos fortes, que demanda diversificação e leitura de ciclos, não movimentos táticos de curto prazo”, conclui. 

Os principais “Por ques” do Google em 2025

  1. Por que o café está caro?
  2. Por que Israel atacou irã?
  3. Por que Bolsonaro foi condenado?
  4. Por que MC Poze foi preso?
  5. Por que Oruam foi preso?
  6. Por que Papa Leão?
  7. Por que o Barcelona não está no Mundial de Clubes?
  8. Por que Tati Machado perdeu o bebê?
  9. Por que Tony Ramos vai sair da novela Dona de Mim?
  10. Por que Neymar não joga hoje?

 

Brasil exporta US$ 22,6 bi em novembro, recorde histórico para o mês

 

As exportações representaram um recorde histórico para o mês de novembro: US$ 28,515 bilhões, quantia 2,4% superior ao número registrado em 2024. As importações também foram recorde para o mês, com um total de US$ 22,673 bilhões, crescimento de 7,4% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Ambos os aumentos foram puxados por um crescimento em volume, já que os preços de bens exportados caíram 1,3% e o das importações cresceram 2,1%, inferior ao aumento do volume.

A balança comercial brasileira registrou saldo positivo de US$ 5,842 bilhões no mês. Apesar de positivo, o resultado é 13,4% inferior aos US$ 6,7 bilhões positivos no mesmo mês em 2024.

Agropecuária puxa crescimento das exportações

A categoria que mais cresceu dentro das exportações foi a agropecuária, com alta de 25,8% para R$ 5,6 bi. A Indústria de Transformação apresentou um aumento de 3,7%, para R$ 16,2 bi. Já a indústria extrativa recuou 14%, para R$ 6,5 bi.

O recuo na indústria extrativa foi ocasionado pelo setor de petróleo, que costuma operar de maneira volátil. Já o destaque positivo da agropecuária foi a soja, cujo valor total exportado cresceu 64,6%.

Em relação aos países, houve aumento do valor embarcado para a China (41%), enquanto os Estados Unidos apresentou o seu terceiro recuo desde o mês de agosto, quando entraram em vigor as tarifas de 50% impostas por Donald Trump. A queda foi de 28,1%, abaixo da diminuição de 37% registrada no mês passado.

As principais quedas de envio aos Estados Unidos no mês foram óleos brutos de petróleo (-65,66%), café não torrado (-55,6%), carne bovina (-58,6%), sucos de frutas (-40,1%) e celulose (-31,4%). O principal produto, o petróleo, não estava inserido no tarifaço.

Segundo o diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior, Herlon Brandão, é esperado que haja uma retomada ou crescimento das exportações para o país com a suspensão de grande parte das tarifas decretada no mês de novembro pelo presidente Donald Trump.

Superávit acumulado em 2025 está atrás do ano passado

No acumulado de 2025, as exportações totalizam US$ 317,822 bilhões e as importações, US$ 259,983 bilhões. O Brasil apresenta assim um saldo positivo de US$ 57,839 bilhões, ou seja, 16,8% abaixo dos onze primeiros meses do ano anterior.

A queda se deve, sobretudo, a um crescimento das importações (+7,2%) maior do que das exportações (1,8%). Ambos os valores no entanto são recorde da série histórica iniciada em 1989.

Congresso aprova LDO de 2026 com meta de superávit de 0,25% do PIB e exceção para estatais

 

O Congresso Nacional aprovou nesta quinta-feira o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026 mantendo a meta proposta pela equipe econômica de superávit primário de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB) para o governo central e com uma liberação acelerada de emendas parlamentares em ano eleitoral.

O texto, que segue para sanção presidencial, permite ao governo perseguir o piso da margem de tolerância do alvo fiscal e ainda cria uma exceção de R$10 bilhões à meta fiscal das empresas estatais, em meio à crise financeira dos Correios.

Incluído no texto pouco antes do início da discussão na sessão do Congresso pelo relator, deputado Gervásio Maia (PSB-PB), o adendo determina que não serão consideradas na meta despesas de empresas “que possuam plano de reequilíbrio econômico-financeiro aprovado e vigente”, respeitando esse limite de valor.

Maia ainda apresentou outro adendo para excluir a possibilidade de compensações entre os resultados fiscais do governo central e das estatais. O procedimento foi feito neste ano diante do prejuízo dos Correios, o que obrigou o governo a fazer um contingenciamento das despesas dos ministérios.

Em entrevista a jornalistas, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a exclusão de R$10 bilhões da meta das estatais na LDO foi uma ação preventiva para permitir que o governo eventualmente faça o aporte nos Correios caso essa seja a decisão.

A meta para as estatais em 2026, que foi estipulada em déficit de R$6,8 bilhões, já tinha exceções para despesas da Petrobras e da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar), além de R$5 bilhões para o Novo PAC. Os R$10 bilhões serão adicionais às exclusões já previstas.

O governo central terá uma meta de superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026. Esse objetivo é separado do alvo a ser perseguido pelas estatais, mas o resultado do governo central pode ser afetado em casos de aportes ou compensações feitos pelo Tesouro Nacional às empresas públicas.

PISO DA META

O arcabouço fiscal estabelece que a meta tem uma margem de tolerância de 0,25% do PIB para mais ou para menos e é considerada cumprida se fechar o ano dentro dessa banda. O texto da LDO define expressamente que o governo poderá considerar o limite inferior da tolerância ao fazer suas avaliações fiscais periódicas e contenções de verbas de ministérios.

O projeto aprovado prevê um déficit primário de R$16,9 bilhões no próximo ano. No entanto, R$55,1 bilhões em desembolsos com precatórios não serão computados na meta de superávit de R$34,3 bilhões após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Com isso, o governo fecharia 2026 com um superávit de R$38,2 bilhões, com uma “sobra” de R$3,9 bilhões em relação ao centro do alvo.

O texto ainda estabelece que 65% do total das emendas parlamentares de execução obrigatória sejam pagas até a conclusão do primeiro semestre de 2026, ano eleitoral.

A LDO traz as bases para elaboração do Orçamento propriamente dito, incluindo a meta fiscal e previsões de receitas e despesas. A aprovação do texto é condição para que seja votada a Lei Orçamentária Anual (LOA).

Haddad celebra indicadores econômicos do governo: ‘Inflação em 4 anos vai ser menor da história’

 

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quinta-feira, 4, que os atuais indicadores reforçam a melhora das condições econômicas nos últimos anos, inclusive no controle de preços. “A inflação em quatro anos vai ser a menor de toda a história do Brasil”, disse.

Durante discurso na 6ª reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social e Sustentável (CDESS), ele afirmou que o governo tem conseguido conciliar queda da inflação com redução do desemprego, o que chamou de “o melhor dos dois mundos”.

Haddad destaca emprego e renda média

Haddad disse que o governo deve encerrar o mandato com a menor taxa média de desemprego em quatro anos desde o início da série histórica, estimada em 6,6%. Segundo ele, o resultado reflete um mercado de trabalho mais aquecido, com queda na informalidade e na subutilização da força de trabalho. “Na margem estamos com 5,4%”, disse.

Haddad destacou que o rendimento médio real do trabalhador atingiu o maior valor já registrado. “A média salarial no Brasil hoje é recorde e chegou a R$ 3.507”, afirmou, ressaltando o impacto combinado da expansão do emprego formal e da política de valorização do salário mínimo. Ele também citou redução da desigualdade e menor prevalência de subnutrição no País.

O ministro afirmou ainda que a proporção de jovens que não estudam nem trabalham caiu ao menor patamar já medido. “A geração nem-nem está em 21,2%. É alta, mas é a menor da série histórica”, disse.

Na abertura do Conselhão, Gleisi Hoffmann destaca vitórias do governo em negociações com EUA

 Na abertura do Conselhão, reafirmei o compromisso do presidente Lula com a  construção de um Brasil soberano, democrático e com participação popular.  Confira! 🇧🇷 | Gleisi Hoffmann | Facebook

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou que os últimos meses foram marcados por avanços políticos e diplomáticos relevantes para o governo, resultado direto da estratégia de diálogo retomada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo Gleisi, a recriação do Conselhão retoma a prática “que Lula inaugurou em seu primeiro mandato, por diálogo entre sociedade e o governo”.

Ao abrir sua participação na 6ª reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social e Sustentável (CDESS), ela disse que o período recente mostrou “ganhos importantes para o País”, citando desde a recuperação de espaços de participação social até a condução das negociações comerciais com os Estados Unidos.

A ministra lembrou que a última plenária do colegiado ocorreu “em meio ao tarifaço imposto pelos Estados Unidos”, episódio que, segundo ela, testou a capacidade de resposta institucional do País. A seu ver, a articulação entre governo, Congresso e sociedade civil foi determinante para enfrentar a medida. “A mobilização da sociedade isolou os traidores e seus aliados aqui no Brasil”, afirmou, ao comentar a reação das instituições.

Gleisi destacou que, nos últimos quatro meses, Lula conduziu pessoalmente um processo contínuo de diálogo com Washington, o que resultou em avanços concretos. “O presidente estabeleceu um diálogo direto e ativo com o presidente Trump, que já resultou na retirada de parte significativa das tarifas”, disse.

Para ela, o desfecho do caso representa “uma vitória diplomática e pessoal” de Lula, reconhecida por observadores internacionais. Gleisi afirmou que o presidente “não se curvou às pressões, para surpresa de muitos”, reforçando seu compromisso histórico com a defesa do País.

A ministra também destacou que, paralelamente ao acordo comercial, “a justiça seguiu seu curso soberano”, julgando e condenando, dentro do devido processo legal, os responsáveis por ataques à democracia. Segundo ela, o período recente consolidou avanços simbólicos e materiais, incluindo o retorno do Brasil ao mapa de segurança alimentar, que classificou como um dos marcos do atual governo.

Ibovespa supera 164 mil pontos pela 1ª vez; dólar volta a cair abaixo de R$ 5,30

 

O Ibovespa avançava nos primeiros negócios desta quinta-feira, 4, ultrapassando pela primeira vez a marca dos 163 mil pontos e chegando a ser negociado acima dos 164 mil na máxima do dia. Já o dólar recua.

Às 11h29, o Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, avançava 1,28%, a 163.829,92 pontos, porém chegou a bater o recorde intradia às 11h18, negociado a 164.054,11. O dólar recuava 0,37%, negociado a R$ 5,290. Veja as cotações.

Agentes financeiros repercutem dados mais fracos do que o previsto sobre o PIB brasileiro no terceiro trimestre e especulam sobre os próximos passos do Banco Central.

Expectativa sobre juros impulsiona Ibovespa

O Produto Interno Bruto (PIB) Brasil cresceu 0,1% no terceiro trimestre na comparação com o trimestre imediatamente anterior. O resultado ficou aquém da expectativa em pesquisa da Reuters, de avanço de 0,2% no período de julho a setembro. Na comparação com o terceiro trimestre de 2024, o indicador apresentou crescimento de 1,8%, contra expectativa de alta de 1,7% nessa base de comparação.

Os números publicados nesta quinta-feira comprovam a percepção de esfriamento da economia ao longo do ano e aumentam as expectativas por um corte de juros. No primeiro trimestre, o PIB expandiu 1,5% e, no segundo, 0,3%, em dados revisados pelo IBGE, de 1,3% e 0,4% respectivamente.

Dólar tem desempenho fraco globalmente

No exterior, a moeda norte-americana segue com desempenho fraco, em meio aos dados mais fracos do mercado de trabalho dos Estados Unidos, que reforçaram as perspectivas de corte nos juros pelo Federal Reserve.

O índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — caía 0,04%, a 98,861 às 9h59.

PIB do Brasil cresce só 0,1% no 3º trimestre e confirma perda de força da economia

 

PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil desacelerou ainda mais no 3º trimestre e registrou um crescimento de apenas 0,1%, na comparação com o 2º trimestre, confirmando a tendência de enfraquecimento da economia brasileira, mostrou nesta quinta-feira, 4, o IBGE. Em, valores correntes, o PIB totalizou R$ 3,2 trilhões de julho a setembro.

O resultado ficou abaixo do esperado. Expectativa em pesquisa da Reuters era avanço de 0,2% no período de julho a setembro.

O IBGE também revisou para baixo o crescimento do 2º trimestre para 0,3%, ante leitura anterior de 0,4%.

Trata-se do trimestre mais fraco desde o 4º trimestre de 2024, quando a economia teve retração de 0,1%. Veja gráfico abaixo:

Evolução do PIB do Brasil (Crédito:Divulgação/IBGE)

Na comparação com o 3º trimestre do ano passado, o PIB brasileiro cresceu 1,8% no terceiro trimestre de 2025. No acumulado em 12 meses, o avanço é de 2,7% frente aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

Consumo das famílias fica praticamente estagnado

Embora a Agropecuária (0,4%) e a Indústria (0,8%) tenham registrado crescimento, o setor de Serviços, que tem maior peso na economia, ficou praticamente estável (0,1%). Veja aqui o resultado do PIB na íntegra.

Pelo lado da demanda, o Consumo das Famílias (0,1%) ficou praticamente estagnado, contra crescimento de 0,6% no 1º e 2º trimestre. Já o Consumo do Governo cresceu 1,3%, enquanto a Formação Bruta de Capital Fixo subiu 0,9% em relação ao trimestre imediatamente anterior.

A taxa de investimento no terceiro trimestre ficou em 17,3%, o que representa uma ligeira redução em relação ao mesmo período de 2024 (17,4%). Já a taxa de poupança foi de 14,5%, igualando a taxa (14,5%) do mesmo período de 2024.

Veja o desempenho dos principais setores

Confira abaixo o desempenho detalhado de cada componente na comparação com o segundo trimestre de 2025:

  • Serviços: +0,1%
  • Indústria: +0,8%
  • Agropecuária: 0,4%
  • Exportações: +3,3%
  • Importações: +0,3%
  • Consumo das famílias: +0,1%
  • Consumo do governo: +1,3%
  • Investimentos: +0,9%

Entre os subsetores, na indústria, houve desempenho positivo nas Indústrias de Extrativas (1,7%), na Construção (1,3%) e nas Indústrias de Transformação (0,3%). Já a atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-1,0%) caiu.

Nos serviços, cresceram: Transporte, armazenagem e correio (2,7%), Informação e comunicação (1,5%), Atividades imobiliárias (0,8%), Comércio (0,4%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,4%) e Outras atividades de serviços (0,2%). Por outro lado, caíram as Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-1,0%).

Perspectivas

Apesar do mercado de trabalho aquecido, a economia brasileira vem enfrentando este ano a pressão de uma política monetária restritiva, com uma taxa básica de juros que segue mantida no patamar de 15%, que encarece o crédito e afeta as decisões de investimentos.

O BC volta a se reunir nas próximas terça e quarta-feiras e deve optar pela manutenção da Selic após ter sinalizado convicção de que isso vai assegurar a volta da inflação à meta de 3%.

A expectativa atual do mercado para o PIB, segundo o último boletim Focus do BC, é de um crescimento de 2,16% em 2025 e de 1,78% para 2026, após uma expansão de 3,4% registrada em 2024. Já o governo projeto um avanço de 2,3% do PIB neste ano.

“Os dados mostram que os juros altos já estão colocando algum freio na economia, mas não esperamos uma desaceleração forte. Na nossa visão, o mercado de trabalho aquecido e os estímulos promovidos pelo governo, como o aumento da isenção do Imposto de Renda, que passará a valer em 2026, devem manter a economia brasileira em expansão, ainda que em ritmo mais moderado”, avaliou Claudia Moreno, economista do C6 Bank.

O Itaú afirmou que sua estimativa preliminar para o 4º trimestre indica um ritmo de crescimento semelhante ao observado no 3º trimestre. “Assim, devemos manter nossa projeção de 2,2% para o crescimento do PIB nesse ano”, disse.