segunda-feira, 20 de abril de 2026

Alckmin destaca viagem de Lula à Europa a poucos dias da entrada em vigor do acordo Mercosul-UE

 

 

 O presidente em exercício da República, Geraldo Alckmin, destacou nesta segunda-feira, 20, a importância da viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Europa, nos dias que antecedem a entrada em vigor, em 1º de maio, do acordo Mercosul-União Europeia.

“Queria destacar a ida do presidente Lula à Espanha, à Alemanha e também a Portugal porque, agora, no dia 1º de maio, entra em vigor o acordo Mercosul-União Europeia, em sua vigência provisória. Então, em 1º de maio, perto de 500 produtos brasileiros que nós exportamos para a União Europeia terão o imposto zerado, e outros passarão por uma redução tarifária ao longo dos anos”, disse Alckmin, acrescentando que, com isso, o País deverá vender maisao segundo maior parceiro do Brasil.

Segundo o presidente em exercício, a União Europeia também poderá vender mais barato no Brasil. “É um ganha-ganha. Ganha a sociedade quando você abre mercados, reduz tarifas e estimula a competitividade. É omaior acordo comercial entre blocos do mundo. Estamos falando de um mercado de US$ 22 trilhões, e a ida do presidente Lula à Europa é exatamente para isso. Para, lá na Feira de Hannover, destacar também os nossos biocombustíveis”, disse Alckmin.

Visita à Unipar

Alckmin falou com jornalistas após visita à Unipar, empresa química localizada em Cubatão (SP), que acaba de passar por um processo de modernização concluído em dezembro de 2025. A empresa recebeu investimento de mais de R$ 1 bilhão, transformando a unidade na maior produtora de cloro por tecnologia de membrana da América do Sul.

Desse total, R$ 672,9 milhões foram financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio de linhas dedicadas à eficiência energética e à transição para tecnologias de baixo carbono, no âmbito da Indústria Verde. O montante inclui recursos do Fundo Clima e do Finem – Meio Ambiente.

Ele acrescentou que a gasolina já recebe 30% de etanol e que quase 80% da frota brasileira é flex.

Alckmin também mencionou o biodiesel, que já compõe 15% do óleo diesel.

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