quinta-feira, 23 de abril de 2026

Consumo nos lares brasileiros sobe 3,2% em março ante igual mês de 2025, revela Abras

 

 

 Consumo nos lares brasileiros fecha 2025 em alta de 3,7 ...

 

 Estadão Conteúdoi

O consumo nos lares brasileiros cresceu 3,2% em março na comparação com igual mês do ano passado, segundo dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). O indicador avançou 6,21% ante fevereiro e encerrou o primeiro trimestre com alta acumulada de 1,92%.

O desempenho foi influenciado pela antecipação de compras para a Páscoa, celebrada no início de abril, além do efeito-calendário de fevereiro, mês com menor número de dias. Parte relevante do consumo ficou concentrada na última semana de março.

 O avanço ocorreu em um contexto de maior disponibilidade de renda, com a liberação de recursos como Bolsa Família, PIS/Pasep, restituições do Imposto de Renda e pagamentos do INSS.

“Mesmo em um cenário favorável para a renda das famílias, o setor mantém foco em competitividade de preços, eficiência operacional e planejamento, diante de eventuais pressões logísticas e de custos no ambiente internacional”, afirmou o vice-presidente da Abras, Marcio Milan, em coletiva.

 

Abrasmercado

O Abrasmercado, indicador que acompanha a variação de preços da cesta de 35 produtos de largo consumo, registrou alta de 2,20% em março, a mais intensa do primeiro trimestre.

Nos meses anteriores, as variações foram de +0,47% em fevereiro e -0,16% em janeiro.

Com o resultado, o valor médio da cesta passou de R$ 802,88 para R$ 820,54 no mês.

Acordo Mercosul-UE tem potencial de aumentar exportações brasileiras em 13%, diz Alckmin

 

 

O governo brasileiro espera ver um aumento de 13% nas exportações do país quando o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia estiver totalmente em prática em 2038, afirmou o vice-presidente Geraldo Alckmin, às vésperas da entrada em vigor parcial do tratado.

“A degravação é gradual, mas você tem aí perto de 5 mil produtos que a partir do dia 1º de maio estão zerados o imposto, então você vai ter aí um impacto importante”, disse Alckmin na quarta-feira em entrevista com agências internacionais de notícias.


Para o setor industrial brasileiro especificamente, o ganho nas exportações deve chegar a 26% com o acordo, acrescentou o vice-presidente.

A entrada em vigor em 1º de maio ainda é provisória, já que alguns países, como a França, questionaram o acordo no Tribunal de Justiça europeu. Ainda assim, a retirada gradual de tarifas entre os países da UE e do Mercosul começa imediatamente e deve se completar em até 12 anos.

De acordo com o vice-presidente — que participou das negociações como ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio até deixar o cargo este mês — setores como frutas, açúcar, carne bovina e de frango e alguns tipos de maquinário podem ter impactos imediatos.

Alckmin lembrou, no entanto, que também devem aumentar as importações brasileiras.

Hoje, o comércio entre Brasil e UE — segundo maior parceiro comercial do país atrás da China — chega a US$100 bilhões, com um ligeiro superávit europeu, de aproximadamente US$ 500 milhões.

Impacto de US$ 1 bi já no primeiro ano

Uma conta feita pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações (Apex) aponta para um incremento de até US$ 1 bilhão na balança comercial brasileira já no primeiro ano de vigência do acordo.

Além disso, um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontou que as reduções de tarifas e as cotas de exportação podem trazer um aumento de 0,46% no Produto Interno Bruto brasileiro entre 2024 e 2040, o equivalente a mais US$9,3 bilhões.

Apesar do otimismo com o acordo, a adoção de salvaguardas rígidas pelos europeus, que preveem a suspensão das importações se houver um aumento de 5% acima da média dos últimos três anos, irritou o setor agrícola brasileiro e levou o Brasil a aprovar medidas semelhantes.

“A salvaguarda vale para os dois lados. Então, se tiver um pico de importação, tanto o Mercosul quanto os países da União Europeia podem pedir uma suspensão temporária. É um acordo equilibrado”, afirmou Alckmin.     

Desde 2013 sem assinar acordos comerciais, o Mercosul deu um salto nas negociações nos últimos anos, fechando acordos também com Cingapura e o bloco europeu Efta (Suíça, Noruega, Liechtenstein e Islândia).

Segundo o vice-presidente, ainda é possível que até o fim deste ano sejam assinados novos acordos com Emirados Árabes Unidos e Canadá.

Além disso, o próprio Mercosul pode crescer. Além da Bolívia, que está em processo de adesão às regras do bloco, a Colômbia demonstrou interesse em participar. E a Venezuela, que está suspensa atualmente, pode voltar, disse o vice-presidente.

“A Venezuela está suspensa do Mercosul, mas à medida que está vivendo outro momento agora, isso será rediscutido”, afirmou.

Negociações com os EUA

Enquanto festeja o início do acordo com a UE, o governo brasileiro continua tentando negociar avanços com os Estados Unidos. Apesar da maior parte das tarifas norte-americanas terem caído com uma decisão da Suprema Corte norte-americana, os setores de aço e alumínio e cobre continuam com tarifas de 50%, aplicadas ao mundo todo, e de 25% no setor de automóveis e autopeças.

Além disso, o Brasil está sob duas investigações dentro da seção 301 da lei de comércio norte-americana. Uma delas, que envolve várias dezenas de países, trata de uso de trabalho escravo; a outra, apenas sobre o Brasil, inclui investigações sobre o Pix, desmatamento e ambiente digital de negócios. Ambas podem ser usadas pelos EUA para retomar com tarifas de 50%. Na semana passada, uma comitiva brasileira esteve nos EUA para negociações sobre as investigações.

“Nós prestamos todos os esclarecimentos. E, se precisar, faremos outros”, disse Alckmin, sem entrar em detalhes sobre as reuniões em Washington.

“A boa química que foi estabelecida entre o presidente Lula e o presidente Trump nós defendemos que continue. A gente pode ter muita parceria na área tarifária, tem espaço na área tarifária e não tarifária”, afirmou.

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Robôs movidos por IA dão esperança e novas perspectivas à indústria alemã

 

 

 Um robô humanoide de olhos azuis abre cuidadosamente uma caixa e coloca uma ferramenta dentro dela, enquanto uma multidão de visitantes observa a demonstração das capacidades da “inteligência artificial física” em uma importante feira industrial na Alemanha.

Desenvolvido pela startup alemã Agile Robots, é um dos numerosos robôs que exibem suas capacidades no evento, uma nova esperança para impulsionar as fábricas alemãs que há anos enfrentam dificuldades.

Integrar esta tecnologia aos processos industriais, área em que a Europa já tem ampla experiência, é considerado um caminho fundamental para que o continente possa se equiparar aos Estados Unidos e à China na corrida pela inteligência artificial.

Estes robôs potencializados por IA permitem “resolver problemas industriais”, afirma à AFP Rory Sexton, diretor‑executivo da Agile Robots, em entrevista.

A partir do próximo ano, a empresa planeja começar a equipar fábricas alemãs, sobretudo no setor automobilístico, acrescenta.

A IA aplicada a tarefas físicas do mundo real, chamada IA física, é um dos temas centrais deste ano em Hannover, na mais importante feira mundial de tecnologia industrial, que reúne mais de 3.000 expositores.

O chanceler Friedrich Merz visitou o estande da Agile Robots, onde conversou com Zhaopeng Chen, fundador chinês da startup sediada em Munique.

Em um discurso na feira, ele expressou seu apoio aos esforços para incentivar os fabricantes alemães, muitos dos quais ainda dependem de técnicas tradicionais, a ampliar o uso da IA.

Segundo Merz, a IA deveria estar “integrada aos setores‑chave de nossa indústria e especialmente às pequenas e médias empresas”, base da economia alemã, para criar “valor agregado industrial e empregos de alta qualidade”.

– Valor agregado –

Mas, como em muitos outros setores, os fabricantes alemães estão tentando recuperar o atraso em relação à China no quesito fabricação de robôs humanoides.

Merz testemunhou os avanços chineses neste campo durante uma visita ao país em fevereiro, quando viu demonstrações de robôs produzidos internamente praticando kung fu e boxe.

O fabricante destes robôs, a Unitree, e outras empresas chinesas também marcaram forte presença na feira de Hannover, como já haviam feito em anos anteriores.

Ainda assim, Sexton, da Agile Robots, insiste que “em breve poderemos fazer o que a (Unitree) está fazendo”, minimizando as chamativas demonstrações públicas.

Em vez de dança ou artes marciais, a Agile Robots concentra-se em “tarefas de valor agregado para a indústria”, como a fiação eletrônica em carros ou a montagem de telefones, explica.

Ele destaca que a Alemanha oferece um “ecossistema de fornecedores” e uma “experiência muito sólida em engenharia mecânica e automação”, ambos fatores-chave na corrida pela IA.

As empresas também têm expectativas positivas em relação aos avanços tecnológicos. Ao todo, 58% das companhias industriais entrevistadas pela associação digital alemã Bitkom acreditam que os robôs humanoides poderiam ajudar a cobrir a escassez de mão de obra qualificada.

O país também dispõe de grandes volumes de dados industriais provenientes de suas fábricas, segundo Antonio Krüger, diretor do Centro Alemão de Pesquisa em Inteligência Artificial (DFKI).

“Isso é algo que possuímos em um nível de qualidade muito superior ao dos Estados Unidos ou da China”, afirma ele à AFP.

Mas os críticos apontam que o uso destes dados continua muitas vezes fragmentado e isolado em excesso, sem uma estratégia global que os integre de forma coerente.

Nem todos em Hannover estão convencidos de que a IA seja a solução para os problemas dos fabricantes alemães, que há muito tempo enfrentam dificuldades como os altos custos de energia e uma demanda fraca.

Jochen Heinz, executivo do fabricante alemão de máquinas industriais SW Machines, adverte que a IA por vezes pode cometer erros, por exemplo dando instruções enganosas para reparos ou afirmando incorretamente ter detectado falhas.

13º salário do INSS: governo usa WhatsApp para avisar sobre antecipação do pagamento

 

 

O governo começou a enviar mensagens pelo WhatsApp para avisar sobre o pagamento da antecipação do pagamento do 13º salário para aposentados e pensionistas do INSS.

A primeira parcela do 13º salário do INSS será creditada junto ao benefício do mês de abril, entre os dias 24 de abril e 8 de maio, seguindo o calendário de 2026 do INSS. A segunda parcela será paga de 25 de maio a 8 de junho. Veja aqui o calendário.

Segundo comunicado divulgado pelo INSS nesta quarta-feira, 22,  além de comunicar sobre o pagamento, a mensagem também orienta os cidadãos a consultarem o valor a ser recebido por meio dos canais oficiais. A consulta pode ser feita no aplicativo e no site do Meu INSS, na opção “Extrato de pagamento”.

“A iniciativa tem como objetivo avisar aos segurados que eles têm direito ao recurso e informar a data do pagamento”, informou o INSS.

O governo Lula está enviando mensagens por WhatsApp para os brasileiros que entram no programa Gás do Povo. Neste mês de março, mais 9,4 milhões de famílias passaram a ser beneficiadas com a recarga de botijões de 13 quilos, ampliando para 15 milhões o números de lares alcançados pelo programa.

O governo Lila já havia utilizado o WhatsApp para enviar mensagens sobre os novos limites do Imposto de Renda para os trabalhadores que ganham até R$ 5.000, e também tem usado o canal de comunicação para avisar os brasileiros que entram no programa Gás do Povo.

Como consultar o valor do 13º salário do INSS

  • Acesse o aplicativo ou site Meu INSS
  • Faça login com CPF e senha
  • Clique em “Extrato de pagamento”
  • Consulte o detalhamento do benefício

O INSS alerta que o governo nunca envia links para cliques em suas comunicações e que não solicita dados pessoais, como CPF e endereço, nem realiza cobranças ou pedidos de pagamento via WhatsApp.

“A autenticidade da informação é garantida pelo selo azul de conta verificada (Selo de conta verificada) da conta do Governo do Brasil no WhatsApp e, também, pelo recebimento da mesma mensagem diretamente na Caixa Postal do aplicativo gov.br”, explica o INSS.

Calendário INSS de 2026
 
 
 https://istoedinheiro.com.br/13o-salario-do-inss-governo-usa-whatsapp-para-avisar
 

Com pomares próprios e ‘blend de laranjas’, The Natural One chega a R$ 1 bi em receita

 

Líder no mercado de sucos de laranja integral no Brasil, a The Natural One apostou em um caminho diferente para depender menos da sazonalidade e garantir laranjas durante todo o ano: verticalizou o processo e comprou 6 mil hectares de pomares para se tornar autossuficiente na produção da fruta.

A cadeia produtiva da laranja vem passando por desafios cada vez maiores no cultivo da fruta. O maior deles é o greening, doença causada pelo inseto Diaphorina citri, que fez com que muitos produtores trocassem a região de São Paulo pelo Mato Grosso para escapar da praga, que amarela as folhas e prejudica a qualidade da laranja.

Rafael Ivanisk, CEO da companhia, destacou que o greening combinado com fatores climáticos fizeram com que a empresa investisse na compra desses pomares para ter acesso a laranja o ano inteiro, não só durante a safra da fruta, que vai de junho a janeiro.

“A gente sempre teve medo de crescer e, de repente, ficar sem a fruta para o fornecimento para o Brasil. A laranja é responsável por metade do nosso faturamento, então a gente não poderia pensar em expandir no Brasil e no exterior sem essa garantia”, apontou o executivo. 

Com isso, a companhia se tornou autossuficiente na produção da fruta, que é responsável por 52% do faturamento da companhia, que atingiu R$ 1 bilhão em 2025. A verticalização fez com que a margem da companhia crescesse entre 20% e 25%. Em 2025 a companhia usou 4 milhões de caixas de 40,8 kg de laranja na produção.

A companhia foi fundada em 2014 por Ricardo Ermírio de Moraes, herdeiro do Grupo Votorantim e ex-CEO da Citrosuco, e, atualmente, conta com Edson Ignácio e o fundo Gávea como sócios. Hoje a empresa distribui sucos para mais de 11 países. Atualmente, a The Natural One tem uma fábrica na cidade de Jarinu (SP) e conta com mais de 350 funcionários diretos e 300 indiretos, sendo capaz de produzir 200 milhões de litros de bebidas por ano.

Produto mais homogêneo 

Fábrica da companhia em Jarinu (SP) Foto: Divulgação

Um dos desafios da companhia, que comprava laranjas de produtores parceiros nos estados de São Paulo e Minas Gerais, era garantir um produto homogêneo nas prateleiras durante o ano inteiro.

O executivo explica que a estratégia é fazer uma mistura ideal entre as laranjas mais doces, que geralmente saem de Minas, e as  mais ácidas, que vem de São Paulo. Com o controle de toda a produção, ele aponta que a companhia hoje sabe o momento certo da colheita e quais são as árvores com as frutas mais maduras.

“A combinação de variedades diferentes de frutas é o que nos permite corrigir as variações da safra e garantir o blend mais homogêneo e padronizado possível para o consumidor final”, apontou.

Outra mudança estrutural é que a empresa passava por muitas incertezas durante a entressafra da fruta, que acontece entre fevereiro e maio, e que isso foi sanado por conta de um melhor processo de estocagem. “Passamos a ter a capacidade de espremer a fruta de boa qualidade durante a safra e estocá-la para que seja vendida na entressafra”, contou.

A empresa em números

  • A expectativa para 2026 é crescer 30%, atingindo a meta de faturamento de R$ 1,3 bilhão;
  • A empresa detém 24% de market share no Brasil dentro do segmento de sucos 100% naturais, ocupando a liderança;
  • 90% do faturamento da empresa acontece por conta do mercado interno e 10% vem da operação internacional, com presença em 11 países
  • O suco de laranja é responsável por 52% no faturamento, mas no passado já chegou a representar 65%.

Empresa promete lançar linha zero açúcar

Já na outra ponta da produção, nas prateleiras, a empresa quer entrar no mercado de bebidas funcionais com novos produtos em 2026. Depois de se consolidar como a líder de mercado em sucos integrais, sem açúcar adicionado, a aposta é apostar no mercado wellness, com opções zero açúcar e proteicas.

Além da linha Fresh, lançada em 2025, com menos calorias, a marca quer lançar em 2026 o suco de laranja zero açúcar e estuda o lançamento de chás e opções de sucos proteicos nos próximos anos.

Caso Master: STF define até sexta se mantém prisão preventiva de ex-presidente do BRBGoverno autoriza nomeação de 3.147 aprovados no Concurso Público Nacional Unificado

 

 

 

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publicou portaria que autoriza a nomeação de 3.147 candidatos aprovados no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) homologado em março deste ano. O ato foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira, 22.

As nomeações autorizadas serão destinadas ao provimento de cargos distribuídos em 36 órgãos e entidades, conforme o anexo da portaria. Entre os destaques, o MGI concentra 1.250 vagas, e o INSS, 300.

Também há vagas para diversas agências reguladoras e instituições federais, como Anac (70), Anatel (50), ANTT (50), ANM (80), Anvisa (14), Iphan (60), Fundacentro (65) e unidades do Ministério da Saúde, como Inca (78), INC (75) e INTO (94), além das Forças Armadas e do Hospital das Forças Armadas.

A portaria estabelece que o provimento dos cargos depende da existência de vagas na data da nomeação e de declaração do respectivo ordenador de despesa sobre a adequação orçamentária e financeira, comprovando a compatibilidade com a Lei Orçamentária Anual (LOA) e com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).


Aneel aprova alta tarifária média de 12,13% para consumidores da CPFL Paulista

 

 

 

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta quarta-feira, 22, o Reajuste Tarifário Anual, com elevação média de 12,13%. Na divisão por grupos de consumidores, aqueles na alta tensão, como grandes indústrias e empresas, perceberão um efeito médio de 18,75%.

Em outra frente, os clientes conectados na baixa tensão, como residenciais, irão perceber uma alta média de apenas 9,25%. Os custos financeiros subiram 8,99% isoladamente. Os encargos setoriais, transporte e compra de energia também foram fatores que pressionaram as tarifas no atual reajuste.

 Os novos patamares tarifários passam a valer a partir da data de publicação de despacho pela Aneel. Em 2025, o Reajuste Tarifário Anual da CPFL Paulista de 2025 representou, em média, uma redução das tarifas em 3,66%.

A Companhia Paulista de Força e Luz é sediada na cidade de Campinas (SP) e atende aproximadamente 5,12 milhões de unidades consumidoras. O consumo de energia elétrica representa atualmente um faturamento anual na ordem de R$ 16,11 bilhões.