
O
Porto do Açu terá que pagar R$ 237 milhões em repasses de royalties
acumulados desde 2016 a três municípios do Estado do Rio de Janeiro,
após ser reconhecido oficialmente como base de embarque e desembarque de
petróleo, informou o porto. A decisão foi tomada na semana passada pela
Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), e
impacta diretamente a distribuição das receitas provenientes das
operações de transbordo do Açu.
Os pagamentos retroativos
contemplam os municípios de São João da Barra (R$ 99,1 milhões), Campos
dos Goytacazes (R$ 72,7 milhões) e São Francisco de Itabapoana (R$ 65,3
milhões).
Atualmente, mais de um terço do petróleo bruto exportado pelo Brasil
passa pelo Terminal de Petróleo (T-Oil) da Vast Infraestrutura,
responsável pelas operações de transbordo no complexo.
Em 2025, o
volume movimentado pelo terminal para exportação atingiu recorde de 30,6
milhões de toneladas de óleo cru. Com esse volume, o T-Oil respondeu
por 48% do óleo cru embarcado via terminais no País para a exportação,
mantendo a liderança nesse segmento.
Segundo
o Açu, o T-Oil é o único terminal privado do Brasil autorizado a operar
navios da classe VLCC (Very Large Crude Carrier) e atende as operadoras
de óleo e gás que atuam no País.
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