
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, no lançamento da Seleção Petrobras Cultural 2026 (Crédito: Divulgação)
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, anunciou nesta segunda-feira, 21, que a estatal vai divulgar descobertas significativas de gás na Colômbia em parceria com a Ecopetrol. A informação foi revelada durante a ROG.e 2026, principal evento de energia organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP).
O que aconteceu
- A Petrobras, em parceria com a Ecopetrol, anunciará descobertas importantes de gás na Colômbia, com contratos já em fase de divulgação.
- A estatal planeja expandir sua atuação para novas fronteiras exploratórias, como a Bacia de Pelotas, no Rio Grande do Sul, e a Costa do Marfim.
- A gestão de Magda Chambriard prioriza campos maduros, buscando inovação e robotização para estender a vida útil das áreas produtivas.
Magda Chambriard, que também preside o Conselho do IBP, participa da ROG.e 2026, evento que deve gerar um impacto econômico de aproximadamente R$ 593 milhões para o estado. A executiva enfatizou que a empresa está pronta para anunciar as novas oportunidades.
“Temos descobertas relevantes de gás a desenvolver na Colômbia. Estamos divulgando hoje as oportunidades na Colômbia, onde já temos inclusive contratos de gás a divulgar”, declarou, sem fornecer detalhes adicionais sobre as descobertas.
Petrobras expande suas fronteiras
A executiva da Petrobras reafirmou que a companhia continuará a prospectar novas fronteiras, mantendo um cenário de produção crescente e em alto patamar até a próxima década. Essa estratégia inclui a exploração em áreas como a Bacia de Pelotas, no Rio Grande do Sul, e a recente assinatura de oito contratos com a Costa do Marfim, alinhada à diretriz de buscar geologias externas semelhantes às da companhia.
Por que investir em campos maduros?
Magda Chambriard ressaltou que a gestão de campos maduros permanece como uma prioridade estratégica para a Petrobras. A estatal está investindo na busca por novas tecnologias, como a robotização, visando estender a vida produtiva dessas áreas.
“Não renunciaremos a eles. O futuro nos reserva todos os dias uma série de tecnologias habilitadoras em que investimos para desenvolvê-los, e que estarão cada vez mais presentes em nossas operações”, concluiu a presidente.
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